Como se preparar para conseguir um emprego.

No Brasil, a taxa de desemprego vem aumentando com certa regularidade, desde o ano de 2015. Segundo as estimativas, em 2016, a taxa deve atingir 10%. O numero mais alto atingido nos últimos anos.

Somando o aumento do desemprego à atual crise que assola o país, muitas pessoas vêm sofrendo, passando dificuldades, com uma situação financeira prejudicada. Como então se colocar de maneira efetiva no mercado de trabalho, se tornando irrecusável, ou indispensável para as empresas?

O primeiro passo é definir uma meta. Um cargo ou empresa especifica em que queira trabalhar.

Tendo estabelecido um objetivo é hora de se tornar apto a alcança-lo. Primeiramente formule seu currículo, tente mantê-lo o mais limpo e objetivo possível. Destaque suas qualidades e experiências ( experiências, de preferencia, que venham a influir na decisão dos recrutadores para o cargo que deseja.).

Mesmo organizando seu currículo, ainda não conseguiu a vaga? Então se mexa hora de se qualificar. Cursos online, ou presenciais e workshops são ótimos agregadores de valor ao seu currículo. Invista neles! Não tem dinheiro para gastar? Existem milhares de cursos gratuitos com certificado online. No site da fundação Getúlio Vargas existem cursos grátis focados em diversas áreas, todos com certificado e na maioria deles não são gastas muitas horas.

Ótimo, seu currículo foi selecionado! Hora da entrevista.

Coisas simples podem mudar o rumo de todas as suas entrevistas.

Sempre chegue pelo menos meia hora antes do horário combinado, sua avaliação começa no momento em que entra na empresa. Trate os funcionários da empresa com respeito, nunca se sabe quem pode influenciar na sua contratação. Estude sobre a empresa, pesquise, conhecimento sobre a empresa pode ser necessário durante a entrevista. Use roupas formais e bem passadas, sua aparência é seu cartão de visitas, então tenha certeza de sempre estar apresentável.

Pratique as possíveis perguntas que podem ser feitas nas entrevistas para nunca ser pego de surpresa. Treine com uma pessoa ou até mesmo de frente para o espelho.

Sinta-se confiante, se seu currículo foi selecionado você tem as mesmas chances de qualquer outro candidato de ser contratado. Sua atitude em uma dinâmica pode contar pontos a seu favor.

Agora que já tem uma noção do que fazer, vá e conquiste seus objetivos!


IBGE estima que são 8,6 milhões de pessoas desempregadas atualmente.

Uma das principais consequências do atual cenário econômico do Brasil é justamente o crescimento da taxa de desemprego. Nesta terça-feira, 29 de setembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os dados referentes à taxa de desemprego no último trimestre. O resultado não é agradável, haja vista a taxa de desemprego já registrar 8,6%. Trata-se da maior taxa da série deste indicador que teve início em 2012.

É importante destacar que a taxa de desemprego do trimestre considerado registrou aumentou em relação ao trimestre anterior, haja vista a taxa do segundo trimestre de 2015 ter ficado em 8%. O resultado do terceiro trimestre também é negativo quando a comparação é feita com o mesmo período em 2014, pois a taxa no ano passado ficou em 6,9% se consideramos o mesmo período.

Com isso, o IBGE estima que 8,6 milhões de pessoas seja o número de desocupados atualmente.

Caso não saiba, os números aqui destacados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. A mesma irá substituir a já conhecida Pnad anual, bem como a Pesquisa Mensal de Emprego, a PME. Ao todo, fazem parte dos dados da pesquisa nada menos que 3.464 municípios o que resulta em cerca de 210 mil domicílios entrevistados em um trimestre.

Outro detalhe importante é que os números apontados pela Pnad Contínua são superiores em relação à taxa registrada pela PME. A PME aponta que a taxa de desocupação no país é de 7,5% em julho, sendo que a média de maio a julho é de 7,03%. Vale ressaltar que a PME tem como base de seus cálculos apenas seis regiões metropolitanas o que resulta em cerca de 45 mil domicílios.

Além disso, a pesquisa feita pelo IBGE também aponta que o número de trabalhadores com carteira assinada sofreu baixa. Ao todo, o recuo é de 0,9% quando a comparação é feita com o trimestre anterior. Com isso, são 337 mil trabalhadores que perderam a carteira assinada.

Por Bruno Henrique


Taxa de emprego recuou 0,7% em julho deste ano na indústria brasileira.

Os atuais problemas econômicos têm gerado consequências graves em diversos setores de nossa economia. A indústria, por exemplo, é um dos setores que mais sofre com a crise atual. Um grande exemplo disso é a taxa de emprego que recuou 0,7% na virada junho para julho. Vale ressaltar que esse é um dado oficial do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

É importante destacar que quando a comparação é feita com julho de 2014 o resultado é ainda pior, pois a queda real é de 6,4%. Tal resultado representa nada menos que o 46º resultado negativo em 2015 para esse tipo de taxa. Já em relação ao acumulado dos sete primeiros meses de 2015, a baixa é de 5,4%. O acumulado dos últimos meses aponta uma queda nos empregos da indústria de 4,9%.

Um fato bastante preocupante é que analisando os diversos setores da indústria brasileira, 17 dos 18 pesquisados registraram baixa na taxa de emprego em relação à comparação feita com julho de 2014. Dentre os principais destaques negativos está o de meios de transporte que apresentou baixa de 11,9%. O pior resultado do período foi do setor de máquinas e aparelhos eletrônicos e de comunicações que registrou baixa de 15,1%. Máquinas e equipamentos, produtos de metal e outros produtos da indústria de transformação também tiveram taxas de quedas altas, sendo elas 9,1%, 10,7% e 10,1%, respectivamente.

Além disso, a taxa de desempregado não foi a única que recuou na comparação feita com junho de 2014. O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria brasileira apresentou recuo de 1,8%. O resultado de julho foi muito impactante, haja vista junho ter registrado um aumento de 1,3% na folha salarial.

Apesar disso, a queda de 1,8% registrada em julho é ainda menor quando a comparação é feita com julho de 2014. Nesta linha de comparação a queda real foi de 7%, sendo assim, estamos falando da décima quarta taxa negativa consecutiva do período considerado.

Por Bruno Henrique


Segundo o Cofecon, o Brasil terá uma redução de empregos com carteira assinada ainda maior no 2º semestre de 2015 e irá encerrar o ano com 1 milhão de vagas a menos.

De acordo com o Conselho Federal de Economia, o Cofecon, o Brasil deverá reduzir ainda mais os empregos no segundo semestre deste ano. O estudo da instituição divulgada na semana passada indica que o país deve encerrar o ano com 1 milhão de vagas com carteira reduzidas. Sendo assim, a segunda metade do ano será ainda pior do que a primeira, que registrou redução de 345 mil postos formais.  

