Pesquisa revelou que para cada ano de estudo concluído o salário poderá ser de até 15% maior.

A Fundação Getúlio Vagas (FGV) realizou recentemente um levantamento no qual aponta que existe uma relação muito pequena entre o tempo gasto nos estudos, a carreira e os salários que o profissional receberá. De acordo com o estudo feito para cada ano de estudo concluído o salário poderá ser de até 15% maior. Sendo assim, uma pessoa que concluiu o ensino médio, por exemplo, provavelmente terá um salário médio até três vezes maior do que aqueles que não têm.

Conforme Eline Rasera, especialista em recursos humanos, a primeira preocupação das pessoas que querem contar com chances no mercado de trabalho e de fato querer aprender incessantemente. Depois disso, é preciso ir para a prática e começar a investir nos estudos.

Marcelo de Elias, professor da IBE-FGV, que também atua como professor e palestrante, cita que diversos aspectos como o acesso a educação e as inovações trazidas pela tecnologia estão fazendo com o mercado comece a reagir e procure por profissionais que tenham níveis de formação mais altos.

De acordo com o professor a maioria das empresas olha com atenção para a questão do nível de escolaridade até mesmo naquelas vagas que são “iniciais” na empresa.

O professor também chama a atenção para o ensino profissionalizante. Segundo Marcelo esse é um fator importante e muitas vezes decisivo já que quanto mais qualificado for o profissional maior será a chance de que ele consiga uma vaga no mercado de trabalho. No caso do curso técnico ele destaca que essa modalidade proporciona ao interessado uma profissão e que as empresas, por sua vez, estão oferecendo mais empregos para esses profissionais. Essa na realidade é uma ótima oportunidade para que o profissional vá para o mercado de trabalho atuando em sua própria área de atuação.

Entretanto, é muito importante que o profissional tenha consciência de que não deverá ficar “parado no tempo”. Ou seja, investir sempre na capacitação, no aprendizado e aquisição de novos conhecimentos deve ser uma constante na vida da pessoa para que ela consiga alçar voos maiores em relação a sua vida profissional.

É interessante observar também o leque de opções que há atualmente. Um profissional que trabalha ou que estuda e que não dispõe de tempo para poder investir em um curso presencial poderá optar por soluções online. As alternativas abrangem todas as áreas, tempo de duração e investimento sendo que algumas são até mesmo gratuitas.

Por Denisson Soares


Empresa busca por profissionais com dinamismo e proatividade

A Agência Abound, empresa que atua na área de comunicação e marketing digital há mais de 10 anos, abriu vagas de trabalho para profissionais com ensino superior completo nos cursos de Comunicação Visual, Design, Desenho Industrial ou Design Gráfico. As oportunidades são para trabalhar na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ).

A Agência Abound considera importante que o candidato seja um profissional proativo, dinâmico, pesquisador, participativo e que seja um amante das novas tendências e tecnologias.

No seu dia a dia de trabalho na Agência Abound, o designer terá, entre as suas atribuições principais, a responsabilidade de atuar no processo de criação de projetos, na criação de layouts para campanhas envolvendo mídias digitais e peças gráficas, no planejamento criativo, entre outras funções.

Desta forma, é preciso que o profissional tenha conhecimento do Adobe Photoshop, Illustrator, Indesign e Adobe Premiere, além de saber fechar arquivos para impressão gráfica.

A Agência Abound destaca que o profissional para o cargo em aberto, para ser olhado de forma diferenciada no processo de seleção, precisa ter experiência no desenvolvimento de layouts para a web.

A remuneração oferecida pela Agência Abound para o cargo é um salário a combinar. Entre os benefícios complementares, estão vale-refeição no valor de R$ 17 por dia e vale-transporte. A carga horária de trabalho não foi informada, assim como não foi divulgado se o regime de contratação é PJ ou CLT.

A Agência Abound está localizada na Avenida Das Américas, número 12.300, no Blue Center, Loja 160. Os telefones de contato da empresa, caso o candidato necessite de algum complemento de informação, são +55 21 3591 7607 e +55 21 3591 7608.

Quem desejar fazer parte da equipe de trabalho da Agência Abound deve enviar o seu CV, em pdf, além do link do portfólio online, aos cuidados de Maycon Saranti, o CEO da empresa, para o seguinte endereço eletrônico: rh@agenciaabound.com.br. A empresa pede ainda que o candidato mencione no "assunto" as palavras "Vaga Design Gráfico / Web".

Entre os serviços prestados pela Agência Abound na área de marketing digital estão a criação de sites, gestão de mídias, lojas virtuais, campanhas de marketing digital, design gráfico e o desenvolvimento de aplicativos.

Por Julio Abreu


Desenvolver a sustentabilidade é cada vez mais importante para os dias atuais.

Além de assumir um papel social para melhoria do meio ambiente, você também pode ter muitas vantagens em sua empresa. Veja dicas de como atuar de maneira socioambiental:

Falar de sustentabilidade é, sem dúvida, um dos assuntos mais importantes atualmente, mas afinal o que é e como atuar a sustentabilidade? Sustentabilidade é a prática consciente de preservar o meio ambiente, a fim de não comprometer as gerações futuras, por meio das extrações dos recursos naturais e degradação do planeta Terra. É por este motivo que é de extrema importância atuar de forma socioambiental.

As principais vantagens das empresas e organizações a aderirem à sustentabilidade é estarem conscientes da responsabilidade socioambiental, essa responsabilidade reúne atitude e iniciativa quanto aos impactos ambientais; torna a empresa mais competitiva no mercado; economiza; contribui para atuação socioambiental; desenvolve ações a fim de formalizar com a prática da sustentabilidade; forma de divulgação; credibilidade social e imagem positiva na sociedade.

Rafaela dos Santos, 32 anos, pernambucana, relata o que acha da questão socioambiental dentro dos empreendimentos. “Acho bem interessante às empresas atuarem fazendo o bem, vejo publicidades de empresas que oferecem seus produtos e ao mesmo tempo conscientizam a população sobre a sustentabilidade. Acho que elas só têm a ganhar”, destacou.

Veja algumas formas de colocar em prática a sustentabilidade em sua empresa:

– Substituição de copos descartáveis: Deixar um aviso a todos os funcionários, para que levem sua garrafinha de água, é uma forma de substituir os copos descartáveis, que afetam a natureza e levam anos e anos para se decompor e economiza na compra dos copos.

– Elimine vazamentos: Evita o desperdício da água, bem precioso de consumo humano que ameaça acabar, e economiza na conta da mesma.

– Evite substituir aparelhos eletrônicos: Só substitua se for bastante preciso, prefira chamar um profissional que conserte, caso necessário. Fazendo assim, você evitará o acúmulo dos resíduos eletrônicos na natureza e ainda economiza na compra de outros aparelhos.

– Substituição de lâmpadas: A substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas florescentes além de evitar a emissão de 136kg de gás carbônico por ano, ainda economiza aproximadamente 60% do consumo e a florescente tem maior durabilidade.

-Separação do lixo: Ao separar o lixo, papel, plástico, metais e vidros, você estará contribuindo para a reciclagem, economiza matérias primas para a fabricação de novos produtos, evita os impactos ambientas.

– Política socioambiental: Faça uma política socioambiental em sua empresa, fazendo assim, você envolverá os funcionários na temática.

– Envolva os colaboradores: Capacite e envolva os seus colaboradores em aderirem um papel socioambiental. Instruindo sobre a poluição no planeta, aquecimento global, desperdício de água, energia e outros assuntos que fazem parte a sustentabilidade.

– Manutenção de veículos: Caso sua empresa possua carro para transportar produtos, por exemplo, faça a manutenção da troca de óleo e filtros de óleo e de ar do veículo nos prazos corretos que indica o fabricante. Pois a manutenção feita de forma correta ajuda na diminuição da emissão de CO2 no ar e na economia do combustível.

– Refil: Caso seu empreendimento seja uma fábrica de produtos como shampoo, por exemplo, mude a embalagem pelo refil, pois ele é oriundo da reciclagem.

Por Erika Amanda Silva de Souza


Queda será influenciada pela crise econômica que o Brasil está atravessando.

Final de ano geralmente é uma oportunidade para quem está desempregado arrumar um emprego, pois cresce o número de vagas de emprego temporário. Além disso, é a época do ano que as pessoas mais gastam, fazendo compras de diversos produtos para dar de presente, ou até mesmo satisfazer necessidade pessoal. Porém, este ano de 2015 está sendo um ano marcado por uma crise que está atingindo todos os setores financeiros, interferindo também nas vagas temporárias que, de acordo com a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), poderão ter uma queda de 20%, comparando ao ano de 2014.

A crise financeira do país, além de reduzir o número de trabalhos temporários, ainda aumenta a concorrência pelas vagas que irão surgir. Isso porque, muitas empresas foram atingidas por uma baixa nos lucros. Com isso, tendo que demitir funcionários, esses que buscarão uma recolocação no mercado de trabalho por meio dos serviços temporários.

Uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que nove em cada dez empresas comerciais e de prestação de serviços não contrataram ainda, nem pretendem contratar temporários neste fim de ano. Essa situação dificulta bastante a situação de quem esperava a época do Natal e férias para voltar a trabalhar. Porém, é uma chance para quem é bom profissional, pois é o momento de substituição de pessoas que não estão dando lucros para as empresas, por outras que podem inovar levando a ganhos financeiros necessários.

Apesar da crise, é sempre bom procurar atualizar o currículo, se aperfeiçoar por meio de cursos e procurar meios de se tornar alguém que seja um diferencial como futuro contratado.

As empresas, independente da queda econômica, estão mais exigentes nas contratações. Um bom funcionário vale por dois, por isso achar alguém competente é o foco das empresas nesta atual situação.

Por Stephanie Rodrigues do Nascimento


IBGE estima que são 8,6 milhões de pessoas desempregadas atualmente.

Uma das principais consequências do atual cenário econômico do Brasil é justamente o crescimento da taxa de desemprego. Nesta terça-feira, 29 de setembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os dados referentes à taxa de desemprego no último trimestre. O resultado não é agradável, haja vista a taxa de desemprego já registrar 8,6%. Trata-se da maior taxa da série deste indicador que teve início em 2012.

É importante destacar que a taxa de desemprego do trimestre considerado registrou aumentou em relação ao trimestre anterior, haja vista a taxa do segundo trimestre de 2015 ter ficado em 8%. O resultado do terceiro trimestre também é negativo quando a comparação é feita com o mesmo período em 2014, pois a taxa no ano passado ficou em 6,9% se consideramos o mesmo período.

Com isso, o IBGE estima que 8,6 milhões de pessoas seja o número de desocupados atualmente.

Caso não saiba, os números aqui destacados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. A mesma irá substituir a já conhecida Pnad anual, bem como a Pesquisa Mensal de Emprego, a PME. Ao todo, fazem parte dos dados da pesquisa nada menos que 3.464 municípios o que resulta em cerca de 210 mil domicílios entrevistados em um trimestre.

Outro detalhe importante é que os números apontados pela Pnad Contínua são superiores em relação à taxa registrada pela PME. A PME aponta que a taxa de desocupação no país é de 7,5% em julho, sendo que a média de maio a julho é de 7,03%. Vale ressaltar que a PME tem como base de seus cálculos apenas seis regiões metropolitanas o que resulta em cerca de 45 mil domicílios.

Além disso, a pesquisa feita pelo IBGE também aponta que o número de trabalhadores com carteira assinada sofreu baixa. Ao todo, o recuo é de 0,9% quando a comparação é feita com o trimestre anterior. Com isso, são 337 mil trabalhadores que perderam a carteira assinada.

Por Bruno Henrique


Com a crise econômica assolando o Brasil, os jovens da Geração Y passam pela 1ª vez por um período de desemprego ou acúmulo de tarefas.

A "Geração Y" é a geração da internet, aqueles que nasceram na década de 80 e crescerão convivendo com as novidades do mundo da tecnologia e a inserção da internet no dia a dia de todos. Esta geração cresceu com a comodidade do mundo moderno, viu de perto o desenvolvimento econômico, as empresas investindo pesado em contratações com altos salários, mesmo sendo jovens sem experiência profissional, mas com conhecimentos tecnológicos e "antenados" com todas as novidades do mercado.

Mas o mundo mudou, infelizmente, para pior, pois a economia de vários países entrou em crise, inclusive aqui no Brasil e pela primeira vez, a Geração Y teve que conviver com o desemprego, sem saber na grande maioria das vezes, como enfrentar a crise econômica que assola o país.

Estes jovens cresceram em um ambiente profissional onde as oportunidades de trabalho eram fartas e eles podiam escolher onde trabalhar, optando pela empresa que lhes pagasse o melhor salário e lhes dessem oportunidades reais de crescimento e liberdade profissional. Era um período de muita prosperidade e eles cresceram mergulhados nesta realidade.

Mas desde o ano passado que o desemprego vem aumentando e os jovens se depararam com uma situação nova para eles. Diferentemente dos funcionários mais antigos, que já atravessaram diversas crises, a Geração Y foi surpreendida pela crise e, pela primeira vez, eles ficaram sem saber o que fazer!

O desemprego vem crescendo principalmente entre os jovens de 18 a 24 anos, pois as empresas agora não querem investir em funcionários, querem é funcionários experientes em crises, que saibam lidar com a situação e possam ajudar a empresa a cortar gastos e conseguir aumentar o lucro sem ter que fazer grandes investimentos.

E tem mais um problema que a Geração Y está enfrentando que é o acúmulo de tarefas. Antes, estes jovens eram responsáveis por um único serviço, um único projeto, eram cercados de outros funcionários que ficavam responsáveis por outras questões. Mas agora as empresas estão “enxugando” o quadro de funcionários e quem não é demitido é muito mais cobrado, precisa apresentar resultados, mesmo com pouco investimento e ainda tendo que fazer várias tarefas.

Assim como as gerações anteriores tiveram que aprender a lidar com a crise, agora é a vez da Geração Y, deixar de lado o passado e viver este novo e cruel presente.

Por Russel


IBGE registrou uma alta no número de desempregados entre pessoas com idade de 18 a 24 anos. Índice chegou a 16,4%.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o mês de maio registrou um aumento do número de desempregados entre os mais jovens. Segundo o instituto, em um ano o desemprego entre as pessoas com idade entre 18 e 24 anos passou de 12,3% para o índice de 16,4%. Em comparação com o mês anterior – abril – a alta foi de 0,2 ponto percentual. O instituto realiza pesquisas semelhantes mensalmente no país.

O instituto afirma que o desemprego entre os jovens é historicamente sempre maior, quando comparado com as outras faixas etárias em idade de trabalho, mas essa variação registrada no intervalo de apenas um ano, demonstra o quanto as dificuldades enfrentadas pelo mercado de trabalho durante a crise econômica do Brasil estão sendo sentidas de forma mais intensa por essa faixa da população.

O aumento do desemprego também atingiu outras faixas etárias, mas a alta foi menor:

Para os trabalhadores na faixa etária entre 25 e 49 anos, a variação do desemprego foi de 3,9% no ano passado para os atuais 5,6%.

Já a população com mais de 50 anos sofreu aumento do desemprego de 1,8% para os atuais 2,5%.

A pesquisa foi divulgada pelo instituto na última quinta feira, dia 25. O índice total de desemprego registrado pela pesquisa mensal no mês de maio foi de 6,7%, o que é a maior taxa para o mesmo mês desde o ano de 2010.

Não há explicações certas quanto aos reais motivos que levam ao número elevados de jovens desempregados em épocas de crise, mas se analisarmos o cenário econômico brasileiro, vemos que o período não é dos melhores para novas contratações, e quando o candidato não possui experiência, como é o caso dos jovens, a situação de agrava ainda mais.

A boa notícia é que os jovens que já estão empregados têm a possibilidade de manter seus trabalhos diante essa crise se a situação de sua empresa estiver estável,  pois as empresas não vão querer gastos com demissões e contratações de novos funcionários. Se a economia da empresa não estiver das melhores, o risco de demissão aumenta, e infelizmente os funcionários menos experientes sempre são as primeiras opções para reduzir a folha de pagamento.

Por Patrícia Generoso


Devido à crise, mais pessoas estão procurando emprego, mas se o país não produz, não gera empregos e não há vagas para serem ocupadas.

O índice de desemprego no Brasil voltou a subir e chegou a 8% no trimestre encerrado no mês de abril. De acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o mercado de trabalho brasileiro está marcado pela forte procura por emprego, corte de vagas e queda na renda.

O dado divulgado no dia 10 de junho pelo IBGE ficou apenas 0,1% acima da taxa registrada no primeiro trimestre. O número representa o maior patamar da série iniciada em 2012 para o trimestre encerrado no mês de abril, além de também ser o pior do que o registrado no trimestre encerrado em janeiro (6,8%). No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego havia ficado em torno de 7,1%.   

Segundo o coordenador do IBGE, Cimar Azeredo, mais jovens e idosos estão voltando para o mercado de trabalho para recompor a renda familiar, afetada pela queda do poder de compra. Os dados da Pnad Contínua Mensal mostram que no trimestre até abril o número de desocupados, que inclui os que tomaram alguma providência para conseguirem emprego, teve uma alta de 18,7% ante os três meses finalizados em janeiro, alcançando 8,029 milhões de pessoas. Ainda, de acordo com Azevedo, "tem mais pessoas procurando trabalho" do que em outros períodos. Isso pode ser creditado ao reflexo do que acontece com o PIB brasileiro. Se o país não produz, não gera empregos e não há vagas para serem ocupadas. Vale ressaltar que o primeiro trimestre deste ano a economia brasileira encolheu 0,2% comparado com os três meses de 2014.   

A população ocupada, por sua vez, registrou uma queda de 0,6% nos três meses até abril, para 92,179 milhões. O IBGE utiliza essa comparação com o trimestre anterior ao período divulgado para que seja evitada repetição de dados relativos aos meses passados.   

O setor que mais cortou vagas de trabalho no período em comparação com o trimestre que se encerrou em janeiro foi o de construção, com uma redução de 288 mil postos de trabalho. O comércio aparece em seguida como um corte de 176 mil vagas. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística também informou que o rendimento real dos empregados recuou 0,5% na comparação entre os dois períodos, para R$ 1.855.    

Com abrangência nacional, a Pnad Contínua tem como objetivo substituir a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que leva em conta os dados apurados em apenas seis regiões metropolitanas do Brasil. Para comparação, o último dado divulgado pela PME mostrou que o desemprego chegou em abril ao maior nível em quase quatro ano, com 6,4%.   

O mercado de trabalho brasileiro, em abril, fechou com 97.827 vagas formais, sendo o pior resultado na série histórica, de acordo como informações do trabalho.

Por William Nascimento


Mais de 70% dos entrevistados na pesquisa estão insatisfeitos no trabalho por acharem que estão aptos a exercerem cargos superiores, porém, são mantidos nos mesmos postos onde estão. Grande parte dos profissionais entrevistados pertencem à Geração Y.

O IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente – entrevistou entre os meses de fevereiro e março do ano passado um total de 1.340 pessoas na cidade de São Paulo para saber se os profissionais estavam ou não satisfeitos com o trabalho. O resultado foi impressionante, pois mais de 70% dos entrevistados revelaram que estavam insatisfeitos no trabalho.

De cada 10 profissionais que foram ouvidos, 7 revelaram que estão insatisfeitos com o seu emprego e que só não deixam o trabalho por não terem outra opção ou devido ao salário recebido ser compensador e não conseguir uma renda igual, caso abandone o emprego para procurar outra oportunidade.

A pesquisa comprovou o que há muito tempo já se suspeitava, que há uma quantidade enorme de profissionais que estão insatisfeitos com suas carreira, mas que continuam trabalhando quase que exclusivamente pelo motivo financeiro.

E o que mais chamou a atenção nesta pesquisa foi o fato de que boa parte desses profissionais insatisfeitos pertencem à Geração Y, considerada uma geração que não tem muita paciência para ficar esperando e que vão atrás dos seus sonhos.

Mas isso é explicado pelo fato de que esta geração tem muita pressa em crescer profissionalmente, alcançar novas conquistas na carreira e que se acham preparados para uma nova etapa em sua vida profissional, quando na verdade ainda têm muito o que aprender. Estes profissionais querem ver as coisas acontecendo em sua carreira profissional, sem precisarem fazer um grande esforço pessoal e como nada acontece, vem a insatisfação.

E a pesquisa comprovou que a insatisfação no trabalho, na maioria das vezes, é porque o profissional já se considera apto a exercer cargos superiores, onde o salário é maior, porém são mantidos nos mesmos postos de trabalho. A pesquisa apontou este motivo para 68% dos entrevistados, que chegaram a se classificarem como "vítimas do chefe" e de uma empresa que não reconhece o trabalho de seus funcionários.

Outro dado preocupante foi apontado pela pesquisa, que é o fato de 40% dos entrevistados não fazerem nenhum planejamento sobre sua carreira e ficarem esperando que alguém faça isso por eles. Quando um profissional está insatisfeito com o cargo, com a profissão ou com a empresa, ele precisa buscar os seus sonhos, trabalhar para que isso aconteça e muitas vezes é preciso retornar à sala de aula, fazer cursos e até se arriscar em um novo emprego, em uma nova atividade profissional, mas por medo ou insegurança, os profissionais preferem continuar insatisfeitos no cargo, esperando que a empresa resolva esta questão para eles.

Por Russel


Trimestre encerrado em fevereiro registrou taxa de desemprego de 7,4% no Brasil

É de conhecimento geral que o país não vive um momento financeiro dos melhores, haja vista que o atual momento da economia é bastante instável. É nesse contexto, que foi informado no último dia 9 de abril, quinta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que a taxa de desemprego no Brasil subiu para 7,4%, essa constatação foi feita por dados oriundos de pesquisas realizadas nos últimos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Através dessa nova pesquisa o órgão acabou constatando que a taxa de aumento da desocupação aumentou de 6,5% para 7,4% quando comparamos o trimestre anteriormente analisado que foi o dos meses de setembro, outubro e novembro do ano de 2014.

A pesquisa que tem por finalidade analisar esses índices é a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), o que mais está alarmando aos pesquisadores é o fato de que se compararmos essas taxas com relação ao mesmo período, ou seja, os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, ainda assim observa-se que o índice obtido no período atual é maior, pois o índice mensurado nesse período citado acima relativo ao mesmo período deste ano era de apenas 6,8%, outro fator preocupante é que o índice de 7,4% verificado nesse último semestre é o maior mensurado até hoje pelo IBGE desde quando ele começou a analisar este indicador no início do ano de 2007, em que nos meses de janeiro a março este índice ficou em 7,2%.

A principal finalidade desse tipo de pesquisa é a de realizar a verificação sobre a inserção da população brasileira no mercado de trabalho, o que para ser feito tem que ser levado em conta o nível de desenvolvimento socioeconômico do país e as características educacionais e demográficas da população.

Por outro lado, a pesquisa também revelou um dado satisfatório que foi o crescimento do rendimento médio da população brasileira que teve uma ascensão de 1,1%, o qual era de R$ 1.793 no trimestre fechado no mês de novembro e neste último trimestre que foi analisado chegou a R$ 1.817.

Por Adriano Oliveira


Índice atingiu 6,8% no primeiro mês deste ano, segundo o IBGE

Segundo dados do Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), a taxa de desemprego no Brasil subiu em janeiro de 2015, comparado ao mesmo mês do ano passado. De acordo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que promove a pesquisa, em janeiro do ano passado a taxa de desemprego chegou a 6,4%, sendo que neste ano a taxa ficou em 6,8%.  

No trimestre encerrado em janeiro, foi calculada a renda média real do trabalhador brasileiro, que ficou em R$ 1.795,53, aumento de 1% na comparação ao trimestre que terminou em outubro de 2014, quando foi de R$ 1.777,66. Entre os dois trimestres, a população desocupada teve um aumento de 200 mil pessoas, passando de 6,6 milhões para 6,8 milhões. Com relação à massa de renda real habitual paga aos ocupados, ela somou R$ 161 bilhões.  

Sobre a taxa de desemprego, o IBGE faz uma ressalva relacionada aos dados que se referem ao trimestre encerrado em janeiro, uma vez que o sistema utilizado para medição e cálculo da pesquisa impede isolar os dados apenas de um mês. Portanto, os indicadores são todos apresentados como trimestre móvel. A série histórica da pesquisa com resultados para trimestres encerrados mês a mês teve início em janeiro de 2012.  

Outro dado divulgado é referente ao nível de ocupação, que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade para trabalhar. Esse número caiu de 56,9% no trimestre encerrado em dezembro para 56,7% no trimestre encerrado no mês de janeiro. A partir de agora, o IBGE passará a divulgar mensalmente os dados referentes aos trimestres móveis encerrados a cada mês. Sendo assim, é possível ter uma avaliação mais precisa e recente dos números.   

Segundo o IBGE, mensalmente foram analisados 70.464 domicílios. Em três meses, 211 mil residências ao todo. O órgão ainda afirma que um domicílio é visitado cinco vezes com intervalo de dois meses entre uma visita e outra, ou seja, uma única vez no trimestre, sendo cinco trimestres.

Por William Nascimento


Dados da Pinad Contínua (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua) divulgados esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que 77% dos 92,9 milhões de trabalhadores que integram a população ocupada no 4º trimestre do ano passado no setor privado do país tinham carteira de trabalho assinada. Isso mostra um crescimento de 0,6% em relação ao mesmo trimestre de 2013.  

A Pesquisa revelou que, entre os trabalhadores domésticos, 32,1% tinham carteira de trabalho assinada no quarto trimestre de 2014, registrando um crescimento de 1 ponto percentual em relação aos 31,1% registrados no mesmo trimestre de 2013.

Já os militares e os servidores estatuários correspondem a 68,2% dos empregados do setor público. As regiões Norte e Nordeste, com 64,8% e 63,4%, respectivamente, apresentam os menores percentuais nesse indicador. No mesmo período, com exceção da região Sudeste, que registrou estabilidade, a proporção dos empregados que possuem carteira assinada no setor privado aumentou em todas as regiões. Esse indicativo mostra que os profissionais estão deixando a informalidade em outros centros do Brasil.

O estudo verificou que o índice da ocupação apresentou leve queda em relação ao quarto trimestre de 2013. No último trimestre de 2014 a taxa de ocupação ficou em 56,9%, enquanto no mesmo período do ano passado este número representou 57,3%. Isso indica que a queda na taxa de desocupação, que fechou 2014 em 6,8%, contra 7,1% de 2013, se deu muito mais pela contratação da população em busca de emprego do que pela geração de novos postos de trabalho.

No quarto trimestre de 2014, as regiões que apresentaram os maiores percentuais de pessoas empregadas entre aquelas em idade de trabalho foram Centro-Oeste (61,5%) e Sul (61,2%). No Nordeste foi verificado o menor nível de ocupação entre as demais regiões do Brasil, apresentando 52,2%.  

Na Pesquisa também foi possível avaliar as diferenças no nível da ocupação entre homens e mulheres, ou seja, a proporção de homens com 14 anos ou mais de idade trabalhando era superior a de mulheres desta mesma faixa etária. No Brasil, no último trimestre de 2014, o nível da ocupação dos homens chegou a 68,2%, enquanto no sexo feminino foi de 46,7%.  

Como era de se esperar, as análises mostram que nos grupos com níveis de educação e instrução mais altos, o nível da ocupação apresentou índices mais elevados.

Por William Nascimento


Esta pensando em mudar de carreira? Encontrar a felicidade no campo profissional requer coragem e convicção.  Muitas pessoas, ao se sentirem infelizes no campo profissional percebem a necessidade de mudar para encontrar o verdadeiro caminho. Esta passando por essa situação? Veja algumas dicas.

Tenha certeza do que quer

O que você deseja para a sua vida profissional? Escute o seu coração e invista no caminho que ele te fala para seguir. Ao decidir o que almeja, invista recursos e meios necessários para atingir o seu objetivo. Não escute a opinião de pessoas negativas e pessimistas, mantenha a confiança e fé, além de pensamento positivo. Siga pelo caminho que escolheu com convicção e certeza que as coisas sempre dão certo no final.

Planeje cada passo

Já escolheu o que deseja? Então, planeje cada passo que pretende dar. Faça uma planilha e coloque nela todos os caminhos que deseja seguir para o seu sucesso. Além disso, estipule metas e prazos para cumprir. Planeje cada função e anote tudo: gastos, objetivos, o que vai precisar, entre outros.

Invista e economize

Invista nos cursos que pretende para alcançar o seu sonho, mas contabilize cada gasto. Por exemplo, se pretende fazer uma nova graduação em uma faculdade particular, contabilize o seu gasto mensal. Faça uma planilha financeira com os seus gastos mensais, assim, ficará mais fácil para controlar. Economize, também, para investir em outros cursos que podem te ajudar a alcançar seu objetivo

Não desperdice tempo

O tempo é um recurso valioso, por isso, não o desperdice. Agarre-se a realidade e viva um dia de cada vez. Não tenha pressa, mas saiba por onde esta andando durante a caminhada. Tenha foco e determinação para alcançar o seu objetivo profissional. Portanto, se sentir que é hora de mudar, levante e mude e, assim, faça o que for necessário para alcançar a sua felicidade, que só depende de você.

Por Babi


Fazer planos para o futuro está diretamente relacionado com a nossa condição de ser humano, por isso, estamos sempre em busca de algo melhor, um plano melhor e em consequência disso, uma vida melhor. Portanto, se você está fazendo planos para o seu futuro no momento, não importa o que seja, acompanhe as dicas abaixo:

1. Tenha persistência

Ter persistência implica em ter foco e determinação naquilo que você quer. Para isso reserve parte de seu dia para cumprir suas metas e realizar todas as suas tarefas. Assim você estará indo no caminho certo para atingir seus objetivos. Use sua fé, independente de sua religião, e saiba que mais cedo ou mais tarde você conquistará aquilo que tanto deseja.

2. Trabalhe com entusiasmo

Não basta apenas querer trabalhar e trabalhar demasiadamente, é preciso trabalhar com entusiasmo, com alegria, e saber que todo o seu resultado dependerá de tudo isso. Fazer as coisas com entusiasmo significa dar o melhor de você, trabalhar com amor e deixar que todas as coisas, frutos desse entusiasmo, se transformem em um verdadeiro sucesso.

3. Faça metas

As metas têm que fazer parte de seus planos para o futuro, pois você dependerá delas para colocar suas estratégias em prática, e tem que ser todos os dias. Acorde cedo, pense positivo e comece a realizar suas tarefas sempre pensando em seu futuro. Jamais deixe para depois ou para amanhã o que você realmente pode fazer hoje e agora.

4. Esteja atento à mudanças

Mudanças fazem parte da vida de quem almeja um futuro melhor. Isso faz parte também das fases em que você for passando. Por isso, não tente fugir das mudanças que você tiver que enfrentar, saiba que elas existem para modificar a sua vida, e o melhor que você tem a fazer é se adaptar à elas. Enfim, entregue-se ao novo, e viva sempre um dia de cada vez.

Por Daniela Almeida da Silva


A produtividade é algo essencial na vida das pessoas, seja ela no trabalho ou em qualquer outro tipo de contexto da vida. Há sempre aquela pressão para ganhar mais dinheiro, vender mais, consumir mais, ter mais ou menos tempo, enfim, há sempre o desejo de superar-se e superar tudo cada vez mais.

Portanto, é preciso ter muito cuidado com excessos, pois as pessoas nunca estão satisfeitas com o que conseguem, por isso, é sempre bom ter disciplina e autocontrole para tudo.

Se você busca ter produtividade na sua vida, com equilíbrio, atente às dicas a seguir:

1. Dedique-se a organizar seu tempo

Tempo é dinheiro, e uma pessoa produtiva acredita muito nisso e segue à risca. Ela faz do seu tempo sua maior prioridade e não deixa passar nada em branco.

Qualquer tempinho que seja, é tempo suficiente para produzir. Ela, inclusive, deixa de fazer coisas que considera importantes, como se divertir com as pessoas que ela mais ama, para se dedicar totalmente às suas tarefas. E não descansa até vê-las prontas.

Por isso, se você quer ser uma pessoa produtiva em sua vida, seja no trabalho ou em qualquer outra área da sua vida, dê valor ao seu tempo e dedique-se fielmente à ele.

Organize-se por meio de agendas e aparelhos eletrônicos, coloque tudo ao seu redor para lembrar você das tarefas que tem que fazer, mas não deixe de se organizar.

2. Produza com amor e ame ao que faz

Não basta amar o que faz, é preciso produzir com amor para que tudo saia da forma mais perfeita possível. Independente do que você faz na vida, se você colocar um pouco de carinho você estará colocando um pouco da sua essência, e sua essência diz muito sobre quem você é.

Portanto, lembre-se sempre de que tudo que é feito com amor, está sempre fluindo para o bem e para a perfeição.

Por Daniela Almeida da Silva


Estabelecer horários nem sempre é tão fácil assim como imaginamos. Muitas vezes envolve outros aspectos para poder alinharmos com o nosso dia a dia. Portanto, nessa hora, vale ficar atento a algumas dicas.

Sua agenda é o seu melhor aliado nessa hora, especialmente se você é um profissional muito comprometido com suas obrigações e seus afazeres com a empresa e nem sempre está em um lugar só.

Às vezes está aqui, outras vezes aculá. Por isso, é muito importante que você organize sua agenda corretamente. Use meios eletrônicos, porém, se você não for muito adepto e nem muito familiarizado com isso, pode usar uma agenda de papel mesmo.

Em alguns casos, uma agenda de papel se torna mais prática, a eletrônica também, a diferença é que, esta última, dependendo do tipo de aparelho eletrônico que você tiver, pode corromper os arquivos depois de um tempo de muito uso, já a de papel, se você souber conservar, poderá ter seus contatos para o resto da vida.

Nesse caso, independente do tipo de agenda que você for escolher, preze por organizar seus contatos de forma cronológica. Faça da mesma forma com suas tarefas, para que elas tenham uma ligação com o seus contatos por ordem alfabética, data, local e horário.

Anote também endereços que você considera importantes, tanto de contatos quanto de trabalhos e reuniões.

Uma outra forma de você estabelecer seus horários, sejam eles de trabalho ou não, é você pesquisar sempre o melhor tempo para cada um deles. Para isso, faça pesquisa em calendários, locais e até em sua própria agenda, para assim você se organizar com mais facilidade. 

Enfim, não se esqueça de que você precisa manter seus horários bem organizados. Não se limite apenas a um recurso para te auxiliar. Recorra à meios mais favoráveis e confiáveis para você estar sempre se baseando para estabelecer seus horários.

Por Daniela Almeida da Silva

Foto: divulgação


Testes de emprego nunca são os melhores e sempre nos surpreendem de alguma forma. Toda empresa traz um teste novo, um modelo de entrevista novo, e assim por diante. O objetivo é apenas um: induzir o candidato a dizer o que elas querem saber. 

Veja o que você precisa saber antes de fazer um teste para uma vaga de emprego:

1. Comportamento

Normalmente, o que as empresas mais observam, independente do tipo de testes a serem realizados, são os comportamentos emitidos pelo candidato no momento da entrevista.

Por isso, tome cuidado na hora em que estiver frente a frente com o entrevistador. Seja sempre educado, fale somente o necessário, mantenha sua postura alinhada, cabeça erguida, sorriso no rosto, olho no olho, modos adequados e uma linguagem séria, formal e com pronunciamento correto.

Procure também transmitir um ar de tranquilidade e confiança na entrevista, evite mentiras, omissões e assuntos irrelevantes.

Outra fica também é chegar, pelo menos, trinta minutos mais cedo do horário marcado para a entrevista. Esse é dos dos comportamentos mais observados, pois mostra se o candidato tem comprometimento ou não.

2. Comunicação e posicionamento

A comunicação é um fator crucial e ao mesmo tempo decisivo para um entrevistador em um processo seletivo. Já o posicionamento, diz como um candidato deve se interagir com o entrevistador e, consequentemente, com o cargo, se ele assim for contratado futuramente.

Por isso, é de extrema importância que você se posicione conforme o cargo exige, mesmo que você não tenha tanta experiência, pois o posicionamento que você tiver, mostrará o tipo de profissional que você tem capacidade de ser no decorrer da sua carreira.

Enfim, alinhe-se com esses dois fatores que podem te ajudar nos testes de emprego. Tenha sempre em mente que, para as coisas darem certo, só precisa acreditar em você mesmo e no seu potencial.

Por Daniela Almeida da Silva

Foto: divulgação


Estão abertas as inscrições para Especialização em Medicina Farmacêutica do Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa – IEP/HSL para o ano de 2015. São ofertadas trinta vagas e as inscrições vão até 06 de fevereiro do mesmo ano. Para participar, o candidato deve enviar seu currículo, por e-mail, para: secretaria.iep@hsl.org.br até a data supra citada e providenciar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$80,00 (oitenta Reais).

O resultado do processo seletivo será divulgado no endereço:http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/ensino no dia 11 de fevereiro de 2015. As convocações também serão divulgadas no mesmo site.

O candidato aprovado deverá efetuar sua matrícula no endereço e horário citados no edital no período de 11 a 14 de fevereiro. Deverá levar consigo cópia da carteira de identidade, do CPF, do diploma, da carteira do registro profissional, e outros documentos a serem providenciados junto à secretaria conforme consta no edital.

De acordo com a página http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/iep/pos-graduacao/Paginas/Curso.aspx?atividade=848&pnv=0, no programa do curso consta uma carga horária de:

– 30 horas em Farmacologia;

– 24 horas em Farmacocinética/bioequivalência e farmacogenômica;

– 18 horas em Epidemiologia clínica;

– 45 horas em Pesquisa clínica;

– 15 horas em Ética em pesquisa;

– 18 horas em Estatística;

– 24 horas em Assuntos regulatórios;

– 24 horas em Farmacovigilância e toxicologia clínica;

– 15 horas em Farmacoeconomia;

– 24 horas em Noções administrativas e legais;

– 24 horas em Qualidade;

– 18 horas em Marketing;

– 36 horas em Tópicos especiais;

– 45 horas em Revisão de monografias.

