As relações interpessoais num ambiente de trabalho são um dos fatores determinantes para que as atividades desempenhadas, por um setor ou departamento, sejam eficientes, competentes e criativas. A relação individual entre patrão e funcionário torna-se, então, ponto crucial numa perspectiva de harmonia entre todos os envolvidos.

A reciprocidade, no sentido de dar e receber na medida certa, é uma característica do profissionalismo que mais se destaca, sendo até essencial, tanto para o empregado, na busca de manter e crescer dentro de sua área de atuação, como para o patrão, seja este o próprio empresário ou aquele que ocupa um cargo de confiança e assim, deve apresentar resultados.

A aplicabilidade desta característica determina tempo, observação, autoavaliação e predisposição para estabelecer prioridades que, em alguns momentos, significa abster-se de convicções e certezas, bem como reconhecer os próprios erros.

Por Patricia Gujev


Falam e cansam-se de falar, contudo a maioria das pesoas insiste em comportamentos inadequados, isso no dia-a-dia e no Ambiente de Trabalho, principalmente.

Nunca devemos levar as pessoas a sério, é verdade, principalmente em se tratando de nós mesmos.

Estou falando que você não deve se levar muito a sério, pois você não é a pessoa mais importante!

É primordial levar em consideração o pensamento das pessoas, não exatamente as suas opiniões. Deve-se ter em grande estima aquilo que as pessoas próximas  pensam (e às vezes, sentem). A partir de uma visão reflexiva, a gente pode tirar conclusões quase acertadas sobre tudo o que ouvimos e, entendemos, não cabendo juízos temerários sobre as coisas e as pessoas, somos seres humanos e, por isso, responsáveis.

Temos, realmente, um grande papel a desempenhar diante daqueles que se acercam de nós e com os quais nos propusemos a conviver. Comportar-se bem, exige mais que mera postura, exige a quebra da mesma e um pouco de coragem para aveturar-se além das conveniências e das aparentes imposições do cotidiano.

Por Lindomar Vieira


Quem nunca se deparou com questionamentos? Aliás, todos nós, é realmente impossível escapar a isso. Mas é necessário bom-senso e ponderação quando tivermos que lidar com idéias críticas, pois as emoções ficam extremamente afloradas.

Normalmente as “críticas” surgem por insatisfações das pessoas no ambiente de trabalho e a “metralhadora” raja muito, tendo como principal alvo, geralmente, o chefe ou líder. É impossível não ouvir e, às vezes ser obrigado a escutar a “rajada”.

Muito bem. Sabemos que as pessoas têm necessidade de esvaziar a carga diária de estresse e até suas raivas, mas cuidado! Você também é suscetível. A quê? Às suas próprias emoções!

O melhor é escutar e não reprovar a atitude do seu colega, pois ele pode sentir-se ofendido e, é justo. Apenas escute e prometa que pensará no assunto para depois emitir a sua opinião (faça com que a pessoa entenda assim).

Esqueça o assunto. Somente se você for perguntado sobre a antiga questão, num momento propício, jamais deixe de manifestar a sua idéia sobre o assunto, seja sincero, principalmente sobre o comportamento anterior dele e, nunca sobre o comportamento do chefe.

Por Lindomar Vieira


Normalmente escutamos falar em Equipes de Trabalho. Mas o que significa isso?

Será que o fato de estarmos agrupados em torno de uma idéia em comum é já suficiente para que se estabeleça uma Equipe?

Basta estarmos juntos e dizermos em comum que faremos isso ou aquilo e realmente o fizermos com êxito?

Cada um gosta de agir por si mesmo e de modo independente, os incentivos e as buscas de unir as pessoas em torno de um ideal são necessários para que se consigam atingir as metas constantes no plano.

Sozinho é possível fazer tudo? Claro que não! Isolados não provaremos nada, nem a nós mesmos, pessoalmente. Quando, pela força das situações, começamos a precisar de outras pessoas e, de forma compreensiva, valorizar a atuação delas, de maneira conjunta para realizar alguma tarefa e perceber o valor que há nisso, podemos estabelecer uma idéia primitiva de Equipe.

Para que desenvolvamos uma Equipe de Trabalho, precisamos nos deixar envolver pelo Espírito que que pode criá-la.

Por Lindomar Vieira


Segundo consultores de Recursos Humanos as empresas têm demandas maiores por profissionais que tem a qualidade da pro atividade, da ousadia, e o grande desafio destas empresas é identificar essa competência nos candidatos.

Ter iniciativa, se antecipar a problemas, realizar além do esperado, estar sempre atualizado são algumas das qualidades destes profissionais, e segundo a Career Center, o mercado já tem muitos destes profissionais, mas não o suficiente para atender à demanda pedida pelas empresas.

Contudo a uma pessoa proativa deve possuir limites, ser exagerado na iniciativa, querer tomar toda a responsabilidade para si, ser individualista demais ou tomar parte do trabalho dos outros para si são algumas atitudes que devem ser evitadas.

No geral a simplicidade, o equilíbrio mental e o trabalho em equipe farão com que as qualidades negativas da proatividade fiquem ofuscadas ante os seus resultados.

Por Levi Rocha


Existe um ditado que todas as pessoas deveriam ter em mente em todos os setores de suas vidas: “O que não tem solução, solucionado está”. Na empresa essa máxima também é verdade. Certos problemas e situações irremediáveis precisam ser esquecidos e as atenções voltadas para eles não se repitam.

Seu concorrente apresentou um preço ou proposta que você não pode cobrir? As exigências do cliente simplesmente não são realizáveis pela companhia? Seu departamento foi extinto e você, realocado para um outro? Aceite a situação ou a dificuldade e se adapte a eles, já que há como resolvê-los. Não adianta ficar remoendo essas coisas. O melhor mesmo é seguir em frente e se focar naquilo que você é capaz de solucionar.

Uma certa dose de resignação às vezes poupa sofrimentos no mundo corporativo. Tome a sua no momento certo e comece a acumular menos frustrações.


Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.


Dependendo da função que um indivíduo exerça em uma empresa, ele pode acabar sendo obrigado a se ausentar de sua cidade. Conforme a frequência com que esse fato ocorra, a rotina diária pode se alterar demais e a pessoa terminar levando uma vida muito desregrada.

Quem viaja a trabalho, via de regra, precisa se hospedar em hotéis, comer em restaurantes diferentes a cada dia, andar de ônibus ou de avião com regularidade. Todas essas atividades tem impacto sobre a parte física e emocional do indivíduo. Assim, o colaborador que passa por isso deve procurar manter uma rotina mínima, não abandonando hábitos que teria se estivesse desempenhando suas funções em sua própria cidade. Isso inclui: horários de refeições, para dormir e acordar e se possível, também para exercícios físicos.

Viajar a trabalho é sempre uma experiência enriquecedora do ponto de vista pessoal e profissional, mas ela não precisa virar sua vida diária de cabeça para baixo.


Você muito provavelmente já deve ter convivido com pessoas com um gênio terrível no seu local de trabalho. Tolerância e paciência são palavras inexistentes para elas e tudo é motivo para discussões, brigas e mal-entendidos. Esse tipo de postura tumultua qualquer empresa, tornando o ambiente um barril de pólvora sempre prestes a explodir.

Um indivíduo destemperado é alguém que tem sérias dificuldades em lidar com frustrações. Se as coisas não acontecem como ele imagina, sua defesa é esbravejar, gritar, xingar e ofender. Mal sabe ele que isso só piora ainda mais a situação, pois ninguém está disposto a suportar essa espécie de comportamento. Ele só acaba gerando mais e mais inimizades, até que se atinja um ponto em que o trabalho em grupo e a convivência se tornem insustentáveis. Ele precisa ter a consciência de que se essa atitude não mudar, sua sobrevivência no mercado de trabalho moderno será de curto prazo.

Colaboradores brigões aí vai uma dica: reflitam sempre se vale a pena iniciar um conflito. Em 99% dos casos, vocês verão que isso é perda de tempo e que quase sempre tudo pode ser resolvido de modo pacífico e sem traumas para todos os envolvidos.


Em uma organização, espera-se que cada colaborador cumpra seu papel e gere resultados práticos. Mas essas pessoas não podem corresponder às expectativas se não estiverem cientes daquilo que se espera delas. Uma definição clara de responsabilidades e de metas individuais torna essa situação muito mais clara.

O ditado “para bom entendedor, meia palavra basta” não corresponde à realidade das relações humanas em uma empresa. Os indivíduos sempre precisam de princípios que norteiem sua conduta e seu trabalho. Não é razoável esperar que metas sejam atingidas, se os funcionários não tem noção de onde a companhia quer chegar e de quais os passos para isso. Reuniões periódicas para discussão do andamento das atividades ajudam muito a solucionar dúvidas e ajustar rotas.

Seja explícito a respeito de tudo o que você espera dos colegas que trabalham com você. Não espere que eles “sintam no ar” o que precisa ser feito ou você pode ficar aguardando mais tempo do que desejaria.