Para o Cofecon, os sucessivos reajustes da taxa de juros Selic estão provocando um impacto decisivo sobre a geração de empregos nos últimos anos no país. No último ano, tal efeito foi intensificado, gerando uma redução significativa no número de vagas de emprego.

Segundo estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o começo do ciclo de elevação dos juros básicos, em abril de 2013, deparou-se com a redução da geração de empregos nos principais centros do país. Há dois anos, a taxa Selic estava em 7,25% ao ano, o menor nível da história.

No segundo semestre de 2014, o Brasil fechou mais de 176 mil postos de trabalho formais, com carteira assinada. Já nos seis primeiros meses de 2015, a redução praticamente dobrou, alcançando 345 mil postos de emprego. Esta é uma das maiores extinções de emprego da história no Brasil, que segundo o Cofecon, é resultado do sufocamento da economia através da elevação da Selic.  

Em nota, o Cofecon afirmou que os ajustes de curto prazo na economia brasileira têm refletido diretamente nas condições e na qualidade de vida de grande parte dos brasileiros. Para a entidade, a redução da Selic não é o único motivo para a redução das vagas de emprego. Muitas das práticas defendidas pelo órgão não estão sendo executadas da maneira correta e intensa. Entre elas estão a simplificação tributária, a retomada do programa de concessões, as condições favoráveis ao crédito, a redução da burocracia, os incentivos à ciência, tecnologia e inovação, entre outras.  

O Cofecon também é a favor do aumento da competição entre as instituições bancárias. Para isso, a entidade defende a adoção de medidas que reduzam a diferença entre as taxas pelas quais os bancos captam os recursos e as taxas que fornecem aos consumidores. Este indicador é considerado uma das principais fontes de lucro das instituições financeiras. 

Por William Nascimento


Com a crise econômica assolando o Brasil, os jovens da Geração Y passam pela 1ª vez por um período de desemprego ou acúmulo de tarefas.

A "Geração Y" é a geração da internet, aqueles que nasceram na década de 80 e crescerão convivendo com as novidades do mundo da tecnologia e a inserção da internet no dia a dia de todos. Esta geração cresceu com a comodidade do mundo moderno, viu de perto o desenvolvimento econômico, as empresas investindo pesado em contratações com altos salários, mesmo sendo jovens sem experiência profissional, mas com conhecimentos tecnológicos e "antenados" com todas as novidades do mercado.

Mas o mundo mudou, infelizmente, para pior, pois a economia de vários países entrou em crise, inclusive aqui no Brasil e pela primeira vez, a Geração Y teve que conviver com o desemprego, sem saber na grande maioria das vezes, como enfrentar a crise econômica que assola o país.

Estes jovens cresceram em um ambiente profissional onde as oportunidades de trabalho eram fartas e eles podiam escolher onde trabalhar, optando pela empresa que lhes pagasse o melhor salário e lhes dessem oportunidades reais de crescimento e liberdade profissional. Era um período de muita prosperidade e eles cresceram mergulhados nesta realidade.

Mas desde o ano passado que o desemprego vem aumentando e os jovens se depararam com uma situação nova para eles. Diferentemente dos funcionários mais antigos, que já atravessaram diversas crises, a Geração Y foi surpreendida pela crise e, pela primeira vez, eles ficaram sem saber o que fazer!

O desemprego vem crescendo principalmente entre os jovens de 18 a 24 anos, pois as empresas agora não querem investir em funcionários, querem é funcionários experientes em crises, que saibam lidar com a situação e possam ajudar a empresa a cortar gastos e conseguir aumentar o lucro sem ter que fazer grandes investimentos.

E tem mais um problema que a Geração Y está enfrentando que é o acúmulo de tarefas. Antes, estes jovens eram responsáveis por um único serviço, um único projeto, eram cercados de outros funcionários que ficavam responsáveis por outras questões. Mas agora as empresas estão “enxugando” o quadro de funcionários e quem não é demitido é muito mais cobrado, precisa apresentar resultados, mesmo com pouco investimento e ainda tendo que fazer várias tarefas.

Assim como as gerações anteriores tiveram que aprender a lidar com a crise, agora é a vez da Geração Y, deixar de lado o passado e viver este novo e cruel presente.

Por Russel


IBGE registrou uma alta no número de desempregados entre pessoas com idade de 18 a 24 anos. Índice chegou a 16,4%.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o mês de maio registrou um aumento do número de desempregados entre os mais jovens. Segundo o instituto, em um ano o desemprego entre as pessoas com idade entre 18 e 24 anos passou de 12,3% para o índice de 16,4%. Em comparação com o mês anterior – abril – a alta foi de 0,2 ponto percentual. O instituto realiza pesquisas semelhantes mensalmente no país.

O instituto afirma que o desemprego entre os jovens é historicamente sempre maior, quando comparado com as outras faixas etárias em idade de trabalho, mas essa variação registrada no intervalo de apenas um ano, demonstra o quanto as dificuldades enfrentadas pelo mercado de trabalho durante a crise econômica do Brasil estão sendo sentidas de forma mais intensa por essa faixa da população.

O aumento do desemprego também atingiu outras faixas etárias, mas a alta foi menor:

Para os trabalhadores na faixa etária entre 25 e 49 anos, a variação do desemprego foi de 3,9% no ano passado para os atuais 5,6%.

Já a população com mais de 50 anos sofreu aumento do desemprego de 1,8% para os atuais 2,5%.

A pesquisa foi divulgada pelo instituto na última quinta feira, dia 25. O índice total de desemprego registrado pela pesquisa mensal no mês de maio foi de 6,7%, o que é a maior taxa para o mesmo mês desde o ano de 2010.

Não há explicações certas quanto aos reais motivos que levam ao número elevados de jovens desempregados em épocas de crise, mas se analisarmos o cenário econômico brasileiro, vemos que o período não é dos melhores para novas contratações, e quando o candidato não possui experiência, como é o caso dos jovens, a situação de agrava ainda mais.

A boa notícia é que os jovens que já estão empregados têm a possibilidade de manter seus trabalhos diante essa crise se a situação de sua empresa estiver estável,  pois as empresas não vão querer gastos com demissões e contratações de novos funcionários. Se a economia da empresa não estiver das melhores, o risco de demissão aumenta, e infelizmente os funcionários menos experientes sempre são as primeiras opções para reduzir a folha de pagamento.

Por Patrícia Generoso


Devido à crise, mais pessoas estão procurando emprego, mas se o país não produz, não gera empregos e não há vagas para serem ocupadas.

