Empresas famosas apostam em transportar o happy hour para dentro do ambiente de trabalho.

O ambiente empresarial pode muitas vezes se tornar estressante ou monótono. Além disso, os funcionários de uma empresa podem não possuir o costume de conversar com seus colegas de trabalho devido à correria do dia a dia.

Por esses motivos, surge a ideia do Happy Hour, que apresenta um momento de descontração entre os funcionários e interação que talvez não fosse possível dentro da empresa. Tornou-se basicamente uma tradição, proporcionando um momento em que é possível se aproximar das pessoas, além de conhecer suas histórias de vida ou ambições profissionais. No entanto, algumas empresas passaram a realizar o Happy Hour dentro do escritório, ao contrário do que é de costume.

Há cerca de seis empresas famosas que apostam em transportar o happy hour para dentro do ambiente de trabalho. São elas: Ambev, ContaAzul, Movile, Buscapé Company, Teleperformance e Groupon. Além da “hora feliz” na própria empresa, elas também apostam em um ambiente mais descontraído no escritório contando com menos exigências em relação ao guarda-roupa e horários mais versáteis. É apontado pelos funcionários um grande nível de satisfação com a empresa, sendo que em uma escala de 0 a 5,0 o menor dos níveis apontados foi de 3,7.

Apesar de tornar o ambiente mais confortável e unir mais a equipe, essa medida deve ser tomada com algumas precauções essenciais para evitar prejuízos, especialmente devido aos riscos do álcool para a saúde. Vale ressaltar também que, apesar do ambiente diferenciado, os funcionários deverão cumprir seus deveres de acordo com o solicitado.

Para além disso, há precauções que os próprios trabalhadores devem tomar enquanto estiverem no happy hour da empresa, independentemente se for fora ou dentro do ambiente de trabalho. Não se deve falar mal da empresa ou de seus superiores. Também não é interessante que a vida pessoal seja exposta ou até mesmo assuntos confidenciais de trabalho. Para que essas coisas sejam evitadas, é altamente recomendado que não se exagere no consumo de bebida alcoólica.

Conforme os tempos mudam, as empresas têm seguido uma linha de desenvolvimento que anda mais de acordo com seus novos funcionários da nova geração. Os benefícios dessas mudanças devem ser analisados para que elas sejam postas em prática, sempre com os cuidados necessários.

Por Isabela Palazzo


Desenvolver a sustentabilidade é cada vez mais importante para os dias atuais.

Além de assumir um papel social para melhoria do meio ambiente, você também pode ter muitas vantagens em sua empresa. Veja dicas de como atuar de maneira socioambiental:

Falar de sustentabilidade é, sem dúvida, um dos assuntos mais importantes atualmente, mas afinal o que é e como atuar a sustentabilidade? Sustentabilidade é a prática consciente de preservar o meio ambiente, a fim de não comprometer as gerações futuras, por meio das extrações dos recursos naturais e degradação do planeta Terra. É por este motivo que é de extrema importância atuar de forma socioambiental.

As principais vantagens das empresas e organizações a aderirem à sustentabilidade é estarem conscientes da responsabilidade socioambiental, essa responsabilidade reúne atitude e iniciativa quanto aos impactos ambientais; torna a empresa mais competitiva no mercado; economiza; contribui para atuação socioambiental; desenvolve ações a fim de formalizar com a prática da sustentabilidade; forma de divulgação; credibilidade social e imagem positiva na sociedade.

Rafaela dos Santos, 32 anos, pernambucana, relata o que acha da questão socioambiental dentro dos empreendimentos. “Acho bem interessante às empresas atuarem fazendo o bem, vejo publicidades de empresas que oferecem seus produtos e ao mesmo tempo conscientizam a população sobre a sustentabilidade. Acho que elas só têm a ganhar”, destacou.

Veja algumas formas de colocar em prática a sustentabilidade em sua empresa:

– Substituição de copos descartáveis: Deixar um aviso a todos os funcionários, para que levem sua garrafinha de água, é uma forma de substituir os copos descartáveis, que afetam a natureza e levam anos e anos para se decompor e economiza na compra dos copos.

– Elimine vazamentos: Evita o desperdício da água, bem precioso de consumo humano que ameaça acabar, e economiza na conta da mesma.

– Evite substituir aparelhos eletrônicos: Só substitua se for bastante preciso, prefira chamar um profissional que conserte, caso necessário. Fazendo assim, você evitará o acúmulo dos resíduos eletrônicos na natureza e ainda economiza na compra de outros aparelhos.

– Substituição de lâmpadas: A substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas florescentes além de evitar a emissão de 136kg de gás carbônico por ano, ainda economiza aproximadamente 60% do consumo e a florescente tem maior durabilidade.

-Separação do lixo: Ao separar o lixo, papel, plástico, metais e vidros, você estará contribuindo para a reciclagem, economiza matérias primas para a fabricação de novos produtos, evita os impactos ambientas.

– Política socioambiental: Faça uma política socioambiental em sua empresa, fazendo assim, você envolverá os funcionários na temática.

– Envolva os colaboradores: Capacite e envolva os seus colaboradores em aderirem um papel socioambiental. Instruindo sobre a poluição no planeta, aquecimento global, desperdício de água, energia e outros assuntos que fazem parte a sustentabilidade.

– Manutenção de veículos: Caso sua empresa possua carro para transportar produtos, por exemplo, faça a manutenção da troca de óleo e filtros de óleo e de ar do veículo nos prazos corretos que indica o fabricante. Pois a manutenção feita de forma correta ajuda na diminuição da emissão de CO2 no ar e na economia do combustível.

– Refil: Caso seu empreendimento seja uma fábrica de produtos como shampoo, por exemplo, mude a embalagem pelo refil, pois ele é oriundo da reciclagem.

Por Erika Amanda Silva de Souza


Jovens estão mais seletivos e críticos no momento de escolher as empresas onde desejam trabalhar. Empresas que apresentam a possibilidade de um desenvolvimento acelerado são as mais interessantes aos jovens profissionais.

Cada vez mais os jovens estão seletivos quanto às empresas em que querem trabalhar e essa estratégia vem dando certo para que sejam aprovados nos processos seletivos das empresas em que desejam trabalhar. Os jovens têm diminuído as inscrições em processos seletivos, para focar melhor naquelas que realmente desejam, e assim, sem a chance de ser generalizado durante as etapas do processo seletivo, aumentam suas chances de contratação. Se antes os jovens se inscreviam em 10 ou 15 processos seletivos atualmente focam em dois ou três específicos.

Os jovens também estão mais críticos: dentre as principais reclamações dos candidatos em processos seletivos, está a falta de feedback das empresas. Eles desejam mais informações sobre si mesmos, sobre a empresa em que desejam trabalhar e como é o cotidiano de trabalho nesta empresa. Com tanta demanda por informação, as empresas estão investindo cada vez mais em comunicação para mostrar a esses jovens de forma mais transparente o ambiente interno da empresa.

Algumas empresas estimulam os jovens que já são seus funcionários a postarem fotos em redes sociais sobre seu cotidiano de trabalho. Dessa forma, deixam bem claro para os possíveis candidatos, como é o ambiente de trabalho. Ao invés de só utilizar propagandas publicitárias, as empresas têm investido em mostrar a realidade de trabalho, para atrair cada vez mais candidatos certos.

Outra característica muito valorizada pelos jovens são os programas criativos, que deixem claro que a empresa tem um caráter inovador. O jovem de hoje em dia quer um ambiente de trabalho que valorize suas ideias e seu potencial criativo.

Mas definitivamente, o que atrai os candidatos mais jovens é a possibilidade de um desenvolvimento acelerado.  Numa pesquisa realizada pela empresa Seja Trainee, 68% dos jovens indicaram essa opção como a mais valorizada quando pensam em se inscrever para um processo seletivo em uma empresa. Em seguida aparece a possibilidade de passar em diferentes áreas da empresa, que alcançou 41% das respostas dos jovens. A remuneração aparece no oitavo lugar, dentre as respostas, com 17%. O que mostra que o jovem atual busca muito mais que dinheiro, mas uma realização, reconhecimento e crescimento no ambiente de trabalho.

Fazer história também pode ser citado como um interesse dos jovens. Boa parte deles pretende, a médio prazo, chegar a um cargo de liderança para que sua marca pessoal esteja aliada à história da empresa.

Por Patrícia Generoso


Depois de ter uma boa ideia para a empresa, o funcionário deve saber fazer o marketing dela e conquistar aliados.

Nem sempre ter uma boa ideia no trabalho pode ser o suficiente, pois o profissional precisa saber fazer o "marketing" de sua ideia e isso significa conquistar aliados. Esta conquista pode ser feita de várias formas e você vai aprender agora, algumas maneiras de fazer com que as pessoas tenham um interesse maior quando você expor sua ideia no trabalho.

O primeiro passo, é óbvio, é estar preparado. O bom profissional ao ter uma ideia ele não sai contando ela para todos, até porque alguém pode ficar sabendo qual é a sua ideia, trabalhá-la um pouco melhor e apresentá-la novamente com uma nova "roupagem" e, claro, vai ser muito mais interessante do que a sua ideia original.

Então, sempre que tiver uma ideia, uma sugestão, contenha-se! Analise todas as possibilidades, procure "lapidar" sua ideia e após de ter tudo bem definido, aí sim, apresente-a!