Quem não conhece indivíduos que se consideram os donos da verdade? Eles estão sempre a par de tudo e parecem não estar sujeitos a uma das condições inerentes a um ser humano: o erro. Essa postura costuma afastar as pessoas em volta tanto na vida pessoal como no trabalho.

Num ambiente corporativo, cada pessoa tem uma maneira de ser e de agir. São as marcas registradas de cada indivíduo. Mas certos posicionamentos como o de “sabe-tudo” sempre acabam trazendo problemas. Esses sujeitos inibem a participação dos demais, pois frequentemente tem resposta para tudo. O debate, então, é minimizado, o que pode empobrecer o dia a dia e os  planos a respeito daquilo que se deseja realizar.

Contribua com seu conhecimento e suas impressões sobre tudo que puder na empresa. Mas não queira estar acima de todos os demais, comece também a ouvir e tirar proveito do que seus colegas tem a dizer. Quem sabe você não descobre uma infinidade de coisas que ainda não sabia.


Em toda empresa que possua acima de um certo números de funcionários, o registro do ponto é de natureza obrigatória. E essa importante tarefa fica a cargo deles mesmos, não devendo ser negligenciada, pois isso poderá trazer prejuízos ao próprio trabalhador e à companhia também.

Seja por meio eletrônico ou de forma escrita, a entrada e saída de serviço deve ser minuciosamente assinalada. Quando o colaborador está em serviço, a organização assume uma série de responsabilidades por ele, sendo assim o final do período de trabalho deve ser passível de comprovação.

A folha ponto também serve de base para a folha de pagamento, assim erros na primeira serão repassados automaticamente à segunda. Dessa forma, o registro de ponto precisa ser um hábito semelhante a escovar os dentes ou lavar as mãos após ir ao banheiro, por exemplo.

Mantenha sua folha ponto corretamente atualizada e evite aborrecimentos e dificuldades tanto para você como para a empresa.


Todos os ramos de atividade econômica são mais ou menos regulados por leis específicas. O cumprimento dessas leis é fiscalizado, dessa forma, por órgãos fiscalizatórios representados por servidores públicos devidamente credenciados para esse fim. É de grande importância manter uma boa relação com esses órgãos para se evitar dores de cabeça.

Toda e qualquer exigência feita a uma empresa deve constar em um ato oficial do governo. Assim, ao cobrarem uma atitude ou procedimento, os fiscais precisam estar embasados nesses atos. É claro que, de acordo com a situação, o bom senso fala mais alto e pequenas concessões podem ser feitas. O pior posicionamento que existe frente a uma fiscalização é querer contestar determinações ou desafiar os fiscais. Isso fecha todas as portas e possibilidades de negociação.

Se você é responsável em sua empresa por tratar com os agentes de fiscalização, procure executar sua tarefa da forma mais equilibrada possível, aliando os interesses da companhia à necessidade de adaptação às regras oficiais.


Um grande número de pequenas ou até mesmo de médias empresas são administradas por famílias. Esse fato traz consigo vantagens e desvantagens. É preciso ter um discernimento muito grande para que os laços familiares não acabem atrapalhando o andamento dos negócios.

As relações entre pessoas de um mesmo núcleo familiar são extremamente complexas. Quando se trata de trabalhar em conjunto então, as dificuldades são ainda maiores.

Os conflitos dos setores pessoal e profissional podem acabar se misturando e ocasionando problemas cuja solução é, na maioria das vezes, muito complicada. Assim, familiares que trabalham  juntos devem priorizar ao máximo a separação entre suas vidas profissional e corporativa. Esses indivíduos devem ter em mente que “roupa suja se lava em casa”.

Um empreendimento familiar com certeza pode ter muito sucesso. Basta que as pessoas que participam dele tenham consciência de que empreender exige profissionalismo e isenção.


Com o aumento da complexidade das atividades econômicas, as empresas passaram a exigir dos colaboradores múltiplas habilidades. É preciso saber um pouco de tudo, e estar preparado para situações inesperadas e para o improviso.

O mercado de trabalho está numa fase em que ser especializado demais em uma única área já não corresponde às expectativas das organizações. São cobradas habilidades de liderança, gerenciamento e planejamento. Um bom funcionário que é competente exclusivamente na parte técnica já começa a perder terreno para aqueles que agregaram competências extras.

Comece a sair da “zona de conforto” do seu saber técnico-científico e corra atrás daquilo que a empresa espera de você num universo mais amplo.


Todo ser humano tem necessidade de ser reconhecido pelo que faz. Quando isso não acontece ou acontece em menor proporção do que as pessoas esperam, surgem o descontentamento, a inveja (em relação aos que foram reconhecidos) e por fim os conflitos. Isso é muito comum numa equipe de trabalho.

Uma boa parte dos indivíduos não tem uma auto-estima num nível tão elevado a ponto de reconhecerem por si mesmos de que estão fazendo um bom trabalho. Eles contam com o aval de seus superiores para terem certeza de que estão no caminho certo. Com o objetivo de chamar a atenção para esta situação, eles inventam conflitos por coisas banais, mas que no fundo são o reflexo de um ego insatisfeito. Nessa hora, o líder de equipe deve estar muito atento para acalmar os ânimos e colocar as coisas nos seus devidos lugares.

Aprenda a identificar as reais causas de conflito em sua equipe de trabalho. Procure disciplinar e “massagear” os egos para fazer a poeira baixar sempre que necessário.


Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.


Nas relações sociais, é de fundamental importância adaptar o nível de linguagem usado a cada situação.  Não se pode querer conquistar um cliente ou uma vaga de emprego, usando gírias ou o último bordão da moda na televisão.

Falar de maneira adequada a cada ambiente demonstra respeito e preparo. Numa entrevista de emprego ou numa reunião de trabalho, certos tipos de vocabulários precisam ser evitados. É preciso deixar evidente através das palavras que se está dando a importância devida a esse tipo de encontro. Ninguém se sente confortável quando um indivíduo solta um “ninguém merece!” ou um “demorou!” num momento absolutamente inoportuno.

Não está se falando aqui que você precisa usar termos rebuscados ou “engolir o dicionário”. Converse normalmente, mas se policie para manter o discurso sempre em um patamar condizente com cada tipo de diálogo.


É muito comum os profissionais mais experientes passarem pela experiência de treinarem os mais novos. Essa é uma tarefa árdua, que exige dedicação e principalmente muita paciência. Uma paciência tão grande que, esse tipo de missão não serve para qualquer um.

Quando se orienta novos colaboradores é preciso ter bom senso para não acabar tolindo a capacidade de aprendizagem deles. Alguns instrutores, quando veem seus “alunos” cometendo erros, se enfurecem e decidem executar as atividades que estão sendo ensinadas por si mesmos. Isso desestimula em quem está sendo treinado a disposição para fazer certo. É como querer dar “indiretamente” o peixe e não ensinar a pescar.

Mantenha a calma ao se deparar com falhas de funcionários novatos. Mais do que perder as estribeiras e querer assumir tudo sozinho, você deve despertar nos “calouros” o desejo de começarem a acertar.


Existem muitos indivíduos que, se aproveitando da oportunidade de lidarem com materiais de consumo da empresa, acabam fazendo uso deles em situações particulares. Imprimem trabalhos escolares seus ou dos filhos, “surrupiam” canetas ou lápis para usarem em casa, desviam alimentos de uso coletivo da cozinha.

Tirar proveito de coisas que a companhia oferece para o trabalho interno para benefício próprio é uma prática inaceitável. Constitui a manifestação de um tipo velado de desonestidade. Como você se sentiria se alguém invadisse sua casa e passasse a usar o que você tem de maneira escondida? Com certeza você não iria gostar.

Utilizar os materiais da organização de forma correta demonstra o respeito que o colaborador deve ter com ela. Não estrague sua imagem dentro da empresa com uma coisa tão pequena.


Você por acaso tem um colega que sempre retruca tudo o que os outros falam? É comum encontrar-se pessoas assim dentro das organizações. Nada para elas pode ser aceito sem pelo menos algum tipo de “réplica”.

A atitude comportamental de se rebater toda e qualquer coisa que se ouve tanto no ambiente pessoal quanto profissional chama-se reatividade. É claro que ninguém é obrigado a concordar com absolutamente tudo, mas reagir a simplesmente qualquer fato que apareça apenas pelo bel prazer de discordar, é considerado muito desfavorável a um indivíduo no mercado de hoje. Essas pessoas acabam sendo preteridas na hora de participarem de equipes, projetos ou na concessão de promoções.

Aprenda a discernir quando e como vale a pena discordar das pessoas ou das situações. Não queira acabar levando o título daquele que sempre é “do contra” em absolutamente tudo.


Na era da conectividade, a Internet e o e-mail tornaram-se meios de comunicação extremamente difundidos. Com a informatização avassaladora das empresas, eles também estão presentes no trabalho quase que o tempo todo. Mas quanto tempo será que seu e-mail particular tem tomado de você por dia?

Mensagens de auto-ajuda, piadas, correntes, “lendas urbanas”; todos esses tipos de mensagens eletrônicas são como uma verdadeira avalanche na caixa de correio eletrônico das pessoas. Conforme o volume de e-mails recebidos, se o indivíduo for dar atenção a cada um deles, não se trabalha mais.