O índice de desemprego no Brasil voltou a subir e chegou a 8% no trimestre encerrado no mês de abril. De acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o mercado de trabalho brasileiro está marcado pela forte procura por emprego, corte de vagas e queda na renda.

O dado divulgado no dia 10 de junho pelo IBGE ficou apenas 0,1% acima da taxa registrada no primeiro trimestre. O número representa o maior patamar da série iniciada em 2012 para o trimestre encerrado no mês de abril, além de também ser o pior do que o registrado no trimestre encerrado em janeiro (6,8%). No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego havia ficado em torno de 7,1%.   

Segundo o coordenador do IBGE, Cimar Azeredo, mais jovens e idosos estão voltando para o mercado de trabalho para recompor a renda familiar, afetada pela queda do poder de compra. Os dados da Pnad Contínua Mensal mostram que no trimestre até abril o número de desocupados, que inclui os que tomaram alguma providência para conseguirem emprego, teve uma alta de 18,7% ante os três meses finalizados em janeiro, alcançando 8,029 milhões de pessoas. Ainda, de acordo com Azevedo, "tem mais pessoas procurando trabalho" do que em outros períodos. Isso pode ser creditado ao reflexo do que acontece com o PIB brasileiro. Se o país não produz, não gera empregos e não há vagas para serem ocupadas. Vale ressaltar que o primeiro trimestre deste ano a economia brasileira encolheu 0,2% comparado com os três meses de 2014.   

A população ocupada, por sua vez, registrou uma queda de 0,6% nos três meses até abril, para 92,179 milhões. O IBGE utiliza essa comparação com o trimestre anterior ao período divulgado para que seja evitada repetição de dados relativos aos meses passados.   

O setor que mais cortou vagas de trabalho no período em comparação com o trimestre que se encerrou em janeiro foi o de construção, com uma redução de 288 mil postos de trabalho. O comércio aparece em seguida como um corte de 176 mil vagas. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística também informou que o rendimento real dos empregados recuou 0,5% na comparação entre os dois períodos, para R$ 1.855.    

Com abrangência nacional, a Pnad Contínua tem como objetivo substituir a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que leva em conta os dados apurados em apenas seis regiões metropolitanas do Brasil. Para comparação, o último dado divulgado pela PME mostrou que o desemprego chegou em abril ao maior nível em quase quatro ano, com 6,4%.   

O mercado de trabalho brasileiro, em abril, fechou com 97.827 vagas formais, sendo o pior resultado na série histórica, de acordo como informações do trabalho.

Por William Nascimento


Taxa de desemprego subiu para 7,9% e tem maior nível em 2 anos. Somente em março a taxa de desocupação atingiu 6,2%.

O primeiro trimestre não veio com uma boa notícia para os brasileiros, principalmente, em relação ao que lhes mais interessa na economia do país: a geração de emprego está em franca queda, o que foi confirmado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/Contínua), entidade que apresentou os dados de que nesse primeiro trimestre do ano de 2015, a taxa de desemprego subiu para 7,9%. Só em março, ainda em conformidade com a pesquisa, a taxa de desocupação de postos de trabalho chegou a 6,2%.

O Pnad Contínua também afirma que se trata do pior resultado se comprado com os primeiros trimestres dos dois anos passados. Mas, nem tudo está perdido, já que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fez os seus levantamentos sobre economia e emprego no Brasil, chegando à conclusão de que entre janeiro e março é comum ter a dispensa de funcionários que foram contratados no final do ano para empregos sazonais. Tudo pode voltar a melhorar ao longo dos meses vindouros.

Com isso, a entidade de pesquisa conclui que todos os anos já virou “lugar comum” os brasileiros reclamarem da dispensa sofrida após os meses de atuação no emprego temporário, Conforme o coordenador do IBGE, Cimar Azeredo, o Brasil nunca viveu uma pressão tão grande sobre a questão emprego, o que só piora porque a busca por um emprego – ainda mais com carteira assinada – é grande, enquanto a geração de vagas de emprego tem sido muito pouca.

Por se tratar de economia, emprego, ainda mais em um país tão atípico como o Brasil, onde os brasileiros se movimentam em busca de suas oportunidades, mostrou o Pnad Contínua que 7,934 milhões de brasileiros, espalhados por todas as regiões brasileiras, tomaram suas próprias iniciativas para entrarem na lista de ocupados, que por sua vez, conseguem ter renda para pagar suas contas.

No entanto, as notícias também não são boas para essa gente que “vai à luta”, uma vez que chegou a 8 milhões o número de brasileiros desocupados, 23% a mais se comprado ao mesmo período em análise (janeiro e março de 2014). O que teve de relevante e agradável nisso tudo é que a renda do brasileiro teve um leve aumento, chegando a R$ 1.840,00 por mês. Mas, se levar em conta as necessidades de uma família, ainda mais se tiver uma quantidade relevante de filhos, é hora de se aumentar a torcida para que o Brasil saia o quanto antes dessa crise que fechou postos de trabalho em todo o Brasil.

Por Michelle de Oliveira


Trimestre encerrado em fevereiro registrou taxa de desemprego de 7,4% no Brasil

É de conhecimento geral que o país não vive um momento financeiro dos melhores, haja vista que o atual momento da economia é bastante instável. É nesse contexto, que foi informado no último dia 9 de abril, quinta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que a taxa de desemprego no Brasil subiu para 7,4%, essa constatação foi feita por dados oriundos de pesquisas realizadas nos últimos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Através dessa nova pesquisa o órgão acabou constatando que a taxa de aumento da desocupação aumentou de 6,5% para 7,4% quando comparamos o trimestre anteriormente analisado que foi o dos meses de setembro, outubro e novembro do ano de 2014.

A pesquisa que tem por finalidade analisar esses índices é a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), o que mais está alarmando aos pesquisadores é o fato de que se compararmos essas taxas com relação ao mesmo período, ou seja, os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, ainda assim observa-se que o índice obtido no período atual é maior, pois o índice mensurado nesse período citado acima relativo ao mesmo período deste ano era de apenas 6,8%, outro fator preocupante é que o índice de 7,4% verificado nesse último semestre é o maior mensurado até hoje pelo IBGE desde quando ele começou a analisar este indicador no início do ano de 2007, em que nos meses de janeiro a março este índice ficou em 7,2%.

A principal finalidade desse tipo de pesquisa é a de realizar a verificação sobre a inserção da população brasileira no mercado de trabalho, o que para ser feito tem que ser levado em conta o nível de desenvolvimento socioeconômico do país e as características educacionais e demográficas da população.