Outra dica importante para conseguir que as pessoas tenham mais interesse por sua ideia é saber o momento certo para falar sobre ela. Mesmo que você tenha passado o final de semana inteiro, trancado dentro de casa preparando a apresentação para sua ideia, não significa que a primeira coisa que você tem que fazer na segunda-feira é falar sobre sua ideia. Segunda-feira de manhã é um péssimo horário para isso, então procure analisar bem o momento ideal para expor sua ideia.

Procure verificar, também, para quem a ideia deverá ser apresentada em um primeiro momento, pois há empresas que o funcionário tem um contato direto com a diretoria, mas em outras, primeiro é preciso passar a ideia para seu superior e ele levar esta ideia à diretoria, que se gostar, irá lhe chamar pessoalmente para então mostrar todos os detalhes. É muito importante obedecer a hierarquia dentro de uma empresa, do contrário, você pode desperdiçar uma ótima ideia.

E nunca pense que sua ideia é perfeita e exclusiva! Procure olhar para sua ideia de um ângulo diferente e se for possível, apresente sua ideia para sua família ou amigos mais próximos, ou até mesmo um profissional da área que seja de sua confiança e ouça atentamente as críticas e sugestões, assim você poderá obter novos conteúdos para sua ideia, aprimorar seus projetos e até corrigir falhas que não tinha percebido antes.

Por Russel


Demissões atingiram 31,6% das empresas na região de Campinas (SP) e 2º semestre não promete melhorar.

A região de Campinas, no estado de São Paulo, é uma das mais afetadas pela atual situação econômica do país. O primeiro semestre de 2015 nesta região foi marcado por muitas demissões. E a previsão para o segundo semestre continua sendo negativa, pois um estudo feito pelo centro das Indústrias do Estado de São Paulo, o Ciesp, mostra que o número de demissões deve continuar. Ao todo, cerca de 30% das indústrias instaladas em Campinas tem como objetivo reduzir o quadro de funcionários até o final do ano.

Vale ressaltar que apenas no primeiro semestre de 2015, a onda de demissões atingiu nada menos que 31,6% das empresas que estão instaladas na região de Campinas. Esse é um resultado bastante preocupante, haja vista esta ser uma região bastante importante para a economia do Estado de São Paulo. Os dados são assustadores, pois em uma única empresa chegou-se a registrar uma redução de 30% no número de funcionários.

Apesar disso, as indústrias estão buscando alternativas para conter a crise, bem como o número de demissões. Porém, nem todas vêm conseguindo atingir bons resultados. Nos primeiros seis meses de 2015 foi registrado que 23,7% das empresas conseguiram ampliar seus esforços quando o assunto é a eficiência produtiva. Além disso, 12,8% das empresas conseguiram aumentar seu endividamento. Outras 18,4% optaram por um sistema alternativo na jornada de trabalho para evitar maiores gastos.

O Ciesp informa que para o segundo semestre de 2015 a expectativa é que 19,4% das empresas efetuem esforços de eficiência produtiva para conter a crise. Além disso, 13,9% planejam uma redução em sua linha de produção e 11,1% dizem ter feito mudanças necessárias já no primeiro semestre.

O diretor do Ciesp, José Nunes Filho, afirma que não foi apenas o cenário econômico que trouxe diversos tipos de consequências negativa para as industrias em Campinas. Ele afirma que a crise política, ética e moral também trazem baixas no investimento, bem como acabam com a confiança de muitos investidores.

Por Bruno Henrique


Pesquisa revelou que mais de 1/3 dos profissionais brasileiros não tiraram férias nos últimos 12 meses.

Férias é um direito do trabalhador não é mesmo? Mas para alguns trabalhadores brasileiros esse direito está cada vez mais longe e inalcançável. Segundo uma pesquisa realizada pelo site de recrutamento de empregos Catho, mais de 1/3 dos brasileiros afirmam não terem tirado férias nos últimos 12 meses. O direito a um mês de descanso corridos também não é respeitado pelas empresas segundo a pesquisa. Segundo os dados, cerca de 7,6% dos profissionais pesquisados tiveram somente uma semana de descanso no último ano. Já 15,2% dos pesquisados afirmou ter tido somente 3 semanas e 14,3% tiveram 2 semanas de repouso remunerado.

A pesquisa levantou um perfil do número de dias de descanso do brasileiro: a média nacional fica em torno de 2,4 semanas por ano, independente do sexo dos pesquisados.

Quando o comparativo dizia respeito ao porte da empresa, os funcionários de empresas maiores recebem mais tempo de descanso: 3,1 semanas de férias, tempo bem maior, se comparado à média nacional. As empresas menores oferecem uma média de 1,4 a 1,9 semanas de férias.

O período de férias deveria ser respeitado pelas empresas, para que os trabalhadores possam ter melhores condições de trabalho e um tempo para passar com suas famílias, por exemplo, mas a ameaça do desemprego e de perder o espaço para algum outro colega de trabalho, por exemplo, faz com que alguns empregados "vendam" alguns dias de férias, para que a empresa não perceba que a sua presença possa ser dispensável. O funcionário que age assim acaba prejudicando o seu descanso e rendendo menos por consequência. Isso sem contar as empresas que simplesmente não respeitam os dias de férias estipulados por lei e cortam os mesmos, sem autorização prévia do funcionário, ou adiando a data das férias sucessivamente. Empresas que agem assim devem ser denunciadas, pois a prática é ilegal. 

Férias de 30 dias remuneradas são um direito assegurado por lei, e nenhuma empresa tem a abertura legal de diminuir ou mexer nos dias de direito do trabalhador, salvo se combinado com este previamente.

A pesquisa contou com um total de 26.459 entrevistados por todo o Brasil. Dos respondentes, 65% estão empregados e 35,9% são empregados de empresas de grande porte, com mais de 500 funcionários.

Por Patrícia Generoso


Saber lidar com as tarefas na empresa e ter atitudes assertivas podem fazer a diferença para a sua carreira.

No seu ambiente de trabalho, existem pessoas que inspiram? Elas são vistas como exemplo na Organização? Há profissionais que conseguem se destacar e passam credibilidade para toda a empresa. São pessoas que são reconhecidas com facilidade no ambiente de trabalho, seja por ter uma boa capacidade de liderança, cumprir de forma eficiente as suas tarefas ou se comunicar com facilidade. Que tal conhecer algumas dicas para aumentar a sua credibilidade no ambiente profissional? Isso pode fazer a diferença para a sua carreira.

– Seja verdadeiro com os seus objetivos:

O que você deseja para si? Seja honesto com as suas atitudes e com você mesmo. Lembre-se de que o fingimento afasta as pessoas de você e as suas palavras não serão valorizadas, muito menos as suas habilidades. Portanto, saiba o que você quer e seja verdadeiro consigo mesmo.

– Qual o valor do que você oferece para a empresa?

Você vê o valor que tem a atividade que desempenha? Qual a sua importância para a Organização? Quando você sabe o valor das suas atividades, raramente sentimentos como insegurança surgem. Por isso, conheça as suas melhores qualidades, habilidades e confie no seu potencial para fazer o melhor. Saiba o seu valor para conseguir conquistar a confiança das pessoas no seu ambiente de trabalho.

– Como você aponta as soluções?

Os profissionais devem procurar realizar soluções para as empresas e fazer propostas inovadoras. Mas, tudo deve ser feito de forma argumentada com análise de dados, por exemplo. Para isso, use a internet a seu favor e quando for sugerir alguma proposta nova para a sua empresa, procure fazer uma sugestão que seja baseada em pesquisas.

– Cuidado com a comunicação:

Saiba se expressar e passar as informações que realmente deseja. Não queira tentar se vender para elas, mas, sim, conversar. Desta forma, evite fazer discursos que podem passar a impressão de que você está se vendendo. Saiba usar as palavras e os argumentos corretos. 

Por Babi


Programa é uma tentativa de conter a onda de desempregos no Brasil, oferecendo redução na jornada de trabalho e redução no valor do salário dos funcionários.

A partir do dia 22 de julho, as empresas poderão aderir ao PPE – Programa de Proteção ao Emprego, conforme anunciou o próprio Ministro do Trabalho, Manoel Dias que esteve com outros ministros na instalação do Comitê Interministerial, que será responsável não só por avaliar, mas também por estabelecer as regras referente ao PPE.

O Programa de Proteção ao Emprego foi criado através de uma medida provisória, no dia 6 de julho, como tentativa de conter a onda de desempregos e através deste programa passa a ser permitida a redução na jornada de trabalho juntamente com a redução no valor do salário que poderá ser de no máximo 30% referente à remuneração total recebida pelo trabalhador.

Só que na prática, o trabalhador terá uma perda de 15% pois o Governo irá arcar com os outros 15% através do FAT – Fundo de Amparo do Trabalhador.

O Ministro do Trabalho, Manoel Dias, esteve em reunião com Armando Monteiro, ministro do Desenvolvimento e Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência da República, por quase uma hora, debatendo sobre as regras do programa.

No próximo dia 17, sexta-feira, haverá outra reunião para o Comitê Interministerial, para receber todas as informações referentes às questões técnicas do programa e discutir alguns detalhes que ainda estão pendentes, de forma que já no dia seguinte, a adesão ao programa seja aberta. Por enquanto, Dias preferiu aguardar até o dia da reunião e não adiantar nenhuma das regras e muito menos nomear os setores que terão interesse no PPE.