É preciso ter consciência disso e selecionar para leitura realmente apenas aquelas mensagens mais importantes. O destino das demais deve ser a “lixeira”. Além disso, o e-mail corporativo sempre deve ter leitura prioritária.

Não abuse da liberdade de ler mensagens eletrônicas particulares dentro da empresa, ou muito provavelmente essa regalia poderá, mais cedo ou mais tarde, ser tirada de você.


Quase todas as organizações tem dados e informações que precisam ser mantidos em sigilo. Caso estes sejam revelados a pessoas indevidas podem causar transtornos e até mesmo prejuízos para a empresa. Quem está de posse disso, deve, então, ter muito cuidado.

A própria legislação trabalhista já prevê a responsabilidade daqueles que detem dados confidenciais dentro de uma companhia. Se faltarem com seus deveres em relação a isso, essas pessoas podem até mesmo ser demitidas por justa causa. Lidar com itens sigilosos não é para qualquer um e exige muito bom senso e equilíbrio. Qualquer deslize pode e deve ser punido pelos superiores hierárquicos dentro da empresa.

Se confiaram a você coisas que precisam ser mantidas em segredo, não traia essa confiança. Isso garantirá sua credibilidade e ainda lhe abrirá portas para que empreitadas maiores sejam repassadas a você, com todos os benefícios que elas possam vir a trazer.


Em meio à concorrência acirrada, muitas empresas orientam seus colaboradores a dizerem “meias verdades” ou até mesmo a mentirem para os clientes. O problema é que essa “técnica de vendas” pode ser descoberta pelo consumidor e aí a credibilidade da organização pode ir por água abaixo.

Tem se tornado muito comum em algumas companhias o uso de certos “truques” para convencer os clientes a adquirirem os produtos ou serviços oferecidos. Através da observação e de palavras colacadas na hora certa, é possível omitir certos detalhes na hora da negociação de preços ou condições. Mas é preciso estar consciente de que essas estratégias podem acabar sendo percebidas pelos consumidores mais astutos, que geralmente ficam furiosos frente à tentativa de serem “ludribiados”.

Busque maneiras de convencimento do cliente que evitem ao máximo a omissão de informações. Use sua habilidade como profissional e conquiste compradores com a verdade.


Não é verdade que quem tem uma rotina de trabalho agitada não pode se exercitar. Mesmo que a atividade não seja como aquelas consideradas “formais”, é possível sair da inércia total.

Se você não tem condições de praticar um esporte ou de frequentar uma academia, opte por medidas simples que certamente o ajudarão a se mexer mais. Se você vai ao trabalho de ônibus, desça um ou dois pontos antes do habitual. Se a empresa tem elevador, escolha de vez em quando a escada. Se você costuma sair com frequência, vá a pé aos lugares mais próximos. Se tomadas em conjunto, todas essas ações irão contribuir para que você não fique totalmente sedentário.

Use a criatividade e drible sua falta de tempo para atividades físicas. Com o tempo você perceberá que não é tão difícil assim cuidar um pouco mais da saúde.


Quem não conhece indivíduos bajuladores (“puxa-sacos”) no trabalho? Eles estão a todo momento buscando um modo de agradar a seus superiores não pelo bom trabalho que desempenham, mas sim através de elogios falsos e sem conteúdo. Saiba que essa não é a melhor maneira de ser reconhecido no ambiente corporativo.

Via de regra, os bajuladores são incompetentes ou tem uma performance no mínimo abaixo da média.

Como não se sobressaem mostrando serviço, precisam recorrer à lisonja para assim, serem notados pela chefia. O fato é que, mais cedo ou mais tarde, essa prática acaba se desgastando e perdendo o efeito. Mesmo os dirigentes mais sensíveis ao “puxa-saquismo” uma hora acabam se cansando dele.

Conquiste seu espaço na organização mostrando um trabalho de qualidade. Viver diariamente pensando em como bajular o chefe para poder ser visto, além de desgastante, é também vergonhoso.


Seu colega cometeu um deslize no trabalho. O fato é que não é a primeira vez e ele é mal visto desde então. Desse modo, ele lhe pede para assumir o erro ou dividir a responsabilidade com você.

Mas será honesto ou ético “assumir a bronca” de alguém?

Todo ser humano adulto precisa estar consciente de seus direitos e deveres. E quando esses deveres são negligenciados e falhas são cometidas, é preciso estar preparado para suportar as consequências. Tomar para si o peso do erro de outra pessoa para ajudá-la só terá efeitos prejudiciais, pois irá incentivá-la a continuar não arcando com a responsabilidade de seus atos.

Só responda frente à empresa pelos seus próprios atos. Não tente defender os outros de enrascadas dividindo culpas, pois isso só torna as coisas piores para ambas as partes envolvidas.



Não importa o tamanho da organização: uma hora ou outra uma fofoca ou comentário maldoso sempre acaba surgindo. As pessoas parecem ter prazer em falar sobre a vida dos outros. Mas quando essa mania se torna crônica, muitos malefícios podem aparecer no ambiente de trabalho.

Comentários e informações, via de regra, tem muito poder. Diz-se até mesmo que informação é poder. Espalhar inverdades ou plantar palavras que prejudiquem as outras pessoas transformam um local de trabalho num verdadeiro inferno. Os indivíduos envolvidos podem vir a querer a tirar satisfações e acabam perdendo volume e qualidade de produção, por estarem incomodados com o que está sendo falado sobre eles.

Na medida do possível, tente riscar as fofocas e os comentários ruins do seu repertório comportamental. Preocupe-se em disseminar informações boas e em ajudar seus colegas. Isso sim é enriquecedor para os colaboradores e para a empresa.


Existem pessoas que são capazes de iniciar muitas atividades durante um dia de trabalho. No entanto, no final do expediente, nem a metade das tarefas está concluída. O fato que esses indivíduos se dispersam muito facilmente, iniciando as coisas sem conseguir terminá-las.

A conversa paralela, o cafezinho, o msn, o orkut; qualquer uma dessas coisas pode ser um fator de perda da concentração no trabalho. Pode-se dizer o mesmo também do telefone que toca insistentemente.

Dividir as tarefas por ordem de prioridade e tempo de execução é uma boa ideia para torná-las passíveis de serem completadas num período satisfatório. É preciso, muitas vezes, isolar-se um pouco para poder concluir algumas coisas.

Evite ficar se dispersando a todo momento na empresa, ou com certeza, você ficará com uma pilha de serviços inacabados e com aquela sensação de que nada vai para frente.


Quantas pessoas você conhece que desempenham suas atividades de forma simplesmente automática? Elas simplesmente não se importam com o resultado que o trabalho delas está tendo. Dia após dia executam a mesma tarefa, muitas vezes sem saber o porquê disso.

Toda atividade laborativa tem uma razão de ser e visa a um resultado. Principalmente no mundo competitivo de hoje, nada é feito por acaso. O que muitas vezes torna a função de uma pessoa enfadonha é fato de ela executá-la sempre da mesma forma, sem perceber como isso pode refletir no objetivo final. Quando se enxerga claramente uma meta a atingir, qualquer trabalho parecerá mais desafiador.

Comece a focar seu trabalho em objetivos práticos e concretos. Quem sabe então ele não passará a fazer mais sentido para você.


Pessoas que trabalham juntas diariamente precisam estar afinadas umas com as outras. Afinal, elas passam boa parte de suas vidas interagindo e trocando informações e experiências. Existem modos inteligentes de fazer com que esses indivíduos se integrem sem que eles mesmos percebam.

Organizar uma escala alternada para que todos tragam um doce uma vez por semana, estimular que cada um conte o que fez no final de semana, promover um amigo secreto na época de Natal na empresa, instituir a prática de cada aniversariante oferecer um bolo aos demais. Todas essas ações contribuem para que as pessoas se conheçam melhor e se sintam mais à vontade umas com as outras.

Indivíduos que sabem mais a respeito uns dos outros se sentem mais confortáveis para trabalharem juntos. Incentivar isso pode ser um grande trunfo para construir uma equipe vencedora.


Quantas vezes as pessoas tem ideias geniais no trabalho que simplesmente não são aproveitadas porque quem poderia implementá-las simplesmente não aceita que elas tenham vindo de outra fonte que não delas próprias. É preciso saber reconhecer e dar crédito ao que os outros pensam.

Em muitos casos, as ideias e sugestões dos colegas são capazes de tornar a rotina diária mais fácil, simplificar processos ou até mesmo revolucionar toda uma empresa. Alguém pode ter sido capaz de enxergar algo sobre o qual ainda não se havia pensado, reavaliando e questionando velhas práticas.

Aprenda a valorizar as ideias de outros colaboradores além das suas próprias. Você verá o quanto isso poderá fazer bem para você, para os outros e para a organização.