Por outro lado, a pesquisa também revelou um dado satisfatório que foi o crescimento do rendimento médio da população brasileira que teve uma ascensão de 1,1%, o qual era de R$ 1.793 no trimestre fechado no mês de novembro e neste último trimestre que foi analisado chegou a R$ 1.817.

Por Adriano Oliveira


Conheça as novas regras para solicitar o seguro

As novas regras para solicitar o seguro desemprego entraram em vigor no início do ano e, até então, não agaradaram a categoria dos trabalhadores. Após as mudanças, para solicitar o benefício pela primeira vez, é necessário ter trabalhado no mínimo 18 meses e só a partir do segundo é considerado o prazo de 12 meses.

Mas não é só isso, a quantidade de parcelas recebidas também sofreu alterações. Na primeira vez, o desempregado terá direito de até quatro parcelas, na segunda, caso o período trabalhado dentro dos últimos 36 meses seja entre 18 e 24 meses, a quantidade de parcelas recebidas serão até cinco.

Recentemente, o Ministério do Trabalho e Emprego, MTE, anunciou que a partir de 31 de março as solicitações feitas, tanto por conta da empresa quanto do funcionário, só serão aceitas online, através da ferramenta Empregador Web. 

Esta nova medida foi aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, Codefat, a fim de agilizar o processo. Até o final deste mês, o procedimento ainda poderá ser feito através do sistema utilizado até então, preenchimento manual dos formulários individuais ou não, e entregando-os nos órgãos responsáveis.

A princípio, parece ser uma boa opção. O que parece não ter sido levado em consideração, é o fato de que ainda existem muitas pessoas sem nenhum conhecimento em informática, os chamados analfabetos digitais. Por exemplo, uma pessoa de mais idade ou analfabeta, que não tem intimidade com o computador, dependerá de ajuda de terceiros para concluir a solicitação.

O site que será utilizado é o portal do Mais Emprego, que pode ser acessado através do link http://maisemprego.mte.gov.br/portal/pages/trabalhador.xhtml. No site, é possível obter maiores esclarecimentos sobre como realizar este procedimento online e sobre o andamento do mesmo.

Para maiores dúvidas, consulte as agências de atendimento do MTE ou contate-os pelo telefone, em São Paulo capital, o número é (11) 3150-8199.

Por Bruna Domingos dos Santos


Índice atingiu 6,8% no primeiro mês deste ano, segundo o IBGE

Segundo dados do Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), a taxa de desemprego no Brasil subiu em janeiro de 2015, comparado ao mesmo mês do ano passado. De acordo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que promove a pesquisa, em janeiro do ano passado a taxa de desemprego chegou a 6,4%, sendo que neste ano a taxa ficou em 6,8%.  

No trimestre encerrado em janeiro, foi calculada a renda média real do trabalhador brasileiro, que ficou em R$ 1.795,53, aumento de 1% na comparação ao trimestre que terminou em outubro de 2014, quando foi de R$ 1.777,66. Entre os dois trimestres, a população desocupada teve um aumento de 200 mil pessoas, passando de 6,6 milhões para 6,8 milhões. Com relação à massa de renda real habitual paga aos ocupados, ela somou R$ 161 bilhões.  

Sobre a taxa de desemprego, o IBGE faz uma ressalva relacionada aos dados que se referem ao trimestre encerrado em janeiro, uma vez que o sistema utilizado para medição e cálculo da pesquisa impede isolar os dados apenas de um mês. Portanto, os indicadores são todos apresentados como trimestre móvel. A série histórica da pesquisa com resultados para trimestres encerrados mês a mês teve início em janeiro de 2012.  

Outro dado divulgado é referente ao nível de ocupação, que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade para trabalhar. Esse número caiu de 56,9% no trimestre encerrado em dezembro para 56,7% no trimestre encerrado no mês de janeiro. A partir de agora, o IBGE passará a divulgar mensalmente os dados referentes aos trimestres móveis encerrados a cada mês. Sendo assim, é possível ter uma avaliação mais precisa e recente dos números.   

Segundo o IBGE, mensalmente foram analisados 70.464 domicílios. Em três meses, 211 mil residências ao todo. O órgão ainda afirma que um domicílio é visitado cinco vezes com intervalo de dois meses entre uma visita e outra, ou seja, uma única vez no trimestre, sendo cinco trimestres.

Por William Nascimento


Ficarei desempregado em 2015? Essa pergunta tem sido recorrente nos corredores de qualquer empresa. Em rodas de amigos e até reuniões familiares de final de semana, o temor de ficar desempregado em 2015 é grande. E os motivos tem fundamento. 

Vivemos um 2014 atípico, onde muitas coisas aconteceram no nosso país e, por mais que você não goste de política, ela afeta sim sua vida cotidiana. Tivemos uma Copa do Mundo tensa, não só pelo resultado em campo, mas por tudo que envolveu o evento.

Todos esperavam que ela fosse um fracasso. Ainda bem que não foi, senão seria mais uma vergonha que nós, brasileiros, passaríamos diante do mundo.

Além da Copa e do desgaste político com ela, tivemos a eleição mais apertada e discutida desde a redemocratização do país. Muitos dizem que o Brasil está quebrado, somente estão esperando para dar a notícia no ano que vem para não estragar o natal dos brasileiros.

Quebrado, de fato, muitos economistas acreditam que não, mas que pode chegar perto, se muitas medidas severas na economia não forem tomadas. Medidas essas que podem afetar o setor de empregos. Por isso, goste você ou não de política, ela interfere na sua vida.

Em 2015 ficará mais difícil arrumar emprego. Mas nem por isso você será despedido. Com medo dos rumos que o país vai tomar na economia, muitos empresários devem temer expandir seus negócios, mas manterão o que já tem, por isso será difícil entrar no mercado de trabalho, mas a maioria acredita que não haverão ondas de demissão.

Alguns setores serão diretamente prejudicados, como a construção civil, que deve ter mais dificuldade em conseguir contratos com o governo, depois da enxurrada de denúncias envolvendo a Petrobras e empreiteiras.

Porém, outros setores devem aquecer, como a prestação de serviços, que já mostrou ser uma das alavancas da economia brasileira.

Seja qual for sua área de atuação, mantenha-se sempre bem informado, analise sempre o que o mercado está buscando e quais as novidades, pois, caso fique disponível no mercado de trabalho, facilmente encontrará uma recolocação.

Por Luciana Viturino


Com o agravamento da crise econômica mundial houve uma alta significativa em relação às taxas de desemprego. No Brasil, o índice subiu de 6,1% em 2012 para 6,5% em 2013. Para 2014 a expectativa é de continuidade no aumento. Desde 2009 as taxas de desemprego não alcançavam tais marcas.