A medida provisória que criou o PPE foi publicada no Diário Oficial no dia 7 de julho e ainda será apreciada e também votada pelo Congresso Nacional. A meta do programa é ajudar as empresas que estejam passando por dificuldades econômicas e, por isso, teriam que demitir vários de seus funcionários.

Com o PPE, vai se beneficiar o trabalhador que não perderá seu emprego em um momento de crise no país, onde seria muito difícil para ele conseguir voltar ao mercado de trabalho em um curto espaço de tempo, beneficia-se a empresa que não vai perder parte de seus funcionários e assim poderá trabalhar para atravessar esta crise e ganha o Governo que não vai gastar tanto, pois serão menos trabalhadores demitidos.

Por Russel


Funcionários que recebem a proposta de mudar de cidade para trabalhar devem ficar atentos aos seus direitos.

Para uma empresa transferir um funcionário de estado alguns fatores devem ser levados em conta: em primeiro lugar, o funcionário deve aceitar a transferência, ou então, segundo a legislação, acontecer a extinção do local onde o funcionário trabalhava anteriormente, quando o contrato de trabalho prever transferências, ou ainda quando o funcionário exercer função de confiança no trabalho.

O que o funcionário que recebeu a solicitação de mudança de local de trabalho deve fazer é verificar qual a natureza de sua transferência. Se esta for temporária e decorrer de uma cláusula de seu contrato de trabalho, ou se você ocupa um cargo de confiança no trabalho, a empresa deverá lhe pagar um adicional de deslocamento de no mínimo 25% de seu salário. A empresa também deve arcar com todos os custos de sua transferência, incluindo passagens aéreas ou terrestres e os transbordos até a sua nova residência. Esses custos estão previstos no artigo 470 da CLT.

É importante conhecer seus direitos, para que você não venha a ser transferido  de modo errado, ou então deixe de receber algum benefício.  Vale lembrar que mesmo que a lei preveja benefícios como o deslocamento e o adicional para os funcionários que mudarem de local de trabalho, a última palavra deve ser a do trabalhador. É importante negociar as condições em que a sua transferência se dará.

Conversar com seu empregador e chegar a uma conclusão sobre qual a melhor solução para as duas partes é a melhor opção a se fazer nessas horas. A lei sempre está do lado do trabalhador. Basta buscar na legislação vigente, seus direitos e deveres.  Mudar de residência, mesmo que seja temporariamente deve ser uma decisão bem pensada e todos os possíveis desdobramentos desse acontecimento devem ser levados em conta pela empresa. O funcionário tem todo o direito de recusar a proposta, se esta não for amparada pela lei.

Por Patrícia Generoso


Pesquisa revelou que é preciso ter diversidade entre os gêneros nas lideranças das empresas. As mulheres trazem maior rendimento, evitando fracassos das empresas onde são líderes.

Segundo pesquisas internacionais mulheres que têm participação na decisão de empresas podem melhorar o rendimento econômico, evitando fracassos. No Brasil, o aumento de executivas femininas está em constante evolução, transformando o perfil empreendedor das empresas.

Um estudo realizado na Universidade de Leeds comprova que mulheres que administram seus próprios negócios ou participam de decisões de forma direta de outras empresas, têm 27% menos risco de decretar falência, se comparada a grupos administrativos compostos apenas por homens. Ainda segundo o estudo, o risco de falência cresce conforme o número de mulheres aumenta, comprovando que a diversidade entre os gêneros é importante para obter sucesso.

As mulheres são excelentes ouvintes e costumam ser mais compreensivas do que os homens. Dessa forma, elas são capazes de compreender exatamente o que o cliente quer e precisa, tornando a relação com os clientes mais agradável, deixando-os satisfeitos.

Elas também costumam ser bastante sociáveis, o que garante uma taxa maior de colaboração e criatividade em projetos empreendedores. Além disso, mulheres se sentem aptas para trabalhar em diversas áreas, e se comunicar com os conhecidos e desconhecidos, o que impulsiona novos projetos.

Mulheres estão sempre envolvidas com notícias e informações recentes. Elas costumam aplicar tais conhecimentos em negociações com clientes, já que superam os homens na capacidade de guardar informações e executar várias tarefas ao mesmo tempo.

As mulheres trabalham melhor em grupo do que os homens. Elas não têm medo de lidar com questões e resolver atritos.  A pesquisa mostra que grupos onde há a participação feminina possui maior inteligência coletiva. Além disso, as mulheres possuem competitividade saudável entre si.

Atualmente, mulheres estão à frente de empresas, partidos e até mesmo governos. Em território nacional as mulheres possuem 23% de participação em decisões importantes em empresas. Nos Estados Unidos, as mulheres que lideram empresas ganham cerca de seis milhões de dólares a mais do que os homens.

Por Wendel George Peripato


Todos os funcionários de uma empresa devem ter etiqueta empresarial e para isso é preciso saber tudo o que a engloba.

A Etiqueta Empresarial reúne formas de relacionamento entre as pessoas que trabalham em uma empresa ou empresas diferentes, para que o convívio possa ser saudável e todos possam ajudar na construção favorável ao convívio profissional.

Infelizmente são poucas as empresas que levam o assunto a sério, mas naquelas onde a etiqueta empresarial foi implantada, existe a certeza de que todos contam com um bom relacionamento e a empresa pode pensar de forma mais concreta no seu crescimento e também no crescimento de seus colaboradores.
Boa parte das demissões que ocorrem nas empresas se dá pela dificuldade de relacionamento entre os funcionários e isso é prejudicial tanto para a empresa que acaba perdendo bons profissionais como também para o próprio funcionário que terá que buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

A etiqueta empresarial deve ser uma realidade para todos, desde os diretores executivos até o office boy, a recepcionista, o setor comercial, o marketing, a produção, enfim, todos devem estar envolvidos neste propósito de adotar determinadas posturas para o bom convívio social no ambiente de trabalho.

Mas se engana quem pensa que etiqueta social está restrita à forma como nos dirigimos às outras pessoas, claro que é preciso aprender a conversar com nossos superiores e subordinados na empresa, mas a etiqueta profissional abrange vários outros fatores, por exemplo:

– é preciso ser pontual em tudo, tanto para chegar ao trabalho, como para entregar os projetos, comparecer a uma reunião, no horário do cafezinho, pois a pontualidade faz com que a empresa funcione melhor;
– o vestuário também faz parte da etiqueta social e cada funcionário deve se vestir conforme o seu cargo, mas independente da função que ocupa na empresa, todos deve cuidar do cabelo, unhas, roupas e calçados limpos, além de tomar os devidos cuidados com a higiene pessoal;

– pedir licença sempre que chegar a um local seja qual for e cumprimentar a todos ali presentes;

– conversar educadamente com todos os funcionários, sempre olhando nos olhos, prestando atenção na conversa, evitando distrações;

– ter uma boa postura no seu local de trabalho, não se sentar de qualquer forma, nem sentar-se à mesa;

– manter o ambiente de trabalho sempre limpo e organizado.

Essas são apenas algumas das etiquetas empresariais, mas as empresas que adotam esta postura têm seu código de ética e este deverá ser seguido.

Então, procure saber se na empresa onde trabalha ou vai trabalha, há uma relação indicando as principais e mais valorizadas posturas pela empresa e siga-as à risca.

Mesmo que outros não sigam a etiqueta empresarial, você deve fazer sua parte e quem sabe, a partir do seu exemplo, outros adotaram novas posturas e isso irá beneficiar a todos.

Por Russel


A Rede Social Corporativa torna todo o fluxo de trabalho mais proveitoso, pois permite que todos fiquem inteirados sobre as informações do trabalho e da empresa.

As novas tecnologias têm permitido que as empresas explorem diversas formas para otimizar as suas rotinas de trabalho. Com uma comunicação ágil, eficaz e rápida, as Redes Sociais Corporativas surgem como uma excelente ferramenta para auxiliar e guiar as estratégias de comunicação das empresas. É um nicho de mercado com promessa de crescimento de 42,4% por ano, segundo análise do IDC, que traz benefícios e riscos.

É bem verdade que as Redes Sociais têm um papel impactante na vida das pessoas, com um crescimento gritante nos últimos anos. Com a mesma mentalidade, a Rede Social Corporativa permite a interação humana e traz a tona uma nova realidade nas empresas, possibilitando que os profissionais conheçam melhor seus companheiros de trabalho e funções.

A Rede Social Corporativa também facilita a vida de clientes, parceiros e colaboradores, que passam a ter acesso facilitado a informações, o que torna o fluxo de trabalho mais proveitoso. Outro ponto interessante é a redução de custos com a agilidade nos processos.

Por permitir diferentes tipos de mídia e não apenas textos, as Redes Sociais Corporativas possibilitam uma interação de um amplo grupo neste sistema intranet, propiciando que se façam pesquisas, enquetes, entre outros, e abra espaço para debates profícuos para a rotina da empresa.

Entretanto, é importante a quem tem interesse em ter uma Rede Social Corporativa ficar bem atento. Se os benefícios são muitos, também há riscos nesta empreitada. É possível que haja vazamento de informações confidenciais deste ambiente interno das empresas, bem como casos de discriminação e exposição pública de problemas entre o empregador e o empregado.

Desta forma, recomenda-se que toda Rede Social Corporativa possua um regulamento de normas e condutas para que se coíba e alerte o funcionário, colaborador e/ou cliente sobre o que é assunto público e o que é assunto interno da empresa. Com essas regras de direitos e deveres esclarecidos, eventuais problemas podem se reduzidos e os benefícios maximizados.