Em todas as organizações, existem pessoas com os mais variados níveis de escolaridade. Trabalhe-se lado a lado com aqueles que chegaram aos mais altos níveis educionais e também com os que tiveram menos oportunidades e por isso, instruíram-se menos. Estar atento à maneira de se comunicar com os colegas de trabalho menos instruídos é fundamental dentro de uma empresa.

Tudo começa pela adequação do nível de linguagem. Muitas vezes, termos técnicos ou jargões profissionais tornam difícil o entendimento dos menos letrados, o que pode resultar em deficiências de compreensão de instruções ou procedimentos importantes. Adaptar as palavras ou usar sinônimos sempre que possível é um modo de contornar essa dificuldade, e sempre dar espaço para que esses indivíduos esclareçam completamente as dúvidas que surjam em todas as situações.

Sintonize-se com a forma de linguagem de todas as pessoas que trabalham com você e assim torne sua comunicação mais eficaz com todas elas.


Você já se deparou com um colega de trabalho que está sempre se esquivando de executar uma determinada tarefa? Toda vez que é necessário realizá-la, ele foge, finge que está fazendo outra coisa ou pede para um terceiro dar conta do recado. Saiba que essa é pior maneira de lidar com esse tipo de deficiência laboral.

Se você foi contratado para o cargo em que está, é porque se supõe que esteja preparado para enfrentar todos os desafios que a posição traz consigo. Ficar fugindo de um procedimento ou tarefa que você não conhece não ajuda em nada, só contribui para que você desenvolva cada vez mais medo de aprender coisas novas. O receio nunca foi estímulo para ninguém superar obstáculos.

Lance-se de cabeça para aprender aquilo que você não domina em seu trabalho. Você verá o quão gratificante é depois que você superar o obstáculo e até poderá rir de si mesmo por ter se acovardado antes.


Quem nunca se deparou com a situação de um colega de trabalho com mau hálito? Ou com aquele que não toma banho todos os dias e exala mau cheiro? Ou ainda com aquele que usa a mesma roupa a semana toda? Higiene e asseio são itens indispensáveis para a vida em sociedade e na empresa isso também é sempre válido.

Nada mais desagradável que ter que conviver com alguém que não segue as regras básicas de higiene. As medidas de asseio individual e coletivo jamais podem deixar de ser observadas em um ambiente corporativo.

Comparecer ao trabalho limpo, barbeado (no caso dos homens) e com roupas em condições mínimas de uso são parte disso. Lavar as mãos após usar o sanitário também. Se você tem problema de halitose (mau hálito), identifique o mais rápido possível a causa e trate-a.

Todos se sentem bem perto de pessoas que observam as normas de higiene. Além de estar respeitando os outros, quem é asseado demonstra respeito a si mesmo e à própria saúde.


Em uma conjuntura em que tempo significa dinheiro, a pontualidade assume um papel inquestionável nas relações profissionais e empresariais. Chegar no horário correto ao trabalho, cumprir a hora agendada para uma reunião interna ou com um cliente são demonstrações da preocupação que as pessoas devem ter com seu tempo e o dos outros também.

Levar à risca a jornada diária é obrigação do colaborador. Atrasos repetitivos são sinais de desleixo e falta de comprometimento. Do mesmo modo, marcar uma reunião externa ou interna e fazer os outros envolvidos esperarem é evidência de falta de consideração e responsabilidade. O não cumprimento de horários pode até mesmo pôr a perder o seu lugar na empresa ou o fechamento de negócios importantes.

Esforce-se ao máximo para ser pontual. E na ocorrência de eventualidades, comunique à empresa ou às outras pessoas o mais rapidamente possível sobre o seu atraso.

Ninguém é obrigado a esperá-lo simplesmente porque você é escravo da função “soneca” do seu despertador ou porque o seu banho tem uma duração de 40 min.


Toda empresa tem um código de conduta quanto ao vestuário de seus colaboradores, seja ele formal ou informal. Algumas estabelecem o uso de uniformes, outras exigem traje social, em algumas o casual já serve. O  importante é perceber qual é o costume e tentar se enquadrar nele.

É muito desagradável quando alguém se traja de maneira inadequada num ambiente de trabalho. Em geral, para os homens, mesmo nos dias de maior calor, bermudas e camisetas do tipo regata não são aceitáveis. Para as mulheres, o abuso de decotes, transparências ou saias e vestidos muito curtos também podem gerar desconforto. É preciso encontrar um equilíbrio e tentar seguir mais ou menos o que os demais estão usando.

Vestir-se de maneira sóbria no trabalho é uma questão de bom senso. Adapta-se ao padrão do lugar onde você trabalha e evite situações desconfortáveis.


Sua mesa de trabalho está sempre em ordem ou cada vez que você precisa de um documento você leva meia hora para encontrá-lo? Saiba que a organização no espaço que você ocupa na empresa reflete muito de quem você é.

Um ambiente desorganizado demonstra que a pessoa responsável por ele pode ter algumas deficiências. Sistematizar as coisas é, por vezes, essencial para o bom andamento do trabalho. Perder tempo procurando um documento ou outro material em um ambiente fora de ordem é contraproducente. Papéis importantes também podem desaparecer em meio à bagunça e acabar gerando grandes transtornos.

A dica é estabelecer um padrão de arrumação e tentar segui-lo sempre. Manter apenas aquilo com o que se está trabalhando no momento sobre a mesa é uma boa pedida também. Isso diminui o número de objetos no seu campo de visão e dá maior sensação de controle.

Deixe sua mesa de trabalho falar por você. Você quer que ela cause uma boa impressão ou não? Sinceramente eu acredito que sim.


Num mundo cada vez mais individualista, as palavras de cortesia como “obrigado”, “por favor” e “com licença” tem perdido seu espaço. Nas corporações ocorre o mesmo. Muitas pessoas estão se esquecendo de usá-las, o que tem dificultado as boas relações interpessoais.

A boa educação e a gentileza são coisas que se traz como bagagem de vida. Palavras corteses usadas nos momentos adequados abrem portas, ganham a colaboração das pessoas e melhoram o ambiente.

Tratar os outros de maneira seca e ríspida é o pior modo de querer obter resultados satisfatórios numa organização. Ao manter contatos de forma abrupta você gera uma postura de recolhimento e revolta nos outros, o que influi diretamente em sua disposição para cooperarem.

Acostume-se em usar de cortesia no trabalho. Você verá que os resultados em termos de relacionamentos e produção podem ser muito compensadores.


Seu chefe ou um colega seu estão furiosos com alguma coisa. Você precisa tratar de um assunto importante com eles. Mas será que esse é o melhor momento? Muitas vezes é preciso ter sensibilidade para perceber que em certos o melhor a fazer é ficar calado e deixar a poeira baixar.

Todos podem ter seus momentos ruins. Nessas ocasiões, não é produtivo querer tratar de assuntos que exijam a concentração das outras pessoas. Elas estarão, pelo menos momentaneamente, focadas naquilo em que acabou de ocorrer e mesmo que involuntariamente não terão cabeça para falar sobre nenhuma outra coisa. Algumas vezes adiar certas questões pode ser estratégico.

Sempre avalie o momento certo para tratar sobre os assuntos no trabalho. Adiamentos bem pensados podem contribuir para que tudo seja resolvido de uma maneira muito mais satisfatória depois.


Em toda organização acontecem incidentes dos quais ninguém gosta de se lembrar. Clientes perdidos, problemas entre funcionários, contratos não fechados. Alguns aprendem com os acontecimentos e se voltam para futuro. Já outros, insistem em ficar revivendo as experiências negativas.

Prender-se a um passado que não pode ser alterado não ajuda a se desenvolver profissionalmente. É preciso tirar lições do que não deu certo e usá-las para se aperfeiçoar sempre. Assumir os erros é importante, mas passado o período de avaliação das consequências deles, a atitude mais inteligente é esquecer e ir adiante. Não há mais espaço hoje em dia para ficar perdendo tempo com o que já se foi.

Pare de resgatar o passado. Quem vive de passado é museu.

Use a experiência que você adquiriu com ele e construa um futuro de oportunidades.


Nenhum de nós está livre de cometer falhas. E com certeza também é preciso estar preparado para assumir a responsabilidade por elas. Mas há uma maneira politicamente correta de chamar a atenção de alguém, sem transformar isso em algo desmoralizador ou humilhante.

O ser humano não é perfeito. Ele está o tempo todo errando e acertando. Em uma organização, quando se comete um deslize, é parte do bom senso conversar com o responsável por ele de maneira separada e reservada. Os demais não precisam ficar sabendo. É preciso também deixar a pessoa resgatar sua própria reputação, dando a ela a oportunidade de justificar o ocorrido. Expor alguém a um vexame público com certeza não irá ajudá-lo a errar menos.

Aja de maneira correta ao repreender outras pessoas. Isso facilitará o processo e tornará mais fácil a situação menos traumática para ambas as partes.


O preconceito é uma das piores maneiras que existem de se reagir às diferenças entre as pessoas. No ambiente de trabalho, ele é uma atitude que mina relacionamentos, gera desunião nas equipes e compromete a produção.

Discriminação por sexo, raça, orientação sexual, religião. Qualquer tipo de preconceito representa o extremo da intolerância.