Esses índices representam os brasileiros que querem trabalhar, que estão em busca de uma recolocação profissional, que pertencem à massa da população economicamente ativa de 15 anos ou mais.

Os números são resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, que foi divulgada em setembro deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo tem como objetivo analisar e divulgar dados estatísticos sobre população, sobre migração, educação, trabalho, famílias, domicílios e rendimentos das famílias brasileiras em todos os estados da federação. Foram ouvidas 362.555 pessoas em 1.100 municípios.

A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, afirma que, em outras pesquisas que tratam da desocupação, há uma tendência de queda. "Esse aumento, a Pnad mostra é que um aumento pontual que deve ter acontecido alguma coisa mais localizada na região Norte, onde percebemos alguma coisa, e alguma coisa dentre os mais jovens. De certo modo, tem alguma indicação que tinha aumentado ligeiramente a taxa de ocupação para aquela semana da pesquisa que a Pnad mostra”, explica.

Ainda de acordo com Wasmália, a taxa de desocupação continua sendo a segunda menor desde 2001, com a série harmonizada da Pnad (que inclui dados de todo o país menos área rural dos estados de Roraima, Rondônia, Acre, Amazonas, Pará e Amapá). A menor foi em 2012. "Ainda é uma taxa de desocupação bastante baixa para o que é o padrão da Pnad. Acho que falar em encolhimento de mercado de trabalho é meio exagero. Até porque, o que está acontecendo no mercado de trabalho é agora que você está vendo, a continuidade dos movimentos que a Pnad já tinha mostrado”, afirma Wasmália Bivar.

Por Vivian Schetini


O incômodo é o primeiro sentimento que surge quando alguém pergunta sua situação financeira ou profissional? Isso, provavelmente, deve ser por causa da palavra 'desempregado', que normalmente usamos para definir que não estamos em uma situação favorável no momento.

Se isso for seu principal problema agora, reveja suas crenças e conceitos à respeito do assunto e enxergue esse momento passageiro com uma outra visão. O primeiro passo é nunca encarar essa fase com tristeza e desânimo. Se alguém perguntar isso pra você novamente, diga agora que está 'disponível para o mercado'. As pessoas começarão a perceber uma mudança de postura em você e isso vai te fazer se sentir melhor. 

De acordo com especialistas do assunto, a palavra 'desempregado' está ligada à sensação de impotência, incapacidade, como se o indivíduo estivesse acomodado no momento, ou algo parecido. Fuja disso! Compreenda que empresas têm queda de funcionários e estão em instabilidade o tempo todo, portanto, crises, reciclagens, cortes, reestruturações ou reajustes são necessários, mesmo que acabe atingindo a classe mais vulnerável: o trabalhador.

Não estar trabalhando por um período indeterminado não é motivo pra se sentir envergonhado. Você pode aproveitar esse tempo de sobra para repensar sua vida pessoal, familiar e profissional, realizar novas metas e objetivos a serem seguidos, vendo o que é preciso para você evoluir, mudar de profissão para atuar em uma área diferente, um emprego diferente, pois esse é o melhor momento para você ousar em experiências novas.

Leia jornais, frequente uma biblioteca, entre na internet para estar bem informado – as empresas valorizam funcionários bem informados, enriqueça sua cultura – vá a teatros, cinemas, falta de dinheiro não é problema para isso, pois existem lugares gratuitos ou de baixo custo que você pode aproveitar dependendo da época. Você se sentirá renovado. 

Esteja sempre motivado e ativo e não permita que ninguém te desanime com falsos ceticismos. E, lembre-se, você não está desempregado, e sim disponível para o mercado de trabalho.

Por Daniela Almeida da Silva


O nível de desemprego do mês de março fechou em 6,2%, uma alta de 0,5 ponto percentual se comparado a fevereiro. Os dados foram calculados e divulgados pelo IBGE na quinta-feira (26/04). De acordo com o Instituto, a taxa de desocupação ficou estável em março em relação ao mesmo mês do ano passado.

O total de brasileiros desocupados ficou em 1,5 milhão de pessoas, sofrendo alta de 8,8% se comparado a fevereiro. Em relação ao ano passado, a taxa também se manteve estável. Já o total de ocupados fechou o mês em 22,6 milhões de brasileiros, registrando estabilidade se comparado fevereiro. O número de empregados, no entanto, cresceu 1,6% (ou 367 mil pessoas a mais) quando comparado a março do ano passado.

O setor privado manteve o mesmo número de trabalhadores com carteira assinada na relação março e fevereiro. Na relação março de 2012 e março de 2011, a alta foi de 3,7%, sendo 394 mil novas vagas de trabalho com carteira assinada.

Já a renda média dos ocupados ficou em R$ 1.728,40, tendo sido o valor mais alto desde março de 2002. Em relação a fevereiro, o crescimento do rendimento foi de 1,6% e, quando comparado a março do ano passado, a alta foi de 5,6%.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE


A chamada taxa de desocupação, que avalia o nível de desemprego no Brasil, ficou em 5,7% em fevereiro, segundo dados do IBGE de quinta-feira (22/03). O resultado foi considerado positivo pelos analistas do Instituto, já que este foi o menor índice para o mês desde o início da série histórica, que começou em março de 2002.

Outro ponto positivo foi o fato de a taxa não ter praticamente se modificado em relação a janeiro, quando fechou em 5,5%. Já na comparação com fevereiro do ano passado houve queda, passando de 6,4% para os 5,7% registrados neste ano.

Além disso, o IBGE mostrou que a população desocupada chegou a 1,4 milhão de pessoas e ficou estável no confronto com janeiro. Comparando com fevereiro de 2011, o recuo foi de 8,6%, o que significa menos 130 mil pessoas desempregadas. Já a população ocupada, que totalizou 22,6 milhões, não sofreu variações em relação a janeiro e aumentou 1,9% se comparado a fevereiro do ano passado. Em números absolutos, isto representa 428 mil ocupados nos últimos 12 meses.

O total de pessoas com carteira assinada também ficou no mesmo patamar de janeiro, sendo de 11,2 milhões de pessoas, segundo o IBGE, e teve crescimento de 5,4%, sendo um aumento de 578 mil postos de trabalho.

Já a remuneração dos ocupados ficou na média de R$ 1.699,70, considerado o valor mais alto já registrado em toda a série histórica da avaliação. O valor é 1,2% superior na comparação com janeiro. Quanto ao poder de compra, houve elevação de 4,4% em relação a fevereiro do ano passado.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE


O IBGE divulgou que no mês de dezembro de 2011 o desemprego diminuiu para 4,7% nas seis principais regiões metropolitanas do país.