Perfazendo um total de 360 horas de curso. O TCC (trabalho de conclusão de curso) equivale a 30 horas.

O candidato aprovado pagará 12 parcelas mensais de R$850,00 (oitocentos e cinquenta Reais) pelo curso. Na página de divulgação há menção de um desconto de 10% para pagamento à vista. Os encontros estão previstos para terças, quartas e quintas-feiras, das 19:30 às 22:30, de 03 de março a 08 de dezembro de 2015. Sendo distribuídos os módulos por semana, sendo três dias para cada um.

Quem se interessar deverá ler o edital na íntegra e é bom ter acesso à página do site de divulgação, já citada neste texto, para se informar sobre os detalhes desta especialização.


Foi publicado no dia 19 de dezembro deste ano de 2014 edital de seleção de candidatos para o Programa de Residência Multiprofissional Integrada em Saúde Hospitalar Anhanguera UNIDERP/ Hospital Regional de Mato Grosso do Sul-HRMS.

As inscrições para quem estiver interessado em pleitear uma das vagas vão de 05 a 14 de janeiro de 2015. Esse processo destina-se ao preenchimento de vagas residentes no programa citado, credenciado pela Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde CNRMS/MEC, especialização latu sensu, modalidade treinamento em serviço, sendo o Programa na área de concentração intensivismo. Os candidatos poderão optar pelos programas:

Análises Clínicas

Área Profissional (graduação em): Biomedicina, Biologia e Farmácia.

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas).

Enfermagem

Área Profissional (graduação em): Enfermagem

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas)

Farmácia

Área Profissional (graduação em): Farmácia

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas).

Fisioterapia

Área Profissional (graduação em): Fisioterapia

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015: 2 (duas).

Nutrição

Área Profissional (graduação em): Nutrição

Duração: 2 (dois).

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas)

Serviço Social

Área Profissional (graduação em): Serviço Social

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015: 2 (duas)

O processo seletivo constará de duas etapas: a primeira etapa corresponde a prova escrita com peso 9 e a segunda etapa corresponde a análise de documentação escolar, com peso 1. Esta etapa vai avaliar os seguintes itens:

– Desempenho durante a graduação;

– Programa de monitoria com duração mínima de 6 meses;

– Estágio extracurricular relacionado à área profissional da graduação com carga horária mínima de 180 horas;

– Bolsista em projetos de pesquisa científica em órgãos credenciados;

– Trabalhos publicados em revistas científicas indexadas na área da saúde;

– Apresentação de trabalhos em eventos científicos como autor ou coautor (pôster, resumo ou apresentação oral);

– Participação em evento científico na área da saúde.

O gabarito da prova escrita estará disponível a partir de 26 de janeiro de 2015, um dia depois da aplicação das provas, no endereço:http://www.hospitalregional.ms.gov.br a partir das 13h30m e o resultado da prova de títulos estará disponível a partir das 13 horas do dia 13 de fevereiro do mesmo ano.

A prova escrita objetiva será realizada no dia 25 de janeiro de 2015, no horário de 08h30min às 11h30min (horário de Campo Grande – MS), na Escola Técnica do SUS/Escola de Saúde Pública, localizada na Rua Senador Filinto Muller, nº 1.480. O edital pede que o candidato esteja no local da prova 30 minutos antes do início da mesma.

Os selecionados receberão uma bolsa no valor bruto de R$2.976,26 por 60 horas semanais de residência, com dedicação exclusiva. O edital está disponível no endereço https://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO8824_19_12_2014.pdf, que é a versão on line do Diário Oficial, iniciando a matéria em sua página 56. É de suma importância que o candidato leia todas as informações do edital.

Por Vânia Rose dos Santos


Recentemente, venho reparando e parando para trazer à tona um tema que sempre é discutido: o que conta mais no quesito profissional, uma formação acadêmica de ponta, com louvores e notas acima de 9,0 com diversas formações e cursos posteriores? Ou o que vai fazer o seu diferencial será um currículo extenso, com diversas experiências profissionais, em diversos ramos, todos com bons respaldos e conhecimentos práticos adquiridos?

A resposta, meus caros, é a segunda alternativa. Óbvio que ter um currículo acadêmico impecável é de extrema valia para o mundo profissional. Quem apresenta notas altas durante as graduações, louvores em cursos e diversas formações sempre terá seus pontos positivos ressaltados, entretanto, se você não obtiver tantas formações, notas “não espetaculares”, entre outras coisas, mas possuir um currículo de se admirar, com trabalhos desenvolvidos para grandes empresas, somente respaldos positivos por onde passou, permanência durante bom tempo em cada lugar onde trabalhou, isto contará muito mais na sua contratação.

Os "chefes" gostam de pessoas que possuem um currículo acadêmico excelente, mas, muitas vezes, essas pessoas se preocuparam demais com a parte acadêmica e se esqueceram de que, na hora da prática, o que conta mesmo é o seu modo de operar e resolver as diligências que lhe serão encaminhadas.

Isso você só demonstra através de um currículo experiente, onde você pode comprovar que desenvolveu tarefas em grandes empresas, que de fato requereram todos recursos de persuasão, conhecimentos técnicos, boa comunicação, entre outras características, que são de suma importância no quesito relação de trabalho. 

Portanto, para você, estudante, fica a recomendação: a sua formação é de extrema importância, conclua com êxito e, claro, sempre tente conseguir se sair o melhor possível nas suas notas das avaliações. Entretanto, não dê tanta importância para suas notas, desde que você esteja apto para finalizar o curso, já é suficiente.

A não ser que você queira seguir uma carreira acadêmica, aí é claro que cada nota terá sua importância elevada. No mais, para um ambiente profissional, procure ter o máximo de experiência possível, isto contará muito. 

Por Matheus Noronha Sturari


Vamos supor que nesse momento você é um gerente de uma empresa, ou mesmo ou empresário que acaba de criar uma empresa. Agora, você sente que a responsabilidade está inteiramente em suas mãos, pois não há ninguém que esteja acima de você para te motivar.

Nesse caso, só cabe a você começar seu time e se automotivar, buscar uma energia que deverá vir de dentro de você. Ficar esperando alguém aparecer para te dar todo o suporte que você precisa não vai adiantar nada. É preciso criar o que precisa ser feito, ou as coisas não acontecerão para você. Reclamar de alguém também não é o melhor caminho. 

Nesse momento, a chance é sua, de mostrar para as pessoas que não acreditavam em você, que você é capaz. Agora, mais do que nunca, você precisa de um aliado importantíssimo de um empreendedor: a automotivação.

A pessoa que consegue ter motivação própria não espera o despertador para acordar de manhã. Quem tem automotivação também não sente falta de um chefe. Seu próprio líder interior terá paixão por ver as coisas feitas do seu jeito.

Um verdadeiro empreendedor tem pavor de ver uma tarefa inacabada, por isso fica acordado até mais tarde para terminá-la, do que deixar ser cobrado no dia seguinte. Portanto, se esse é o seu caminho, não desista.

Prefira ficar acordado até mais tarde, e faça aquilo que lhe for necessário. Saiba também, acima de tudo, que o dinheiro é só uma consequência boa daqueles que trabalham bem, e não deve ser apenas o objetivo do trabalho.

Um empreendedor profissional está sempre querendo mais, quer sempre aprender mais para colocar novas criações no mercado e reciclar sua carreira e suas possibilidades, pois ele não mede esforços para aperfeiçoar cada vez mais seu trabalho.

Por isso, seja autêntico, audacioso e ambicioso, no bom sentido, e com as suas ações sempre voltadas para o bem.

Por Daniela Almeida da Silva

Foto: divulgação


O fim do está chegando e a temporada de caça às oportunidades temporárias de trabalho estão abertas. Este ano, segundo uma pesquisa encomendada para o Ipema (Instituto de Pesquisa Manager) pelo Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis do Estado de São Paulo (Sindeprestem) e pela Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt), o crescimento de vagas temporárias no país deve ter um aumento de 1% em relação às oportunidades criadas em 2013 no mesmo período.

De acordo com os resultados obtidos pela pesquisa, este ano serão criadas 163,6 mil vagas temporárias distribuídas entre o comércio e a indústria. A proporção de vagas destinadas ao comércio é de 70% e os outros 30% estão destinados ao setor industrial. A grande maioria das contratações devem ocorrer na região Sudeste, cerca de 64,9% do total das vagas extras abertas

Mesmo com as festividades de fim de ano tão próximas, há certa cautela entre os empresários. Este receio é devido às incertezas do cenário econômico atual. Fatores como a alta do valor da moeda americana em relação ao real, alta das taxas de juros e da tão temida inflação, podem fazer com que estas contratações tenham início um pouco mais tardio em relação aos últimos anos e, mesmo assim, somente após uma boa análise da situação econômica do país pelos empresários do setor de comércio.

Já no setor produtivo (indústria em geral), podem haver algumas exceções, devido à necessidade inerente de entregar uma quantidade maior de produtos no mercado neste período.

Do total de vagas, cerca de 24 mil devem ser preenchidas por jovens com idade entre os 18 aos 24 anos. Além de serem uma ótima oportunidade de primeiro emprego para muitos jovens, o fato de dezembro e janeiro serem períodos de férias escolares, contribui para que estes estudantes aumentem sua renda e também para que eles adquiram experiências para o mercado de trabalho.

Para este ano houve um aumento singelo do valor dos salários em relação a 2013. No comércio, este aumento foi de 5%, onde os salários podem chegar aos R$ 1.024,00. Já o aumento do setor industrial foi de 6% e a remuneração pode chegar aos de R$ 1.298,00.

A expectativa após o fim deste período é que cerca de 5% do total de contratados sejam efetivados, esta porcentagem equivale a aproximadamente 8 mil pessoas. Um número abaixo dos 12% ou mais de 19.400 contratações que ocorreram em 2013.

Por André F.C.


Para quem deseja investir na carreira e ganhar destaque no mercado de trabalho, os cursos de Pós-Graduação vêm se tornando as opções mais indicadas nos últimos anos. Agora a Faculdade SATC, localizada no estado de Santa Catarina, na cidade de Criciúma, oferece uma excelente oportunidade para profissionais se capacitarem ainda mais em seus setores de atuação.

A instituição – que também disponibiliza formações em técnico, graduação, MBA, EAD e mestrado – abre inscrições para cursos de Pós-Graduação Latu Sensu nas áreas de Design, Comunicação, Engenharias e Automação.

Para os formados na área de exatas, o curso de Engenharia Mecatrônica é uma das grandes novidades e chega para ampliar o conhecimento tecnológico com a prática desenvolvida pela indústria.

Na área de Comunicação Social, o também novo curso de Criação e Planejamento Publicitário oferece ferramentas para o aluno conhecer melhor sobre o mercado de consumo e gestão de marcas, formando especialistas tanto no segmento de publicidade e propaganda como no de marketing.

Outros cursos também estão disponíveis na grade da SATC. As inscrições estão abertas para quem deseja estudar Design e Inovação, Comunicação e Mídias Digitais e Engenharia de Produção. Este último já está se encaminhando para sua oitava turma. 

Para os interessados em dar um gás na atuação profissional, as aulas estão previstas para iniciar no próximo mês, em novembro. Com duração de 18 meses – um ano e meio – os cursos terão encontros durante as noites de sextas-feiras e durante o sábado, de quinze em quinze dias.  

Vale lembrar novamente que as inscrições já estão abertas. Para quem deseja se inscrever, basta acessar o site portalsatc.com e clicar no ícone “Inscrições Abertas – Pós-graduação Satc”.

Para maiores esclarecimentos e informações adicionais, entre em contato com o  telefone (48) 3431.7577 ou através do e-mail pos@satc.edu.br.

Não perca esta oportunidade imperdível de crescer profissionalmente. Faça já a sua inscrição e boa sorte! 

Por Ana Clara de Souza


Com o agravamento da crise econômica mundial houve uma alta significativa em relação às taxas de desemprego. No Brasil, o índice subiu de 6,1% em 2012 para 6,5% em 2013. Para 2014 a expectativa é de continuidade no aumento. Desde 2009 as taxas de desemprego não alcançavam tais marcas.

Esses índices representam os brasileiros que querem trabalhar, que estão em busca de uma recolocação profissional, que pertencem à massa da população economicamente ativa de 15 anos ou mais.

Os números são resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, que foi divulgada em setembro deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo tem como objetivo analisar e divulgar dados estatísticos sobre população, sobre migração, educação, trabalho, famílias, domicílios e rendimentos das famílias brasileiras em todos os estados da federação. Foram ouvidas 362.555 pessoas em 1.100 municípios.

A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, afirma que, em outras pesquisas que tratam da desocupação, há uma tendência de queda. "Esse aumento, a Pnad mostra é que um aumento pontual que deve ter acontecido alguma coisa mais localizada na região Norte, onde percebemos alguma coisa, e alguma coisa dentre os mais jovens. De certo modo, tem alguma indicação que tinha aumentado ligeiramente a taxa de ocupação para aquela semana da pesquisa que a Pnad mostra”, explica.

Ainda de acordo com Wasmália, a taxa de desocupação continua sendo a segunda menor desde 2001, com a série harmonizada da Pnad (que inclui dados de todo o país menos área rural dos estados de Roraima, Rondônia, Acre, Amazonas, Pará e Amapá). A menor foi em 2012. "Ainda é uma taxa de desocupação bastante baixa para o que é o padrão da Pnad. Acho que falar em encolhimento de mercado de trabalho é meio exagero. Até porque, o que está acontecendo no mercado de trabalho é agora que você está vendo, a continuidade dos movimentos que a Pnad já tinha mostrado”, afirma Wasmália Bivar.

Por Vivian Schetini


O Grupo Hubner do segmento industrial, abriu inscrições para o processo seletivo de trainees. O programa tem duração de 12 meses e poderão se inscrever no processo jovens profissionais com formação entre Dezembro de 2012 e ezembro de 2014.

O Grupo é um grande fornecedor da indústria automotiva que atua nas áreas de fundição, usinagem e autopeças. Oferece soluções para montadoras e indústrias de bens de capital e para o mercado de reposição.

O Programa Treinee da Hubner tem seu início previsto para fevereiro de 2015. Nesse período, o candidato passará por diversas áreas, tudo sob a supervisão de Gestores e Especialistas da empresa durante todo o programa.

O candidato também receberá acompanhamento técnico e comportamental, informações de diversas áreas que contribuirão para o desenvolvimento profissional e pessoal do mesmo. O candidato terá autonomia para expressar suas ideias e participará do desenvolvimento de projetos e ações estratégicas para os negócios da empresa.

O Grupo Hubner procura jovens talentos com perfil de liderança, que sejam inovadores, que tenham um bom relacionamento interpessoal e que sempre estejam a procura de conhecimentos.

Os pré-requisitos para participar do programa são: formação superior concluída entre Dezembro de 2012 e Dezembro de 2014; disponibilidade para viagens; ter conhecimentos no nível avançando em inglês e/ou espanhol; pós-graduação em andamento ou concluída será um diferencial.

Poderão se candidatar profissionais com formação em: Engenharia de Produção; Engenharia Mecânica; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecatrônica; Comércio Exterior; Psicologia; Administração; Economia; Contabilidade e Informática.

As etapas do processo consistem em: inscrição online, análise curricular; dinâmica de grupo; entrevista individual com RH; entrevista coletiva com Gestores e entrevista coletiva com Diretores.

O Grupo Hubner oferece salário compatível com o mercado, além de diversos benefícios, como: assistência médica e odontológica; convênio farmácia; seguro de vida; refeição no local; bolsa de estudos (a partir do segundo ano e de acordo com o desempenho) e participação nos lucros e resultados.

Para efetuar a inscrição e para maiores informações, acesse o site: http://www.grupohubner.com.br/.

Por Camilla dos Santos Batista


Em entrevistas concedidas ao nosso site a designer de unhas Raquel dos Santos Morais acha que o mercado de trabalho em Nova Friburgo está muito escasso :“É muito restrito quanto às áreas de atuação, não há muitas opções, dependendo da sua profissão, é necessário se mudar para exercê-la. Faltam muitas vagas”, pensa. Ao procurar emprego na cidade, ela se sente frustrada: “Falta respeito por parte dos empregadores, dos entrevistadores; o comércio, por exemplo, anuncia vagas, recebem milhares de currículos, marcam a entrevista, querem que você vá na hora que te ligam; outras marcam horário e te deixam esperando, cheguei a ficar 2h25 esperando o entrevistador e ainda não tem a consideração de te ligar para dar uma resposta positiva ou negativa”; desabafa.

Raquel acredita que haja muita exploração por parte dos empregadores, “usam uma pessoa para dar conta do serviço de duas, não respeitam os intervalos, tempo para refeições, hora extra. Exigem que você execute tarefas que não fazem parte das suas obrigações”, mostra. Muita gente gasta o dinheiro da passagem, se alimenta na rua para ir a uma entrevista e gasta sem ter condição para isso, “Poderíamos ser ressarcidos. A passagem de ônibus na cidade é caríssima, muitas vezes não temos condições nem de imprimir um currículo, quiçá de pagar passagem todos os dias para fazer entrevistas”. A respeito do lanche cabe um pouco de bom senso: “se o entrevistador vai te deixar esperando, poderia te oferecer uma alimentação, tem gente que passa o dia todo na rua procurando trabalho”; justifica. 

Como ter experiência se não te dão oportunidade?

A estudante Faline Pedro tenta se inserir no mercado de trabalho há um ano, mas tem dificuldades: “Curso Gestão de Recursos Humanos e tento encontrar um emprego que se encaixe nessa área que quero exercer, mas encontrar oportunidade é difícil”, fala. As empresas não contratam quem não tem experiência e para ela, o motivo é claro: “Hoje em dia é mais fácil, prático e mais em conta a famosa prata da casa do que trazer alguém de fora que não tem experiência; leva tempo para treinar e se gasta com isso”, opina.

Mesmo na busca de trabalho, a estudante investe na sua atualização profissional fazendo cursos, dedicando-se à faculdade e fazendo pesquisas. Deseja trabalhar em uma empresa que valorize o conhecimento que vem adquirindo: “Procuro algo no setor administrativo, secretária, algo que tenha a ver com o que estou me formando”, destaca.  Faline Pedro vê um desafio pela frente: “Ter condições de adquirir conhecimento e investir numa profissão é complicado, porque tenho gastos e não consigo reaver meus custos. Mas quero mais para frente conseguir um bom emprego”, finaliza.

Desempregado por opção: 

A decisão de ficar desempregado foi estudada por Pedro Gomes, que saiu do antigo emprego há cerca de um mês: “Antes de rescindir o contrato com a empresa, calculei a parte financeira, as contas e o tempo parado que iria ficar, para que as contas não deixassem de ser pagas. Economizei e guardei dinheiro”, afirma.