Por Julio Abreu


O relacionamento interpessoal faz parte do dia a dia das pessoas no trabalho, por isso é preciso ter uma boa convivência para que o ambiente fique o mais saudável possível.

Quando se fala em relacionamento interpessoal no mercado de trabalho, muitas pessoas acham que apenas a gentileza nas relações sociais é o bastante. Mas enganam-se bastante! Se fosse uma qualidade do indivíduo, o relacionamento interpessoal estaria entre os valores mais nobres, tais como o senso de ética, a honestidade (principalmente para consigo mesmo) e até o mesmo o “bom testemunho” (não se trata de religiosidade, mas de praticar o que pensamos).

O ser humano é um ser social, por excelência. Lembremos agora do título de um romance de Hermam Hesse, que traduz bem o que somos: “Ninguém é uma Ilha”. Isso é a mais pura verdade: embora a contemporaneidade tente nos impor que o individualismo e o “cultivo da solidão” são nossas marcas mais patentes, cada vez mais as corporações caminham na direção contrária. Ou seja, ficará de fora do mercado de trabalho aquele profissional que não entender de uma vez que é sua obrigação manter serenidade nas relações interpessoais.

Nas empresas, lidamos com pessoas diuturnamente, muitas vezes com interesses diversos, apesar de se buscar o “bem comum”. O relacionamento interpessoal é uma das engrenagens mais importante para a “saúde” de um grupo de trabalhadores, independentemente do nível intelectual exigido pelas atribuições laborativas. Afinal de contas, quantas pessoas que você conhece adoecem por ter enfrentado “dias de cão” no trabalho?

Isso não significa dizer que o patronato é o responsável direto pelo bom convívio entre os colaboradores. Trata-se de uma rotina educativa que deve ser buscada por cada funcionário. Assim como trazemos valores positivos do nosso lar para o mundo exterior, também necessitamos aprimorar a cultura da boa convivência no trabalho.

Se uma pesquisa for feita a este respeito, será constatado o óbvio: profissionais bem entrosados são mais produtivos e tendem a valorizar ou promover melhor a marca da empresa.

Relacionamentos saudáveis em uma empresa extrapolam aquelas boas amizades existentes em grupos isolados (“panelinhas”). A busca por convivência e não por competição deve ser a tônica desse ambiente. Isso inclui, por exemplo, evitar conflitos e evitar se prolongar em determinados assuntos para os quais existe uma resistência muito forte.

Para encerrar, precisamos lembrar que um ambiente de convivência deve estar livre de preconceitos. Se um colega é de uma opção sexual diferente da sua, não entre em “choque cultural” com ele. Se outro é ateu e você possui algum tipo de religiosidade, saiba que os opostos podem se atrair e isso até enriquecerá a ambos. O importante no relacionamento interpessoal é sempre acreditar no ser humano, respeitar seus limites e promover uma filosofia de paz, mesmo em meio a interesses aparentemente tão conflitantes.

Por Alberto Vicente


Ser otimista e ter autoconhecimentos fazem com que o profissional se destaque como líder. Os líderes conseguem encarar os desafios de forma confiante e encontrar soluções assertivas.

As empresas buscam profissionais com perfil de liderança, sobretudo no mercado que está competitivo. Como você encara os problemas na sua Companhia? A forma que a pessoa lida com isso faz toda a diferença na sua vida profissional. Profissionais que são otimistas e têm autoconhecimento destacam-se nas empresas e muitas vezes são reconhecidos como líderes. Você se enquadra nesse perfil? Sabia que o otimismo é fundamental para manter uma boa liderança?

É fato que a liderança é um atributo valorizado em muitas Organizações e o profissional pode desenvolver essa característica, por exemplo. Existem atitudes e pensamentos que exercem influência sobre as pessoas e que colaboram para a formação de um novo líder como, por exemplo, o otimismo, que é essencial no dia a dia e também nos períodos de crise, que pode atingir a empresa.

Os líderes devem procurar encarar os problemas de frente e de forma confiante. Obstáculos sempre vão surgir, mas eles devem ser vistos como aprendizados. Soluções precisam ser encontradas de forma rápida nos momentos difíceis, por isso, o otimismo é um atributo que facilita a busca por um bom resultado. O líder é visto como um exemplo pela equipe e por isso precisa passar não só confiança, mas também segurança. Ao criar um ambiente com muita positividade e otimismo, é possível manter a calma e a tranquilidade e procurar avaliar o lado bom da situação e não focar somente na parte negativa.

Os líderes que são otimistas também conseguem se comunicar com facilidade e contagiar a empresa e desta forma propicia-se um bom clima para o trabalho. Por meio da comunicação, o líder passa a sua visão para os outros membros do grupo e como consequência isso é refletido e todos ficam motivados a trabalhar melhor e pensar no futuro, mesmo que o momento presente não seja bom.

O otimismo é um atributo associado ao sucesso, por isso, os líderes devem cultivar bons pensamentos e ter atitudes que sirvam de exemplo e possa inspirar outras pessoas no ambiente de trabalho. 

Por Babi


Google se mantém no 1º lugar no ranking como a empresa mais admirada pelos jovens profissionais brasileiros. Em 2º lugar está o Facebook e em 3º, a Natura.

O Google continua sendo a empresa mais admirada pelos jovens brasileiros e de muitos outros países. Conseguir trabalhar no Google continua sendo o principal desejo de muitos jovens, mas há outras grandes empresas que estão na mira destes futuros profissionais.

Uma pesquisa realizada com mais de mil jovens, no ano passado, apontou o Google como a melhor empresa para se trabalhar, de acordo com os jovens entrevistados.

A gigante de buscas na internet, já se mostrou que quer ser grande também em várias outras áreas e está conseguindo, como na de smartphones e tablets e continua investindo em pesquisas e trazendo novidades para o mercado. A empresa se identifica com os jovens que vivem neste novo mundo de tecnologias, não gostam daqueles empregos formais e estão repletos de ideias para serem colocadas em prática. Por isso, quando os jovens foram questionados sobre qual empresa eles gostariam de trabalhar, levando em consideram o ambiente de trabalho, eles não tiveram a menor dúvida em indicar o Google que ficou, mais uma vez, com o primeiro lugar no ranking.

Em segundo lugar vem o Facebook, outra empresa que também oferece um ótimo ambiente de trabalho para os jovens profissionais, mesmo sendo tão exigente com os mesmos.

A Apple e a Microsoft também ficaram entre as empresas mais citadas, mas, curiosamente, a que ficou com a terceira posição foi a Natura, uma empresa que não atua na área de tecnologia, mas que está entre as três mais admiradas pelos jovens.

A Petrobras, apesar da crise que vem enfrentando, ainda continua sendo uma das preferidas de muitos jovens brasileiros e conseguiu ficar entre as 10 mais citadas, assim como o Banco Itaú e a Ambev.

Confira o ranking das 10 empresas mais admiradas pelos jovens:

1º) Google – 58%;

2º) Facebook – 25%;

3º) Natura – 9%;

4º) Apple – 7%;

5º) Microsoft – 6%;

6º) Unilever – 5%;

7º) Agências de publicidade – 5%;

8º) Petrobras – 4%;

9º) Itaú – 3%;

10º) Ambev – 3%.

Por Russel


Pessoas admitem que usam a internet para assuntos pessoais no trabalho e se sentem culpadas por isso, porém, estão dispostas a deixar o trabalho caso a empresa proíba essa prática.

Assim que a internet começou a se popularizar no Brasil, empresas dos mais diversos setores começaram a enfrentar um sério problema: os funcionários utilizavam os computadores das empresas para acessar a internet e, com isso, além de gastarem tempo no trabalho com assuntos pessoais, infectavam os computadores com pragas virtuais e os prejuízos eram enormes. Mas as empresas investiram em tecnologia, firewall e conseguiram formas de impedir que os computadores fossem utilizados para acesso pessoal à internet.

Agora, com a popularização dos smartphones, os funcionários acessam a internet do trabalho, várias vezes ao dia, através do próprio celular, para consultar os e-mails, acessar as redes sociais e conversar com os amigos pelo WhatsApp.

São raros os profissionais que não utilizam o smartphone, no horário de trabalho, para acessar a internet e tratar de assuntos pessoais.

A empresa de segurança móvel MobileIron, realizou uma pesquisa recentemente justamente para ter números reais sobre o assunto e o resultado foi surpreendente! Das mais de 3.500 pessoas entrevistadas no Japão, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e na Espanha, 56% utilizam a internet no horário de serviço para enviar e receber e-mails. E isso sem mencionar aquelas que acessam as redes sociais como o Facebook e Twitter, além daquelas que conversam com os amigos através dos aplicativos, como o WhatsApp.

Mas o que mais chamou a atenção nesta pesquisa, é que estas pessoas se sentem culpadas por estarem utilizando a internet, ao invés de estarem trabalhando.

Esta "culpa" vem do fato de que nenhuma empresa quer o seu funcionário navegando na internet em pleno horário de trabalho e os números apontam que a grande maioria dos trabalhadores tem esta prática. Mas, apesar da sensação de culpa que estes trabalhadores têm, por acessarem a internet durante o expediente, eles não estão dispostos a mudar seu hábito e revelam que vão sim, continuar utilizando smartphone durante o horário de trabalho para acessarem a internet, mesmos admitindo que vão ficar se sentindo culpados.

E esta mesma pesquisa apontou que metade dos entrevistados estão dispostos até a deixar o emprego, caso a empresa lhes proíba de continuar com esta prática.