O Instituto, que faz a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) desde março de 2002, constatou que a taxa de desemprego em dezembro foi a menor em todos esses anos de pesquisa. A média de desemprego do ano de 2011 ficou em 6%, o que em percentual pode parecer pouco, mas quer dizer que 1,4 milhão de pessoas ficaram sem trabalhar por falta de oferta de emprego.

A boa noticia é que de 2010 para 2011 houve um aumento de 2% na quantidade de pessoas ocupadas, somando cerca de 22,5% de brasileiros trabalhando.

A média da renda anual ficou em R$ 1.625,46 para cada trabalhador (quase o triplo do salário mínimo) e o rendimento familiar de cada pessoa da casa aumentou em 3,8% se comparado com 2010.

Em relação ao número de trabalhadores que tem carteira assinada, a soma foi de 11,2 milhões de pessoas, um aumento de 6% comparado com 2010. Sendo assim, 48,5% dos trabalhadores apresentam carteira assinada do total de ocupados.

Por Jéssica Posenato

Fonte: IBGE


A Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o índice de brasileiros com medo do desemprego aumentou.

O índice trimestral tem de base 100 pontos, quanto mais pontos atingir, mais medo a população tem.

Depois de registrar 78,7 pontos em setembro, a pesquisa realizada em dezembro indicou um aumento de 3,7% em referência ao mês de novembro, atingindo 81,6 pontos. Em relação a dezembro de 2010, o índice cresceu 2,9%.

Esse crescimento do medo do desemprego foi devido principalmente ao aumento do índice de pessoas com muito medo do desemprego, que teve um salto de 12,8% em setembro para 19,2% em dezembro. Já o índice das pessoas com pouco medo teve queda de 7,1%,  saindo de 30,2% para 23,1%. E o percentual dos que afirmaram estar sem medo do desemprego aumentou de 57% em setembro para 57,7% em dezembro.

Segundo o economista da CNI Marcelo Azevedo, já era esperado esse aumento, pois se o índice era baixo em setembro, era muito provável que voltasse a crescer. "Contudo, se o cenário econômico mundial adverso permanecer, a tendência é de que o medo do desemprego continue a aumentar nos próximos meses”, afirmou.

Por Sérgio Martins dos Santos


A empresa de consultoria na área de gestão de pessoal Right Management divulgou uma pesquisa indicando que em 2011 ainda teremos um volume efervescente de contratações e um cenário promissor no setor de prospecção de talentos. O resultado desse estudo é fruto de entrevistas realizadas com especialistas de mais de 50 países.

Segundo a Right Management, essa expansão será provocada por fatores como o desenvolvimento e aperfeiçoamento do trabalhador, o bem-estar proporcionado pelas novas tecnologias e as formas de trabalho virtual que essas inovações podem proporcionar às pessoas.

A pesquisa aponta, por exemplo, que hoje a maioria dos trabalhadores (84%) aceitaria trocar de emprego, se isto se configurasse em melhoras de qualidade de vida, favorecidas pela estabilização econômica. Por outro lado, foi constatado que o excesso de horas trabalhadas ainda tem causado insatisfação no ambiente de trabalho.

De acordo com uma das executivas da Right Management no Brasil, Márcia Palmeira, em nosso país esse quadro é ainda mais tenso, mas já existem ações de algumas empresas no sentido de buscar motivar seus funcionários, levando-os a se situarem quanto aos objetivos que têm em sua companhia e como podem contribuir para o sucesso das mesmas.

Outro fator apontado – a flexibilidade de trabalho proporcionada pelas novas tecnologias de comunicação, como a Internet – é visto com bons olhos pela agência e pelos profissionais entrevistados. Isso tem gerado redução de custos, mais satisfação profissional e pessoal.

Fonte: InfoMoney

Por Alberto Vicente


Um dos maiores problemas em qualquer sociedade é o desemprego. Mal que afeta todo o globo terrestre, esse entrave está longe de ser erradicado, embora, no caso do Brasil, venha apresentando diminuição no decorrer dos últimos anos.

Informações publicadas no dia 24 de fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a taxa de desocupação progrediu de 5,3%, em dezembro, para 6,1%, em janeiro. Por outro lado, o confronto ante o primeiro mês de 2010 foi negativo, uma vez que naquela ocasião o índice registrado atingiu 7,2%.

O IBGE também revela que o número de pessoas desocupadas, ao todo 1,423 milhão, aumentou 13,7% em janeiro contra dezembro, mas arrefeceu 15,6% em detrimento ao mês igual de 2010.

O rendimento médio real dos assalariados, de acordo com o IBGE, ascendeu 0,5% em janeiro e outros 5,3% no acumulado anual, atingindo valor de R$ 1.538,30.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Numa sociedade altamente competitiva, baseada justamente no poder atrelado ao dinheiro, não é baixo o número de pessoas com altos ganhos, assim como não é nada amena a quantidade de cidadãos que ganham apenas um salário mínimo. Entretanto, o problema é ainda mais grave quando a palavra ‘desemprego’ é citada, mal que ainda aflige o país com severidade.

De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 55% das pessoas sem ocupação nas seis principais regiões metropolitanas brasileiras são da classe social mais desfavorecida. Embora alto, o índice é bem mais baixo em relação ao registrado em 2005, de 66,9%.

O Ipea assinala que embora exista essa desigualdade no quesito desemprego, a desocupação pelo país continua em baixa e o rendimento real do pessoal ocupado em alta. Outra tendência constatada, até certo ponto positiva aos mais pobres, é o tempo em que se dedicam a procurar uma vaga de trabalho. Em 2005, o sofrimento a essa casta era maior; em 2010, são os de renda mais elevada que encontram dificuldades em se recolocar no mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea


Uma notícia positiva foi o resultado divulgado pelo Governo Brasileiro sobre a taxa de desemprego de 2010, considerada a mais baixa já registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 2002.

A taxa foi de 6,7% em 2010, e no ano de 2009 registrou-se a taxa de 8,1%. De acordo com o IBGE, o número médio de pessoas sem emprego em 2010 foi de 1,6 milhão e o número de pessoas empregadas somou cerca de 22 milhões. O Sudeste foi a região do Brasil que obteve a maior quantidade de vagas novas, enquanto que a região Norte foi a que teve o menor crescimento em termos de empregos.

O ministro do trabalho e emprego, Carlos Lupi, afirmou que não houve “maquiagem” nos números quanto à geração de novas vagas estabelecidas pelo governo federal em 2010.

