Decreto confirma aumento no valor do Salário Mínimo para 2018.

Todo final de ano os trabalhadores brasileiros assalariados ficam na expectativa do anúncio oficial do governo sobre o no salário mínimo que entrará em vigência no ano que está prestes a se iniciar. Desse modo, Michel Temer, presidente da república brasileira, assinou o decreto que determina que o valor do salário mínimo brasileiro será de R$ 954. Assim, o salário mínimo que estava em R$937 recebe um reajuste de R$17, para que o trabalhador passe o ano de 2018.

O presidente assinou este decreto no último dia 30 do mês de dezembro, na última sexta-feira. Conforme o documento, o salário mínimo terá um reajuste no percentual de 1,81%. Do mesmo modo foram reajustados os valores da hora de trabalho e do dia de trabalho, passando para R$ 4,34 a hora e R$ 31,80 o dia.

Como já é de praxe, o reajuste passa a ter validade no país a contar do dia 1º do mês de janeiro de 2018.

Quem é pensionista do INSS ou aposentado, que recebe o piso previdenciário, também terá seu salário ajustado em 1,81%.

O Dieese, que é o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do governo, informou que o reajuste do salário mínimo do ano de 2018 será o menor dos últimos 24 anos. Ou seja, desde que se deu a implantação do Plano Real pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, no ano de 1994.

De acordo com os números cedidos pelo governo, 45 milhões de pessoas no Brasil possuem como única fonte de renda, o salário mínimo e estas pessoas terão que enfrentar um ano inteiro, em que se espera uma infração maior com um aumento de R$17.

Há muitos meses a questão do reajuste do mínimo vem sendo discutida no governo. Inicialmente falou-se num valor de R$979, que em seguida caiu para R$969, sendo que este último estava quase que certo pois havia orçamento no governo para este valor.

Muita gente não entende o motivo dessa frequente baixa nos valores, mas o salário mínimo é calculado com base em um cálculo que considera o PIB, que é o Produto Interno Bruto referente aos dois últimos anos e também considera a inflação do ano anterior.

O governo previa que o resultado deste cálculo seria de 3,1% para este ano de 2017, contudo, com a forte crise que atingiu a economia, no mês de novembro, foi verificado o resultado de 1,81%.

Para este cálculo o valor do PIB nem pode ser considerado, em decorrência da forte queda que ocorreu na economia do país.

O governo procurou diminuir suas despesas para manter certa estabilidade na economia do país. Como se pode ver, de certo modo a inflação foi mais contida neste ano de 2017. Um aumento de salário além do resultado do cálculo iria implicar em uma elevação dos gastos públicos, uma vez que apenas um real de aumento no salário mínimo gera um gasto anual no valor de R$ 301,6 milhões.

Desde o ano de 2016 os brasileiros têm enfrentado uma crise na economia do país, que desencadeou em muitos problemas, inclusive um elevado número de desempregados. De certa forma, já era esperado que o reajuste do mínimo não fosse tão relevante. Contudo, segundo os especialistas em economia, o problema está no fato de que para o ano de 2018 se espera uma inflação maior o que irá prejudicar diretamente estes 45 milhões de assalariados.

O valor reajustado que é de R$17 não será relevante diante da proporção que a inflação pode tomar neste ano que vais e iniciar. Diante deste quadro, os assalariados serão muito prejudicados uma vez que irão perder o poder de compra, tendo que diminuir ainda mais a sua qualidade de vida.

Sirlene Montes


Michel Temer anuncia novo valor do salário mínimo 2017.

Brasileiros que trabalham e recebem salário mínimo, a partir deste próximo mês de janeiro já irão trabalhar e receber sua remuneração com o reajuste feito pelo Governo Federal. Na última quinta-feira deste ano, dia 28, o Presidente da República Michel Temer assinou o decreto que confirma essa correção salarial. O Diário Oficial da União teve a publicação em seu livre na sexta-feira, dia 30.

Já é bastante comum o anúncio oficial e a publicação do novo salário mínimo brasileiro nessa época do ano. Porém, o que surpreendeu a muitos foi o valor anunciado.