No ambiente corporativo, ele dificulta, e muito, a interação entre os indivíduos, o que reflete em prejuízo para o bom andamento das atividades laborativas. Além disso, podem passar a existir até mesmo problemas legais pois aqueles que são vítimas de preconceito tem direito de recorrer à Justiça, e com toda razão.

Aceitar o diferente demonstra maturidade e boa vontade. É saber conviver com a diversidade que está em todo lugar.

Não somos todos iguais. Ainda bem que não. Aprender a conviver com isso é a marca distintiva entre um profissional consciente e aquele que ainda tem muito a experimentar.


No trabalho, as cobranças são inevitáveis. Todos estão sempre exigindo algo uns dos outros. Isso é bastante normal, mas muitas vezes demandar demais dos semelhantes pode ser falta de se colocar no lugar deles.

Tentar vivenciar o que as outras pessoas passam é importante não só na empresa como na vida. Todos tem seus fardos para carregar. Muitas vezes exigências excessivas nascem da incapacidade de perceber as coisas pelas quais as outras pessoas passam. A compreensão das mazelas alheias é parte daquilo que torna os seres humanos diferentes. É necessário ter sensibilidade para não cobrar dos outros mais do que a si próprio, pois isso na maior parte dos casos acaba sobrecarregando as pessoas.

Aprenda a vivenciar aquilo que seus colegas de trabalho sofrem. Assim você demonstrará que não é feito de “ferro” e que não é melhor nem pior do que eles.


Nada como chegar à empresa pela manhã e ser recebido pelas pessoas com um sorriso. Parece a que a rotina tão extenuante torna-se um pouco mais fácil quando as pessoas são recebidas umas pelas outras com alegria para mais um dia de batente.

Todas as pessoas tem problemas. A vida não é feita apenas de facilidades. No entanto, reagir aos problemas com mau humor e cara fechada simplesmente não ajuda a resolvê-los. O que faz a diferença é encará-los de maneira positiva, rir de si mesmo. Distribuir sorrisos pode mudar o dia de alguém. Se o indivíduo estava desanimado e ia produzir pouco naquele dia, quem sabe uma demonstração de positividade o ajude a ficar melhor.

Espalhe demonstrações de energia positiva no seu trabalho. Você vai perceber que o ambiente se tornará melhor para todos e com certeza as pessoas irão estar motivadas a render muito mais.


Nas organizações de uma forma geral, existem maneiras padronizadas de executar cada tipo de atividade. A padronização uniformiza o tratamento que é dado as coisas e quase sempre facilita a rotina. Mas há momentos em que é preciso ter jogo de cintura para se adaptar àquilo que escapa ao previsível.

A flexibilidade tornou-se uma característica fundamental para toda empresa moderna. O mercado, os clientes e os parceiros de negócio tem as exigências o mais diversas possíveis. Estar preparado para atender a essas exigências exige uma enorme capacidade de acomodação. É preciso conciliar necessidades e interesses.

Ceder aqui, flexibilizar ali.

Às vezes, fugir de um procedimento convencional pode ser a diferença entre conquistar um novo cliente, fechar um contrato interessante ou estabelecer uma parceria de sucesso ou não.

Esteja preparado para ceder, mudar, adaptar. Só assim você será capaz responder a todas as situações com que você vai se defrontar no dia a dia corporativo moderno.


Tudo o que é novo sempre acaba causando certa ansiedade no ser humano. O início de uma nova etapa profissional também. Mas há alguns posicionamentos que ajudam muito a superar esse primeiro momento de “frio na barriga” e tornam o período de adaptação um pouco menos traumático.

Em primeiro lugar seja você mesmo. Nunca tente impressionar colegas e superiores querendo inventar um personagem que na verdade não existe.

Isso sempre acaba sendo descoberto depois e você acabando se saindo mal. Além disso, esteja sempre aberto a aprender com humildade. Por mais gabaritado que você seja, um novo trabalho sempre tem detalhes com os quais você nunca se deparou antes. Procure também conhecer as pessoas com quem você vai trabalhar. Não ignore ninguém e sempre trate todos com respeito. Por fim, sempre se coloque a serviço dos outros. Essa atitude sinaliza que você uma pessoa cooperativa e lhe abre muitas portas.

O pontapé inicial em um novo trabalho não precisa ser exatamente pertubador. Tudo dependerá do quão disposto você está para enfrentar o novo desafio.


Algumas pessoas na ânsia de conseguirem um emprego acabam usando de desonestidade ao tentarem expor suas habilidades e qualificações. Elas acreditam que podem enganar aqueles que irão selecioná-las e muitas vezes até tem sucesso nisso num primeiro momento. O problema é que a verdade sempre aparece depois.

Num mercado tão competitivo como o atual, quanto mais competências um indivíduo possuir, melhor. Mas essas competências precisam ser reais e você precisa estar preparado para demonstrá-las se necessário.

É muito desagradável mentir numa entrevista de emprego. Ficar elencando qualificações mirabolantes que depois não podem ser comprovadas. Depois de descoberta a tentativa da pessoa de querer parecer quem não é, ela perde toda a sua credibilidade e o resultado pode ser novamente o temido desemprego.

Só mencione em seu currículo qualificações e informações reais e verificáveis. Seja honesto com você mesmo e com a empresa, pois a mentira “tem pernas curtas”.


Com a rotina frenética de trabalho, muitas pessoas acabam se descuidando de um item muito importante: a alimentação. Com o advento do “fast food”, as pessoas optam por consumirem comidas rápidas e práticas. Mas isso pode levar a consequências sérias no futuro.

Alimentar-se de maneira correta também durante o expediente é fundamental para manter o pique e produzir bem.

Aproveitar os horários de intervalo para isso é essencial. Procure consumir alimentos saudáveis e sempre faça uma pausa para comer. Devorar sanduíches gordurosos em frente ao computador prejudica sua digestão, pode causar futuras gastrites, além de problemas a longo prazo, como as doenças cardiovasculares. Hidratar-se é uma outra dica. Se você não pode levantar para buscar água no bebedouro, acostume-se a manter uma garrafinha sobre sua mesa.

Não abuse muito do café. Ele também traz malefícios com o passar do tempo.

Alimente-se de forma adequada durante o expediente. Isso só trará benefícios para você a curto e a longo prazo.


Você trabalha num mesmo departamento há muitos anos. Agora, a companhia decidiu reorganizá-lo e sua rotina de trabalho vai mudar sensivelmente. Muitas pessoas reagem de maneira negativa frente a um evento como esse. Mas isso não precisa ser assim. É preciso enxergar além e usar as mudanças em favor próprio.

Num mundo que se altera a cada dia, todos estão cercados por mudanças. Elas ocorrem na economia do país, em casa e também no trabalho. A capacidade de adaptação dos indivíduos a essas mudanças é o que determina a reação deles a elas.

Como um verdadeiro “camaleão”, o profissional de hoje precisa estar preparado e ter maturidade para enfrentar qualquer novidade que possa aparecer. Torcer o nariz ou revoltar-se não contribui em nada para ajudar a inserção no novo cenário.

Encare de forma positiva as mudanças que se apresentarem a você no trabalho. Esforce-se o máximo que puder para adaptar-se o mais rápido possível. Isso só conta pontos a seu favor.


No mundo corporativo, já virou até piada o fato de as pessoas convocarem reuniões em excesso e, que, no final das contas, não decidem nada. Passam-se às vezes duas ou três horas divagando sem que se conclua nada realmente relevante.

Há maneiras inteligentes de se minimizar a perda de foco nas reuniões.

Para começar, toda reunião deve ser convocada com a devida antecedência e ter o seu tempo de duração limitado. O horário escolhido também é fundamental. Nada de reuniões logo após o almoço ou numa sexta-feira no final do expediente.

Estudos comprovaram cientificamente que as pessoas produzem muito abaixo da média nesses horários. As pessoas convidadas para a reunião também devem receber a pauta previamente, e essa pauta deve ser seguida à risca, sendo um fator decisivo para evitar divagações. O uso da palavra também deve ser controlado para evitar que uns tenham mais chances de falar do que outros.

Reuniões são um meio de decidir sobre coisas importantes, de expor resultados e de enfrentar problemas. Não as torne acontecimentos sem credibilidade e que não tragam nenhum benefício.


Com a evolução rápida dos meios de comunicação, a internet passou a fazer parte da vida da maioria das pessoas. Nas organizações não foi diferente. Uma parcela grande das empresas se utiliza da internet e das redes internas de comunicação para facilitar o dia a dia.

Mas usar corretamente essa ferramenta valiosa é questão de bom senso.

Muitas companhias tem restringido o acesso a alguns sites de internet a seus colaboradores. Isso decorre do fato de eles abusarem do uso desses sites. Enviar e-mails pessoais, fazer compras ou ficar de bate-papo durante o expediente são os motivos alegados pelas empresas para tomarem tal atitude. É preciso ter consciência de que a internet deve ser usada como acessório para facilitar o trabalho e não como recurso para “matar” o tempo.

