Para as pessoas interessadas no mercado da tecnologia, é importante saberem que não se deve apenas acreditar naqueles estudos que afirmam que é mais importante você saber a técnica do que ter comportamentos positivos.

Pelo contrário, alguns especialistas defendem que as competências comportamentais são mais importantes que as competências técnicas, por isso, o profissional deve estar atento para as necessidades que, muitas vezes, não estão explícitas nos anúncios de empregos.

Cláudio Bido, coordenador do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico da BandTec, comenta: "Não sei se há uma competência específica para a área de TI, mas o mercado, através dos departamentos de recursos humanos, fala muito da capacidade de trabalhar em grupo, de ouvir (por conta do atendimento), de liderança, proatividade… São coisas ligadas a um conjunto de habilidades que são humanas e todos precisaríamos desenvolver".

Muitas empresas levam em conta que o profissional saiba ouvir e entender o que é dito por alguém, desenvolver posturas corretas ao conversar com outros colegas de trabalho e ser ético no ambiente profissional.

Não há treinamento que ensine isso ao funcionário, então, a preparação profissional não pode ser deixada de lado pelos candidatos, pois, algumas empresas chegam a dar mais atenção ao comportamento do que ao nível de entendimento que o candidato apresenta sobre o cargo e as funções que irá desenvolver na empresa.

No caso da empresa L3, as contratações são feitas com peso igual: o candidato deve ser bom, mas precisa ter alguns valores embutidos. Já para os trainees, o lado mais visado é o campo psicológico. "Percebemos que é mais fácil ensinar a parte técnica do que a comportamental", esclarece Lopes, da L3.

No processo seletivo uma empresa sempre busca identificar o perfil do candidato para tentar descobrir se ele combina com a vaga que está sendo proposta, se tem as competências necessárias e se sabe se relacionar no ambiente profissional.

Por essa razão, os candidatos devem estar atentos e preparados para as entrevistas. 

Por Juliana Ghisi


Normalmente escutamos falar em Equipes de Trabalho. Mas o que significa isso?

Será que o fato de estarmos agrupados em torno de uma idéia em comum é já suficiente para que se estabeleça uma Equipe?

Basta estarmos juntos e dizermos em comum que faremos isso ou aquilo e realmente o fizermos com êxito?

Cada um gosta de agir por si mesmo e de modo independente, os incentivos e as buscas de unir as pessoas em torno de um ideal são necessários para que se consigam atingir as metas constantes no plano.

Sozinho é possível fazer tudo? Claro que não! Isolados não provaremos nada, nem a nós mesmos, pessoalmente. Quando, pela força das situações, começamos a precisar de outras pessoas e, de forma compreensiva, valorizar a atuação delas, de maneira conjunta para realizar alguma tarefa e perceber o valor que há nisso, podemos estabelecer uma idéia primitiva de Equipe.

Para que desenvolvamos uma Equipe de Trabalho, precisamos nos deixar envolver pelo Espírito que que pode criá-la.

Por Lindomar Vieira


O mundo dos negócios atualmente é uma área de feras tentando devorar os mais fracos e vulneráveis, onde os fracos não têm vez e os fortes são implacáveis exigindo cada vez mais das pessoas, agilidade mental, saúde física e intelecto refinado, e no mundo corporativo a história não é diferente.

Para ser um profissional excelente a pessoa deve ser responsável, ter atitudes, não deixar a sua carreira depender de outros profissionais, estar sempre atualizado e traçar seu próprio futuro.

O presidente da Gutemberg Consultores afirma que “Antigamente eram as empresas que decidiam quais atividades seriam destinadas para cada tipo de profissional, e o mesmo apenas obedecia. Hoje, é o profissional que cria seu próprio destino, ele é responsável por si só” – trecho de uma entrevista ao site Emprego Certo.

Gutemberg de Macedo dá dicas de como se tornar um profissional com extrema excelência, também conhecido como “profissional classe A”, para conferi-las clique aqui.

Por Levi Rocha


Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.


Não é pequeno o número de pessoas que não trabalha satisfeita no ramo em que está. Muitas vezes por circunstâncias da vida, os indivíduos acabam caindo num setor que não corresponde às suas habilidades ou desejos. Mas é possível mudar, bastam coragem e esforço.

