A Caixa Econômica tem um programa bastante interessante, que é o programa de Aprendizagem. Ele tem como objetivo fornecer capacitação de jovens através de conhecimentos teóricos e práticos, desenvolvendo habilidades para desempenhar uma profissão, além de promover a inclusão social para os que estão em situação de vulnerabilidade sócioeconômica.

Este projeto é um incentivo para o jovem carente da periferia e um incentivo a mais para que ele se capacite profissionalmente em serviços bancários e administrativos, estimulando a prática da cidadania através de valores éticos e profissionais.    

Para participar, é importante que o aprendiz freguente a escola, esteja matriculado no curso de Aprendizagem e tenha freguência comprovada na escola.

O programa Aprendizagem da CEF engloba os seguintes programas: Adolescente Aprendiz e Jovem Aprendiz.

O Adolescente Aprendiz capacita e forma profissionais para as exigências do mercado de trabalho. Os requisitos são: ter idade entre 14 e 16 anos incompletos, renda familiar de até 50% do salário mínimo percapta, escolaridade mínima 9º ano do ensino fundamental ou EJA. 

Terá remuneração de 1 salário mínimo por mês, auxílio-alimentação, vale-transporte, férias, FGTS 2%. Há entidades conveniadas para realizarem a seleção e contratação de adolescentes.

Para maiores informações, acesse http://www14.caixa.gov.br/portal/acaixa/home/trabalhe_caixa/aprendizagem/.

Estes programas ajudam a combater o desemprego, capacitam o jovem aprendiz e o coloca em um bom nível social, dando a ele a possibilidade de trabalhar em uma empresa do Governo, conceituada. E ao conseguir uma colocação, ele adquire conhecimentos, referência e se posiciona socialmente.

Essa 1ª iniciação o dará uma boa base em termos de conhecimentos, habilidades e capacitação, além de abrir futuras oportunidades no mercado de trabalho.

É importante que as empresas ofereçam oportunidade ao jovem aprendiz, fazendo com que ele vislumbre novos horizontes e oportunidades e tenha o sonho de se iniciar no mercado de trabalho.

Ele aprenderá a ter responsabilidade, sociabilização, esforço e interatividade e o seu sucesso dependerá de sua força de vontade, assim poderá alcançar progresso no aspecto social e no trabalho.

Cabe aos pais, escola e professores darem total apoio e incentivo ao jovem, para que ele trilhe o caminho certo e possa vir á ter um futuro promissor.      

Por Marisa Torres


A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 já são eventos responsáveis por drásticas mudanças no Brasil, entre elas, a modificação da cultura de atendimento aos clientes. Isto porque, em razão da dimensão dos citados eventos, que envolvem todos os povos do mundo, há uma maior necessidade de pessoas cada vez mais capacitadas, aptas para atender aos mais variados anseios de pessoas de diferentes culturas.

Assim, desde já estão sendo realizados grandes investimentos ligados à formação daqueles que estarão em contato direto com os clientes dos dois grandes eventos mundiais. São treinamentos específicos, aprendizagem de idiomas estrangeiros, aperfeiçoamento em atendimento e vendas, entre outros. Tudo com o objetivo de garantir que a Copa do Mundo e as Olimpíadas sejam um marco para o Brasil, não apenas como referência positiva mundial, mas também como meio de obtenção de muito lucro.

O maior ponto favorável com relação a todas as alterações são os benefícios posteriores para toda a sociedade brasileira: a capacitação no atendimento, realizada especificamente para os dois grandes eventos esportivos mundiais, tornará milhares de pessoas aptas a prestar um melhor atendimento – e de forma contínua – aos clientes nacionais. Teremos o aperfeiçoamento da profissionalização dos serviços prestados e a tão desejada excelência.

Por Leni do Vale


O Meu Primeiro Emprego é um projeto de capacitação e treinamento de jovens que tem parceria com empresas e entidades sem fins lucrativos.

O objetivo do projeto é conseguir o primeiro emprego para jovens, estudantes do ensino médio, que tenham entre 16 e 21 anos, na cidade de Jaboatão dos Guararapes (PE).

As empresas interessadas em apoiar o projeto devem acessar o site. Já os estudantes interessados em participar do projeto, podem clicar aqui e entrar na seção “Banco de Currículos”.