O jovem busca crescimento profissional e não quer escolher um trabalho com tanta pressa, por enquanto consegue suprir a ausência do trabalho e almeja um melhor aprendizado: “Estou fora do mercado hoje por opção, recebo propostas de trabalho, mas no momento vejo mais vantagem esperar o próximo ano para começar em um novo emprego”, expõe.

As pessoas precisam trabalhar para que possam pagar as contas, manter a família e suprimir as necessidades; o profissional tem o direito de ser valorizado para que as relações sejam equilibradas: ofereço minha mão de obra e preciso receber por isso. Mas o que é visto é o enriquecimento das empresas, uma indústria que cresce cada dia mais, deixando a desejar e levando a população a buscar alternativas, como o mercado informal, onde trabalhar por conta própria é mais vantajoso. 

Por Agnes Lutterbach Moreira da Costa


Uma pesquisa realizada pela Universum com estudantes das áreas de engenharia e TI em 12 países com as maiores economias do mundo, entre eles o Brasil, chegou à conclusão que o Google é a empresa preferida dos universitários.

Segundo a pesquisa, que ouviu 102.618 universitários, a empresa americana Google ficou em primeiro lugar em 6 dos 12 países analisados. A instituição destacou na pesquisa que a preferência pelos estudantes dessas duas áreas é por empresas do ramo de softwares

“São companhias fortemente identificadas com o tipo de cultural empresarial que estes estudantes preferem”, de acordo com o relatório da Universum destinado à imprensa.  

O relatório também informa que empresas deste setor também oferecem possibilidades de crescimento e altos salários para os jovens que conseguem uma vaga de trabalho. Abaixo, você poderá notar quais as 10 principais empresas selecionadas pelos universitários de engenharia e TI:  

1. Google

Posição no ranking mundial: 1º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 3º

Posição no ranking de TI do Brasil: 1º  

2. Microsoft

Posição no ranking mundial: 2º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 9º

Posição no ranking de TI do Brasil: 2º  

3. BMW

Posição no ranking mundial: 3º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 11º

Posição no ranking de TI do Brasil: 27º  

4. Apple

Posição no ranking mundial: 4º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 5º

Posição no ranking de TI do Brasil: 3º  

5. General Eletric

Posição no ranking mundial: 5º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 27º

Posição no ranking de TI do Brasil: 55º  

6. IBM

Posição no ranking mundial: 6º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 38º

Posição no ranking de TI do Brasil: 5º  

7. Intel

Posição no ranking mundial: 7º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 29º

Posição no ranking de TI do Brasil: 6º  

8. Siemens

Posição no ranking mundial: 8º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 32º

Posição no ranking de TI do Brasil: 32º  

9. Sony

Posição no ranking mundial: 9º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 22º

Posição no ranking de TI do Brasil: 11º  

10. Shell

Posição no ranking mundial: 10º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 44º

Posição no ranking de TI do Brasil: 68º  

Você pode conferir o ranking completo no site do Universum.

Por William Nascimento


Nesse ano o governo decidiu pagar antecipadamente o valor referente ao Programa de Integração Social – PIS 2014. Basicamente, esse benefício tem a função de um 14° salário. Em 2014 a estimativa é de que o PIS seja pago a mais de 23 milhões de trabalhadores em todo território nacional.

O valor do PIS a ser pago corresponde ao que hoje é o salário mínimo. Ou seja, de R$ 724. Fazendo as contas por alto, serão pagos, a título de abono salarial, cerca de 17 bilhões de reais.

O pagamento do PIS é feito para aqueles trabalhadores que contam com, no mínimo, cinco anos de cadastro no sistema PIS/PASEP. É preciso também que tenham trabalhado no mínimo 30 dias com carteira assinada. O que é válido tanto para empregos de nomeação, quanto para os de serviços públicos. O ano considerado é o de 2013. 

Outro ponto importante é que esses trabalhadores não podem ter recebido mais de dois salários mínimos por mês. O pagamento do benefício é realizado pela Caixa Econômica Federal, ressaltando o fato de que quem tem o cartão cidadão poderá fazer a retirada do dinheiro por meio das casas lotéricas.

Para quem quiser mais informações, ou ainda consultar os serviços, estão sendo disponibilizados números de telefones. Para o PIS, o número de atendimento é 0800-726-0207. No caso do PASEP basta efetuar a ligação para os números 4004-0001, 0800-729-0001 ou 0800-729-0088. Este último telefone é para pessoas portadoras de necessidades especiais.

O pagamento já está sendo feito no mês de julho. Isso quer dizer que quem nasceu neste mês já pode retirar o valor, devido ao fato de que o calendário elaborado leva em consideração a data de nascimento do beneficiário. Os nascidos em julho serão os primeiros da lista.

Pessoas que nasceram em agosto receberão a partir da data do dia 22/07; em setembro a partir de 31/07; em outubro a partir de 14/08, dezembro começa em 28/08; para os nascidos em fevereiro a partir de 23/09, em março, 30/09, para o mês de abril a partir de 14/10; maio a partir do dia 21/10 e por fim, quem nasceu em junho a partir de 31/10.

Por Denisson Soares


Na última segunda-feira, dia 30, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) decidiu julgar o dissídio coletivo promovido pela categoria de profissionais da área de TI do estado de São Paulo.

A sentença promovida pela Justiça do estado acatou as principais reivindicações dos trabalhadores. Dentre os pedidos estavam um reajuste de 7,5%, tornar obrigatória a proposta de Participação em Lucros e Resultados (PLR), aumento de 8% para o piso e vale refeição de R$ 15,00.

É interessante observar que as conquistas obtidas são retroativas ao dia 1° de janeiro, data que foi tomada como data base da categoria. Outro detalhe, é que as empresas também ficaram obrigadas a pagar o dia parado durante a greve, bem como a estabilidade de 90 dias após o julgamento do dissídio também ficou garantida para os funcionários.

Antonio Neto, presidente do Sindpd (Sindicato dos Trabalhadores de Tecnologia da Informação) ressaltou que está foi uma grande vitória obtida pelos trabalhadores da categoria. Houve diversas tentativas de acordo, mas sem nenhum resultado significativo. Espera-se que com a decisão a categoria possa ser mais valorizada no estado de São Paulo.

Outro ponto importante que acabou influindo na decisão do tribunal foram os números de acordos coletivos que foram celebrados entre o Sindpd e as empresas relacionadas ao setor desde fevereiro deste ano. De acordo com as informações foram mais de 500 assinados e já abrangiam os tópicos determinados no julgamento.

Antonio Neto destaca ainda o fato de que por isso a Justiça entendeu que era possível estender para toda a categoria de profissionais algumas condições que já estavam de fato fechadas com algumas companhias o que, por sua vez, também mostra a viabilidade do mesmo.

Ao todo foram cinco etapas de negociação salarial dos trabalhadores do setor de TI em 2014. A suspensão das reuniões acabou sendo pedida uma vez que não se chegava a acordo nenhum. A parte do sindicato patronal continuou firme em sua posição de oferecer um reajuste de até 6,5%. O índice foi considerado baixo pelo Sindpd. .

Por Denisson Soares


A PageGroup, empresa especializada no setor de recrutamento de pessoas, divulgou recentemente os resultados obtidos por meio de uma pesquisa realizada pela mesma. De acordo com os dados que foram levantados cerca de 92% dos profissionais dos mais variados níveis hierárquicos pretendem não se manter parados no mesmo lugar no mercado de trabalho pelos próximos dois anos.

Um detalhe interessante de se observar é que o fato de “não parar em emprego algum” de certa maneira está mais relacionada a jovens em início de sua jornada no mercado de trabalho. Porém, esse aspecto não está restringindo apenas a eles.

De acordo com Sérgio Sabino, o diretor de marketing da PageGroup, em matéria para a Infomoney, a vontade de querer mudar de emprego também é encontrada em profissionais que já contam com mais de dez anos de experiência profissional no mercado.

Ao que tudo indica a experiência ou ainda o tempo em que o profissional já se encontra no mercado de trabalho não tem representado para uma boa parte deles um obstáculo para que novos desafios e a busca por um aprendizado contínuo possam ser iniciados.

Outro detalhe que Sabino aponta, é que para este nível de profissionais também há uma busca mais forte na questão do nível profissional. Talvez estejam se espelhando em parte nos jovens com menos de 30 que são profissionais de sucesso no mercado.

De acordo com as informações apresentadas na pesquisa, que levou em consideração a opinião de 800 profissionais e foi realizada no mês de maio deste ano, essa rotatividade encontrada no mercado se fundamenta em especial na falta de oportunidade, no desejo de poder trabalhar em empresas maiores e um salário que não é compatível com o mercado ou ainda com as necessidades profissionais do individuo.

Conforme o estudo da PageGroup quem tem menos de dez anos no mercado troca de emprego principalmente pela falta da oportunidade de crescimento, um percentual de 22%.

No caso de quem já tem mais de dez anos de vida profissional o motivo é o mesmo, mas o percentual é maior sendo de 27%.

Por Denisson Soares


Você sabe o que é um trabalho temporário? Um trabalho temporário é aquele em que uma pessoa física se submete para prestar serviços a uma empresa na qual possui uma demanda temporária ou transitória, ou seja, que necessita de mão de obra para trabalhar por um tempo pré-determinado.

O limite de um contrato determinado para um trabalho temporário é de no máximo seis meses, porém, atualmente, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está querendo prolongar a vigência deste tipo de contrato, estendendo o limite para até 9 meses, dependendo da necessidade e da modalidade da mão de obra, para isto, as empresas deverão justificar a opção.

A nova medida tomada pelo MTE deverá entrar em vigor a partir de 1° de Julho de 2014, e o objetivo dela é dar mais firmeza nesse tipo de contratação. A portaria nº 789 foi devidamente publicada no "Diário Oficial da União" no dia 3 de Junho de 2014.

De acordo com as referidas normas, as empresas terão que pedir autorização no site do Ministério do Trabalho e Emprego cinco dias antes de contratar um funcionário com contrato superior a três meses de trabalho temporário.

Neste caso, os contratantes poderão, por exemplo, contratar um funcionário temporário por três meses (de acordo com a lei 6.019/89) e depois pedir a prolongação do contrato, caso houver necessidade, até atingir o limite máximo dos nove meses.

Segundo comentários de especialistas em direito do trabalho, a iniciativa beneficiará empresas que precisam contratar pessoas para substituir funcionárias grávidas em licença maternidade, por exemplo, e também quando a demanda de datas comemorativas de fim de ano aumentar a necessidade de mão de obra.

Esta alteração na lei inicia um movimento de maior flexibilidade, aprimorando a compreensão entre contratantes e contratados para uma maior evolução do trabalho.

De certa forma, a nova lei beneficia a todos, pois eleva a importância do trabalho temporário, tanto como uma nova estratégia de inclusão, como também uma porta de entrada para novos profissionais para suprir necessidades específicas.

Por Daniela Almeida da Silva


Praticamente todas as dicas para conseguir uma oportunidade de emprego ou para manter-se nele têm o velho e conhecido trabalho em equipe. Só que a maioria das experiências das pessoas não é nada boa. Cada um tem uma opinião diferente para dar seguimento ao projeto e tudo não sai do lugar. O prazo para a entrega chega, o desespero bate e nada foi feito.

Muitos profissionais tentam dar seguimento às suas tarefas sem a interação com os colegas, mas, conseguir manter isso é quase impossível, afinal, a maioria dos empregadores intensifica o trabalho em grupo. Contudo, as próprias exigências das empresas sufocam o espírito coletivo. As organizações estabelecem metas individuais que acabam sendo inatingíveis quando feitas em conjunto.

Para auxiliar profissionais que percebem que produzem mais sozinhos, especialistas listaram alguns mitos e verdades sobre o tema.

Todo profissional precisa saber trabalhar em grupo? Mito. Segundo o especialista em carreira, Edson Carli, toda empresa tem e precisa de especialistas e essas pessoas devem trabalhar sozinhas. Exemplos de funções como advisoring e consultor são cargos que cumprem muito bem suas tarefas de forma solitária.

Porém, quando o assunto mistura trabalho coletivo e inovação a coisa se transforma em uma verdade. Várias cabeças pensam mais que uma quando é o caso de criação de novos produtos, serviços e soluções. A criatividade, segundo a gerente de recrutamento Adriana Tomazinho nasce depois de experiências entre as pessoas.

Agora, ninguém nasce ou deixa de nascer com o “dom” de trabalhar em equipe. De acordo com Carli, mesmo que o profissional se veja com a personalidade de autossuficiente, ele é capaz de aprender a trabalhar em conjunto. Isso advém com o treino.

Outro mito é dizer que as pessoas tímidas não conseguem trabalhar em equipe. Se o ambiente for saudável e aberto para a participação de todos, o introvertido vai conseguir sim contribuir muito com projetos e defender suas opiniões. 

Por Carolina Miranda


Conforme as informações transmitidas pelos profissionais de Recursos Humanos, através do programa CAGED, em março de 2014 houve uma queda na contratação de empregados em comparação com março de 2013. Essa redução chega a 88,34% no mês, ainda sem contabilizar as vagas não ajustadas. Porém, fazendo uma comparação entre as vagas ajustadas, aí sim há um salto maior ainda em torno de 92,33%.

O Ministro Manoel Dias, titular do Trabalho e Emprego, apesar de confirmar esta queda no mês e que esta é a maior desde que quando começou a ser registrada em 1992, diz, otimista, com relação ao total do ano, que em 2014 houve um aumento de empregos gerados em torno de 14% comparados com o mesmo período de 2013.

O responsável por esta queda foi o fim do período de férias, que houve um saldo negativo, pois obteve o maior número de demissões com carteira assinada em torno de 26.251 trabalhadores. Isso para o setor foi o pior entre todos os setores avaliados. O carnaval também contribuiu que houvesse essas demissões, pois também foi integralmente em março.

O Rio de Janeiro foi o terceiro estado que mais demitiu nessa temporada, isso porque ainda uma das maiores festas de carnaval do país, ficou atrás de Alagoas e Pernambuco. São Paulo foi o estado que mais contratou neste mês, com saldo positivo. Seguida pelos três estados do sul, que registraram o maior desempenho entre as regiões somando um saldo de 24.062 empregos neste mês. É como pode se ver, como sempre, os estados do sul gerando mais emprego para a população.

Essas informações são transmitidas mensalmente e agora com a informatização em tempo real será mais ágil e rápida essas informações de ocorrência de desempenho das empresas em gerar empregos com carteira assinada

Por Antônia Mendes


A Petrobras ou Petróleo Brasileiro S.A. é uma empresa de sociedade anônima, cujo capital é aberto. E a sua maior acionista é o governo do Brasil, uma empresa estatal e de economia mista. Foi fundada em 3 de outubro de 1953 com sede no Rio de Janeiro, sua principal função é trabalhar na produção e refinamento do petróleo explorado voltado para o comércio e transporte.

A empresa está passando por uma desorganização financeira e administrativa que está preocupando o governo, para tentar  solucionar o problema, uma nova proposta surgiu e despertou o interesse de muita gente. O programa que desde 17 de janeiro foi divulgado pela Petrobras sobre as inscrições para Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), chegando ao fim do cadastro no dia 31 de março com 8.298 funcionários interessados em se desligarem da empresa.

O programa de desligamento proporcionou muitas expectativas aos empregados, e o número de pessoas interessadas representa 12,4% do quadro efetivo, a pretensão é que por volta de 55% do desligamento ainda possa acontecer durante este ano de 2014.

Fechando o valor de R$ 2,4 bilhões para  ser pago aos funcionários que aceitaram participar do plano como indenização. Os maiores interessados são aquelas pessoas que já tinham tempo para aposentar pelo INSS, com idade superior a 55 anos até 31 de março, como também estavam interessadas aquelas pessoas que já tinham sido aposentadas.

Acredita-se que vai ocorrer uma considerável redução de custos, cerca de R$ 13 bilhões no período de quatro anos, ou seja, de 2014 até 2018. Calcula-se que este programa tenha um custo beneficio com retorno em torno de nove meses após a dispensa dos funcionários, pois este é o objetivo do Programa de Otimização dos Custos Operacionais (PROCOP), considerando também que é de grande importância para a continuidade operacional do sistema da Petrobras de forma segura e sustentável.

Portanto, as pessoas aguardam com boas perspectivas sobre o programa de desligamento, contribuindo para aliviar a crise vivida pela empresa e gerar novas oportunidades de emprego no futuro.

Por Jaqueline Mendes


Você sabe o que os profissionais de sucesso fazem na primeira hora do dia? Você está enganado se pensou a alternativa: pegar o smartphone para checar o e-mail. Pois é. Surpreenda-se a partir de agora com algumas dicas de como obter sucesso sem precisar estar o dia todo no mundo virtual:

– Cuidado com os e-mails todos os dias – Procure verificar seu e-mail apenas no trabalho, até as 9h30 ou 10h, por exemplo. Ler e-mails em casa nunca é uma tarefa produtiva, pois se algo precisa urgentemente de sua atenção, alguém irá te chamar ou te enviar uma mensagem apenas.

– Comece sempre pelo pior – Se quiser que primeiro o problema seja resolvido logo no começar do dia, comece então por aquele que parece pior. Desta forma, você não gastará muito tempo para pensar sobre ele e terá a sensação, depois que solucioná-lo, de que o pior do dia já passou.

– Mantenha contatos – O dia sempre começa com atendimento ao cliente, pois os consumidores são a realidade do seu negócio. No dia a dia, você pode também poder manter contato com colegas de trabalho que você normalmente não interage, por exemplo, ou ainda conversar com seus mentores – ou seja, valorizar e priorizar o lado humano do trabalho, pois ele geralmente se perde no dia a dia.

– Seja eternamente grato – Comece seu dia com um ritual em que você seja capaz de pensar durante por pelo menos dez minutos, pois é o tempo suficiente para você poder agradecer – tanto a família como seus amigos e sua carreira. Depois, você ainda deve visualizar tudo aquilo que você gostaria muito de conquistar, ou pessoalmente ou em sua carreira.

– Ame o seu trabalho – Outra excelente dica para começar suas manhãs é se perguntar sempre se, neste exato momento, você está fazendo o que quer da vida, ou se sente feliz no que está fazendo ou que escolheu para fazer. Esta é uma lição de Steve Jobs, fundador e presidente da Apple, que foi discutida durante um evento de formatura dos alunos de Stanford.

Por Daniela Almeida da Silva


Trabalhar em período flexível ou a distância (Home Office) é o sonho de muitas pessoas, principalmente dos brasileiros, seja para fugir do trânsito, ter mais tempo para as suas atividades pessoais ou mais lazer no dia-a-dia com a família.

Mas o que todos almejam é ter mais bem estar e qualidade de vida, tanto pessoal como profissional.

O trabalho Home Office é uma realidade recente na rotina de muitas empresas, essa modalidade vem crescendo em todo o mundo, inclusive no Brasil, mesmo que a legislação ainda não favoreça essa atividade.