Por Andrea Gomes

Fonte: Agência Brasil


A crise financeira mundial ainda é sentida em muitos lugares do planeta. Enquanto algumas nações já conseguem enxergar bons caminhos, outras, inclusive desenvolvidas, tropeçam mês a mês para manter a economia nos eixos e assegurar planos futuros concretos, sem especulação.

Iniciado nos Estados Unidos, o colapso ainda ocasiona efeitos diversos, atingindo, por exemplo, o próprio presidente do país, Barack Obama, criticado por muitos por não ter conseguido suprir algumas e atuais carências. Dados divulgados pelo Departamento de Trabalho estadunidense indicam que a taxa de desemprego avançou para 9,8% no mês passado, o maior nível em sete meses.

Apesar desse patamar nada agradável, dados sobre emprego geral de setembro e outubro foram revisados e indicaram geração de 38 mil postos de trabalho a mais em relação ao prognosticado anteriormente. Segundo o UOL, economistas previam criação de 140 mil empregos em novembro e percentual de desemprego em 9,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reportaram queda no índice de desemprego em todo o país. Em outubro, o percentual constatado chegou a 6,2%, ante 6,1% em setembro, a menor taxa desde 2002, ano em que a série foi iniciada.

Para Cimar Azeredo, gerente de Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, os dados levantados no mês passado apontam que o desemprego deste ano ficará abaixo do índice de 2009 em virtude dos postos de trabalho temporários entre novembro e dezembro. Em sua visão, possivelmente o nível de emprego voltará ao patamar abalizado antes da crise financeira mundial.

Além desse fato, fora diagnosticado ser esse o terceiro recorde seguido. De acordo com a agência de notícias Reuters, o número de cidadãos ocupados perfez 22,3 milhões no mês passado, índice estável em comparação a setembro, o que indica, portanto, crescimento de 3,9% no confronto anual.

Caso semelhante relacionou-se à população desocupada, que também apresentou estabilidade no confronto mensal, totalizando 1,4 milhão de pessoas, arrefecimento de 17,6% contra outubro de 2009.

Com base nos dados do IBGE, Azeredo atesta que o aumento do emprego na região metropolitana de São Paulo tem puxado o crescimento do país, mesmo o colapso financeiro ter atingido fortemente todo o Estado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 27 de outubro, mediante avaliação realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e pela Fundação Seade, a taxa de desemprego no Brasil teve uma diminuição de 0,5% no último mês de setembro, em relação ao mês anterior, o que significa um aumento de 109 mil pessoas no mercado de trabalho.

A taxa do mês de setembro deste ano ficou em 11,4%, sendo que no mesmo mês do ano anterior foi registrado um índice de desemprego de 14,1%. A avaliação foi feita em sete regiões brasileiras, sendo que em seis delas foi verificada queda do índice de desemprego, com exceção de Belo Horizonte, onde se verificou uma pequena elevação no mesmo.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


A queda do número de desempregados no Brasil reflete o poderio atual da atividade econômica em vários segmentos. De acordo com pesquisa conjetura pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o índice de desemprego passou de 12,4% em julho para 11,9% em agosto.

O estudo, realizado em sete regiões metropolitanas, revela que o índice é consideravelmente inferior e positivo ante agosto de 2009, quando foi diagnosticado 14,4%. Segundo reportagem da Folha UOL, em São Paulo o percentual também caiu, abarcando 12,3%, a menor taxa constatada para agosto desde 1992.

Outros locais do Brasil também apresentaram tal tendência. Em Belo Horizonte, por exemplo, o índice deixou de abraçar 8,3% para atingir 7,5%. Em Porto Alegre e Distrito Federal, a queda possibilitou a constatação respectiva de 8,7% e 13,4%.

O Dieese aponta que o contingente de desempregos nas sete regiões sopesadas abarcou mais de 2,6 milhões de pessoas em agosto, 104 mil abaixo do mês imediatamente anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A região metropolitana de Fortaleza/CE apresentou redução no índice de desemprego, registrando a menor taxa total dos últimos quatro meses. Segundo os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), o mês de julho indicou taxa de 12,3% de desemprego, contra os 12,4% registrados no mês anterior.

Segundo o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), responsável pela divulgação das pesquisas, os setores que mais contribuiram para essa redução no índice de desemprego foram os de alimentação e da construção civil. Na média realizada entre os trabalhadores que entraram no mercado e as demissões, foram geradas 24 mil novas vagas entre junho e julho. O diretor do IDT, Mancabira Junior, aponta a alta da estação como principal motivador do aumento de oportunidades no mercado de trabalho.


Pelas últimas estatísticas divulgadas pelos entendidos, a economia, pelo menos no Brasil, já dá alguns sinais de recuperação. Os números do comércio e da indústria começam a melhorar e as contratações estão voltando.

Períodos de recuperação econômica são grandes geradores de trabalho. As empresas precisam se readequar para voltar a crescer e passam a recrutar mais mão de obra. Quem está em busca de trabalho precisa estar atento às oportunidades que surgem e estar visível para o mercado através do envio de currículos, contatos com amigos, conhecidos e ex-colegas de emprego. Quanto mais gente souber que você está procurando emprego melhor.

Crises econômicas precisam ser vistas como chances de dar a volta por cima. Identifique os setores mais promissores e mãos à obra!


Boa notícia para quem deseja trabalhar na indústria.

Consultores do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) afirmam que o período de adequação à crise está passando e a previsão é de que as indústrias retomem as contratações neste semestre.

Os setores de celulose, papel, indústria química e automobilística, vestuário, matérias plásticas e energia estão entre os mais promissores.

Mas é importante lembrar que esta mudança no cenário é lenta e gradativa. O coordenador da FGV Aloísio Campelo Junior alega que os índices de contratação deste ano ainda são menores do que os níveis apontados nesse mesmo período no ano passado.


Em 1997, o governo de FHC tomava a polêmica decisão de privatizar o setor de telecomunicações do Brasil. Passados mais de dez anos, é possível ter uma perspectiva histórica da venda da Telebrás, analisando sobretudo a consequência dessa venda na empregabilidade do setor.

Para muitos, ainda hoje, a privatização da Telecom nacional é e nunca deixará de ser prejudicial ao Brasil principalmente porque o centro de decisões passou a ser estrangeiro.

A desconfiança com a venda ganhou mais voz quando as multinacionais que passaram a controlar o setor começaram a demitir e a terceirizar serviços como o atendimento ao cliente e serviços de manutenção. O resultado imediato foi a queda na qualidade dos serviços e também no número de postos de empregos, que em 2003 atingiu seu pior patamar – 88 mil postos de trabalho, queda de 31,25% em relação a 1994, quando o setor registrou 128 mil empregados.