Dispersar-se o tempo todo com atividades alheias ao serviço é um comportamento desonesto e inaceitável.

Use com sabedoria a internet em seu ambiente corporativo. Não dê margem para que a companhia pense em limitar ainda mais sua liberdade ao usá-la. É melhor utilizar com equilíbrio para poder utilizar sempre.


Está aí uma questão complicada no mundo corporativo: promessas não cumpridas. Um projeto não entregue no prazo, um produto ou serviço que chega com atraso, uma tarefa que precisa de prazo extra para ser cumprida. Isso acontece, muitas vezes, porque as pessoas são displicentes ou “querem dar o passo maior do que a perna”.

Antes de prometer qualquer coisa a alguém, é preciso se certificar de que você dispõe do tempo e dos meios para cumprir com sua palavra no prazo.

É essencial também não subestimar a rapidez com que o tempo passa e ter um planejamento de execução das etapas ou atividades. Se por acaso ocorrerem imprevistos, é fundamental comunicar com o máximo de antecedência que a promessa não poderá ser cumprida. Isso atenua os efeitos negativos da frustração da expectativa.

Habitue-se a prometer só aquilo que realmente você pode cumprir. Seja realista ao se comprometer com as pessoas e mantenha sempre sua credibilidade.


Em qualquer ambiente onde as pessoas precisem conviver, é necessário que haja regras mínimas para uma convivência harmoniosa. Nas organizações, o respeito a essas regras tem um caráter fundamental.

Usar os sanitários de forma apropriada, fumar apenas em áreas permitidas, zelar pela limpeza e organização do setor do “cafezinho”, atentar para aparelhos que devem ser ligados e desligados ao final de cada dia. Todas essas atitudes demonstram o respeito dos colegas uns pelos outros, e ajudam a manter os espaços em condições adequadas de utilização durante a maior parte do tempo.

É preciso lembrar também que as pessoas responsáveis pela limpeza não são “escravas”, e certamente não terão tempo de deixar ambientes em péssimas condições impecáveis novamente.

Se todos contribuírem para a manutenção dos ambientes da empresa,os espaços estarão sempre em condições de serem usados, o que também demonstra comprometimento com a organização.


Você desempenhou um bom trabalho e foi reconhecido pela empresa. Vai chefiar o setor no qual já trabalha. Então, surge a dúvida: como se comportar em relação a seus colegas, já que agora você é o superior hierárquico deles? A resposta para essa pergunta não é tão simples.

Nas organizações é normal que alguns indivíduos se sobressaiam mais do que os outros e tenham seu desempenho premiado com um cargo melhor. Esse fato pode gerar inveja em pessoas menos maduras e algumas vezes, problemas como desunião e falta de colaboração na equipe. A maneira mais equilibrada de encarar a situação é agir normalmente, tratando todos como antes, mas deixando claro que o foco deve estar nos objetivos da companhia.

A relação de amizade e companheirismo pode permanecer, sem que venha a prejudicar o andamento do trabalho.

Use em seu favor a boa relação que você tem com os seus agora “subordinados”. Ela pode ser a receita para construir um departamento de sucesso.


Você já trabalha ou foi escalado para trabalhar no setor da empresa que trata da área financeira. É uma função que exige organização, seriedade e muito empenho. Qualquer deslize pode acarretar consequências sérias para você e às vezes para outras pessoas também.

Cuidar da gestão de numerários e recursos não é uma tarefa para qualquer um. Muitos indivíduos simplesmente tem verdadeiro pânico de cometerem algum e virem a ser responsabilizados por isso.

O bom profissional da área financeira geralmente já exibe as características adequadas para se lidar com dinheiro. É preciso atenção, comprometimento, e acima de tudo desenvolver mecanismos que permitam manter o controle mais preciso possível de todos “fatos financeiros” em tempo real.

Só aceite a incumbência de trabalhar com o dinheiro dos outros se realmente se sentir preparado para isso, do contrário é melhor dizer um “não” agora para não se arrepender depois.


Certos indivíduos tem uma capacidade de realização muito grande. Essa capacidade de realização acima da média, leva-os muito vezes a deixar em segundo plano os colegas de trabalho, que também são parte importante para que as coisas aconteçam.

Dificilmente alguém consegue realizar alguma coisa de maneira isolada no trabalho. A habilidade de trabalhar em equipe é cobrada pelas empresas justamente por esse fato. Querer se sobressair demais não dando espaço para que as outras pessoas também possam seu potencial, pode ser qualificado como egocentrismo. Ao invés de tentar fazer tudo sozinho, aproveite o que seus parceiros tem de melhor e use em favor daquilo que você está buscando.

Imagine uma noite de céu estrelado. Não é muito mais bonito ver uma constelação com várias estrelas do que apenas uma isolada?

Tenha brilha próprio, mas sinta-se feliz em ver os outros brilharem também.


Você tem um superior na empresa que parece ter prazer em tornar sua vida difícil. Você recebe sempre as piores tarefas, é preterido em todos os processos de obtenção de promoções, é humilhado constante em público.

Aprenda a se defender: você está sendo vítima de assédio moral.

Assédio moral é a prática sistemática de violência psicológica contra outro indivíduo. É aproveitar-se de uma posição de superioridade aparante para torturar alguém por meio de palavras, ordens ou brincadeiras inadequadas de forma constante. Esse tipo de situação mina o entuasiasmo da vítima pelo trabalho e dependendo do grau em que ocorre pode levar ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas. É algo inaceitável que não pode ficar impune.

Se você está passando por uma situação de assédio moral, denuncie o agressor. Procure outro superior hierárquico na empresa num primeiro momento. Caso isso não resolva, recorra à justiça. Nenhum ser humano merece ser alvo de um tipo de violência desleal como essa.


Todas as empresas, não importa o seu tamanho, utilizam materiais de consumo que precisam ser periodicamente repostos. A falta momentânea desses materiais pode acarretar transtornos para o bom andamento das atividades. Assim, é muito importante ter um sistema eficaz de controle desse tipo de material.

A melhor maneira de estabelecer um controle eficiente de materiais de consumo é fazer um levantamento da média de consumo. Separar materiais com rotatividade mensal, trimestral, semestral ou anual. Depois disso, organizar um portfólio qualificado de fornecedores para que não seja necessário fazer cotações toda vez que queira efetuar os pedidos. Programas internos de conscientização sobre o uso racional dos materiais também são fundamentais.

Uma boa gestão dos materiais de uso diário é questão de inteligência e organização e precisa fazer parte da rotina de qualquer empresa.


Algumas pessoas tem o hábito de transformar pequenos contratempos corriqueiros em sua rotina de trabalho em verdadeiras “tragédias”. Uma cadeira deixada fora do lugar, uma folha de papel fora de alinhamento perfeito e tantas outras picuinhas que não fazem diferença nenhuma para ninguém.

Todos devem se esforçar para executar suas funções da melhor maneira possível, mas reagir muito acima do normal a pequenos deslizes seus ou dos colegas o torna uma pessoa indesejável, perante a qual todos tem que estar se policiando para não cometer uma mínima falha sequer.

Não é aquele lápis fora do lugar sobre a mesa que irá compremeter a qualidade final do projeto ou o sucesso daquela venda estratégica.

Dê um tempo a você mesmo e a seus colegas e pare dar às pequenas coisas mais importância do que elas realmente merecem.


Toda vez que surge uma tarefa nova para ser realizada no trabalho, é normal que num primeiro momento, as pessoas se sintam perdidas em maior ou menor grau. Algumas delas irão assimilar de maneira mais rápida, outras, um pouco mais devagar. Mas não há problema algum em pedir ajuda caso você não se sinta confiante no início.

Sabe-se a cultura nos últimos tempos tem exigido que os indivíduos internalizem novas informações de uma maneira cada vez mais rápida. Isso começa desde a escola, onde demonstrar desconhecimento na classe, é visto de modo desforável pelas pessoas em volta, desestimulando os questionamentos.

No trabalho, não precisa ser assim. Se você não se sentir confortável com uma nova informação ou com um novo procedimento, pergunte, busque esclarecimentos. Procure identificar quem possa ajudá-lo e não hesite em elucidar todas as suas dúvidas.

Vergonha é fazer algo de maneira errada ou incompleta por não ter se informado devidamente, e não o fato de querer esclarecer seus questionamentos para ser capaz de fazer certo.


Todas as pessoas, em maior ou menor grau, tem de medo de se expor. Enfrentar uma plateia sempre é um evento que gera ansiedade. Algumas pessoas tem maior facilidade nesses momentos, outras não. Mas é preciso saber que falar em público não é um bicho de sete cabeças e é algo que pode se aprender com um pouco de dedicação e esforço.

Na empresa, em um momento ou outro, sempre é preciso apresentar alguma coisa oralmente. Fazer comunicados, apresentar resultados em uma reunião, defender um ponto de vista ou um novo projeto. Quem possui certo treinamento de oratória e sabe como colocar suas ideias e pensamentos, é melhor visto dentro da empresa. Não adianta nada você ser uma assumidade do ponto de vista técnico, se ninguém sabe de seus conhecimentos.