As empresas, mais uma vez, se veem diante de um problema que merece muita atenção, pois é um comportamento novo dos funcionários e proibir não tem se mostrado a melhor solução.

Cada empresa deve estudar junto com seus funcionários, as melhores práticas, para que o trabalho não seja prejudicado, mas sem querer proibi-los de se manterem conectados.

Por Russel


Ter uma boa relação com o RH da empresa onde trabalha pode te ajudar a conquistar seus objetivos.

Todo profissional tem que estar preparado para enfrentar o RH, porque seja na hora de se candidatar a uma vaga de emprego, ou pedir um aumento, ou até mesmo reivindicar uma promoção, será preciso passar pelo RH e estar preparado para este momento poderá fazer toda a diferença. Por isso, é bom você sempre se lembrar de algumas coisas que certamente vão lhe ajudar a ter um melhor relacionamento com o RH e o resultado disso poderá ser a conquista de uma vaga de empregou ou a tão sonhada promoção!

Primeiramente, é preciso que você tenha plena consciência que o RH é um setor que trabalha para a empresa e não para você. O RH pode até lhe dar esclarecimentos, lhe ajudar nos problemas relacionados com o setor, mas o RH é composto por funcionários que são pagos pela empresa e defenderão os interesses da mesma, inclusive, sem ter que lhe dar nenhuma satisfação.

Outra coisa que você precisa saber e que o RH nunca irá lhe dizer é que os funcionários de uma empresa nunca são tratados da mesma forma. Pode até existir aquele discurso que funcionários são tratados como talentos e valorizados pela empresa, mas a verdade não é bem assim, pois toda empresa sabe que pode contar mais com determinados funcionários do que com outros. E principalmente, o RH sabe que há funcionários mais capacitados dentro de uma empresa, que dificilmente poderão ser substituídos e estes sim, receberão um tratamento diferenciado.

E você nunca será informado pelo RH em qual grupo você está e isso é um perigo porque na hora de pedir um aumento, se você estiver entre os melhores funcionários na visão da empresa, o seu pedido será prontamente analisado, mas se você estiver no grupo dos funcionários que facilmente podem ser substituídos, o RH poderá não só lhe dar um "não" como resposta, como também começar a olhar para você de forma diferente, como se você fosse uma ameaça e começar a pensar em substituí-lo.

E tem mais algumas coisas que o RH nunca irá lhe dizer, mas é bom que você saiba:

– cause sempre a melhor impressão possível para o RH, porque a opinião deste setor conta e muito para a sua carreira;

– tome cuidado com tudo que for dizer aos funcionários do RH, pois poderá colocar a perder uma promoção ou até um aumento de salário;

– procure fazer a diferença com o pessoal do RH, pois eles estão todo o tempo recebendo reclamações, então faça o contrário, procure valorizar os pontos positivos deste setor, seja mais positivo com eles, mais cordial e até se prontifique para ajudar, mas, claro, sem exagerar, porque aí vai pegar muito mal para você, haja com naturalidade, bastando ser gentil com este setor, pois isso vai contar pontos a seu favor.

Por Russel


Presente nas empresas mais do que se pode imaginar, o coletivismo pode abrir caminhos na trajetória laboral das pessoas.

A maioria das pessoas vive o cotidiano como se estivesse ligado no piloto automático, dificilmente prestando atenção aos mínimos detalhes e às mudanças que vêm ocorrendo no dia a dia corporativo.

No geral, as pessoas estão tão ocupadas com os seus afazeres que não possuem muito tempo para pensar nas diferenças sutis que vêm causando grandes mudanças no mundo dos negócios.

Hoje em dia, fala-se no termo coletivismo, embora pareça ser algo bem diferenciado do que estamos vivendo nas empresas, este termo está mais vivo que nunca nas ações e projetos que muitas delas empreendem.  

Ter empatia poderia ser um bom adjetivo para considerar, já que por diversos motivos as companhias e empresas com especial importância no mercado como para formar opinião estão fundamentando muitas das usas decisões na valorização do coletivo, isto é, uma visão mais holística e integrada à parte externa da organização. Estas mudanças na vida e na sobrevivência dos negócios e das empresas têm tido reflexo nos sentimentos que estão aflorando nos trabalhadores, sendo muito mais fácil de ver o altruísmo, a inteligência emocional, a motivação, se comparado com os sentimentos e atitudes dominantes em outras épocas.  

A questão de ter outra visão além do lucro virou uma forma de mostrar que a empresa não está presa aos antigos conceitos e que está pronta para evoluir e fazer com que as pessoas também se desenvolvam. O uso do coletivismo na vida profissional das pessoas é fantástico para que elas possam ficar mais abertas às mudanças, possam ser mais empáticas entendendo melhor os outros e colocando-se no lugar de seus colegas, ficar por dentro das inovações em diferentes áreas, enfim, o coletivismo pode abrir caminhos na sua trajetória laboral.  

Além das empresas, o simples fato da colaboração mútua que vem embutida no coletivismo, transforma meras ações singelas em possibilidades de crescimento e fomentam a evolução da sociedade como é o caso do Social Good Brasil que ocorre em Florianópolis, o Cajuína Valey na cidade de Teresina (PI).

Fora do país um evento que reúne muitas startups é o Hereeast, este é um ótimo projeto em que as empresas que estão iniciando a sua aventura inovadora podem mostrar o seu trabalho para a comunidade.  

Por Melina Menezes


O Brasil é um dos países que mais contrata profissionais recém-formados, este é o resultado encontrado pelo Linkedln, a famosa rede social que ajuda os profissionais a conseguirem se recolocar no mercado de trabalho.

Ainda de acordo com os resultados obtidos pelo Linkedln, 87% das empresas buscam novos talentos para integrar o seu quadro de funcionários. Este resultado seria perfeito se não fosse que muitas empresas até podem estar contratando estes jovens profissionais, no entanto, não conseguem mantê-los por muito tempo na organização. Isso porque, as empresas ainda não reconhecem as suas falhas no que se refere às motivações que fidelizam esses trabalhadores.  

Os tempos mudaram, por isso aquela velha ideia de que bastava o salário ser atraente para manter o funcionário trabalhando na empresa, já não surte mais efeito. Hoje em dia, os profissionais que recém estão ingressando no mercado buscam priorizar outros aspectos. Um bom relacionamento entre a equipe de trabalho e o seu líder é uma questão mais considerada na hora de decidir se o profissional continua apostando no plano de carreira dentro da empresa ou busca outros horizontes.

A questão relativa ao reconhecimento dentro da organização é outro aspecto que é considerado fundamental e para que o profissional seja reconhecido pelo gestor e por consequência pela empresa, é necessário que o gestor possua capacidade de liderança.

Você deve estar se perguntando qual a relação entre liderança, bom relacionamento, reconhecimento. A liderança é uma característica preciosa em um gestor que tem aos seus cuidados uma equipe de trabalho. A sua capacidade de liderar influenciará na motivação de todos porque ao ser um líder nato a pessoa mostra que o cumprimento dos objetivos é possível e que juntos tudo fica mais fácil. No que se refere ao bom relacionamento, deve-se extirpar a ideia de que um líder é um chefe que ordena e não pede, ao contrario, um bom líder é aquele que tem humildade e solicita a colaboração dos seus funcionários, que ouve suas queixas e que busca o melhor para a equipe.   

No campo do reconhecimento de trabalho, o líder deve sempre mostrar que as atividades realizadas por cada um dos seus colaboradores são imprescindíveis para que o trabalho da equipe seja realizado com sucesso.  

Considera-se então, que a capacidade de liderança é fundamental para que exista um bom ambiente de trabalho, para que as pessoas trabalhem em harmonia e principalmente, para que os profissionais recém-formados possam desenvolver suas habilidades de forma eficaz.  

Por Melina Menezes


Quando somos contratados por uma empresa, sempre devemos fazer o exame admissional, onde será avaliada nossa capacidade de exercer ou não aquela função.

Para quem nunca fez, deve imaginar que você será realmente examinado, mas o que! Aferem sua pressão e olhe lá. Uma meia dúzia de perguntas e pronto. Pode ir trabalhar. O problema é que dependendo da função, exames deveriam ser realmente realizados, pois quem quer entrar numa empresa, está precisando do emprego urgente, não vai dizer na entrevista que tem dores na coluna em uma vaga que exija algum tipo de esforço físico. Simplesmente não vai dizer nada e vai trabalhar. Aí começam os problemas na vida desse profissional. A tensão pelo medo de se machucar vai gerar um outro tipo de problema, a distração, que também é um fator de risco no trabalho. Quanto mais distraído um trabalhador, maiores as chances de se machucar.

Se você é um desses trabalhadores que entraram na empresa com algum tipo de problema, cuide-se. Aproveite se sua empresa oferece algum tipo de plano de saúde e faça exames, realize um tratamento. Dessa forma, você com certeza produzirá mais e estará mais disposto o que pode até resultar numa promoção, pela produtividade aumentada, não é uma boa?

Empresas de grande porte necessariamente têm um Técnico de Segurança do Trabalho. Esse profissional tem a função de evitar que acidentes ocorram dentro da empresa. Ele praticamente fica circulando pela empresa, vistoriando todas as atividades, avaliando se algum trabalhador está exposto a algum tipo de risco. Quando falamos em riscos, não é só despencar de um prédio que é um acidente de trabalho. Som excessivo, produtos químicos, ergonomia (riscos associados à postura, como por exemplo, ficar muito tempo no computador de forma inadequada). Tudo isso oferece risco.