São inúmeras histórias de sucesso de pessoas que se sentiam frustradas nas atividades que desempenhavam e foram atrás de novos horizontes. O primeiro passo é sempre ter atitude. Aprender coisas novas, qualificar-se, olhar em volta e perceber do que o mercado necessita. Depois, definir um foco e perseguir o objetivo com o máximo de empenho possível. A única coisa que não pode faltar é vontade de vencer, de inovar, de fazer diferente.

Não deixe que o comodismo faça com que você leve uma vida profissional que não lhe traga satisfação pessoal. Se seu trabalho não lhe agrada, vá em busca de outro que seja capaz de preencher suas expectativas.


A carga de trabalho do cenário corporativo moderno algumas vezes obriga os indivíduos a fazerem horas extras na empresa. Se é um serviço que diz respeito apenas à própria pessoa, ela pode acabar tendo que permanecer trabalhando de forma isolada. Para isso, é preciso uma série de cuidados em relação à segurança do colaborador e da organização.

Ao ficar na empresa sozinho, procure manusear somente os itens que estão diretamente relacionados a você. Não mexa em objetos e documentos de outros colegas, a não ser que tenha recebido autorização direta deles. Ao entrar e sair do local, esteja atento aos arredores para ser capaz de identificar a presença de pessoas suspeitas. Se a companhia mantém serviço de segurança privada, estabeleça uma boa relação com as pessoas responsáveis por ela. Isso pode se lhe ser muito útil em caso de emergência.

Fazer hora extra sozinho não é agradável, mas por vezes, é necessário. Apesar de desagradável, no entanto, essa experiência precisa ser segura.


Em toda empresa que possua acima de um certo números de funcionários, o registro do ponto é de natureza obrigatória. E essa importante tarefa fica a cargo deles mesmos, não devendo ser negligenciada, pois isso poderá trazer prejuízos ao próprio trabalhador e à companhia também.

Seja por meio eletrônico ou de forma escrita, a entrada e saída de serviço deve ser minuciosamente assinalada. Quando o colaborador está em serviço, a organização assume uma série de responsabilidades por ele, sendo assim o final do período de trabalho deve ser passível de comprovação.

A folha ponto também serve de base para a folha de pagamento, assim erros na primeira serão repassados automaticamente à segunda. Dessa forma, o registro de ponto precisa ser um hábito semelhante a escovar os dentes ou lavar as mãos após ir ao banheiro, por exemplo.

Mantenha sua folha ponto corretamente atualizada e evite aborrecimentos e dificuldades tanto para você como para a empresa.


Com o aumento da complexidade das atividades econômicas, as empresas passaram a exigir dos colaboradores múltiplas habilidades. É preciso saber um pouco de tudo, e estar preparado para situações inesperadas e para o improviso.

O mercado de trabalho está numa fase em que ser especializado demais em uma única área já não corresponde às expectativas das organizações. São cobradas habilidades de liderança, gerenciamento e planejamento. Um bom funcionário que é competente exclusivamente na parte técnica já começa a perder terreno para aqueles que agregaram competências extras.

Comece a sair da “zona de conforto” do seu saber técnico-científico e corra atrás daquilo que a empresa espera de você num universo mais amplo.


Todo ser humano tem necessidade de ser reconhecido pelo que faz. Quando isso não acontece ou acontece em menor proporção do que as pessoas esperam, surgem o descontentamento, a inveja (em relação aos que foram reconhecidos) e por fim os conflitos. Isso é muito comum numa equipe de trabalho.

Uma boa parte dos indivíduos não tem uma auto-estima num nível tão elevado a ponto de reconhecerem por si mesmos de que estão fazendo um bom trabalho. Eles contam com o aval de seus superiores para terem certeza de que estão no caminho certo. Com o objetivo de chamar a atenção para esta situação, eles inventam conflitos por coisas banais, mas que no fundo são o reflexo de um ego insatisfeito. Nessa hora, o líder de equipe deve estar muito atento para acalmar os ânimos e colocar as coisas nos seus devidos lugares.

Aprenda a identificar as reais causas de conflito em sua equipe de trabalho. Procure disciplinar e “massagear” os egos para fazer a poeira baixar sempre que necessário.


Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.