Se você tem dificuldade de falar em público, procure ajuda especializada. Você verá que com as técnicas adequadas e com treino, qualquer pessoa é capaz de passar informações e defender posições de maneira eficiente.


É hora do intervalo. Pequenos ou grandes grupos se formam para tomar a direção do refeitório ou dos restaurantes nas proximidades da empresa. Você, no entanto, se dirige silenciosamente àquela mesa lá nos fundos, no ponto mais isolado.

Na rotina diária, você fala o estritamente necessário e ainda assim, apenas coisas referentes ao âmbito profissional. Cuidado! Você está sendo o típico anti-social.

Nenhum ser humano é capaz de viver isolado. Mesmo para satisfazer necessidades mínimas, as pessoas necessitam umas das outras. No ambiente corporativo isso é uma verdade inquestionável. Todos dependem dos demais para poderem executar bem suas atividades.

Além disso, a convivência com outros atenua por vezes o estresse do trabalho, já que sempre surgem pequenos momentos de descontração durante o expediente. O isolamento não agrega nada nem ao trabalho e nem à vida de ninguém.

Esforce-se para manter uma relacionamento minimamente satisfatório com seus colegas de empresa. Mais do que facilitar seu dia a dia no trabalho, você ainda pode estar fazendo grandes amigos.


A sociedade humana é regida por um conjunto de normas e procedimentos que visam a determinar a fronteira entre o certo e o errado, entre o que é lícito e o que é ilícito. Quando se trata de cada indivíduo em si, esse conjunto chama-se moral. À soma do senso comum do que a sociedade entende por moral, dá-se o nome de ética. A ética tem sido muito debatida no meio corporativo nos últimos tempos.

Pisar em colegas para subir a qualquer custo, assediar moralmente os subordinadas, usar de meios escusos para obter vantagens para si. Todas essas práticas constituem comportamentos anti-éticos no ambiente profissional.

O indivíduo sem ética enxerga apenas a si mesmo, não se importando o que as outras pessoas sofram em consequência disso. As relações de trabalho, dessa forma, se deterioram; e os colaboradores e a empresa saem perdendo.

Faça imperar o respeito, a camaradagem, a conversa clara e o altruísmo em sua empresa. O ambiente, assim, se tornará melhor e todas as pessoas se sentirão motivadas, pois não há nada pior do que uma organização na qual vale a “lei da selva”.


Na vida de todas as pessoas, há momentos bons e momentos ruins. A diferença está na maneira com que cada um encara esses momentos. Colocar-se no papel de vítima no trabalho não é uma postura saudável e em nada contribui para superar as dificuldades.

Reclamar, lamentar-se, chorar pela própria sorte. Num ambiente de trabalho esses tipos de comportamentos comprometem a produção do próprio indivíduo e muitas vezes daqueles que estão à sua volta.

O clima pesado e desestimulante contamina toda a equipe e torna ainda mais difícil a extenuante rotina que todos precisam enfrentar. Problemas todos tem. A melhor maneira de enfrentá-los é permanecer de cabeça erguida e não ficar se vitimizando.

Deixe o clima de derrotismo de lado. Todos somos capazes de vencer as adversidades; e isso só depende de como se lida com elas.


Uma das maiores reclamações dos consumidores em relação aos fornecedores de produtos e serviços, é, sem dúvida, o atendimento. Má vontade, negligência, erros, desconhecimento a respeito do produto que se vende ou do serviço que se presta. Com a crescente preocupação com esse aspecto por parte das empresas, não basta mais atender o cliente;  é preciso encantá-lo.

Encantar o cliente é muito mais do que satisfazer uma necessidade. É gerar nele um sentimento de bem-estar que o faça procurar novamente a empresa e, ainda mais, que ele se sinta motivado a comentar de maneira positiva sobre o atendimento. Produtos ou serviços de altíssima qualidade podem perder consumidores simplesmente pela má imagem causada por um atendimento desastrado.

Trate cada um de seus clientes como únicos. Aja como se tudo dependesse de cada um deles. Mostre o quanto eles são importantes para você e surpreenda-se com os resultados que irá obter com o passar do tempo.


Com extrema competitividade que impera no mercado, as corporações tem exigido com frequência que os colaboradores façam mais do que simplesmente exercerem suas funções básicas: eles precisam fazer a diferença.

Fazer a diferença é facilitar e otimizar processos, é reduzir custos de maneira simples e pouco traumática, é prospectar clientes em lugares e situações nos quais ninguém tentou antes, é resolver aquelas questões que há anos incomodam na empresa.

Simplesmente fazer o trivial já não acrescenta muito num ambiente extremamente dinâmico como o corporativo.

Encontre formas criativas de fazer a diferença no trabalho. Mesmo coisas pequenas podem contar muito a seu favor. Quem mostra a que veio sempre é mais lembrado do que quem vive só no “arroz e feijão”.


Em todas as empresas sempre existem pequenas e grandes questões a serem enfrentadas. Nota-se que, algumas vezes, problemas que não são resolvidos durante anos são solucionados com a ajuda de uma sugestão de um colaborador.

Sobretudo em empresas maiores, existem políticas de coletas de sugestões dos funcionários. Mas, muitas pessoas nem se arriscam a participar delas pois acreditam que suas ideias são fora de propósito. Isso é um engano muito grande.

Idéias e conceitos simples já resolveram problemas crônicos de algumas corporações. Detalhes pequenos que só uma pessoa percebeu podem representar ganho em eficiência e redução de custos. Se a empresa dá abertura para esse tipo de prática, é porque quer que você colabore.

Adquira o hábito de dar sugestões no trabalho. Você pode acabar surpreendendo a sua empresa e até a você mesmo.


Num ambiente de trabalho, as pessoas devem estar focadas nas atividades relativas apenas a assuntos profissionais. É claro que a empresa não é um mosteiro, onde a disciplina é quase militar. Mas resolver conflitos pessoais durante o expediente perturba o bom andamento do serviço e causa desconforto aos colegas de trabalho.

Discussões com cônjuge, namorado(a), filhos ou parentes devem ser conduzidas fora do horário de trabalho. Se a pessoa insistir, ligando para o seu celular ou para o telefone da empresa, não atenda ou diga que não está.

Além de interromper suas atividades, esse tipo de incidente depõe contra sua reputação, e o qualifica como uma pessoa que talvez não tenha um controle adequado da própria vida. Cada coisa tem hora e lugar apropriados para ser resolvida.

As pessoas nunca conseguirão separar de maneira absoluta suas vidas pessoal e profissional, mas sempre é uma boa ideia conseguir manter um limite o mais conveniente possível.


Houve um tempo em que a palavra das pessoas tanto na vida pessoal como no trabalho era considerada como lei. Mas os tempos mudaram. Nos dias de hoje, a melhor maneira de se garantir a respeito de coisas acordadas no trabalho é manter registros escritos de absolutamente de cada detalhe.

Muitas vezes, por esquecimento ou até por má fé, os indivíduos esquecem-se de acordos, promessas e resoluções que externaram oralmente. Diz-se que a palavra falada “se perde no ar”.

Assim, anotar e registrar com detalhes aquilo se trata no trabalho assegura que as pessoas não venham a entrar em conflito por não se lembrarem do que disseram ou porque “fingem” que não se lembram.

Quem mantem coisas importantes registradas por escrito demonstra capacidade de organização, além de ter um controle eficiente que permite sustentar um debate naqueles casos nos quais “o dito pelo não dito” quer permanecer.


No local de trabalho, você encontra pessoas de todos os tipos. Tímidas, extrovertidas, comunicativas, alegres, sérias, sisudas, etc. Pessoas de riso fácil e pessoas que não riem da piada mais engraçada do mundo.

Saber respeitar essas diferenças essenciais entre as pessoas é essencial para manter um ambiente de trabalho harmonioso.

“Forçar a barra” para que pessoas mais reservadas se enquadrem totalmente no ritmo de um departamento mais descolado pode não ser uma boa atitude. Algumas pessoas gostam de ter seu espaço totalmente preservado, o que não significa que elas devam ser isoladas dos demais. É preciso observar as pessoas e saber até onde se pode chegar com brincadeiras, piadas e outros tipos de liberdade. Ninguém é obrigado a proceder como a maioria.

A beleza do ser humano está nas diferenças entre os indivíduos. Respeitar os limites de cada um é fundamental para que as coisas fluam bem, não só no trabalho, mas em qualquer outro lugar.


O estresse e a correria do mundo moderno são, muitas vezes, resultado do que se denomina de comportamento “workaholic”. Esse tipo de postura tornou-se bastante comum entre as pessoas nos dias atuais.

Horas extras em dias de semana, finais de semana de trabalho, intermináveis viagens de negócios. Todas essas coisas acabam fazendo com que as pessoas negligenciem suas vidas pessoas, o que pode trazer sérios problemas.

Você também se sente assim?