O Técnico de Segurança do Trabalho tem a obrigação de alertar sobre os riscos oferecidos pela função e cobrar da empresa EPI´s (Equipamentos de Proteção Individual) que diminuam os riscos. É um profissional em alta e imprescindível nas empresas.

Por Luciana Viturino


A aparência conta durante uma entrevista de emprego? Sim, e muito. Claro que você não precisa ser um modelo de beleza, esbelto, cabelos na moda, corpo malhado, não, nada disso. O que será avaliado durante um processo seletivo é como você cuida do conjunto que possui, seja ele dentro ou fora dos “padrões” de beleza.

Sua aparência será avaliada também de acordo com a vaga que pretende preencher. Não precisa ir de terno e gravata se a vaga que você está disputando é para Professor de Educação Física. E não vá de tênis e calça jeans se você está disputando um cargo mais formal.

Alguns cuidados básicos servem para todas as situações, como limpeza dos seus calçados. Pode ter certeza que não somente os entrevistadores estarão observando isso, como também seus concorrentes na disputa pela vaga, a secretária que irá te recepcionar. Todos ao seu redor irão reparar nisso. Não na marca, não no modelo, mas no esmero. Diz um ditado que é pelos pés que se começa a conhecer uma pessoa. Se você estiver usando um sapato, que ele esteja limpo e engraxado. Um tênis, deve estar limpo e com os cadarços alinhados. Nada de furinhos ou fita adesiva no tênis, mesmo que a vaga em disputa seja para design de alguma área. Tendo os sapatos limpos e arrumados, o próximo item é a meia. Não use pares diferentes. Parece absurdo, mas existem pessoas que pegam duas meias brancas e acham que a calça tampa a listra vermelha de uma e a listra azul da outra. E que estejam limpas e devidamente higienizadas.

Lembre-se: existem processos seletivos que pedem que se tirem os sapatos durante alguma dinâmica de grupo. Imagina a vergonha se estiver com meias diferentes e ainda por cima com chulé? Melhor inventar uma desculpa e se retirar do processo do que passar uma vergonha dessas.

A Aparência exige todo cuidado. Hoje cuidamos dos pés. Mas lembre-se que você possui um conjunto inteiro que deve estar harmoniosamente limpo e organizado.

Por Luciana Viturino


Uma pesquisa realizada pela Universum com estudantes das áreas de engenharia e TI em 12 países com as maiores economias do mundo, entre eles o Brasil, chegou à conclusão que o Google é a empresa preferida dos universitários.

Segundo a pesquisa, que ouviu 102.618 universitários, a empresa americana Google ficou em primeiro lugar em 6 dos 12 países analisados. A instituição destacou na pesquisa que a preferência pelos estudantes dessas duas áreas é por empresas do ramo de softwares

“São companhias fortemente identificadas com o tipo de cultural empresarial que estes estudantes preferem”, de acordo com o relatório da Universum destinado à imprensa.  

O relatório também informa que empresas deste setor também oferecem possibilidades de crescimento e altos salários para os jovens que conseguem uma vaga de trabalho. Abaixo, você poderá notar quais as 10 principais empresas selecionadas pelos universitários de engenharia e TI:  

1. Google

Posição no ranking mundial: 1º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 3º

Posição no ranking de TI do Brasil: 1º  

2. Microsoft

Posição no ranking mundial: 2º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 9º

Posição no ranking de TI do Brasil: 2º  

3. BMW

Posição no ranking mundial: 3º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 11º

Posição no ranking de TI do Brasil: 27º  

4. Apple

Posição no ranking mundial: 4º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 5º

Posição no ranking de TI do Brasil: 3º  

5. General Eletric

Posição no ranking mundial: 5º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 27º

Posição no ranking de TI do Brasil: 55º  

6. IBM

Posição no ranking mundial: 6º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 38º

Posição no ranking de TI do Brasil: 5º  

7. Intel

Posição no ranking mundial: 7º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 29º

Posição no ranking de TI do Brasil: 6º  

8. Siemens

Posição no ranking mundial: 8º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 32º

Posição no ranking de TI do Brasil: 32º  

9. Sony

Posição no ranking mundial: 9º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 22º

Posição no ranking de TI do Brasil: 11º  

10. Shell

Posição no ranking mundial: 10º

Posição no ranking de engenharia do Brasil: 44º

Posição no ranking de TI do Brasil: 68º  

Você pode conferir o ranking completo no site do Universum.

Por William Nascimento


Todos os dias vemos nos mais diversos meios de comunicação ofertas de trabalho, sejam em sites, TV, rádio, blogs e nas redes sociais. Isso se dá devido ao desenvolvimento do país. Empresas, indústrias, comércios estão sempre em busca de novos empregados para atender a demanda de seus clientes. Mas muitas encontram dificuldade por conta da falta de profissionalização em algumas áreas. Vagas sempre existem, o que falta é mão de obra qualificada; tenho certeza de que você já ouviu isso em diversos locais. 

Um paradoxo às ofertas de trabalho ainda é o alto índice de desemprego no país, mas por que será que isso ainda acontece? O motivo é claro: falta investimento em conhecimento e há diversos cursos gratuitos em todo o país, nas mais propícias áreas. Só que a acomodação das pessoas levam-nas a uma constante perda de benefícios, podendo evoluir no trabalho e chegar aos grandes postos dentro de uma empresa. Talvez falte também a motivação por parte dos empregadores, incentivando seus funcionários a se desenvolver.

Áreas no setor administrativo, recursos humanos, comércio e vagas de estágio estão entre as maiores prioridades das ofertas anunciadas. Muitas destas vagas pedem experiência, mas como tê-la se ninguém dá oportunidade de aprender? Essa é a maior reclamação das pessoas que procuram emprego, algumas até em busca do primeiro. Deveria existir um programa de capacitação dentro das empresas, onde o futuro contratado faria um estágio, para adquirir experiência, com carga horária e salários menores, como existe nas vagas de menor aprendiz.

O Brasil conquista a cada dia novas oportunidades de trabalho e é graças a isso que muitas famílias conseguem sobreviver e comprar o pão de cada dia. O ganho é dos dois lados: tanto do contratante quanto do contratado, um desenvolvimento que gerará recursos para diversas pessoas, trabalho conjunto que tende a crescer cada dia mais. Isso demonstra que o mercado de trabalho vai proporcionar uma grande evolução nos índices de desenvolvimento do país. 

Por Agnes Lutterbach Moreira da Costa


Devido ao fato de que os recrutadores costumam receber diversos currículos a análise feita por eles de cada um costuma ser coisa de segundos (superficial). Ser claro, objetivo e apresentar apenas o necessário pode chamar a atenção do recrutador para um currículo em específico. Focar no que é importante e tomar cuidado para que o currículo não pareça mais uma tese de mestrado do  que um documento de apresentação são alguns dos cuidados. Entretanto, não é só isso.

O site americano Business Insider fez uma lista de alguns itens que não devem ser colocados nos currículos. Abaixo selecionamos e comentamos alguns deles confira:

– Objetivo:

Se a pessoa está se candidatando para uma determinada vaga já está mais do que claro que ela quer aquela função. Então não é preciso mencionar isso. A exceção vai para o caso da pessoa estar mudando de setor de atuação. Nesse caso sim, o objetivo e um pequeno resumo das qualificações vão bem.

– Experiências sem importância:

Nessa classe entram trabalhos muito antigos, coisas que não aumentam a experiência do candidato ou não contribuem em nada para a atual vaga não são necessários no currículo. Isso acaba contribuindo para que o documento seja mais focado e tenha maior possibilidade de ser analisado.

– Dados pessoais:

Nome e contato nem se fala. Entretanto, algumas pessoas não se limitam a isso e colocam informações sobre a orientação sexual, estado civil e até o número da carteira de trabalho. Completamente desnecessário.

– Hobbies:

Nenhuma empresa está se importando com o que o seu futuro funcionário faz nas horas vagas. Se o hobby nada tem a ver com o futuro emprego pode tirar fora do currículo.

– Uso dos pronomes pessoais:

O currículo é do candidato e o recrutado já entendeu isso muito bem. Então nada de colocar eu fiz isso, eu fiz aquilo. Nada de escrever na terceira ou primeira pessoa.

– E-mail:

Tá certo que o e-mail é uma forma de contato com o profissional. Mas cuidado ao escolher o endereço. A dica é evitar endereços que tenham apelidos ou palavras “não muito profissionais”.

Por Denisson Soares


Incentivar os funcionários de uma empresa a terem uma boa saúde é ter a certeza de que eles estão de em suas melhores condições para desenvolver o que for solicitado. Por isso, o gestor precisa se preocupar e incentivar uma vida saudável. Veja as dicas:

1 – Suco natural

Incentivar as pessoas a trocarem o refrigerante por um suco natural é um ótimo começo. Refrigerante tem muito sódio que faz com que o corpo retenha líquido e, consequentemente, pode levar a uma série de problemas de saúde.

Além disso, engorda e não oferece nenhum nutriente para o organismo. Você pode, por exemplo, começar a oferecer suco para eles, deixar à disposição no escritório e colocar alertas falando da importância de trocar o refrigerante pela bebida natural.

2 – Refeições adequadas

Além de a pessoa precisar ter uma alimentação balanceada, consumindo frutas e verduras, é muito importante que ela possa se alimentar a cada três horas. Para incentivar isso, você pode criar a “hora do lanche” no local de trabalho.