Nas relações sociais, é de fundamental importância adaptar o nível de linguagem usado a cada situação.  Não se pode querer conquistar um cliente ou uma vaga de emprego, usando gírias ou o último bordão da moda na televisão.

Falar de maneira adequada a cada ambiente demonstra respeito e preparo. Numa entrevista de emprego ou numa reunião de trabalho, certos tipos de vocabulários precisam ser evitados. É preciso deixar evidente através das palavras que se está dando a importância devida a esse tipo de encontro. Ninguém se sente confortável quando um indivíduo solta um “ninguém merece!” ou um “demorou!” num momento absolutamente inoportuno.

Não está se falando aqui que você precisa usar termos rebuscados ou “engolir o dicionário”. Converse normalmente, mas se policie para manter o discurso sempre em um patamar condizente com cada tipo de diálogo.


Todas as organizações possuem ou, pelo menos, deveriam possuir, procedimentos internos sistematizados para a execução de atividades. Com o passar o tempo, é essencial rever esses procedimentos para adaptá-los às dificuldades encontradas em sua execução.

Muito poucas coisas no mundo permanecem imutáveis. A maneira de se trabalhar numa organização não é diferente. A prática ensina que é necessário acrescentar ou suprimir etapas no “modus operandi” de como as coisas são feitas no trabalho. Ter receio de fazer mudanças é condenar um procedimento a se tornar obsoleto e ineficaz. E essas mudanças precisam ser discutidas e aprovadas por todos aqueles diretamente envolvidos.

Repensar normas internas, regulamentos e procedimentos operacionais padrão é demonstração de pró-atividade e inteligência. É o modo mais sensato de reagir às alterações que ocorrem no mundo que o rodeia.


É muito comum os profissionais mais experientes passarem pela experiência de treinarem os mais novos. Essa é uma tarefa árdua, que exige dedicação e principalmente muita paciência. Uma paciência tão grande que, esse tipo de missão não serve para qualquer um.

Quando se orienta novos colaboradores é preciso ter bom senso para não acabar tolindo a capacidade de aprendizagem deles. Alguns instrutores, quando veem seus “alunos” cometendo erros, se enfurecem e decidem executar as atividades que estão sendo ensinadas por si mesmos. Isso desestimula em quem está sendo treinado a disposição para fazer certo. É como querer dar “indiretamente” o peixe e não ensinar a pescar.

Mantenha a calma ao se deparar com falhas de funcionários novatos. Mais do que perder as estribeiras e querer assumir tudo sozinho, você deve despertar nos “calouros” o desejo de começarem a acertar.


Muitas organizações, especialmente as maiores, tem políticas de desenvolvimento voltadas ao aperfeiçoamento contínuo de seus colaboradores. São participações no custeio de cursos de pós-graduação, atualização e de idiomas. Há também iniciativas internas, focadas em reconhecer e desenvolver talentos.

Para uma empresa, não há nada melhor do que buscar pessoas competentes dentro de seus próprios quadros. Isso evita custos com seleção de novo pessoal. Além disso, valorizar o público interno gera um clima de satisfação entre os funcionários, o que pode refletir em produção maior e melhor. Aproveitar as oportunidades que a empresa oferece para que você se desenvolva é uma atitude muito inteligente, pois lhe abre um mundo de possibilidades de crescimento.

Seja pró-ativo e agarre com unhas e dentes qualquer chance de aquisição de conhecimento que a empresa lhe proporcione. Você certamente colherá os bons frutos disso no futuro.


Toda empresa tem necessidade de acompanhamento daquilo que ocorre em seu dia a dia.

Principalmente quando se trata de resultados, os relatórios são um instrumento muito usado para apresentá-los. Compor relatórios claros e sucintos, tornou-se, então, um item essencial para todo bom profissional.

Um relatório é uma maneira de transpor para o papel ou para o meio eletrônico os mais variados tipos de informação. Ele deve conter apenas realmente aquilo que for de extrema relevância para o tema abordado. Detalhes secundários podem ser deixados de lado nesse momento e acrescentados oralmente, caso solicitados. Os dados e análises apresentados precisam aparecer de forma muito clara de modo a evitar equívocos.

Familiarize-se com uma redação eficiente ao elaborar seus relatórios. Se eles forem bem aceitos por quem os lê, isso poderá contar muitos pontos positivos em seu favor.