O trabalho, é, sem dúvida, essencial na vida do homem. Mas virar escravo dele não é algo que traga potenciais benefícios no longo prazo. Deixar de lado família, amigos e você mesmo talvez não compense. É necessário conciliar suas atividades para poder contemplar todas as áreas de sua vida. De que adianta trabalhar sem parar, ter muito dinheiro (ou às vezes, não!) e não ter tempo para você mesmo ou para as pessoas que o amam?

Pense bem e pondere se vale a pena ter dedicação extrema ao trabalho, porque caso contrário você poderá se arrepender de tudo o que deixou de viver por causa dele.


Dentro de duas semanas você terá a exposição anual de resultados. Você está muito estressado. São gráficos, planilhas e relatórios intermináveis para fazer. O tempo parece passar sempre mais rápido do que você gostaria. Uma boa solução é tentar viver um dia de cada vez.

Não só no trabalho, mas em outros setores de nossas vidas, muitas vezes temos a tendência de querer antecipar o futuro. Essa tendência gera ansiedade, preocupações, estresse.

Se temos tarefas a cumprir e prazos a serem seguidos, é bom se planejar para executar tudo que precisamos, mas sempre focando um dia de cada vez. Uma caminhada é composta de muitos passos e se tentarmos dar passos mais longos que nossas pernas, certamente iremos tropeçar e cair.

Há 2000 anos, alguém muito sábio disse: “A cada dia basta o seu mal”.  Vamos procurar viver no ritmo certo para não sermos atropelados por um futuro que ainda nem chegou.


Todo dia é a mesma coisa. Você chega em casa, tira os sapatos e se joga em sua poltrona preferida. Quando sua esposa vem lhe perguntar sobre o seu dia, você se desmancha em reclamações e só fala de trabalho. Seu filho lhe pede ajuda com a lição de casa e você o repreende, dizendo que está cansado. Saiba que sua qualidade de vida pode estar comprometida.

A família é a base de nossa sociedade. É nosso porto seguro. Nela nascemos, crescemos e morremos. Passam empregos, situações, amigos. Mas a família está sempre lá, de braços abertos para nos acolher. Nosso trabalho não deve ser mais importante que a família. De que adianta sermos ótimos profissionais, com salários excelentes, se não podemos ver nossos filhos crescerem?

O trabalho não pode dominar nosso lar. Nosso lar é um lugar sagrado de amor e harmonia. E é assim que ele deve permanecer durante a maior parte do tempo.


Você tem um colega que nunca perde a oportunidade de bajular o chefe. Elogia a gravata, o terno, o carro novo. Nas reuniões, só falta deitar no chão para que ele pise em cima. Essa postura é muito comum, mas geralmente não vale a pena.

O bom chefe é sempre capaz de perceber quem são os puxa-sacos. Eles são pessoas que na maioria das vezes usam esse recurso para esconder a própria incapacidade para o trabalho. Como não produzem, precisam distrair o chefe com elogios, para que ele não veja o tamanho da incompetência. Chefes que gostam de ter puxa-sacos não são bons chefes. Só tem a necessidade de serem elogiados, muitas vezes sem motivo.

Faça seu trabalho da melhor maneira possível e não entre nessa de puxa-saco. O puxa-saquismo não resiste a um chefe sábio e bem preparado. Melhor não arriscar.


Seu horário de trabalho é de 8 h por dia. Mas ultimamente você nunca trabalha menos de 10 h. São tarefas e mais tarefas despejadas sobre você. No fim da semana você está tão cansado que só quer saber de dormir no sábado e domingo. Saiba que essa é uma situação anormal que você deve enfrentar com firmeza.

O limite máximo de jornada de trabalho não foi estabelecido à toa. No início do século XX as pessoas trabalhavam mais de 16 h por dia e não tinham nenhum direito trabalhista. Isso gerava um caos social e a expectativa de vida dos operários era baixa. Depois chegou-se à conclusão de que era preciso estabelecer um limite máximo de tempo para o trabalho. Criaram-se mais turnos e assim o mercado se ajustou. Mas nos últimos tempos, algumas empresas parecem estar na contra-mão da história e passaram a escravizar novamente seus colaboradores.

Essa situação é inaceitável. Ninguém deve fazer corpo mole para o trabalho. Mas também não é preciso se sujeitar a voltar ao tempo das “senzalas” por medo de perder o emprego.


Sua equipe tem tido uma ótima performance. Tudo está andando como esperado, metas sendo atingidas, elogios têm vindo da diretoria. Mas você está reconhecendo o valor dela? Você a elogia? Se a resposta é não é melhor começar a pensar nisso.

O elogio é um verdadeiro bálsamo para o ser humano. Ele supre uma das necessidades ditas secundárias para a vida, que é o desejo de ser aceito e reconhecido. Elogiar apontando um motivo concreto e na medida certa funciona como um combustível para a equipe. Ela aprende que se trabalhar duro e com eficiência, seu trabalho será reconhecido.

Elogie, premie, parabenize.

Você verá que com o tempo sua equipe estará indo cada vez mais para o alto e avante!


Você prometeu entregar aquele relatório no último dia do mês, mas não conseguiu por falta de planejamento. Você garantiu que o cliente receberia a mercadoria no prazo e ela atrasou. Acho está precisando se lembrar daquele velho ditado: “Promessa é dívida!”

Promessas sempre geram expectativas grandes nas pessoas. Quem ouve uma promessa está mentalmente condicionado a esperar que ela será cumprida. Se isso não ocorre a frustração é grande.

Além muitos planos são feitos baseados em promessas, o que é pior ainda, se elas não forem cumpridas. No trabalho cumprir promessas é sinal de confiabilidade. É dizer à empresa que ela pode contar com você.

Não prometa o que você não pode cumprir. Ficar só na promessa não leva ninguém a lugar nenhum.


Tudo o que você faz ultimamente apresenta pequenas falhas. Seu chefe e seus colegas dizem isso todos os dias. Muitas vezes a origem do problema está numa palavra apenas: distração.

Muitas pessoas têm sérios problemas por serem dispersas no trabalho. A distração gera falhas, serviços incompletos e de má qualidade.

Perder a atenção por causa das pessoas que passam por sua mesa, pelas conversas paralelas ou pelo papo no msn não é aceitável. Não é proibido fazer pequenas pausas, mas estar distraído o tempo todo é uma postura totalmente inadequada.

Foco no trabalho é uma das condições indispensáveis para a obtenção de resultados. Quem vive no mundo da lua não chega a lugar nenhum.


Em meio à correria do expediente, você comete um erro. Esse erro pode representar no mínimo uma repreensão por parte do seu chefe. O que fazer? Escondê-lo ou confessá-lo?

Não só na empresa como em qualquer situação, admitir erros é sempre a melhor decisão a tomar. Confessar o erro demonstra que você tem consciência e coragem. Qualquer que sejam as consequências, a verdade é sempre a melhor opção. Mentir e esconder as coisas só torna as situações piores.

Seja adulto o suficiente para admitir que errou.

O mínimo que você terá será sua consciência em paz.


Seu colega é uma pessoa extremamente perfeccionista. Não deixa passar um resquício de erro no próprio trabalho e no dos demais. Está sempre apontando falhas irrelevantes.

Esse tipo de atitude não ajuda nem a ele, nem à empresa; pelo contrário, só tende a atrapalhar.

O mundo não é perfeito e as empresas também não. Viver atrás de picuinhas pode acabar desviando o foco das coisas que são realmente importantes e com as quais vale a pena se preocupar.

Não se trata de fazer tudo com desleixo, mas de saber que somos todos falíveis. Pequenos erros existiram, existem e sempre vão existir. O importante é mantê-los dentro de limites aceitáveis e não viver como escravo das minúcias.


Você está concentrado em seu trabalho e de repente aparece o colega ou a colega recém-contratado(a) que chama sua atenção pela beleza, simpatia ou ambas… E agora? Será que você deve iniciar um envolvimento com alguém de dentro da empresa?

Esse é um tema complicado e que é encarado de maneiras diferentes em cada empresa. Alguns empregadores condenam, outros são indiferentes ou alguns poucos até incentivam.

O mais importante é ter consciência da postura da direção da empresa em relação a essa questão e estar atento a todas as normas internas sobre o assunto. Não tente desafiar proibições, pois você e seu parceiro(a) podem se dar mal.

Seja adulto(a) e tenha controle dos seus impulsos e sentimentos. Viver uma história de amor é uma das melhores coisas da vida, mas quando se trata de local de trabalho cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém…


Você é convidado para o tradicional evento de fim de ano ou de aniversário da empresa… é uma festa comum como as outras? Posso agir como eu bem entender? A resposta é não. Vamos ver por que.

Apesar de parecer uma festa como qualquer outra, a festa de empresa reúne pessoas que estão juntas uma boa parte do seu tempo. Atitudes inconvenientes ou exageradas em ocasiões como estas, podem gerar mal estar e situações desagradáveis na volta ao trabalho.

Procure se comportar naturalmente nestes eventos, mas evite brincadeiras excessivas, bebedeiras ou comentários inadequados entre colegas ou em relação aos chefes.

Aproveite o momento de descontração para relaxar e interagir, mas procure ter o bom senso de não criar problemas que poderão atrapalhar na volta à rotina normal.





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