Ainda assim, depois da péssima média de 2003, impulsionada pelo boom da internet no Brasil e a chegada de novos serviços, a empregabilidade em Telecom voltou a crescer e já em 2005 registrou 118 mil empregados. Um estudo do DIEESE aponta concentração de vagas na Região Sudeste (69%), com quase 45% de contratações só em São Paulo. No Sul a fatia é de 14%, no Nordeste 8%, e no Norte só chega a 2%.

Por Diego Diniz

O otimismo da equipe econômica de Obama com o fim da recessão ainda não chegou ao mercado de trabalho nos Estados Unidos.

Só nos últimos dois meses deste ano, o setor privado americano registrou queda de 834 mil postos de trabalho – um corte muita acima da previsão média dos analistas.

Timothy Geithner, secretário do Tesouro americano, acredita que a taxa de desemprego nos EUA deva crescer até o meados de 2010.

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por Diego Diniz

Enquanto algumas empresas estão “imunes” à crise econômica mundial, outras, no entanto, estão passando por dificuldades graves. A ThyssenKrupp, por exemplo, demitiu 264 funcionários de sua unidade de Campo Limpo Paulista, no interior de São Paulo.

As informações são de que isso foi o reflexo da crise no setor de autopeças para veículos pesados, e a própria ThyssenKrupp preferiu não dar declarações sobre o caso.

A boa notícia é que a princípio seriam demitidos 500 funcionários, porém, os cortes foram bem inferiores. Em caso de reaquecimento do setor, os funcionários desligados terão prioridade na contratação.

Os funcionários demitidos terão direito a um abono de R$ 1 mil e a manter o plano de saúde dos titulares e seus dependentes por três meses após o desligamento.


A General Motors, uma das mais antigas montadoras automotivas do mundo, pediu concordata. O governo americano já fez um aporte de capital da ordem de US$ 20 bilhões, e ainda colocará mais US$ 30 bilhões na empresa. Dessa forma, deve se tornar o acionista majoritário, com 60% das ações.

De outro lado, existe uma certa preocupação quanto a manutenção dos empregos da GM Brasil, haja vista que lá fora, milhares de funcionários serão demitidos devido ao fechamento de várias fábricas.

Segundo o vice-presidente da GM Brasil, não haverá (a princípio) demissões. De acordo com ele, a GM brasileira é lucrativa, e não fechará fábricas, uma vez que possui bom grau de independência da GM americana.

Esperemos que de fato isso se concretize, ou que outra grande empresa possa assumir as atividades da GM no Brasil, em caso de dificuldades.


Você foi demitido? Então você pode ter direito ao seguro-desemprego.

Trata-se de um benefício que gera uma remuneração adicional de até R$ 870 para as pessoas que perderam os seus empregos. Essa “ajuda de custo” tem como objetivo fazer com que o desempregado tenha condições básicas financeiras de conseguir um novo emprego no meio-tempo em que procura por alguma oportunidade.

Mas você sabia que tem muita gente que sequer vai atrás do seguro-desemprego?

Pois é. Só em Belo Horizonte, mais de 10 mil trabalhadores demitidos em Dezembro de 2008, não correram atrás dos seus direitos.


Sempre que as empresas iniciam processos de cortes de custos, é quase uma regra iniciar as demissões por aqueles cargos que são melhor remunerados. Isso corresponde, geralmente, às pessoas com maior tempo de casa, na faixa etária dos 40 anos ou mais. Anos de experiência são muitas vezes trocados por uma economia que no final das contas pode acabar não compensando.

Pode-se dizer que é praticamente inevitável que os mais experientes passem, mais cedo ou mais tarde, por uma experiência de desemprego. O importante é saber que isso não é o fim do mundo. É preciso ter a cabeça erguida e ir à luta. Ainda existem companhias que valorizam os profissionais mais velhos, por acharem que a vivência deles pode agregar muito ao treinamento dos mais novos. Os cabelos brancos e as rugas no rosto não são apenas sinais de que o tempo passou, mas também de uma larga bagagem profissional que pode e deve ser aproveitada.

Não se desespere se você é um “sênior” temporariamente desempregado. Há uma luz no fim do túnel. Basta não desistir de tentar alcançá-la.


A Embraer, uma das maiores fabricantes de jatos do mundo, anunciou a demissão de 4200 funcionários, e apontou que tal decisão é irreversível.

A queda nas vendas (30%) impactaram os negócios da empresa, que depende basicamente da exportação de jatos – cerca de 90% das vendas são para o exterior.

Segundo o presidente da Embraer, a situação só deve voltar a normalidade dentro de 2 ou 3 anos, quando o número de encomendas de novos aviões pode aumentar.


A Crise Econômica Mundial ocasionou demissões, e muitas delas foram de profissionais experientes.

Há quem trabalhou por anos em uma mesma empresa, e agora sentem dificuldades em voltar a procurar empregos.

Você está preparado para ser reintegrado ao mercado de trabalho? Qual a postura de um profissional mais experiente?

A resposta é: acredite em você e, principalmente, indique suas competências e mostre tudo aquilo de importante que você obteve em sua carreira profissional.


Os meios de comunicação não falam de outro assunto nos últimos meses além da crise mundial. Essa crise já está afetando o Brasil, com demissões em vários setores do mercado. Mas o que fazer para manter o emprego em tempos difíceis?

Primeiro: Não se desespere. Continue trabalhando normalmente e se dedique como antes. Se antes da crise você se dedicava bastante, mantenha o ritmo e procure aumentá-lo. Se você se dedicava pouco, comece a se dedicar mais. Pessoas eficientes têm menos chances de serem lembradas na hora dos cortes.

Segundo: Seja criativo. Dê idéias para sua empresa, inove, faça sugestões. Em tempos de “vacas magras” qualquer boa ideia que apareça pode ajudar a melhorar a performance do negócio, além de melhorar o seu “cartaz” dentro da empresa.

Terceiro: Evite espalhar boatos sobre cortes dentro da empresa. Espere as coisas acontecerem. Nada de clima de pânico sem causas reais.

Seguindo essas dicas, você tem menos possibilidade de ser “a bola da vez” da contenção das despesas.


Se no Brasil a crise parece estar apenas começando, lá no exterior há tempos a situação está bastante crítica.

Esse é um dos motivos que está levando brasileiros que trabalham fora do Brasil, a voltarem para casa. Na Espanha, por exemplo, o índice de desemprego beira os 15%.

Uma brasileira desempregada nos EUA afirma: “Vir para cá para aprender a falar inglês, vale a pena. Vir pra cá pra tentar fazer dinheiro, não vale mais a pena”.

O que esperar do futuro do Brasil tendo em vista a Crise Econômica Mundial?

Veja a reportagem do Fantástico de 01/02/2009:





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