Quem não conhece indivíduos bajuladores (“puxa-sacos”) no trabalho? Eles estão a todo momento buscando um modo de agradar a seus superiores não pelo bom trabalho que desempenham, mas sim através de elogios falsos e sem conteúdo. Saiba que essa não é a melhor maneira de ser reconhecido no ambiente corporativo.

Via de regra, os bajuladores são incompetentes ou tem uma performance no mínimo abaixo da média.

Como não se sobressaem mostrando serviço, precisam recorrer à lisonja para assim, serem notados pela chefia. O fato é que, mais cedo ou mais tarde, essa prática acaba se desgastando e perdendo o efeito. Mesmo os dirigentes mais sensíveis ao “puxa-saquismo” uma hora acabam se cansando dele.

Conquiste seu espaço na organização mostrando um trabalho de qualidade. Viver diariamente pensando em como bajular o chefe para poder ser visto, além de desgastante, é também vergonhoso.


Quantas pessoas você conhece que desempenham suas atividades de forma simplesmente automática? Elas simplesmente não se importam com o resultado que o trabalho delas está tendo. Dia após dia executam a mesma tarefa, muitas vezes sem saber o porquê disso.

Toda atividade laborativa tem uma razão de ser e visa a um resultado. Principalmente no mundo competitivo de hoje, nada é feito por acaso. O que muitas vezes torna a função de uma pessoa enfadonha é fato de ela executá-la sempre da mesma forma, sem perceber como isso pode refletir no objetivo final. Quando se enxerga claramente uma meta a atingir, qualquer trabalho parecerá mais desafiador.

Comece a focar seu trabalho em objetivos práticos e concretos. Quem sabe então ele não passará a fazer mais sentido para você.


Em toda a atividade que lida diretamente com o público, a opinião dos clientes a respeito do produto ou serviço oferecido é fundamental para determinar qual a imagem que o cliente tem a respeito da empresa. Medir o grau de satisfação dos consumidores, é, então, uma ferramenta fundamental para saber o que eles pensam de você.

O cliente é sempre o maior divulgador de uma organização. Por mais que se gaste com mídia de todos os tipos, nada é mais eficiente que a propaganda boca a boca falando bem ou mal de uma companhia. Acompanhar como anda os clientes veem você traz informações preciosas para que ajustes de percurso possam ser feitos. Se a empresa ainda não possui esse tipo de prática, inicie um pequeno piloto você mesmo (claro que com a devida autorização superior) e depois leve os resultados à sua chefia.

Não há nada como a credibilidade que uma organização é capaz de passar a seus consumidores. Esteja sempre consciente de como seu consumidor está enxergando você.


Quantas vezes as pessoas tem ideias geniais no trabalho que simplesmente não são aproveitadas porque quem poderia implementá-las simplesmente não aceita que elas tenham vindo de outra fonte que não delas próprias. É preciso saber reconhecer e dar crédito ao que os outros pensam.

Em muitos casos, as ideias e sugestões dos colegas são capazes de tornar a rotina diária mais fácil, simplificar processos ou até mesmo revolucionar toda uma empresa. Alguém pode ter sido capaz de enxergar algo sobre o qual ainda não se havia pensado, reavaliando e questionando velhas práticas.

Aprenda a valorizar as ideias de outros colaboradores além das suas próprias. Você verá o quanto isso poderá fazer bem para você, para os outros e para a organização.


No mundo do trabalho, a reputação de um colaborador é como se fosse seu cartão de visitas. Essa espécie de “diário” profissional conta muita coisa sobre seu modo de agir, pensar e muitas vezes é levada em conta em decisões como uma promoção a um cargo de nível mais alto. Assim, mantê-la inatacável sempre é uma atitude sensata.

O mundo de hoje está repleto de pessoas desonestas, trapaceiras, com falta de princípios. Numa completa inversão de valores, muitos indivíduos perderam a noção do limite entre o certo e o errado, entre o ético e o anti-ético. Quem ainda se mantém íntegro e com uma conduta correta, acaba tendo um diferencial competitivo em relação aos demais. E não é muito difícil ter a imagem arranhada por um pequeno deslize.