Os profissionais que trabalham presencialmente nas empresas são mais lembrados entre os grupos que cumprem seus horários e os que excedem suas jornadas. O tempo que a pessoa passa trabalhando em um escritório afeta a sua avaliação, mas pode facilitar futuras promoções. Quando se trata de um profissional que cumpre seu horário de trabalho, os diretores são mais propensos a dizer que essa pessoa é mais confiável e responsável, assim como um colaborador que excede o seu tempo de trabalho em uma empresa, seu índice de valorização se torna elevado.

O SAS, uma das companhias certificadas como Top Employers Brasil 14, é uma das empresas que mais incentivam seus funcionários a trabalhar em home office, por exemplo. Os colaboradores possuem ferramentas tais como notebook e celular corporativo, os quais possibilitam o trabalho home office. Além disso, o SAS valoriza o equilíbrio entre trabalho e a vida pessoal do funcionário e isso é mais uma ferramenta que ramifica a cultura da empresa.

Essa mudança de modalidade mostra que as companhias brasileiras estão se moldando ao novo perfil do trabalhador e às novas realidades da sociedade e também do mercado de trabalho. As novas tecnologias estão se aproximando cada vez mais as pessoas. Desta forma, as empresas estão encontrando meios de produzirem também, mantendo o colaborador mais ativo e alinhado com as tendências do mercado.

Você pode conhecer mais a respeito da empresa acessando o site www.sas.com.

Por Daniela Almeida da Silva


A Constituição Brasileira, em seu 7º artigo, versa que o salário mínimo deve ser recebido pelo trabalhador por uma determinada jornada de trabalho estabelecida, devendo a quantia ser suficiente para gastos com educação, moradia, saúde, lazer, dentre outras despesas essenciais à vida. No que tange a esse artigo, uma questão levantada pelos economistas e até mesmo pela população assalariada é: Como pagar todas essas contas com o salário mínimo vigente de R$ 724,00?

O reajuste para R$ 724,00 aconteceu em janeiro de 2014, por determinação do Governo Federal, no entanto, mesmo com o aumento segue-se o dilema de como um cidadão poderá viver com qualidade de vida ganhando apenas o mínimo? Economistas podem não ter a resposta precisa para isso, mas muitos já fizeram os cálculos para saber de quanto deveria ser o salário mínimo para ao menos se viver com dignidade.

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os R$ 724 representam apenas uma terça parte do que de fato uma pessoa precisa para ter suas necessidades supridas. Isso significa que os rendimentos mensais deveriam ser de R$ 2.748,22 para que uma família pudesse ter acesso à alimentação de qualidade e outros itens essenciais à sobrevivência.

Para se chegar a esse valor ideal para o salário mínimo, o órgão usou as variações de preço da cesta básica em diversas capitais brasileiras, chegando à conclusão de que o valor atual está bem distante do que a própria Constituição estabeleceu como metas a serem supridas por ele. Não se precisa de muita pesquisa para concluir que é praticamente impossível uma família pagar alimentação, moradia, lazer e outros quesitos essenciais à vida com um valor tão irrisório como o salário mínimo.

O que resta, a cada ano, é o cidadão esperar sempre por um reajuste no salário mínimo, um aumento que a cada ano chega sem grandes surpresas e sem nenhum impacto positivo na vida do cidadão.

Por Michelle de Oliveira


O MPE-PR (Ministério Público do Estado do Paraná) está com vagas aberta para estagiários, graduandos do curso de Direito que estejam devidamente frequentando a partir do 3º ano ou 5º semestre do referido curso. Para concorrer as vagas é necessário inscrever-se no processo seletivo que está sendo realizado pelo MPE-PR para atuação junto à Promotoria de Justiça da Comarca de Cambará.

O prazo para inscrição é o período de 10 a 28 de fevereiro de 2014 e serão aceitas apenas inscrições presenciais, devendo o estudante comparecer junto a Promotoria de Justiça da Comarca de Cambará, localizada na Avenida Brasil, nº. 1229, no horário de 09:00h as 12:00h  e de 13:00h as 17:00h, munido de CPF, documento de identidade com foto, comprovante de matricula atualizado e demais documentos descritos no edital do processo.

As avaliações dos inscritos serão por meio de aplicação de prova objetiva que irá avaliar o conhecimento dos alunos quanto a Direito Processual Civil, Infância e Juventude, Direito Constitucional, Direito Civil, Direito Penal e Direito Processual Penal e também realização de prova dissertativa. A data prevista para realização das provas é o dia 7 de março de 2014 com inicio as 0900h e o local de aplicação será o Fórum da Comarca de Cambará.

A jornada de estagio está firmada em 20 horas semanais praticadas de segunda a sexta feira, sendo que o estagiário contará com recebimento de bolsa auxílio no valor de $ 750,00 (setecentos e cinquenta reais) , mais recebimento de R$ 114,00 (cento e quatorze reais) referente a auxílio transporte.

As chances de estágio são oportunidade que garantem aos estudantes um contato prévio com o mercado de trabalho preparando-os para conquista de novos desafios profissionais, por meio de vivencia prática da rotina que tange o dia-a-dia da profissão escolhida, além de proporcionar aos estudantes a melhor assimilação dos conceitos teóricos vistos em sala de aula.


Produtividade é algo que é exigido em qualquer ramo profissional e é o diferencial entre as pessoas. Porém, cada um tem seus limites, um tipo de conhecimento e segurança.

Com o passar do tempo, uma pessoa que se enrola na execução de um trabalho e que é inseguro pode acabar tendo problemas com o chefe e ser demitido.

Pessoas preguiçosas tendem a ser mais produtivas e inteligentes, já que procuram o caminho mais fácil para se realizar determinada tarefa. Porém, ser preguiçoso não é sinônimo de sucesso, para ser um preguiçoso produtivo é preciso ser uma pessoa madura e responsável. Quanto mais rápido o meio escolhido para executar um trabalho, mais tempo sobra para fazer outras coisas, então pessoas assim tendem a ter mais criatividade e ser mais procuradas profissionalmente.

Há vários exemplos de preguiçosos em um trabalho, mas um bom exemplo seria na área de Contabilidade. Uma pessoa normal realiza o trabalho fazendo uma conta de cada vez para depois registrar cada uma em uma planilha. Já um preguiçoso usaria um programa (como o Excel) para executar a tarefa, teria a planilha montada e todas as contas feitas, que seria bem mais rápido e prático do que utilizar a calculadora.

Outro bom exemplo é a famosa frase de Bill Gates que circula na internet há um bom tempo e que diz: "Sempre contratarei uma pessoa preguiçosa para realizar um trabalho difícil, pois essas tendem a fazê-lo de forma mais simples".

Porém, como já dito, produtividade e preguiça não são sinônimos. É necessário ver que se já realizou um trabalho, pode pegar outra tarefa para executar e não ser preguiçoso e esperar ordens, esse é um fator importante para a produtividade e sucesso profissional.

Portanto, uma pessoa preguiçosa e responsável é mais produtiva pela simplicidade em resolver problemas e também é mais inteligente por usar mais a cabeça para pensar em meios de se executar tarefas de modo prático.

Trabalho

Por Ingrid Oliveira


Começo do ano é normal e a procura de empregos aumentar dando oportunidades para aqueles que buscaram um emprego no ano de 2013 sem conseguir.  Apesar de cada empresa ter seu código de ético, aí vão algumas dicas para quem foi efetivado, mas não sabe como se vestir, entre outros fatores:

O tempo – Um ótimo agente que pode ser usado ao seu favor. Vai com calma nas coisas, não tente mostrar tanto serviço e babar ovo do chefe (mulher ou homem). Além disso, irritar os funcionários pode acabar irritando o novo chefe também. É claro que vai ter aquele funcionário que está lá há mais tempo que puxará o saco do chefe, mas você não precisa se espelhar nele, claro;

Não se atrase – Seja pontual! Não precisa chegar aqueles quarenta minutos antes só para agradar o chefe, mas talvez uns 5 ou 10 minutos antes já esteja de bom tamanho;

Roupas – Escolha aquela que não te dê muita atenção (como uma calça social verde flosflorescente). Essa não seria uma boa para o primeiro dia de emprego. Ou para todos os outros dias. Vá com uma roupa social básica, calça ou saia social, sapatos e camisa social. No decorrer do tempo você vai perceber se vai ter liberdade para ir de outro jeito, como com um jeans básico;

Celular – Mantenha-o no silencioso (já que manter o celular desligado nos dias atuais é algo extremamente difícil e complicado). Se não colocá-lo no silencioso, pode colocar no vibratório, mas não o deixe em algum modo que toque. Imagina só você estar naquela reunião sobre as normas da empresa e começa a tocar uma música do Guns ‘n’ Roses? Acho que não seria uma coisa muito legal, apesar de basicamente todo mundo gostar do som;

Simpatia – Simpatia abre portas, essa é a verdade. Seja simpático, sorridente, cordeal e bem educado. Claro que talvez nem todo mundo vai ser assim com você também, mas aquela pessoa que for pode se tornar um amigo, já pensou nisso?

Essas são apenas algumas dicas que podem ajudá-lo no novo emprego.

Por Mariana Caetano


Depois de alguns anos de casa, você não se sente mais feliz no emprego, insatisfeito, você não sabe o que fazer. Sua relação com o chefe não está das melhores e a remuneração está um tanto ruim. Esses são alguns fatores que mostram a hora de você trocar de emprego. Principalmente se avaliar sua satisfação profissional.

Se o teu desejo é de crescer e você vê que ali não terá aquela chance, junto com os outros fatores, é bom começar a ver outra coisa. O mercado de trabalho está cada vez mais exigente, mas ainda assim, há solução.

Se você realmente sente que é hora de ir para outro, vá! Converse com o chefe, veja as coisas que você acumulou durante esses anos, a bagagem que ganhou e por que não pedir uma carta de recomendação se você realmente muito bom no que faz? O chefe não ficaria tão nervoso se você pedisse e conversasse explicando sua situação atual.

Claro que nem todos são maleáveis, mas a grande maioria em sua parte é, até porque eles são humanos também, então, seja simpático e paciente.

Planeje o que vai querer fazer, em que área trabalhar, manter a mesma ou ir para outra? Faça um bom currículo e espere. Uma outra dica é que seria bom que antes de você se demitir do emprego atual, você já tenha tudo certo em um outro emprego para que você não fique fora do mercado de trabalho e sem emprego (o que é pior do que estar fora do mercado, já que temos necessidades a toda hora que envolvem dinheiro, desde lazer até pagar as contas de água e luz). 

Entretanto, talvez vale a pena conversar com o chefe, pode ser uma boa solução.

Por Mariana Caetano


Aloísio Campelo, coordenador de sondagens da Fundação Getulio Vargas,  avalia que contratações no setor das indústrias de transformação devem voltar a crescer somente em 2013. Para Campelo os empresários do setor pretendem esperar dados mais sólidos sobre o aumento de demanda para ampliar a produção.

Segundo a pesquisa da FGV mesmo com o índice de expectativa de emprego estar em 111,8 pontos, contra os 109,9 do mês passado no setor industrial, faltam ainda sinais mais sólidos de retomada do crescimento da produção. Os dados e as declarações foram feitos durante a apresentação da pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação.

O economista da FGV apresentou ainda dados que mostram que as expectativas dos empresários para o último trimestre do ano não melhoraram muito. Segundo o índice, a expectativa de aumentar a produção industrial nos últimos três meses do ano está em 130,8 pontos, contra os 130,9 pontos para a expectativa de aumento de produção nos meses subsequentes em relação a setembro. Ele avalia, ainda, que um patamar que indicaria uma forte produção industrial seria de um índice na casa dos 140 pontos.

Com o crescimento lento do setor industrial, o nível de utilização da capacidade de produção instalada apareceu nessa pesquisa quase estagnada, com apenas 0,1% de aumento em relação ao mês anterior. Agora, a utilização da capacidade instalada da indústria nacional é de 84,2%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão


Quais são as principais dificuldades da profissão de cinegrafista? Para responder essa pergunta e, ainda, analisar os bastidores da profissão, o Portal Comunique-se conversou com quatro profissionais experientes, que compartilharam suas opiniões e histórias.

Nelson Batista, colaborador do canal ESPN há 13 anos, destacou, durante a conversa, a necessidade frequente de atualização: “O mercado é fechado e é preciso estudar bastante”. Além disso, ressaltou que o cinegrafista tem de ter a capacidade de lidar com o imprevisto. Ele explica: "A gente sai pautado para uma matéria e aí as coisas vão mudando".

Para Cledisvaldo de Oliveira, há 5 anos na BandNews, o mais difícil da profissão é a correria e a concorrência, visto que a cada dia muitos bons profissionais se interessam pela área.

Para Francisco Lopes, da TV Gazeta, a falta de sintonia entre a equipe está entre as principais dificuldades da profissão, sobretudo quando a gravação é ao vivo. Essa também é a opinião de Ricardo Antunes, do SBT, que não deixou de lado a emoção quando se lembrou de um trabalho sobre uma denúncia de maus tratos a animais: "Eu fui sem saber direito e quando cheguei ao local vi 80 cães presos em um lugar sem água e comida. Eu me emociono até hoje quando lembro”.

Por Christiane Suplicy Curioni

Fonte: Portal Comunique-se


Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística colocou os profissionais das áreas de comunicação como um grupo que recebe os maiores salários no Brasil.

O estudo denominado “Pesquisa Anual de Serviços” (PAS) aponta que dentro do setor de serviços o segmento representou 26,9% da receita, com um ganho de 36,3%, em relação a 2010, quando a média, somando todas as áreas do segmento comunicação e informação, foi de 5,8 salários mínimos.

É uma boa notícia em um mercado com tantas incertezas, como a falta de regulamentação do diploma de Jornalismo, e também com a crise internacional que, pouco a pouco, atinge os meios de comunicação. A mídia que mais bem remunera é a telecomunicação. De acordo com o estudo, a área tem uma média de 6,3 salários mínimos. As informações foram publicadas na última quarta-feira (26/09) pela Agência Brasil.

De acordo com Ana Carla Magni, pesquisadora do Instituto, a área também foi fundamental na geração de novos empregos. Ao todo, 10,6 milhões de profissionais ingressaram no setor. Ela também explica que a razão para a alta salarial é a necessidade de pessoas capacitadas, com alto conhecimento sobre a área e que precisam estar atualizadas diariamente com o mundo.

Em termos de ocupação, o destaque ficou com a área de serviços profissionais, como as áreas administrativas. Neste caso, a pesquisadora explica que para essas áreas há uma necessidade de contratar mais pessoas. Mas ela enfatiza o crescimento da comunicação: "apresenta uma média salarial mais alta”.

Por Paulo B.

Fonte: Portal Comunique-se


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), anunciou os resultados para o mês de maio.

Com 139.679 novas contratações, tal mês foi considerado o pior desde 2009, com uma significativa queda de 45%. O número também foi inferior ao mês de abril, quando foram assinadas 216.974 carteiras de trabalho.

Com 46.261 vagas (33% do total), o setor agropecuário liderou as contratações para o quinto mês do ano, seguido pelo setor de serviços, com 44.587 (32%), indústria (20.299 – 14,5%) e construção civil (14.886 – 10,7%).

A redução na oferta de vagas pode ser explicada por fatores como a crise europeia, a forte desvalorização do Real (que, apesar de beneficiar as importações, inibe os investimentos através da aquisição de produtos importados) e o momento de desaceleração da economia, apesar das tentativas do governo em aquecê-la através da redução da taxa Selic, por exemplo.

O enfraquecimento do número de postos de trabalho vem acontecendo desde 2010. No ano passado, foram gerados 1.944.560 postos de trabalho, frente aos 2,52 milhões do ano anterior. Vale ressaltar que os números apresentados apenas levam em conta os empregos formais.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


A Câmara dos Deputados está avaliando a possibilidade de aprovar uma lei que permitirá que sindicatos fechem acordos coletivos com empresas. Caso seja aceita, a proposta vai de encontro à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A ideia dos parlamentares favoráveis ao projeto seria a de deixar mais flexível o relacionamento entre funcionários e empregadores através da criação do Acordo Coletivo de Trabalho com o Propósito Específico, conhecido também como Acordo Coletivo Especial.

A princípio, a CLT somente autoriza os acordos feitos por sindicatos de modalidades de trabalho econômicas, mas esta medida será ampliada caso o projeto venha a ser autorizado.

Por enquanto, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT/RS) e outros líderes partidários discutiram a proposta que foi apresentada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre. A justificativa do sindicalista para a apresentação da mudança seria o fato de a CLT conseguir “engessar” algumas relações trabalhistas, limitando os direitos dos trabalhadores.

Por outro lado, alguns deputados avaliam que a proposta deve ser avaliada com cuidado para não acabar ferindo alguns direitos garantidos hoje para os trabalhadores. Mesmo assim, eles analisam que a proposta pode ser bem-vinda.

Por Matheus Camargo

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados


No primeiro dia de maio, Dia do Trabalho, o jornal O Dia Online lançou uma seção chamada de “Mercado de Trabalho”. Trata-se de um espaço que trará notícias sobre empreendedorismo, qualificação profissional e capacitação, além de vagas de emprego. Este lançamento já havia sido divulgado pela versão impressa do jornal O Dia, em 30 de abril, um dia antes.

Nessa nova seção muita informação para quem busca um emprego será divulgada, como algumas tendências do mercado profissional e várias oportunidades de emprego que estiverem em destaque.

O assunto do lançamento da seção “Mercado de Trabalho” apareceu no encarte do jornal impresso chamado de “O renascimento do Emprego”, onde foi abordado o impacto que as novas tecnologias têm causado, as redes sociais e as ferramentas de comunicação no dia a dia dos profissionais, bem como as mais diversas oportunidades que vêm surgindo no mercado e as mudanças que aconteceram nas carreiras mais tradicionais existentes até hoje. E, com isso, foram dadas as justificativas para o lançamento do novo espaço na versão online do jornal.

Agora os usuários que estiverem procurando emprego ou informações sobre o mercado de trabalho, e como se atualizar nele, podem acessar o site do O Dia Online e conferir tudo o que foi disponibilizado no novo espaço do jornal.

Por Guilherme Marcon

Fonte: Portal Comunique-se


No primeiro dia de maio, Dia do Trabalho, o jornal O Dia Online lançou uma seção chamada de “Mercado de Trabalho”. Trata-se de um espaço que trará notícias sobre empreendedorismo, qualificação profissional e capacitação, além de vagas de emprego. Este lançamento já havia sido divulgado pela versão impressa do jornal O Dia, em 30 de abril, um dia antes.

Nessa nova seção muita informação para quem busca um emprego será divulgada, como algumas tendências do mercado profissional e várias oportunidades de emprego que estiverem em destaque.

O assunto do lançamento da seção “Mercado de Trabalho” apareceu no encarte do jornal impresso chamado de “O renascimento do Emprego”, onde foi abordado o impacto que as novas tecnologias têm causado, as redes sociais e as ferramentas de comunicação no dia a dia dos profissionais, bem como as mais diversas oportunidades que vêm surgindo no mercado e as mudanças que aconteceram nas carreiras mais tradicionais existentes até hoje. E, com isso, foram dadas as justificativas para o lançamento do novo espaço na versão online do jornal.

