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Certas atividades profissionais podem envolver movimentos repetitivos ou exigir que os indivíduos mantenham uma mesma posição por tempo prolongado.

Nesses casos, as empresas são obrigadas por lei a fornecer orientações de saúde ocupacional aos colaboradores. E seguir essas orientações pode ser a diferença entre saúde e doença no médio e longo prazos.

As principais consequências de não se observar as orientações de saúde ocupacional são o aparecimento de doenças crônicas como LER (lesão por esforço repetitivo), problemas de coluna (cervical, dorsal, lombar), dores crônicas nas pernas, aparecimento e agravamento de varizes, etc. Os alongamentos e a ginástica laboral ensinados na empresa devem ser executados de maneira correta, pois caso contrário, o maior prejudicado será você mesmo.

Pense bem: não é preferível dedicar alguns momentos hoje para garantir a própria saúde no futuro?

Seu trabalho é daqueles que exige que você trabalhe o dia todo em pé ou sentado? Horas a fio parado na mesma posição ou realizando movimentos repetitivos? Se esse é o seu caso, comece a prestar atenção, pois sua saúde pode estar sendo prejudicada.

No passado, a saúde ocupacional era um tema negligenciado tanto por patrões como por empregados. Mas com o passar dos anos, e com o surgimento de inúmeros casos de doenças provenientes de atividades produtivas, muitos começaram a se preocupar. Colaboradores afastados por doenças ocupacionais geram prejuízos às empresas e a si mesmos.

Se sua empresa não tem um programa de saúde ocupacional, informe-se por conta própria sobre medidas preventivas como ginástica laboral e exercícios nos intervalos da jornada. Fazendo isso você só terá a ganhar.