As pessoas são lentas para enxergar o que se faz de bom e rápidas para ver o que se faz de mau.

Construa uma reputação de que você possa se orgulhar dentro da empresa e faça o máximo para conservá-la. Isso sempre vale a pena não só de ponto de vista profissional, como também para ter uma consciência sempre limpa.


Você já se deparou com um colega de trabalho que está sempre se esquivando de executar uma determinada tarefa? Toda vez que é necessário realizá-la, ele foge, finge que está fazendo outra coisa ou pede para um terceiro dar conta do recado. Saiba que essa é pior maneira de lidar com esse tipo de deficiência laboral.

Se você foi contratado para o cargo em que está, é porque se supõe que esteja preparado para enfrentar todos os desafios que a posição traz consigo. Ficar fugindo de um procedimento ou tarefa que você não conhece não ajuda em nada, só contribui para que você desenvolva cada vez mais medo de aprender coisas novas. O receio nunca foi estímulo para ninguém superar obstáculos.

Lance-se de cabeça para aprender aquilo que você não domina em seu trabalho. Você verá o quão gratificante é depois que você superar o obstáculo e até poderá rir de si mesmo por ter se acovardado antes.


Muitas vezes as pessoas se acostumam com determinados procedimentos em sua vida diária e nem pensam em mudá-los. Mas no mundo do trabalho de hoje, essa postura pode trazer perda de eficiência e competitividade. É preciso rever e melhorar com frequência a maneira de fazer as coisas para estar sempre atualizado.

Tudo no mundo passou a mudar muito rápido a partir da segunda metade do século XX. As empresas e os indivíduos estão sempre buscando formas mais práticas e rápidas de conduzirem suas atividades.

Procedimentos, instrumentos de trabalho, programas de computador e aparelhos eletrônicos estão se renovando a cada dia. É essencial acompanhar essas mudanças e participar delas para não ficar para trás.

Esteja atento e facilite sua vida sempre remodelando suas estratégias de trabalho. Isso o ajudará a manter-se em sintonia com aquilo que o rodeia.


Em toda organização acontecem incidentes dos quais ninguém gosta de se lembrar. Clientes perdidos, problemas entre funcionários, contratos não fechados. Alguns aprendem com os acontecimentos e se voltam para futuro. Já outros, insistem em ficar revivendo as experiências negativas.

Prender-se a um passado que não pode ser alterado não ajuda a se desenvolver profissionalmente. É preciso tirar lições do que não deu certo e usá-las para se aperfeiçoar sempre. Assumir os erros é importante, mas passado o período de avaliação das consequências deles, a atitude mais inteligente é esquecer e ir adiante. Não há mais espaço hoje em dia para ficar perdendo tempo com o que já se foi.

Pare de resgatar o passado. Quem vive de passado é museu.

Use a experiência que você adquiriu com ele e construa um futuro de oportunidades.


Você já está há algum tempo em um emprego. Você procura fazer tudo certo e em linhas gerais está correspondendo àquilo que esperam de você. Mas sua vontade é crescer, ser promovido, galgar degraus mais altos. Isso acaba gerando ansiedade e algumas vezes frustração. Mas saiba que uma carreira de sucesso é uma combinação de esforço, dinamismo e sobretudo de experiência.

Ninguém consegue um lugar ao sol por um passe de mágica. É preciso aproveitar oportunidades, demonstrar competências e muitas vezes, dar tempo ao tempo.

O reconhecimento da capacidade de uma pessoa para crescer depende de muitos fatores dentro da empresa, como a postura dos superiores hierárquicos, do plano de carreira, caso ele exista, e também da cultura geral da organização. A associação dessas variáveis é que determina se você poderá alcançar um posto mais alto ou não.

Faça sua parte e não se desestimule se os outros não estão reconhecendo isso no momento. Uma hora ou outra alguém pode acabar reconhecendo seu brilho e você verá que sua dedicação valeu a pena.


Nas organizações de uma forma geral, existem maneiras padronizadas de executar cada tipo de atividade. A padronização uniformiza o tratamento que é dado as coisas e quase sempre facilita a rotina. Mas há momentos em que é preciso ter jogo de cintura para se adaptar àquilo que escapa ao previsível.