Agora os usuários que estiverem procurando emprego ou informações sobre o mercado de trabalho, e como se atualizar nele, podem acessar o site do O Dia Online e conferir tudo o que foi disponibilizado no novo espaço do jornal.

Por Guilherme Marcon

Fonte: Portal Comunique-se


Um funcionário que fuma pode ter seu rendimento reduzido em 20%. O cálculo foi sugerido pelo diretor executivo do Grupo PAR, Marcelo Maron, que é especialista na área de finanças corporativas.

Depois dos fumódromos terem sido eliminados das empresas, os empregados têm que sair do local de trabalho e procurar locais arejados. Essa movimentação, incluindo fumar um cigarro, não dura menos que 15 minutos.

Maron demonstra como chegou a essa estimativa. Se um fumante consome seis cigarros durante o expediente de oito horas diárias, levando em conta o tempo citado acima, serão 90 minutos a menos de um dia de trabalho, ou seja, 20% do horário total.

Com isso, o empresário perde R$ 1.080,00, supondo que o funcionário ganhe R$ 3.000,00, mais os encargos trabalhistas.

“Se o funcionário custa para o empresário R$ 5.400,00, somando os R$ 3.000,00 de salários mais os encargos, e perde 20% do seu tempo para fumar, o seu vício está custando R$ 1.080,00 para a empresa”, explica Maron.

Outro dado que pode diminuir a contratação de fumantes são os custos com plano de saúde, afinal problemas cardíacos, circulatórios ou mesmo de câncer elevam os valores. 

Por Natali Alencar


Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de segunda-feira (16/04), apontam que houve um crescimento de 20,6% no número de postos de trabalho em todo o Brasil. O total é comparado a março do ano passado. Em números absolutos, foram registradas 111.746 novas vagas.

No período analisado, houve 1.881.127 admissões contra 1.769.381 demissões. Os dois quesitos avaliados foram recordes para o mês de março.

De acordo com o Caged, esta foi a primeira vez desde julho do ano passado em que foi apresentada a criação de empregos maior do que o mês imediatamente anterior. No entanto, o resultado foi o pior resultado do mês de março desde 2009.

O setor de Serviços foi o que mais contribuiu com o resultado, gerando 83.182 vagas, o que representou 0,53% dos postos de trabalho formais. Já o segundo resultado mais positivo foi na Construção Civil, que registrou 35.935 novas vagas preenchidas.

Nos três primeiros meses deste ano, o resultado da geração de empregos ficou positivo em 1,17%, o que significa 442.608 admissões. No acumulado dos últimos 12 meses,  o crescimento foi de 4,82% ou 1.761.455 postos de trabalho.

Por Matheus Camargo

Fonte: MTE


Foi lançado na terça-feira (10/04), pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Agência Brasileira de Cooperação (ABC) uma campanha com o objetivo de erradicar o trabalho infantil no Mercosul. O alvo principal da campanha é a conscientização.

O trabalho infantil é realizado principalmente nas áreas rurais, no meio doméstico ou para a exploração sexual.

O nome da campanha é “O Mercosul unido contra o trabalho infantil”. A iniciativa integra o programa de suporte ao Plano Regional para a Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, que foi assinado no mês de novembro de 2010 pelos ministros do Trabalho e Emprego do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A ideia é fazer com que o Mercosul adote normas internacionais quanto aos direitos das crianças, além de prever a realização de estudos sobre o trabalho infantil e parcerias entre os países para evitar a continuação deste problema social.

As propagandas da campanha do Mercosul são compostas por três peças gráficas, sendo que elas abordam tanto o trabalho doméstico, quanto à exploração sexual e o trabalho no meio rural. A campanha será feita principalmente nos municípios de fronteira.

Por Matheus Camargo

Fonte: MTE


De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 4 mil pessoas estão participando todas as semanas dos cursos oferecidos pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) Brasil sem Miséria. A informação é relativa a todo o território nacional e os cursos são uma forma de capacitar os jovens para o mercado de trabalho.

No Brasil, há 18.972 alunos participando das aulas do Pronatec. A expectativa, no entanto, é que 230 mil pessoas sejam contempladas com os cursos até o final deste ano.

O Estado que atualmente tem o maior número de alunos participando do programa, que faz parte das ações do Brasil sem Miséria, é a Bahia, com 5.077 confirmações de matrícula. O mesmo Estado foi uma das unidades da federação que mais pactuou vagas para os cursos do Pronatec na etapa realizada no ano passado.

Pode participar do programa qualquer pessoa que esteja registrada no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Os beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) não deixam de receber o benefício caso se matriculem em um dos cursos. Além disso, os estudantes ganham auxílio-alimentação e transporte e material didático.

Por Matheus Camargo


O mercado está carente de profissionais capacitados no segmento de comércio eletrônico. Esse é o veredicto de Luiz Dias, gerente de e-commerce da Connect Parts, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, de 25 de março de 2012. Ele continua, alertando que quem está à procura de emprego deve prestar mais atenção nesse segmento.

Uma pesquisa realizada pela Webshoppers, empresa de inteligência em comércio eletrônico, confirma esse alerta: de acordo com tal estudo, 64% das empresas contrataram profissionais nesse segmento nos últimos 6 meses.

Ainda de acordo com a reportagem, há oportunidades para as áreas mais variadas, sobretudo marketing, design e advogados.

Os salários são atrativos. Na tabela divulgada pelo Estado de São Paulo, 19% ganham entre R$ 5 mil e R$ 8 mil. 7% ganham entre R$ 8 mil e R$ 12 mil. Por fim, 8% ganham acima de R$ 12 mil.

Mas o diretor da empresa de recrutamento da Desix, André Assef, disse que o profissional deve fazer um curso técnico e, ainda, buscar formação universitária e/ou especialização. Ainda nesse sentido, o gerente de e-commerce da Connect Parts, Luiz Dias, complementou: também é fundamental ler literatura especializada no assunto, acompanhar palestras, cursos extras etc.

Por Christiane Suplicy Curioni


De acordo com a Reuters, a empresa T-Mobile USA, nos Estados Unidos da América, anunciou que cortará 1.900 pessoas da sua linha de trabalho (cerca de 5% do total de empregados) e que fechará sete dos seus call centers, tendo em vista uma grande redução de custos. Mas ainda há possibilidade de serem cortadas mais posições ainda neste ano.

A ideia da redução de custos acontece com um foco no investimento de US$ 4 bilhões em sua rede, para se reestruturar após uma tentativa de proposta de compra feita pela AT&T (por cerca de US$ 39 bilhões), no ano passado, que fracassou por motivos de oposição regulatória.

A T-Mobile USA é uma unidade da Deutsche Telekom, e pretende ser financeiramente independente da sua controladora, pois esta já anunciou que pretende sair do mercado norte-americano.

A empresa não deu mais detalhes, mas planeja reestruturar algumas outras partes do seu business até o final do segundo trimestre deste ano, afirmando que essa reestruturação não afetará os serviços representativos dos call centers restantes (um total de 17), empregados da linha de frente nas lojas e engenheiros técnicos.

Por Guilherme Marcon


A chamada taxa de desocupação, que avalia o nível de desemprego no Brasil, ficou em 5,7% em fevereiro, segundo dados do IBGE de quinta-feira (22/03). O resultado foi considerado positivo pelos analistas do Instituto, já que este foi o menor índice para o mês desde o início da série histórica, que começou em março de 2002.

Outro ponto positivo foi o fato de a taxa não ter praticamente se modificado em relação a janeiro, quando fechou em 5,5%. Já na comparação com fevereiro do ano passado houve queda, passando de 6,4% para os 5,7% registrados neste ano.

Além disso, o IBGE mostrou que a população desocupada chegou a 1,4 milhão de pessoas e ficou estável no confronto com janeiro. Comparando com fevereiro de 2011, o recuo foi de 8,6%, o que significa menos 130 mil pessoas desempregadas. Já a população ocupada, que totalizou 22,6 milhões, não sofreu variações em relação a janeiro e aumentou 1,9% se comparado a fevereiro do ano passado. Em números absolutos, isto representa 428 mil ocupados nos últimos 12 meses.

O total de pessoas com carteira assinada também ficou no mesmo patamar de janeiro, sendo de 11,2 milhões de pessoas, segundo o IBGE, e teve crescimento de 5,4%, sendo um aumento de 578 mil postos de trabalho.

Já a remuneração dos ocupados ficou na média de R$ 1.699,70, considerado o valor mais alto já registrado em toda a série histórica da avaliação. O valor é 1,2% superior na comparação com janeiro. Quanto ao poder de compra, houve elevação de 4,4% em relação a fevereiro do ano passado.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE


Para os aposentados que querem complementar a renda e se manter ativos, o mercado de trabalho traz uma boa notícia.

De acordo com a consultoria de Recursos Humanos Hays, 20% das companhias contratam aposentados, sobretudo na área técnica (75%), diretoria (33%) e gerência (28%). Mais especificamente, a maior parte dos cargos destinados a aposentados encontra-se nos cargos técnicos de engenharia, finanças e comercial.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o gerente da consultoria, André Magro, explica o fenômeno: isso tem ocorrido por falta de mão de obra e por causa da experiência que esses profissionais trazem, permitindo retorno imediato à empresa que os contrata.

Ainda segundo a reportagem do jornal, os setores que mais contratam são: serviços (25%), consumo (10%), telecomunicações (8%), farmacêutico (7%), automobilística (5%), eletroeletrônico (5%), indústria de construção (5%), química e petroquímica (5%), bens de capital (4%), entre outros.

O melhor é que nem sempre o idoso precisa ter experiência para usufruir dessa tendência de mercado. Nesse sentido, o Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, criou o Programa da Terceira Idade, para pessoas acima dos 55 anos, a fim de usar a simpatia desses profissionais para melhorar o relacionamento com os clientes. Tais colaboradores exercem as funções de caixa, consultoras de lojas e empacotadores.

Por Christiane Suplicy Curioni


O Ministério do Planejamento fez uma previsão para 2014 e o resultado não foi nada animador: os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que são utilizados para pagar abonos salariais, deverão crescer 62,67% em relação a 2011 (o que representa um gasto de R$ 15,91 bilhões), beneficiando cerca de 21,3 milhões de trabalhadores brasileiros (contra 17,9 milhões de trabalhadores em 2011, que custaram R$ 7,56 bilhões aos cofres públicos).

Para garantir o equilíbrio das contas do FAT, o Ministério sugeriu que empresas com índice de rotatividade de empregados acima da média nacional (que hoje está em 37% ao ano, de acordo com o Dieese) passem a pagar um imposto extra. Dessa forma, tais empresas dividiriam os custos com o Governo Federal, evitando um possível rombo nas contas do Fundo de Amparo.

O Ministério do Trabalho informou que não há nenhum estudo visando alterar as regras para o abono salarial. Mesmo se houvesse, tais alterações só podem ser efetuadas mediante aprovação do Congresso. Desta forma, a alternativa mais viável seria justamente a criação do imposto para as demissões.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


O IBGE divulgou que no mês de dezembro de 2011 o desemprego diminuiu para 4,7% nas seis principais regiões metropolitanas do país.

O Instituto, que faz a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) desde março de 2002, constatou que a taxa de desemprego em dezembro foi a menor em todos esses anos de pesquisa. A média de desemprego do ano de 2011 ficou em 6%, o que em percentual pode parecer pouco, mas quer dizer que 1,4 milhão de pessoas ficaram sem trabalhar por falta de oferta de emprego.

A boa noticia é que de 2010 para 2011 houve um aumento de 2% na quantidade de pessoas ocupadas, somando cerca de 22,5% de brasileiros trabalhando.

A média da renda anual ficou em R$ 1.625,46 para cada trabalhador (quase o triplo do salário mínimo) e o rendimento familiar de cada pessoa da casa aumentou em 3,8% se comparado com 2010.

Em relação ao número de trabalhadores que tem carteira assinada, a soma foi de 11,2 milhões de pessoas, um aumento de 6% comparado com 2010. Sendo assim, 48,5% dos trabalhadores apresentam carteira assinada do total de ocupados.

Por Jéssica Posenato

Fonte: IBGE


Apesar da crise internacional, o Brasil segue com avanço na criação de empregos. Em contrapartida, a quantidade de vagas existentes no ano passado é menor do que em 2010, quando foram criadas 2.543.177 empregos formais.

Em 2011, o número de novas vagas geradas foi de 1.944.560, número 23,5% menor do o 'boom' do ano anterior. Mas vale ressaltar que o resultado é o segundo melhor da história de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

O setor com maior aquecimento no mercado e que criou mais oportunidades foi a área de serviços, no qual houve a criação de 925.537 postos. Em seguida vem o comércio com a criação de 425.077, a construção civil com 222.897 e a indústria da transformação com saldo de 215.472.

De acordo com o Ministério do Trabalho, a agricultura obteve o melhor resultado desde 2005. Foram criados 82.506 postos na área. No entanto, a indústria registrou queda na criação de novos postos, de acordo com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

O número de empregos registrado ficou abaixo da meta do Governo Federal, que planejava a criação de 2,4 milhões de postos em 2011.

Por Paulo Talarico


Uma pesquisa realizada em junho pela empresa de Recursos Humanos Manpower Group revelou que o próximo trimestre de 2011 não deve ser tão bom em contratações quanto o segundo. A constatação, no entanto, não deve preocupar empregadores e candidatos, pois o mercado ainda está em busca de mão de obra qualificada.

Dados da pesquisa mostram que os setores que mais esperam contratar nos próximos meses são Finanças, Seguro e Imobiliário. Com empresas vivendo um momento próspero, estas áreas “puxaram” as intenções de contratação, com um saldo de 58%. Construção (47%), Serviços (45%) e Transportes e Serviços Públicos (43%) aparecem em seguida.

Em maio, outra pesquisa da Manpower Group havia mostrado que mais da metade das empresas brasileiras tem dificuldade de contratar, especialmente para cargos técnicos e de engenharia, além de vagas para motoristas e operários. O percentual de carência, 57%, está atrás somente do Japão e da Índia.

Por Fernanda Bittencourt


O tema principal deste mês é trabalho. Então, nada mais justo do que mencionar a geração de empregos pelo país, assim como as mais recentes informações divulgadas na última quarta-feira (11 de maio) pelo sempre otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego.

De acordo com a autoridade, no ano passado foram criadas 2.860.809 oportunidades com registro em carteira, ou seja, formais. O número, que abrange postos estatutários (concurso público, em suma) e celetistas (trabalhador sob regime de Consolidação das Leis Trabalhistas), representa incremento de 6,9% em relação ao estoque de empregos do último mês de 2009.

Com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2010, Lupi afirma que o número de vagas nos três principais segmentos econômicos avançou acima do Produto Interno Bruto (PIB), tanto que dos 22 subsetores avaliados, 18 delinearam progresso.

A performance do mercado de trabalho culminou em 44,068 milhões de trabalhadores formais no final das contas, número que subiria ainda mais, para 66,747 milhões, se fossem registrados os inativos. De acordo com o Ministério do Trabalho, nas duas gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o avanço de postos alcançou o índice 55,63% em todo o período.

De acordo com matéria publicada no Estadão, Lupi prevê a geração de 3 milhões de empregos este ano. Curiosamente, recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assoalhou expectativa de 1,7 milhão de novas vagas.

Enquanto o otimismo de Lupi for benéfico, certamente será muito bem-vindo. O país não pode, contudo, achar que é inabalável, porque embora a crise tenha passado, o planeta enfrenta, em pontos específicos, algumas dificuldades. Por ser um mundo globalizado, um fato num local pode refletir em outros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Todo e qualquer ambiente corporativo possui suas próprias regras. O trabalhador não pode simplesmente fazer o quê quiser, cabendo ao empregador elucidar no ato da contratação as principais normas de conduta. Com o avanço maciço da internet dentro e fora de escritórios não é de se estranhar que a utilização de computadores para diversos fins ganhe certa entonação.

Enquanto a geração de oportunidades de trabalho avança paulatinamente, também cresce o número de funcionários desligados do quadro de funcionários, inclusive por justa causa. Informações do Ministério do Trabalho apontam que essa recorrência cresceu 9% no ano passado em comparação a 2009, ou 61,7 mil pessoas em 2010.

Ferramentas específicas têm ajudado patrões a saberem mais a fundo o que cada funcionário faz com seu computador, sobretudo pela internet. Triste constatação aponta que muitas pessoas adoram acessar conteúdos pornográficos em seus ambientes de trabalho. De acordo com Jefferson Morais dos Santos Junior, especialista em Direito Trabalhista, a empresa pode, sim, monitorar seu empregado, mas o acesso ao e-mail, mesmo particular, não pode e não deve ser observado.

Constatado casos de uso incorreto da internet, a companhia deve reunir o maior número de provas possível. Acusação grave sem as devidas justificativas pode trazer consequências graves, afetando não apenas o empregado e demais colegas, mas a própria família.

Por isso, muita atenção ao uso da internet.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


Os jovens preenchem cada vez mais as funções disponíveis em micros, pequenas, médias e grandes empresas de todo o país. A quantidade de empreendedores com pouca idade também tem crescido, situação que pode ser constatada com base no levantamento realizado pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgado no Brasil, por sua vez, pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Um bom exemplo disso é a franquia brasileira da Salad Creations, que teve início nos Estados Unidos em 2004 e chegou ao Brasil três anos depois por meio das mentes criativas de quatro empresários com idades entre 26 e 29 anos.

Leia mais: Salad Creations visa aumentar a quantidade de unidades no Brasil

Embora com carreiras já encaminhadas, os recém-formados decidiram apostar no ramo de Alimentação, um dos que mais cresce e que apresenta grandes oportunidades em todo o mundo. Atualmente, a rede de franquias está em expansão e para 2011 os números devem ser ainda mais positivos.

Outro exemplo de sucesso é a Minds English School, rede de franquias de idiomas com foco nos jovens empreendedores. A franqueadora dá prioridade a pessoas com idade entre 18 e 24 que querem iniciar como franqueados. De acordo com Leiza Oliveira, sua fundadora, os mais novos possuem muita garra e habilidade para lidar com os negócios e com os alunos, contribuindo, inclusive, para os cursandos aprenderem uma segunda língua com mais determinação.

Situações como essas duas refletem o novo espírito do jovem que não quer apenas ser mais um no mercado de trabalho. Com novas ideias para um mundo cada vez mais competitivo, os empreendedores com pouca idade olham o passado com foco no futuro, sem receios de arriscar novas empreitadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


A promessa de bons negócios durante a Copa do Mundo de 2014 tem transitado pela cabeça de micro e pequenos empresários. As possibilidades de ganhos variam de setor para setor, mas o de Tecnologia da Informação (TI) poderá ser um dos mais beneficiados antes, durante e após o evento.

O “Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede” lançado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) como pedido do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) aponta que nessa área são 105 as oportunidades, desde criação de aplicativos e assistência técnica a manutenção, projetos e suporte.