Em agosto desse ano, o Governo Federal anunciou que ao que tudo indicava o salário mínimo passaria de R$880,00 para R$945,80. Porém, o valor anunciado como novo salário é de R$937,00, ou seja, são R$8,80 a menos. Contudo, o Ministério do Trabalho afirma que o cálculo e o reajuste foram feitos respeitando estritamente a lei.

Talvez isso já fosse esperado, pois é um reflexo da forte crise econômica que o país vem enfrentando desde 2015.

O reajuste de salário, que acontece todos os anos, é feito a partir de um cálculo que já existe há muitos anos.

Para realizar o cálculo são somados os valores do Produto Interno Bruto de dois anos anteriores, mais o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, a conhecida inflação do ano atual. Em 2015 o PIB teve um recuo de 3,8%, daí o resultado que todos vimos.

O salário de 2017 na verdade não possui um aumento real, pois ele não supera a inflação deste ano. Na realidade ele se nivela a ela. E isso não é muito comum de acontecer, pois de 1998 até 2016 os reajustes salariais mantiveram uma relevante crescente, passando durante esse período de R$ 200,00 para R$ 880,00, que é o salário em vigor de 2016.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos, apenas no ano de 2017 ocorreu um problema desse tipo em que o aumento ficou abaixo da inflação.

Dessa forma, já é oficial, o salário mínimo brasileiro é no valor de R$937,00, com 6,45% de aumento. Os trabalhadores brasileiros assalariados em 2017 terão que contar com R$ 57,00 a mais em seu orçamento.

Sirlene Montes


A Constituição Brasileira, em seu 7º artigo, versa que o salário mínimo deve ser recebido pelo trabalhador por uma determinada jornada de trabalho estabelecida, devendo a quantia ser suficiente para gastos com educação, moradia, saúde, lazer, dentre outras despesas essenciais à vida. No que tange a esse artigo, uma questão levantada pelos economistas e até mesmo pela população assalariada é: Como pagar todas essas contas com o salário mínimo vigente de R$ 724,00?

O reajuste para R$ 724,00 aconteceu em janeiro de 2014, por determinação do Governo Federal, no entanto, mesmo com o aumento segue-se o dilema de como um cidadão poderá viver com qualidade de vida ganhando apenas o mínimo? Economistas podem não ter a resposta precisa para isso, mas muitos já fizeram os cálculos para saber de quanto deveria ser o salário mínimo para ao menos se viver com dignidade.

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os R$ 724 representam apenas uma terça parte do que de fato uma pessoa precisa para ter suas necessidades supridas. Isso significa que os rendimentos mensais deveriam ser de R$ 2.748,22 para que uma família pudesse ter acesso à alimentação de qualidade e outros itens essenciais à sobrevivência.

Para se chegar a esse valor ideal para o salário mínimo, o órgão usou as variações de preço da cesta básica em diversas capitais brasileiras, chegando à conclusão de que o valor atual está bem distante do que a própria Constituição estabeleceu como metas a serem supridas por ele. Não se precisa de muita pesquisa para concluir que é praticamente impossível uma família pagar alimentação, moradia, lazer e outros quesitos essenciais à vida com um valor tão irrisório como o salário mínimo.

O que resta, a cada ano, é o cidadão esperar sempre por um reajuste no salário mínimo, um aumento que a cada ano chega sem grandes surpresas e sem nenhum impacto positivo na vida do cidadão.

Por Michelle de Oliveira


Foi anunciado pelo ministro do trabalho, o sr. Carlos Lupi, o aumento do valor do salário mínimo para R$ 465,00 a partir de 1 de Fevereiro de 2009.

Não é uma mudança muito grande (apenas R$ 50,00), mas é um passo importante para que se chegue em breve finalmente a casa de R$ 500,00. Serão 21 bilhões de reais a mais circulando na economia brasileira, na tentativa de reaquecer o mercado.

Será também criado um novo seguro-desemprego para evitar novas demissões, e será chamado de “seguro-emprego”.





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