A flexibilidade tornou-se uma característica fundamental para toda empresa moderna. O mercado, os clientes e os parceiros de negócio tem as exigências o mais diversas possíveis. Estar preparado para atender a essas exigências exige uma enorme capacidade de acomodação. É preciso conciliar necessidades e interesses.

Ceder aqui, flexibilizar ali.

Às vezes, fugir de um procedimento convencional pode ser a diferença entre conquistar um novo cliente, fechar um contrato interessante ou estabelecer uma parceria de sucesso ou não.

Esteja preparado para ceder, mudar, adaptar. Só assim você será capaz responder a todas as situações com que você vai se defrontar no dia a dia corporativo moderno.


Todas as organizações acabam passando mais cedo ou mais tarde por momentos turbulentos. Crises econômicas, acirramento de concorrência, realinhamento do mercado. Todos esses eventos podem trazer dificuldades para a empresa. É em momentos como esse que os indivíduos devem assumir a responsabilidade para poder mostrar realmente a que vieram.

Em épocas complicadas, é possível ver claramente a diferença entre as pessoas que só fazem o “básico” e aquelas que realmente estão comprometidas. As que se limitam ao essencial, sentam e reclamam das adversidades. As comprometidas arregaçam as mangas e buscam oportunidades em meio às incertezas. Elas sugerem, discutem e inovam. Elas buscam soluções onde ninguém poderia imaginar.

Comprometer-se com a companhia em tempos difíceis diferencia os fortes dos fracos, os medíocres daqueles que querem sempre mais. Passe para o time dos que são maiores do que os problemas. Você se surpreenderá com o quanto você pode realizar.


Escrever corretamente é um dos requisitos de todo bom profissional nos dias atuais. Num país com muitas deficiências no sistema de educação, quem é bom nessa área acaba sendo muito valorizado. Redigir de forma clara e correta pode abrir muitas portas para você no trabalho.

Um colaborador que comete erros de português constantemente é mal visto tanto pelos superiores como pelos clientes ou parceiros de negócios. Deficiências de linguagem escrita pode ter origem numa educação básica de má qualidade, no desinteresse pelo correto uso da língua e, principalmente, na falta de leitura.

Muitas pessoas não leem mais nem os rótulos dos produtos que consomem. A boa leitura enriquece o vocabulário e solidifica o conhecimento de como se escrevem as palavras (ortografia). E não é preciso ir muito longe. Basta ler um bom jornal todos os dias para fazer a “lição de casa”.

Se você tem deficiências com o português, corra atrás e supere-as. Você e a empresa só terão a ganhar com isso.


Está aí uma questão complicada no mundo corporativo: promessas não cumpridas. Um projeto não entregue no prazo, um produto ou serviço que chega com atraso, uma tarefa que precisa de prazo extra para ser cumprida. Isso acontece, muitas vezes, porque as pessoas são displicentes ou “querem dar o passo maior do que a perna”.

Antes de prometer qualquer coisa a alguém, é preciso se certificar de que você dispõe do tempo e dos meios para cumprir com sua palavra no prazo.

É essencial também não subestimar a rapidez com que o tempo passa e ter um planejamento de execução das etapas ou atividades. Se por acaso ocorrerem imprevistos, é fundamental comunicar com o máximo de antecedência que a promessa não poderá ser cumprida. Isso atenua os efeitos negativos da frustração da expectativa.

Habitue-se a prometer só aquilo que realmente você pode cumprir. Seja realista ao se comprometer com as pessoas e mantenha sempre sua credibilidade.


Você desempenhou um bom trabalho e foi reconhecido pela empresa. Vai chefiar o setor no qual já trabalha. Então, surge a dúvida: como se comportar em relação a seus colegas, já que agora você é o superior hierárquico deles? A resposta para essa pergunta não é tão simples.

Nas organizações é normal que alguns indivíduos se sobressaiam mais do que os outros e tenham seu desempenho premiado com um cargo melhor. Esse fato pode gerar inveja em pessoas menos maduras e algumas vezes, problemas como desunião e falta de colaboração na equipe. A maneira mais equilibrada de encarar a situação é agir normalmente, tratando todos como antes, mas deixando claro que o foco deve estar nos objetivos da companhia.

A relação de amizade e companheirismo pode permanecer, sem que venha a prejudicar o andamento do trabalho.