No desenvolvimento de softwares destacam-se, por exemplo, soluções para bares, hotéis, restaurantes e outros nas áreas de saúde e turismo. Em relação à manutenção, suporte e assistência técnica, os micro e pequenos empresários poderão investir na qualificação de seus trabalhadores e atender a uma série de exigências mínimas e burocráticas para o negócio dar certo, tais como alvará de funcionamento, Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, ou CNPJ, e estar em dia com os tributos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae-MG


Com a proximidade da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o investimento de grandes empresas em diversos setores vai aumentar muito. E a busca por profissionais qualificados já começou.

Ente os setores que irão requisitar grande número de profissionais é a área de energia e construção civil. De acordo com empresários do ramo, boa parte dessas vagas não está sendo preenchida, a falta de profissionais qualificados é grande, já que grande parte deles atualmente trabalha no exterior.

O setor elétrico também passa por situação semelhante. As pessoas têm buscado oportunidades em concursos públicos e estão se esquecendo que investir em qualificação também pode render excelentes oportunidades.

Assim como esses setores, tudo aquilo que está ligado à infraestrutura também fará parte das áreas de expansão.

Aproveite esse aquecimento de mercado e procure se informar sobre cursos e graduações, a dica é investir na sua área de formação.

Por Milena Evelyn


Representantes da Federação Internacional de Futebol (FIFA) mostraram preocupação quanto aos atrasos do Brasil na preparação para a Copa do Mundo de 2014. Em menos de três anos, estádios, rede hoteleira, sistemas viários meios de transporte, segmento aéreo e tantos outros envolvidos devem estar totalmente preparados, do contrário a imagem do país poderá ser bem negativa, inclusive porque em 2016 as Olimpíadas serão recebidas pela cidade do Rio de Janeiro.

Levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) intitulado ‘Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede’ aponta que diversos setores se beneficiarão da Copa no quesito emprego, entre eles o turismo, a construção civil, a tecnologia da informação e outros ramos ligados ao campo turístico.

O Sebrae-SP participará ativamente do mundial por meio de um programa específico, o qual destinará R$ 79,3 milhões em recursos a serem aplicados em acesso a mercados, programas de inovação e de consultoria. A entidade aponta que pequenos negócios poderão se beneficiar não apenas durante o evento, mas antes e após, dentre os quais fornecedores de uniformes, empreendimentos ligados à alimentação, agências de viagens, artesanato, empresas de TI, entre outros mais.

De acordo com o levantamento do Sebrae-SP, o número de oportunidades de negócios chegará a 448 para as pequenas empresas. Em outras palavras, o empresário que tiver o interesse em angariar bons frutos deve se preparar desde já.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor bancário é responsável por bom número de postos de trabalho no país, tanto destacada a iniciativa privada como a pública. Dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), revelam que de janeiro a dezembro do ano passado pouco mais de 54 mil trabalhadores foram admitidos, ao mesmo tempo em que aproximadamente 33,4 mil sofreram demissão. O saldo positivo constatado chegou a 24.032.

Em relação à remuneração média mensal, os admitidos responderam com um montante, em dados individuais, de R$ 2.188,43, bem abaixo, porém, dos funcionários demitidos, de R$ 3.506,88 (disparidade de 37,6%). Segregado por regiões, o Norte do país registrou o menor número de novos funcionários, exatamente 981. No Sudeste, por outro lado, foram geradas 16.065 vagas.

O Dieese assinala que em todos os meses do ano passado o saldo de emprego no setor, pelo país, apresentou-se positivo. O melhor resultado foi constatado entre outubro e dezembro, com quase sete mil vagas. Março, que representou um dos melhores períodos para o segmento de veículos automotores em termos de vendas, foi o mais brando em 2010 na criação de postos nas instituições bancárias, com 667 oportunidades.

Outro dado muito bom para o ramo bancário decorreu do nível de escolaridade dos novos funcionários. De acordo com o Dieese, 98,92% do total possuem Ensino Médio, Superior completo ou incompleto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sondagem divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionou estabilidade no índice de desocupação do mês passado, para 6,4% – em janeiro, a taxa registrada foi de 6,1%. No confronto com fevereiro de 2010, o dado é negativo, uma vez que nessa ocasião constatou-se margem de 7,4%.

O IBGE aponta expansão de 6% da população desocupada em fevereiro, ao todo 1,5 milhão de cidadãos, em relação a janeiro. Sobre o período análogo do ano passado, a taxa arrefeceu 12,4%.

Estabilidade também foi observada se destacada a população ocupada em fevereiro, 22,2 milhões de pessoas, ante o primeiro mês de 2011. Na base comparativa anual, porém, acréscimo de 2,4%, ou 515 mil indivíduos com algum tipo de ocupação.

Em sua página na internet, o instituto diagnosticou 10,7 milhões de habitantes com registro em carteira de trabalho em fevereiro no setor privado, avanço de 1,7% sobre janeiro. Em detrimento ao segundo mês de 2010, crescimento de 6,9%, ou 687 mil vagas de trabalho.

Por outro lado, se os números do emprego apresentam estabilidade em alguns pontos, há alta em outros, como por exemplo, o rendimento médio real que decaiu 0,5% na relação mensal, mas pulou 3,7% na base de relação anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os reflexos de crescimento da economia brasileira, no ano passado, continuam presentes em 2011. Mesmo após o Banco Central (BC) ter adotado diversas medidas, os consumidores e empresários se mostram otimistas, embora, no decorrer dos próximos meses, as iniciativas da entidade financeira devam apresentar, de fato, os resultados desejados.

Segundo a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, para 72% dos 1.014 empresários brasileiros consultados o faturamento de suas empresas crescerá mais neste ano em relação a 2010, índice amplamente superior aos 18% entre aqueles que preveem manutenção de número e mais ainda em comparação aos 10% que projetam queda.

Separado por portes, o levantamento revela que para 79% dos empresários das médias companhias o faturamento crescerá, índice que decresce para 78% quando a consulta é delimitada a grandes empresas. Nas pequenas empresas, 70% de seus comandantes aguardam resultados mais positivos.

Dado que devem interessar aos desempregados e trabalhadores que querem mudar de emprego: 35% dos empresários anseiam aumentar a contratação, enquanto 58% aspiram manter o atual quadro de funcionários. Apenas 7% tendem a diminuir seu pessoal em 2011.

Caso os números estimados componham a realidade, é possível que a previsão de 3 milhões de empregos formais a serem criados em 2011, segundo Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, seja concretizada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Específicas épocas do ano, Natal e Páscoa, por exemplo, são ideais para a massa desempregada conquistar os famigerados empregos temporários. Dados apreciados pelo Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem) e pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) apontam que o faturamento do segmento chegou a R$ 19 bilhões anuais em 2009 e 2010. O número de trabalhadores no período em questão abrangeu média mensal de 902 mil.

O levantamento revela um dado estimulante para as pessoas que buscam essa modalidade de trabalho. De 2009 para 2010, 37,3% do total de temporários conseguiu a tão almejada efetivação, índice superior em relação ao período anterior (36,3%). De acordo com Rossana Ercole, psicóloga e caça-talentos da Global Network, é possível o contingente ser todo efetivado, mas para isso a pessoa precisa obter destaque com foco nos resultados, assim como apresentar pró-atividade, bom relacionamento, disciplina e pontualidade.

Na visão de Rossana, o temporário precisa adotar a postura igual à executada por um trabalhador efetivo. Ser agradável, dar opiniões e respeitar as ideias alheias são alguns dos requisitos valorizados pelas empresas. Qualificar-se é outro bom dispositivo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


O bom desenvolvimento da economia brasileira demonstrou à população e ao mundo que o país é capaz de crescer com índices superiores a 7% no ano, embora o Produto Interno Bruto (PIB) de 7,5% de 2010 não seja considerado sustentável para a realidade da nação na opinião de muitos economistas.

No mesmo instante em que os números econômicos foram positivos, as taxas de emprego ilustraram não apenas a inserção de novos trabalhadores no mercado, mas o otimismo de empresários e da própria população. O pessoal desempregado por qualquer motivo, por sua vez, conta com o seguro-desemprego, oportunidade ideal para a manutenção de contas a pagar e readequação financeira.

De acordo com Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, o ministério sonda, juntamente à pasta da Educação, um meio de qualificar pessoas que têm acesso ao seguro-desemprego através de cursos de qualificação. Em sua visão, o modelo já aplicado na Itália pode ser designado e adaptado ao Brasil.

Em 2010, segundo dados do ministério do emprego, quase 7,5 milhões de trabalhadores tiveram acesso ao seguro-desemprego e um ano antes, pouco mais de 7,8 milhões.

Se a ideia for levada adiante, quem sabe a constatação de falta de profissionais qualificados para várias áreas seja menos recorrente entre os empresários. O Brasil necessita, realmente, atentar-se ao potencial interno, pois os bons presságios de todos os setores envolvidos na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016 podem, depois dos eventos, permanecer no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil


O ambiente profissional altamente competitivo cobra cada vez mais uma melhor qualificação para a obtenção do tão almejado sucesso, ou simplesmente de uma oportunidade de trabalho melhor. Cursar Ensino Superior, ter uma segunda língua fluente são, cada vez mais, pré-requisitos necessários.

O primeiro bimestre de cada ano é um período interessante para a melhoria da qualificação, pois, dizem especialistas, janeiro, março e dezembro, compõem os meses de maior busca das empresas por profissionais. Independente dessa delimitação existem cursos interessantes com esses fins, e de inscrições abertas durante todo ano.

Caso como esse é o do "Mais Cursos Interativos". O método é diferenciado, com recursos multimídia, que possibilita ao aluno moldar seus horários e ritmo de aprendizado. De acordo com Patrícia Valente, sócia da franquia, além dessa flexibilidade a rede possui parceria com empresas próximas de suas unidades, com isso os alunos podem ser encaminhados para essas companhias ao final do curso.

São vários os cursos disponíveis, entre eles: Assistente Administrativo, Operador de Telemarketing, Técnica de Vendas, Secretariado, Dreamweaver, HTML, Flash, Corel Draw, Photoshop, entre outros. Para conferir a lista completa é necessário acessar o site do Mais Cursos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No ano em que uma mulher assumiu o mais alto cargo do comando de uma nação, as previsões dos analistas são as melhores possíveis para o gênero. No ano em essa mesma mulher – Dilma Rousseff – formou um ministério bastante representativo, nada mais plausível do que vislumbramos um horizonte em que cada vez mais postos de trabalho tradicionalmente masculinos sejam ocupados por mulheres.

Um exemplo disso nas corporações privadas é aAmanco. A presidente da empresa, Marise Barroso, afirma que uma companhia, para ser bem sucedida, precisa apostar na diversidade sexual, etária e cultural; daí existir na Amanco duas mulheres e três homens em cargos de diretoria, conforme nos informa o site InfoMoney.

Outro exemplo vem justamente de um dos esportes em que a masculinidade ainda está muito em voga: o futebol brasileiro. Atualmente, é Patrícia Amorim quem preside o clube. Contudo, ela adverte que passou por situações constrangedoras até chegar a esse posto, chegando a sofrer “vários tipos de preconceitos exatamente por ser mulher”, afirma Patrícia que foi selecionada numa disputada concorrência ao cargo composta por seis homens.

Em um mês que é dedicado às comemorações do Dia Internacional da Mulher, vale lembrar a todas elas que já não precisam provar coisa alguma ao sexo masculino. Em se tratando de mercado de trabalho, cada vez mais as diferenças estão sendo quebradas. E viva a diversidade.

Por Alberto Vicente


Enquanto o Brasil festeja o Carnaval 2011, do outro lado do mundo – mais precisamente, em Bangalore, na Índia – a gigante adormecida AOL anuncia que fará um corte paulatino de 500 postos de trabalho nos próximos quatro meses.

Considerando que o total de funcionários contratados naquele país são 750, percebe-se que se trata efetivamente de uma demissão em massa. Segundo o portal Business Insider, com base em informações não oficiais, os cortes são resultantes de um processo de reestruturação pelo qual passa a companhia, que planeja economizar US$ 20 milhões, sem contar o montante que terá que recuperar em virtude compra do blog Huffington, pela quantia de US$ 315 milhões.

A proposta de corte de pessoal surgiu após uma visita feita por dois executivos da companhia em 2010, os quais, pelo que revela a fonte do BI, são contra a continuidade das atividades naquele país (“anti-Índia”). Se o relato dessa fonte tiver mesmo fundamento, serão 200 demissões entre março e abril, e mais 300 de maio a junho.

Por Alberto Vicente Silva

Fontes: Business InsiderTecnoblog


As perspectivas econômicas para este ano não são lá muito animadoras se considerados os índices alcançados pelo país em 2010. Mesmo assim, investimentos devem ser levados adiante em função da consolidação de dados dos últimos meses, apesar do início do ciclo de aperto monetário instaurado pelo Banco Central (BC).

Com foco em oportunidades de trabalho, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) sancionou valor de R$ 3,5 bilhões em recursos voltados à linhas de financiamento para programas de estímulo à renda e ao emprego. Englobando recursos mais antigos, o total destinado para o intento é de R$ 7,7 bilhões.

O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) será o responsável por gerir o montante em questão. Neste ano, R$ 13,4 bilhões fazem parte do orçamento do fundo, designados, pois, para políticas encabeçadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Vários setores e modalidades serão abrangidos, vale salientar, entre os quais a infraestrutura, os transportes e a modernização de micro e pequenas empresas nas áreas comerciais e turísticas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Secom


Um dos maiores problemas em qualquer sociedade é o desemprego. Mal que afeta todo o globo terrestre, esse entrave está longe de ser erradicado, embora, no caso do Brasil, venha apresentando diminuição no decorrer dos últimos anos.

Informações publicadas no dia 24 de fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a taxa de desocupação progrediu de 5,3%, em dezembro, para 6,1%, em janeiro. Por outro lado, o confronto ante o primeiro mês de 2010 foi negativo, uma vez que naquela ocasião o índice registrado atingiu 7,2%.

O IBGE também revela que o número de pessoas desocupadas, ao todo 1,423 milhão, aumentou 13,7% em janeiro contra dezembro, mas arrefeceu 15,6% em detrimento ao mês igual de 2010.

O rendimento médio real dos assalariados, de acordo com o IBGE, ascendeu 0,5% em janeiro e outros 5,3% no acumulado anual, atingindo valor de R$ 1.538,30.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Gerir o negócio próprio não abrange estritamente possuir um capital inicial. Novidades, mesmo principiadas discretamente, podem dar muito certo. Existem milhares de histórias de pessoas que abandonaram uma carreira sólida para se dedicar exclusivamente às idealizações pessoais em função de algo profissional.

Tatiana Castaldello, por exemplo, atuou por mais de uma década numa rede de bancos. Atualmente, dedica-se à confecção de lembranças e doces. Como já mensurado, o fator novidade foi o estopim para o sucesso, além, é claro, da criatividade. Para melhorar o negócio, fez cursos de marketing e gestão no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Para tornar o empreendimento ainda mais robusto, contou com o ingresso de um sócio especificamente para cuidar da área administrativa.

Outra situação similar é o de Adriana Morais. Após longos anos como arquiteta, eis que a maternidade ocupou a pauta de seus dias. Com maior tempo em casa, começou a produzir doces, que viraram, portanto, seu sustento. Nos dias atuais, distribui produtos para o Hotel Mercure e para a Danone. Em sua visão, o custo despendido foi baixo e houve, devido ao Sebrae, a necessária formalização.

Histórias como essas são comuns todos os dias. Às vezes basta apenas uma pequena iniciativa, uma vontade de crescimento profissional. Ferramentas existem e estão sempre à espera de novos candidatos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae


Enfocada em salientar para a sociedade uma série de dados, desde os mais simplórios a outros mais complexos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que após um quadrimestre de estabilidade, o número de trabalhadores com ocupação no setor industrial baixou 0,1% em dezembro sobre novembro do ano passado, já com ajuste sazonal.

Ao longo de sete meses, afiança o IBGE, o pessoal ocupado no segmento cresceu 3,3%, e em relação a dezembro de 2009 o emprego na indústria aumentou 3,4%, nível pouco mais robusto em relação ao comparativo anual de novembro (3,1%).

De acordo com o IBGE, todas as regiões sondadas contribuíram positivamente para os números, com destaque para Rio de Janeiro, onde o índice saltou 4,4%, em seguida por Santa Catarina e Minas Gerais, cada qual com alta de 3,9%, e São Paulo, com progresso de 3,0%.

Especificamente à indústria paulista, as atividades de meios de transporte registraram variação de 8,7%, acompanhadas pelo crescimento de 7,5% do ramo de máquinas e equipamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Uma notícia positiva foi o resultado divulgado pelo Governo Brasileiro sobre a taxa de desemprego de 2010, considerada a mais baixa já registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 2002.

A taxa foi de 6,7% em 2010, e no ano de 2009 registrou-se a taxa de 8,1%. De acordo com o IBGE, o número médio de pessoas sem emprego em 2010 foi de 1,6 milhão e o número de pessoas empregadas somou cerca de 22 milhões. O Sudeste foi a região do Brasil que obteve a maior quantidade de vagas novas, enquanto que a região Norte foi a que teve o menor crescimento em termos de empregos.

O ministro do trabalho e emprego, Carlos Lupi, afirmou que não houve “maquiagem” nos números quanto à geração de novas vagas estabelecidas pelo governo federal em 2010.

Por Andrea Gomes

Fonte: Agência Brasil


O período da Páscoa é uma época em que o número de contratações aumentam, principalmente devido a demanda por mão-de-obra temporária para o setor de vendas e também nas indústrias.

Segundo estimativas, a quantidade de vagas abertas para a Páscoa desse ano é de 67,7 mil em todo o Brasil, sendo que o número registrado no ano passado foi de 63,3 mil. Já os salários oferecidos variam de R$ 550 a R$ 1,3 mil mensal.

A Bahia ocupa o primeiro lugar em termos de contratações na região Nordeste, algo em torno de 6% das vagas. Espera-se que o número de vagas no estado seja superior a 4,2 mil, em que 60% são originárias das indústrias e 40% do comércio. 

Por Andrea Gomes

Fonte: A Tarde


Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged – divulgado pelo Ministério do Trabalho, o Brasil apresentou significativa elevação no número de postos de trabalho criados em 2010. O crescimento foi observado em todas as Unidades da Federação, tendo alguns municípios se destacado na criação de empregos formais, por apresentarem estatísticas bastante significativas.

Para se ter uma idéia desse fenômeno, somente em São Paulo, que lidera o ranking, foram abertas mais de 262,4 mil oportunidades de trabalho, seguido por Rio de Janeiro (119,3 mil), Belo Horizonte (79,5 mil), Fortaleza (54,6 mil), Recife (46,9 mil), Curitiba (41,3 mil) e Salvador (37,7 mil). Em contrapartida, três municípios apresentaram dados nem tanto animadores: a cidade cearense de Quixerê (2.035 empregos) e as cidades paulistas de Monte Azul Paulista (2.790) e Pirassununga, com pouco mais de 2.300 empregos criados.