Permita que a pessoa pare por dez minutos em cada expediente, para que possa se alimentar com uma fruta ou barra de cereal que tenha levado. Antes de colocar a “hora do lanche” em prática, explique o porquê disso ser criado e oriente-os a levarem uma alimentação de qualidade.

3 – Consumo de água

É muito importante que as pessoas bebam água durante o dia todo. Para que isso seja mais fácil, deixe bebedouro com água potável para as pessoas que estão trabalhando. Permita também que elas tenham uma garrafinha de água sobre a mesa, para facilitar e incentivar o consumo.

4 – Medicação

Alerte as pessoas sobre os problemas e os perigos da automedicação e sempre que necessário, permita e dê condições para que o seu colaborador vá ao médico. Para isso, ter um plano de saúde que atenda as pessoas que trabalham em sua empresa é essencial. 

Aplique isso em sua empresa e verá a melhoria do rendimento dos funcionários. 

Por Milena Godoy


Está preparando o currículo? Então fique atento e inclua nele aquelas habilidades que não são tangíveis, mas que são verdadeiramente importantes na hora em que os empregadores decidem quais candidatos podem estar na lista de novos contratados.

No meio empresarial elas são conhecidas como “soft skills”, nada mais são que habilidades relacionadas às características de personalidade do candidato e são consideradas por grande parte dos empregadores como habilidades fundamentais no momento de decidir qual profissional escolher. Em muitos casos, elas são reconhecidas como requisitos tão importantes quanto às competências técnicas e por vezes são entendidas como mais importantes que esse conhecimento técnico. Estas conclusões foram retiradas de uma pesquisa realizada pelo site CareerBuilder, página web dedicada ao recrutamento, nesta investigação foram pesquisados gestores e profissionais especialistas em gestão de pessoas.

A procura pelo “candidato ideal” é feita verificando que as habilidades intangíveis sejam tão boas quanto os conhecimentos técnicos. Por vezes fica um pouco difícil saber de que tratam essas habilidades de personalidade, assim nem sempre as pessoas quando procuram um posto de trabalho reconhecem em si determinadas características comportamentais e de atitude que podem ser decisivas no momento de desempenhar sua função.

Algumas dessas habilidades tidas em conta são: a habilidade para resolver problemas, assumir desafios, ser confiável, entregar no prazo o que promete, capacidade de motivar, proatividade, doação para o trabalho, enfim, estas são apenas umas das mais importantes e mais solicitadas pelos recrutadores.

Na pesquisa mencionada acima fez-se uma lista das dez habilidades mais consideradas pelas empresas, em primeiro lugar ficou a ética no trabalho e no desempenho das atividades relativas a ele e em último ser confiante e seguro de si.

Quando for montar o seu currículo não cite habilidades que você não possui, pois caso contratado você deverá demonstrá-las e ficará chato se o seu novo chefe descubra que mentiu tão logo no seu primeiro contato com a empresa.

Por Melina Menezes


Está pensando em retornar a uma vaga antiga de trabalho, ou seja, voltar a uma antiga empresa, porém, deseja saber o que realmente vai ser analisado pelos gestores na hora dessa recontratação?

Se a sua resposta é sim, saiba que hoje vamos fazer esse artigo com o objetivo de aprimorar ainda mais seus conhecimentos, pois através dele vai ser possível fazer uma breve análise do seu perfil e saber se realmente essa é uma boa oportunidade.

Nos dias de hoje é muito comum que as pessoas trabalhem durante um período na empresa, e depois, por não encontrar um ambiente tão agradável como a que antiga oferecida tendem a tentar voltar ao mesmo local.

Isso pode acontecer por outros motivos, como salário, benefícios, localidade, amigos, entre outras coisas relacionadas.

Porém, as empresas questionam muito o motivo por qual foram desligados, e se por acaso tenha sido um mau funcionário, a admissão pode se tornar algo quase impossível.

Por isso, as empresas tendem a fazer as seguintes perguntas para os candidatos, e elas são:

Você é um bom candidato para ser recontratado? Essa é uma pergunta que deve ser respondida sem muita hesitação, e estar preparada para ela é com certeza um grande diferencial.

Algum amigo antigo de trabalho ainda atua na empresa? Fazer amizades boas em uma empresa pode ser sim um grande passo para a nova admissão, mas vale ressaltar que o mesmo deve ter um perfil positivo, pois caso o contrário, a indicação do mesmo pode te prejudicar.

Seu ex-chefe ou líder ainda atua na empresa? Essa é uma pergunta de praxe, e caso o seu ex-chefe ainda estiver trabalhando na empresa, com certeza informações serão solicitadas, como faltas, se as metas eras alcançadas, e demais coisas relacionadas.

E ainda vai ser questionado quais foram os motivos da sua saída, e nesse momento não fale mal da empresa, mesmo que algo de errado tenha acontecido. E seja o mais sincero (a) possível. 

Por Josiane Fernandes de Jesus


É comum nos dias de hoje, ao participar de uma entrevista ou seleção, o candidato não ter uma resposta após alguns dias, mesmo que ela seja negativa. Empresas que agem desta forma têm um ponto negativo, pois é muito desconfortável para o candidato.

Contudo, não podemos ficar a mercê de uma vaga assim na qual não sabemos o resultado por parte da empregadora. Desta forma, vamos dar algumas dicas sobre o que fazer quando isso ocorrer.

Primeiramente, o melhor a fazer é tomar iniciativa e em alguns casos, ligar ou enviar um e-mail perguntando pela contratação e reforçar o interesse pela vaga. Entretanto, temos de tomar cuidado para a quantidade de e-mails enviados, porque pode parecer um candidato irritante ou desesperado. Mas se tivermos outra visão e não fizermos nada, ficarmos estagnados esperando a empresa retornar e pode parecer também falta de interesse por parte do candidato.

Outra característica de fundamental importância é ser simpático, seja por e-mail seja por telefonema, ainda que estejamos irritados com o empregador, pois eles poderão ainda estar selecionando candidatos.

Em alguns casos atentar-se para as redes sociais e interagir com amigos que trabalham ou já trabalharam na empresa para obter notícias sobre o status do processo de seleção pode ajudar. Todavia, outros preferem receber o feedback durante a entrevista, o que não ocorre na maioria das vezes. E após alguns dias, caso o candidato não consiga ter um retorno da empresa, o melhor a se fazer é procurar outro emprego. Sabemos que a rejeição é traumatizante, porém, o melhor é aceitar que você não era o candidato certo para a vaga.

Vale lembrar que não podemos levar para o lado pessoal, pois muitas vezes a vaga tem seus requisitos, salários, carga horária e isso pode significar que ele não tenha as habilidades necessárias. A parte da pós-entrevista não demonstra diretamente a cultura corporativa da companhia e isso poderá ser visto ao se candidatar a outro cargo.

Por Luciana Viturino


Muitas empresas de renome permitem excercer a função na modalidade Home Office e apostam no crescimento das propostas para este ano. São elas: Ticket, 3M, Philips, Unisys, Softtek, Avaya, AES Brasil e a Locaweb.

Na Ticket, o foco é direcionado para a área de vendas desde o ano 2000, e, segundo o Diretor Eduardo Távora, as vendas aumentaram em 40%. No total são 150 colaboradores que trabalham em casa e que receberam todo o suporte para montar o escritório ou fazer alguma adaptação, se necessário.

A 3M é outra organização que já completou uma década trabalhando dessa maneira. Parcialmente acontecem reuniões para discutir os resultados e manter o laço com o funcionário, afirma o Diretor José Fernando do Valle. A Phillips vem espandindo o seu conceito Work Place Innovation onde já deixou de lado os telefones portáteis e os computadores de mesa, cerca de 15% apenas continuam em funcionamento.

Parte das atividades da Unysis também são realizadas em Home Office e, segundo a Diretora de RH Adriana Albuquerque, trabalhar na tranquilidade de casa está garantindo mais resultados, devido a satisfação pessoal do colaborador. A norte americana Softtek possui 20% dos seus colabores trabalhando na modalidade, porém a empresa dá preferência para os funcionários de mais idade.

Já a Avaya Brasil oferece a flexibilidade na prática, já que, para a maioria dos cargos, duas vezes por semana o trabalho é realizado em casa para toda a equipe. A AES Brasil adotou a prática no ano de 2012 sob forte treinamento de gestores para o controle e equilíbrio dos funcionários. A empresa oferece a liberdade para que cada colaborador trabalhe no conforto da sua residência, apresentando resultados todas as semanas.

Os gestores também são responsáveis pela monitoração das atividades executadas fora do local de trabalho. Todas as empresas citadas dispõem de canais próprios para contratações, basta acessar o site oficial de cada uma delas e encaminhar o currículo atualizado informando sobre a disponibilidade de trabalhar em casa – caso o candidato possua escritório adaptado.

Por Luciana Ávila


Final do ano chegando e não são apenas as festividades que ganham foco nessa época. Os empregos temporários também viram foco por serem a grande oportunidade que muitos jovens precisam para sair do desemprego. Vagas de vendedores, caixas, atendentes e diversas outras chances são abertas todos os anos nessa época em busca de jovens que queiram trabalha por 3 meses e claro, mostrar empenho para que comece o ano com um novo emprego.