Use em seu favor a boa relação que você tem com os seus agora “subordinados”. Ela pode ser a receita para construir um departamento de sucesso.


Você já trabalha ou foi escalado para trabalhar no setor da empresa que trata da área financeira. É uma função que exige organização, seriedade e muito empenho. Qualquer deslize pode acarretar consequências sérias para você e às vezes para outras pessoas também.

Cuidar da gestão de numerários e recursos não é uma tarefa para qualquer um. Muitos indivíduos simplesmente tem verdadeiro pânico de cometerem algum e virem a ser responsabilizados por isso.

O bom profissional da área financeira geralmente já exibe as características adequadas para se lidar com dinheiro. É preciso atenção, comprometimento, e acima de tudo desenvolver mecanismos que permitam manter o controle mais preciso possível de todos “fatos financeiros” em tempo real.

Só aceite a incumbência de trabalhar com o dinheiro dos outros se realmente se sentir preparado para isso, do contrário é melhor dizer um “não” agora para não se arrepender depois.


No ambiente corporativo atual, tudo está voltado para o resultado final, isto é, a venda, o fechamento de contrato, a parceria, enfim, para o lucro. Saber apresentar esses resultados de maneira adequada conta pontos para você e sua equipe e demonstra que vocês estão aptos a crescer.

Com o rápido progresso da informática, apresentar informações para grupos grandes ou pequenos de pessoas tornou-se muito prático. Os softwares de apresentação e os aparelhos de data show permitem condensar grande número de dados de forma eficiente.

Quem domina esses recursos expõe eficazmente além de resultados, também projeções futuras e perspectivas de mercado. Gráficos e tabelas deixaram de ser segredo, pois basta inserir os dados e obter recursos visuais fantásticos rapidamente. E tudo isso num espaço de tempo pequeno, caso a apresentação esteja bem montada.

Seja capaz de usar a tecnologia em seu favor na hora de mostrar seus resultados. A forma de apresentação, às vezes, pode significar a diferença entre o reconhecimento ou não de seu trabalho.


Em algumas organizações, é comum que certos indivíduos, para se livrarem rapidamente de algum tipo de tarefa, executem-na de maneira incompleta ou fora dos padrões. Na ânsia de terem o trabalho pronto o mais rápido possível, esquecem-se que rapidez nem sempre é sinônimo de qualidade.

O retrabalho é uma ocorrência que emperra o desenvolvimento de muitas empresas. Ter que repetir um mesmo procedimento mais de uma vez é um desperdício de tempo e de recursos.

Num ambiente de competição em que todos os detalhes influenciam o resultado final das corporações, é inaceitável que isso aconteça. É preciso que todos estejam cientes de que cada trabalho que precisa ser feito duas vezes representa um desgaste desnecessário tanto para o colaborador quanto para a empresa.

Declare guerra ao retrabalho. Concentre todas as suas forças para que tudo saia a contento já na primeira vez.


Todas as pessoas, em maior ou menor grau, tem de medo de se expor. Enfrentar uma plateia sempre é um evento que gera ansiedade. Algumas pessoas tem maior facilidade nesses momentos, outras não. Mas é preciso saber que falar em público não é um bicho de sete cabeças e é algo que pode se aprender com um pouco de dedicação e esforço.

Na empresa, em um momento ou outro, sempre é preciso apresentar alguma coisa oralmente. Fazer comunicados, apresentar resultados em uma reunião, defender um ponto de vista ou um novo projeto. Quem possui certo treinamento de oratória e sabe como colocar suas ideias e pensamentos, é melhor visto dentro da empresa. Não adianta nada você ser uma assumidade do ponto de vista técnico, se ninguém sabe de seus conhecimentos.

Se você tem dificuldade de falar em público, procure ajuda especializada. Você verá que com as técnicas adequadas e com treino, qualquer pessoa é capaz de passar informações e defender posições de maneira eficiente.


O atendimento ao público, seja ele presencial ou a distância, é uma das atividades mais difíceis que existem no mercado. A exigência das pessoas é tão variada quanto os tipos de personalidades que se pode encontrar, e esse tipo de atividade acaba se transformando numa verdadeira “arte”.