Entre as regiões do país como um todo, mereceu destaque a região Sudeste, que gerou 1.276.903 novos empregos formais, tendo o Nordeste ficado em segundo lugar, com mais de 488,5 mil novos postos de trabalho, seguido pelo Sul (444,7 mil), Centro-Oeste (179,2 mil) e Norte (136,2 mil).

Por Alberto Vicente


A disposição cada vez mais evidente das ofertas de emprego no país tem apresentado duas faces: oportunidades para a população brasileira e aumento da concorrência da mão de obra nacional contra ela própria ou contra a estrangeira. Muitas empresas têm procurado solucionar a falta de qualificação interna ao buscar profissionais de outras nações.

Essas duas faces geram inúmeras problemáticas. Falta de oportunidade aos brasileiros, tornando a diminuição contínua do desemprego mais lenta, e problemas de desenvolvimento e inovação da indústria nacional. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego revelaram que entre janeiro e setembro do ano passado 39 mil vistos de trabalho foram cedidos, praticamente o resultado total de 2009.

Apesar desse aumento, segmentos como o de construção e indústria necessitam de ao menos 60 mil engenheiros disponíveis por ano, entretanto só conta com 32 mil cidadãos brasileiros formados.

Matéria veiculada pela Folha UOL revela que os estrangeiros possuem dificuldades de interpretação da lei, que dá ou não aval para atuarem por aqui, e que acabam obstruindo o ingresso de bons profissionais. Um dos grandes entraves é a explanação de substituição da mão de obra tupiniquim pela de outro país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A demanda de final do ano em pequenas lojas e grandes redes varejistas ocasiona a contratação de profissionais temporários para diversos postos, principalmente na área de vendas e estoques, bem como nas próprias fábricas, claro. A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) acredita que serão abertas 139 mil vagas em 2010, 11% acima do abalizado no período igual de 2009.

Aos que imaginam serem essas vagas somente a pessoas com escolaridade inferior ao Ensino Superior completo se enganam. Segundo a Folha UOL, existe um crescimento de pessoas com diploma universitário na ocupação dessas oportunidades, sobretudo aquelas com cargos de gestão. A Jobcenter, agência de emprego, instituiu no início de 2010 uma equipe especializada e focada em atender a esse perfil.

Na visão de Francisco Ribeiro, diretor comercial da Adecco, empresa voltada a soluções de Recursos Humanos, a busca cresceu em virtude da falta de mão de obra qualificada e técnica no mercado de trabalho. Sheila Scalioni, secretária-executiva, por exemplo, desempenha atividade temporária em uma grande empresa. Em sua ideia, essas oportunidades possibilitam alcançar outras vagas, além de contribuírem para o aumento da rede de relacionamentos, o famoso networking.

Efetivamente, cada vez mais o mercado de trabalho exige qualificação. Num futuro breve o Ensino Superior poderá ser considerado pré-requisito para dezenas de setores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os dados sobre a criação de emprego em todo o país têm correspondido aos diagnósticos mensurados por Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, e Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, embora o número de postos de trabalho criados no primeiro semestre tenha ficado pouco abaixo das expectativas. Ambos acreditam, porém, na geração de 2,5 milhões de vagas até o final deste ano.

Um segmento, em especial, merece atenção. Segundo Walter Sacca, diretor-adjunto do Departamento de Economia da Federação das Indústrias do Estadão de São Paulo (Fiesp), a indústria paulista deverá criar entre 110 mil e 120 mil empregos em 2010, correspondendo, portanto, a um número 4% maior em comparação ao ano passado.

Em outubro, segundo o portal R7, foram criados 1,5 mil postos, algo que para Sacca deve ser observado simplesmente como uma reserva, pois a base comparativa de 2009 é fraca. Informações da Fiesp revelam que no mês passado 13 dos 22 setores examinados ilustraram dados positivos, o menor volume constatado desde dezembro do ano passado, quando somente quatro setores apresentaram boa atuação.

Aludindo a menção feita por Paulo Francini, diretor da entidade, Sacca acredita que a criação de novas companhias está em baixa em todo o Brasil, algo que sinaliza, portanto, processo de desindustrialização, situação tida pela Fiesp como diminuição da participação relativa do segmento de transformação no Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 27 de outubro, mediante avaliação realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e pela Fundação Seade, a taxa de desemprego no Brasil teve uma diminuição de 0,5% no último mês de setembro, em relação ao mês anterior, o que significa um aumento de 109 mil pessoas no mercado de trabalho.

A taxa do mês de setembro deste ano ficou em 11,4%, sendo que no mesmo mês do ano anterior foi registrado um índice de desemprego de 14,1%. A avaliação foi feita em sete regiões brasileiras, sendo que em seis delas foi verificada queda do índice de desemprego, com exceção de Belo Horizonte, onde se verificou uma pequena elevação no mesmo.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 08 de outubro de 2010, o emprego na indústria brasileira obteve um crescimento de 0,1% no último mês de agosto, em relação ao mês anterior.

O resultado não possui influências sazonais e já é o oitavo mês seguido de crescimento apresentado no setor. Considerando os oito primeiros meses deste ano, o índice registrou um aumento acumulado de  3,2%.

Comparado com agosto do ano passado, o número de trabalhadores na indústria brasileira teve um aumento em todas as quatorze regiões pesquisadas pelo IBGE.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


A queda do número de desempregados no Brasil reflete o poderio atual da atividade econômica em vários segmentos. De acordo com pesquisa conjetura pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o índice de desemprego passou de 12,4% em julho para 11,9% em agosto.

O estudo, realizado em sete regiões metropolitanas, revela que o índice é consideravelmente inferior e positivo ante agosto de 2009, quando foi diagnosticado 14,4%. Segundo reportagem da Folha UOL, em São Paulo o percentual também caiu, abarcando 12,3%, a menor taxa constatada para agosto desde 1992.

Outros locais do Brasil também apresentaram tal tendência. Em Belo Horizonte, por exemplo, o índice deixou de abraçar 8,3% para atingir 7,5%. Em Porto Alegre e Distrito Federal, a queda possibilitou a constatação respectiva de 8,7% e 13,4%.

O Dieese aponta que o contingente de desempregos nas sete regiões sopesadas abarcou mais de 2,6 milhões de pessoas em agosto, 104 mil abaixo do mês imediatamente anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Alguns termos pejorativos são designados aos estagiários, um deles, talvez o mais cruel, “escraviários”. Em setembro de 2008, estudantes de todo o Brasil passaram a abandonar para si o termo e melhorar perspectivas de crescimento e valor pessoal e profissional após a aprovação da Lei 11.788, que entre as diretrizes, sujeitou as empresas a diminuírem carga horária dessa ala de oito para seis horárias diárias, concessão de vale-transporte, férias remuneradas, etc.

No princípio inúmeras companhias de pequeno, médio ou grande porte custaram a se adequar, tanto que entre 2008 e 2010 a nova lei diminuiu de 1,1 milhão para 900 mil o número de oportunidades em todo o país. Carlos Henrique Mencaci, presidente do Núcleo Brasileiro de Estágio (Nube), avalia que esse arrefecimento ocorreu em decorrência do fator ‘adaptação’.

Somado a essa fase surgiu a crise financeira mundial, que em meados de setembro de 2008 já atingia o Brasil consideravelmente. Mais convicto e otimista, Mencaci acredita na probabilidade de o crescimento econômico brasileiro estimular o patamar de vagas observado antes do colapso até ano que vem.

Apesar de não custear todas as despesas necessárias – algo que depende exclusivamente do curso e empresa pelos quais o estudante interage –, a remuneração média da bolsa-auxílio chegou a R$ 760,78 em 2008, R$ 805,84 no ano seguinte e R$ 765,25 em 2010. Para Menanci durante matéria divulgada pelo Estadão, o recuo reflete a carga horária mais baixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Pelo visto, parece ser comum ao Brasil, atualmente, ter diagnosticado a si o crescimento de empregos ao longo deste ano e aos próximos meses. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, avalia que 2,5 milhões de vagas com carteira de trabalho assinada serão computadas, algo que terá de ser observado somente quando os dados forem conjeturados, provavelmente no inicio de 2011.

Diversos setores têm previsto alta no quesito empregatício. O Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmak) estima que mais de 90 mil oportunidades de trabalho serão criadas até o final deste ano somente em São Paulo. Caso vigore, o segmento encerrará dezembro com 400 mil profissionais.

Outro dado significativo, de acordo com o Canal Executivo UOL, é a projeção de crescimento do faturamento em 2010, que deverá abarcar o índice de 9%, ou em reais, R$ 5,9 bilhões. As empresas terceirizadas de Call Center, singularmente, poderão responder por R$ 10 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


No transcorrer de 2010 várias foram as notícias positivas em torno do mercado de trabalho, que até o final de dezembro deverão acumular 2,5 milhões de vagas se as predições de Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, e de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, forem concretizadas.

Talvez como um incentivador, talvez como realidade, as estimativas parecem surtir positivamente entre a população e os empresários, porém, no final de 2010 o mercado de trabalho poderá contrair diminuição de oportunidades. De acordo com a Serasa Experian, empresa de análise de crédito, somente 30% de todos os entrevistados assegura intenções de ampliar seu quadro de funcionários entre outubro e dezembro.

A pesquisa contou com outras disposições. Dos empresários consultados, 63% admitem manutenção no número de funcionários e outros 7% esboçam demissões. O portal R7 espelha que a indústria deverá ser o segmento que mais contratará pessoal, com 38% de representação, seguido pelos serviços, com 32%.

Assinalado por regiões, o estudo revela que o Nordeste é o local onde os empresários mais estimam contratação, à frente (na cronologia dos resultados) do Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Sul.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As mulheres continuam a receber, geralmente, menores salários em relação aos homens. Pesquisa emitida pela empresa Catho Online avalia que a diferença entre um sexo e outro chega até 51%, mesmo com a ala feminina portando pós-graduação, de acordo com dados obtidos por meio de 164 mil entrevistados situados em 20 mil empresas no Brasil.

Caso gritante é de mesma ocupação de função, com vantagem para os homens em todos os níveis. A gerência, um dos cargos mais almejados pela grande maioria, abrange o percentual discrepante de 51,6% em média, com o setor operacional em seguida, abalizando 50,7%, e o técnico mais adiante, com distinção de 37,5%.

Se as remunerações são desfavoráveis às mulheres, o mesmo não acontece na formação, segundo a Folha Online. De todos os homens pesquisados, 38% possuem graduação e 17,3%, pós-graduação; o sexo feminino detém 44,2% de graduadas e outros 19,5% de pós-graduadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os empresários brasileiros de inúmeros setores reclamam sobre a falta de mão de obra qualificada no Brasil, problema intrínseco, dizem alguns, à expansão pela qual o país atravessa na atualidade. O problema direto aos residentes na nação é a falta de competitividade ante especialistas do exterior. Governo e entidades específicas atuam separadamente para suprir essa carência, bem como algumas empresas.

Bom exemplo é o emplacado pela Dídio Pizza, rede de pizzarias com várias unidades que atende consumidores somente por meio do sistema delivery. Recentemente, estabeleceu parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), do Bairro do Ipiranga, para abrir um curso totalmente gratuito voltado a mulheres que almejam ser pizzaiolas.

A Dídio admite que a finalidade é estimular o ingresso no mercado de trabalho por mulheres que deixaram suas profissões para se dedicarem aos filhos, à casa, e que agora querem retornar às atividades. Adriana Rios, nutricionista da rede, assegura completo treinamento para atuação na cozinha de uma pizzaria, em várias de suas etapas.

O curso será iniciado em 4 de outubro e terá duração de 5 dias. As quatro mulheres que melhor responderem às expectativas terão a oportunidade de estagiar, na prática, na própria Dídio. Saiba mais informações no site da rede.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Canal Executivo UOL


Empresários brasileiros de setores díspares têm mostrado preocupação com a falta de qualificação da mão de obra no país. Muitos se utilizam das ferramentas humanas estrangeiras para suprirem a carência e o governo e algumas entidades especializadas, por sua vez, procuram sanar o problema por meio de programas qualificativos.

Presidentes de empresas do país acreditam que na próxima meia década a falta de talentos será a grande preocupação. De acordo com levantamento emitido pela consultoria da IBM, a ausência da mão de obra é mais evidente entre CEOs da nação brasileira em confronto ao restante do mundo.

Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM para a América Latina, afirma que essa falta deve-se à forte ampliação da economia do país e o alargamento da importância do Brasil para com o globo terrestre. Acredita, segundo reportagem exprimida pelo Estadão, na competição entre o pessoal mais qualificado se açulando, tanto que profissionais do país, atualmente no exterior, começam a esboçar retorno.

Apesar dos pesares, jargão nacionalmente conhecido, o crescimento da economia incide positivamente aos empresários quando o tema em questão é perspectivas de negócios, situação muitas vezes melhor no Brasil do que em outros países. O aumento de cidadãos na classe Média e o poder aquisitivo é um grande referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma pesquisa feita pela Hays, empresa do ramo de recrutamento de executivos, revelou que no Brasil, 60% destes profissionais utilizam a internet, em especial as redes sociais, como ferramenta de busca de oportunidades de trabalho.

Além disso a pesquisa também verificou que 40% dos executivos entrevistados já se candidataram a vagas oferecidas por estes canais. De acordo com Rodrigo Vianna, gerente de expertise Sales & Marketing da empresa Hays de São Paulo, este resultado demonstra que o uso das mídias sociais com finalidades profissionais está cada vez mais em ascensão e com grande potencial no Brasil na área de recrutamento.

A preferência entre os executivos consultados na pesquisa foi pela rede LinkedIn, seguida pelas redes sociais Orkut, FacebookTwitter.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band


Caiu cerca de 12,4% o número de empregos formais criados em julho no estado de São Paulo, segundo um boletim divulgado pelo Observatório do Emprego e do Trabalho.

Em julho, foram abertas 62.497 vagas em todo o estado, contra 70.265 do mês anterior ao analisado.

No entanto, em comparação com julho de 2009, houve um crescimento de 15%, já que, na época, foram 52.811 novos postos.

O boletim destaca ainda que a região metropolitana de São Paulo foi a responsável pela maior quantidade de vagas oferecidas, com 31.727. Em seguida, aparece a região de Campinas (23.241), de Sorocaba (3.178), central (2.997) e de Bauru (1.630).

Os crescimentos mais significativos foram registrados nas seguintes áreas: indústria de transformação, comércio, reparação de veículos automotores e administração.

Por BFF


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem exaltado o número de empregos criados pelo Brasil neste ano, que somente em seu primeiro trimestre contabilizou a geração de quase 1,5 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, talvez seja um dos mais otimistas políticos da atualidade (juntamente ao ex-sindicalista), fato constatado por meio de seus últimos discursos.

Mais uma vez com pensamentos altamente positivos, Lupi relacionou a geração de empregos. Segundo artigo enunciado pelo portal de Economia UOL, o ministro estimou nesta sexta-feira, 27 de agosto, que 2,5 milhões de vagas formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, serão instituídas, principalmente por parte da construção civil, embora admita que o setor de serviços deverá ser aquele que melhor trará resultados quantitativos.

Para Lupi, a taxa média no número de desempregados pelo Brasil, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alcançará índice recorde em 2010, inferior a 7%. Em julho, por exemplo, o percentual ficou em 6,9%, a segunda menor percentagem da série iniciada em 2002.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia brasileira continua aquecida, e os números de contratações no primeiro semestre aumentou 37% em relação ao mesmo período de 2010. As informações são da empresa de recursos humanos Manpower.

Segundo a Fiergs, o número de vagas criadas cresce e bate recorde mês após mês. A indústria, aliás, lidera o crescimento em 2010 com a criação de 3228 vagas, representando um aumento de 24% se comparado com 2009. Depois, o setor de serviços foi o segundo que mais cresceu com 1293 vagas criadas. Os demais setores (Finanças, Imóveis e Seguros) tem números mais modestos, mas ainda bons, com 717 vagas criadas.

O otimismo predomina no mercado, e a tendência é que a segunda metade do ano siga nesse mesmo ritmo, contribuindo para que a taxa desemprego no país continue caindo.

Por Maximiliano da Rosa


Com previsão de mais 135 novos pontos de venda espalhados em todo o Brasil, a rede de fast food Bob´s gerará mais de 1.500 oportunidade de emprego direto.

Os estados que receberão essas unidades serão São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e algumas cidades da região norte e nordeste com a precisão de 350 vagas de emprego, e também o sul, com um número de 250 novas oportunidades.

Os cargos que serão abertos são atendentes, que deverá ter, como requisito, o ensino médio completo ou em curso e mais de 16 anos de idade. Outros pontos como gostar de lidar com o publico e disposição para trabalho em sistema de rodízio, são bem vindos.

Os interessados já podem cadastrar o currículo no endereço da empresa – www.bobs.com.br, e selecionando a região a qual tem interesse em trabalhar. A empresa informa que não será aceito currículos entregues pessoalmente nas lojas.

Por Rafaela Ometto.


Uma comissão especial foi instituída pela Câmara dos Deputados para fazer a análise do Projeto de Emenda Constitucional (PEC), de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o qual pretende retornar com a obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercer a profissão. De acordo com Pimenta, que também é jornalista, é necessário adquirir conceitos éticos e técnicos para o exercício da profissão, o que não se consegue apenas com leitura e experiência.

No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo por considerá-la oposta ao direito constitucional de liberdade de expressão. Já a comissão que avaliará o PEC é formada em sua maioria, por deputados que aprovam a retomada do uso do diploma, o que indica que é muito provável que o projeto seja aprovado pela mesma.

Mais no DCI

Por Elizabeth Preático


Enquanto os setores de comércio e serviços seguem aquecidos, com previsão de aumento, a indústria ainda patina. Dados divulgados hoje pelo IBGE mostram que houve uma ligeira melhora no setor, de 0,3% em agosto, o segundo mês em ascensão. De junho para julho, o índice havia melhorado em 0,4%.

Mesmo assim, continuamos muito abaixo do mês de agosto ano passado, -6,7%. E a queda foi generalizada, o índice de emprego industrial caiu em todas as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, principalmente em Minas Gerais (-11,4%) e Região Centro-Oeste (-10,7%). Os setores com maior queda foram o madeireiro, onde quase um terço (30,1%) dos postos de trabalho foram extintos; o setor de vestuário, com mais de 1/4 (25,5%) dos postos extintos; e o setor de eletroeletrônicos e comunicações, com queda de 22,3%.

E o que se pode fazer?

Para quem trabalhava em uma dessas indústrias seriamente afetadas, ainda é recomendado continuar mandando curriculo e tentar voltar. Mas a queda é muito séria, então uma boa solução para curto prazo seria arranjar algum emprego temporário ou permanente nos setores em crescimento (turismo, comércio, serviços) e fazer uma reciclagem. Essas indústrias já sofrem, normalmente, com a concorrência exacerbada de produtos feitos em outros países, como a China, então uma reestruturação setorial neste momento pode ser esperada.

Já para quem está se preparando para entrar no mercado de trabalho, o ideal é focar seus esforços em obter emprego nos setores de comércio e serviços. Na indústria, há muita gente qualificada que está sem emprego, o que diminui muito a chance dos novatos.





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