Grandes lojas como Riachuelo, C&A, Renner, Esplanada, entre outras, sempre abrem novas vagas para jovens que buscam uma oportunidade de emprego, mesmo que temporária. Então visite o site dessas e de outras lojas do ramo e não deixe de se candidatar às vagas em aberto e torcer para se convocado para uma entrevista de seleção.

Não esqueça que essa é a época, então não economize nas pesquisas ou nos currículos, analise todas as propostas e escolha a que mais agradar você. Lembre-se sempre que após as festividades de dezembro, as empresas sempre abrem oportunidades para quem se destaca e realmente mostra interesse e capacidade para ocupar o cargo.

Caso você não conheça nenhuma empresa ou como começar a sua busca, fazendo uma pesquisa por “empregos final do ano” no Google. Você encontrará diversas e ótimas oportunidades de vagas no Brasil inteiro e em diversas áreas. Vale lembrar que buscando por vagas em empresa de produção ou comércio com certeza terá uma chance maior de ser empregado.

E então, vai perder essa ótima oportunidade ou vai seguir nosso conselho e começar o ano já com um novo emprego? 

Por Monique Belmont


A Câmara dos Deputados está avaliando a possibilidade de aprovar uma lei que permitirá que sindicatos fechem acordos coletivos com empresas. Caso seja aceita, a proposta vai de encontro à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A ideia dos parlamentares favoráveis ao projeto seria a de deixar mais flexível o relacionamento entre funcionários e empregadores através da criação do Acordo Coletivo de Trabalho com o Propósito Específico, conhecido também como Acordo Coletivo Especial.

A princípio, a CLT somente autoriza os acordos feitos por sindicatos de modalidades de trabalho econômicas, mas esta medida será ampliada caso o projeto venha a ser autorizado.

Por enquanto, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT/RS) e outros líderes partidários discutiram a proposta que foi apresentada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre. A justificativa do sindicalista para a apresentação da mudança seria o fato de a CLT conseguir “engessar” algumas relações trabalhistas, limitando os direitos dos trabalhadores.

Por outro lado, alguns deputados avaliam que a proposta deve ser avaliada com cuidado para não acabar ferindo alguns direitos garantidos hoje para os trabalhadores. Mesmo assim, eles analisam que a proposta pode ser bem-vinda.

Por Matheus Camargo

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados


Passamos boa parte de nossa vida estudando. Passamos pelo ensino infantil, fundamental, médio, técnico, graduação e ainda fazemos cursos de extensão e pós-graduação. Então, quando nos tornamos adultos, temos mania de achar que tudo já valeu a pena e que já estamos prontos para o mercado de trabalho. Ledo engano.

Cada vez mais as empresas procuram profissionais realmente qualificados para exercerem funções de gestão e coordenação e isso implica em nunca parar de estudar, mantendo-se sempre atualizado.

Não aprendemos na escola e muito menos na faculdade as melhores práticas para realização desse tipo de atividade em nossas empresas. Temos ainda um caminho longo a percorrer para chegarmos à excelência.

Existem diversos cursos e certificações que visam ensinar as melhores formas de se trabalhar em determinadas áreas. Para certificações na área de TI, por exemplo, existem cursos preparatórios de todos os tipos, dos mais baratos de longa duração aos mais caros de curta duração. Esta é só uma parte do caminho que você deve trilhar rumo ao topo.

Com a exceção de alguns poucos iluminados, quase ninguém termina a faculdade e já começa a trabalhar como gerente ou diretor de uma companhia. É preciso adquirir conhecimento e experiência durante o caminho, para estar pronto ao assumir posições mais elevadas.

Por Thiago Ribeiro


Para os aposentados que querem complementar a renda e se manter ativos, o mercado de trabalho traz uma boa notícia.

De acordo com a consultoria de Recursos Humanos Hays, 20% das companhias contratam aposentados, sobretudo na área técnica (75%), diretoria (33%) e gerência (28%). Mais especificamente, a maior parte dos cargos destinados a aposentados encontra-se nos cargos técnicos de engenharia, finanças e comercial.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o gerente da consultoria, André Magro, explica o fenômeno: isso tem ocorrido por falta de mão de obra e por causa da experiência que esses profissionais trazem, permitindo retorno imediato à empresa que os contrata.

Ainda segundo a reportagem do jornal, os setores que mais contratam são: serviços (25%), consumo (10%), telecomunicações (8%), farmacêutico (7%), automobilística (5%), eletroeletrônico (5%), indústria de construção (5%), química e petroquímica (5%), bens de capital (4%), entre outros.

O melhor é que nem sempre o idoso precisa ter experiência para usufruir dessa tendência de mercado. Nesse sentido, o Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, criou o Programa da Terceira Idade, para pessoas acima dos 55 anos, a fim de usar a simpatia desses profissionais para melhorar o relacionamento com os clientes. Tais colaboradores exercem as funções de caixa, consultoras de lojas e empacotadores.

Por Christiane Suplicy Curioni


O Ministério do Planejamento fez uma previsão para 2014 e o resultado não foi nada animador: os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que são utilizados para pagar abonos salariais, deverão crescer 62,67% em relação a 2011 (o que representa um gasto de R$ 15,91 bilhões), beneficiando cerca de 21,3 milhões de trabalhadores brasileiros (contra 17,9 milhões de trabalhadores em 2011, que custaram R$ 7,56 bilhões aos cofres públicos).

Para garantir o equilíbrio das contas do FAT, o Ministério sugeriu que empresas com índice de rotatividade de empregados acima da média nacional (que hoje está em 37% ao ano, de acordo com o Dieese) passem a pagar um imposto extra. Dessa forma, tais empresas dividiriam os custos com o Governo Federal, evitando um possível rombo nas contas do Fundo de Amparo.

O Ministério do Trabalho informou que não há nenhum estudo visando alterar as regras para o abono salarial. Mesmo se houvesse, tais alterações só podem ser efetuadas mediante aprovação do Congresso. Desta forma, a alternativa mais viável seria justamente a criação do imposto para as demissões.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


Todos sabem a importância de elaborar um bom currículo para conquistar uma chance de emprego. Porém, também é necessário ficar atento a respeito do modo como as empresas avaliam os candidatos através de suas informações curriculares.

Muitos candidatos acreditam que o foco está na foto de apresentação. Contudo, na primeira análise, o conteúdo é o mais importante. É claro que um currículo organizado e bem feito vale bastante. Mas o principal requisito avaliado pelos recrutadores é a experiência, pois se entende que profissionais com boas experiências podem se adaptar mais rápido à rotina da empresa e gerar bons resultados em menos tempo.

Outro destaque se refere ao uso das mídias sociais. Os empregadores consideram as informações que os candidatos divulgam em suas redes de relacionamento. Portanto, cuidado para não ser desclassificado por falas e fotos inapropriadas. Um avaliador busca coerência no comportamento e na qualidade do currículo dos interessados em ingressar numa empresa.

Boa Sorte!

Por Melisse V.


Representantes da Federação Internacional de Futebol (FIFA) mostraram preocupação quanto aos atrasos do Brasil na preparação para a Copa do Mundo de 2014. Em menos de três anos, estádios, rede hoteleira, sistemas viários meios de transporte, segmento aéreo e tantos outros envolvidos devem estar totalmente preparados, do contrário a imagem do país poderá ser bem negativa, inclusive porque em 2016 as Olimpíadas serão recebidas pela cidade do Rio de Janeiro.

Levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) intitulado ‘Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede’ aponta que diversos setores se beneficiarão da Copa no quesito emprego, entre eles o turismo, a construção civil, a tecnologia da informação e outros ramos ligados ao campo turístico.

O Sebrae-SP participará ativamente do mundial por meio de um programa específico, o qual destinará R$ 79,3 milhões em recursos a serem aplicados em acesso a mercados, programas de inovação e de consultoria. A entidade aponta que pequenos negócios poderão se beneficiar não apenas durante o evento, mas antes e após, dentre os quais fornecedores de uniformes, empreendimentos ligados à alimentação, agências de viagens, artesanato, empresas de TI, entre outros mais.

De acordo com o levantamento do Sebrae-SP, o número de oportunidades de negócios chegará a 448 para as pequenas empresas. Em outras palavras, o empresário que tiver o interesse em angariar bons frutos deve se preparar desde já.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os reflexos de crescimento da economia brasileira, no ano passado, continuam presentes em 2011. Mesmo após o Banco Central (BC) ter adotado diversas medidas, os consumidores e empresários se mostram otimistas, embora, no decorrer dos próximos meses, as iniciativas da entidade financeira devam apresentar, de fato, os resultados desejados.

Segundo a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, para 72% dos 1.014 empresários brasileiros consultados o faturamento de suas empresas crescerá mais neste ano em relação a 2010, índice amplamente superior aos 18% entre aqueles que preveem manutenção de número e mais ainda em comparação aos 10% que projetam queda.

Separado por portes, o levantamento revela que para 79% dos empresários das médias companhias o faturamento crescerá, índice que decresce para 78% quando a consulta é delimitada a grandes empresas. Nas pequenas empresas, 70% de seus comandantes aguardam resultados mais positivos.

Dado que devem interessar aos desempregados e trabalhadores que querem mudar de emprego: 35% dos empresários anseiam aumentar a contratação, enquanto 58% aspiram manter o atual quadro de funcionários. Apenas 7% tendem a diminuir seu pessoal em 2011.

Caso os números estimados componham a realidade, é possível que a previsão de 3 milhões de empregos formais a serem criados em 2011, segundo Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, seja concretizada.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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