O mais importante no atendimento ao público é saber que as pessoas com quem se tem contato, são limitadas como você. Elas tem problemas, angústias, ansiedades e principalmente uma necessidade a ser satisfeita.

O grau de satisfação dessa necessidade é o que determina se a pessoa irá avaliar o atendimento como bom ou ruim. Certas pessoas, com grau de exigência acima da média, são aquelas que podem tirar você do sério. Nesses casos, o domínio próprio é fundamental. É preciso ter a percepção de não se levar nada para o lado pessoal e ter mente de que a pessoa irritada tem o seu alvo no produto ou serviço e não em você.

Não se contamine com o estresse dos clientes. Atenda-os da melhor maneira possível e caso, a pessoa atendida ainda estiver insatisfeita, pelo menos você terá a consciência limpa por ter dado o seu melhor.


No ambiente corporativo, a prática de avaliações de desempenho é um instrumento usado para os mais variados tipos de decisão em relação ao quadro funcional. Elas são quesitos usados na concessão de promoções, nos “temidos” momentos de cortes de funcionários e na determinação da performance geral da própria empresa.

No que se refere à parte do colaborador (que é a única na qual você, na maioria da vezes, poderá interferir), a melhor atitude é dar o melhor de si e saber administrar bem as críticas que surgirem por parte de quem faz avaliação.

E naqueles casos nos quais há as ditas “perseguições” por parte dos superiores, o melhor posicionamento é ter uma conduta irrepreensível, que torne infundada qualquer tentativa de avaliação baseada em critérios subjetivos e por vezes injustos.

Aprender a ser avaliado ajuda não apenas no ambiente de trabalho, mas também na vida, pois todas as pessoas estão sendo avaliadas o tempo todo, onde quer que seja.


Em empresas dos mais diversos ramos de atividade, há uma tendência cada vez maior no trabalho desenvolvido através de projetos. Cada projeto representa um novo desafio. Nesse contexto, o trabalho em equipe assume um papel fundamental. Nenhum projeto pode ter sucesso se não tiver uma equipe afinada por trás dele.

Não só no trabalho, mas em outras áreas da vida, o trabalho em grupo facilita muito as coisas. Um grupo em que todos estão conscientes de suas funções e comprometidos em desempenhá-las da melhor forma possível certamente será vencedor seja num projeto ou nas atividades organizadas de uma maneira mais tradicional.

Se a equipe trabalha bem, cada membro dela pode se focar melhor em suas atribuições e não há excesso ou falta de serviço para ninguém.

Seja participando dela ou coordenando uma equipe, se você fizer o máximo para cumprir a sua parte, todos serão beneficiados e você estará desenvolvendo uma das equipes mais valorizadas pelo mercado atual.


Você prometeu entregar aquele relatório no último dia do mês, mas não conseguiu por falta de planejamento. Você garantiu que o cliente receberia a mercadoria no prazo e ela atrasou. Acho está precisando se lembrar daquele velho ditado: “Promessa é dívida!”

Promessas sempre geram expectativas grandes nas pessoas. Quem ouve uma promessa está mentalmente condicionado a esperar que ela será cumprida. Se isso não ocorre a frustração é grande.

Além muitos planos são feitos baseados em promessas, o que é pior ainda, se elas não forem cumpridas. No trabalho cumprir promessas é sinal de confiabilidade. É dizer à empresa que ela pode contar com você.

Não prometa o que você não pode cumprir. Ficar só na promessa não leva ninguém a lugar nenhum.


Seu trabalho está pronto antes que o de todos os outros colegas. Você é um exemplo de eficiência e competência. Apesar disso, na empresa há com ritmos diferentes do seu, mas que mesmo assim também realizam coisas importantes. É o caso de viver estressado por causa disso? É claro que não.

Pessoas diferentes possuem ritmos de trabalho diferentes. Uns são mais rápidos, outros mais lentos, mas o que importa mesmo no final são os resultados obtidos. Não estamos falando de casos extremos, como os casos daquelas pessoas que nunca cumprem os prazos de execução das atividades, mas sim de ritmos dentro dos padrões aceitáveis.

Se você é mais rápido que seu colega, aproveite para ajudá-lo. Com certeza, ele ficará muito agradecido, e no final das contas, você, ele e a empresa sairão ganhando.





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