Para mais informações e contato com o projeto Meu Primeiro Emprego basta acessar a seção Fale Conosco. A sede do projeto fica na Rua Campo Grande, 18 – Candeias – Jaboatão dos Guararapes/PE.

Por Levi Rocha


Normalmente escutamos falar em Equipes de Trabalho. Mas o que significa isso?

Será que o fato de estarmos agrupados em torno de uma idéia em comum é já suficiente para que se estabeleça uma Equipe?

Basta estarmos juntos e dizermos em comum que faremos isso ou aquilo e realmente o fizermos com êxito?

Cada um gosta de agir por si mesmo e de modo independente, os incentivos e as buscas de unir as pessoas em torno de um ideal são necessários para que se consigam atingir as metas constantes no plano.

Sozinho é possível fazer tudo? Claro que não! Isolados não provaremos nada, nem a nós mesmos, pessoalmente. Quando, pela força das situações, começamos a precisar de outras pessoas e, de forma compreensiva, valorizar a atuação delas, de maneira conjunta para realizar alguma tarefa e perceber o valor que há nisso, podemos estabelecer uma idéia primitiva de Equipe.

Para que desenvolvamos uma Equipe de Trabalho, precisamos nos deixar envolver pelo Espírito que que pode criá-la.

Por Lindomar Vieira


Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.


Não é pequeno o número de pessoas que não trabalha satisfeita no ramo em que está. Muitas vezes por circunstâncias da vida, os indivíduos acabam caindo num setor que não corresponde às suas habilidades ou desejos. Mas é possível mudar, bastam coragem e esforço.

São inúmeras histórias de sucesso de pessoas que se sentiam frustradas nas atividades que desempenhavam e foram atrás de novos horizontes. O primeiro passo é sempre ter atitude. Aprender coisas novas, qualificar-se, olhar em volta e perceber do que o mercado necessita. Depois, definir um foco e perseguir o objetivo com o máximo de empenho possível. A única coisa que não pode faltar é vontade de vencer, de inovar, de fazer diferente.

Não deixe que o comodismo faça com que você leve uma vida profissional que não lhe traga satisfação pessoal. Se seu trabalho não lhe agrada, vá em busca de outro que seja capaz de preencher suas expectativas.


Em uma organização, espera-se que cada colaborador cumpra seu papel e gere resultados práticos. Mas essas pessoas não podem corresponder às expectativas se não estiverem cientes daquilo que se espera delas. Uma definição clara de responsabilidades e de metas individuais torna essa situação muito mais clara.

O ditado “para bom entendedor, meia palavra basta” não corresponde à realidade das relações humanas em uma empresa. Os indivíduos sempre precisam de princípios que norteiem sua conduta e seu trabalho. Não é razoável esperar que metas sejam atingidas, se os funcionários não tem noção de onde a companhia quer chegar e de quais os passos para isso. Reuniões periódicas para discussão do andamento das atividades ajudam muito a solucionar dúvidas e ajustar rotas.

Seja explícito a respeito de tudo o que você espera dos colegas que trabalham com você. Não espere que eles “sintam no ar” o que precisa ser feito ou você pode ficar aguardando mais tempo do que desejaria.


Com o aumento da competitividade e das exigências do mercado de trabalho, um curso de pós-graduação virou praticamente um item obrigatório para aqueles que buscam manter-se atualizados. Muitas pessoas, no entanto, frequentam esse tipo de curso apenas visando a possíveis vantagens financeiras ou de olho em uma possível promoção. Mas saiba que eles podem contribuir com muito mais do que isso para sua vida profissional.

A aquisição de novos conhecimentos, o contato com pessoas novas e as diferentes maneiras de se enxergar as coisas são frutos que podem ser colhidos em um curso de pós. Essa bagagem acumulada pode ajudar e, muito, a levar visões inéditas para sua empresa, despertando a criatividade e a inovação.

Tenha participação ativa em seu curso de pós. Debata, discuta e participe com entusiasmo em todas as atividades propostas. Agindo assim, você será capaz de “oxigenar” o modo como você e sua empresa veem o trabalho.


Quem não conhece indivíduos que se consideram os donos da verdade? Eles estão sempre a par de tudo e parecem não estar sujeitos a uma das condições inerentes a um ser humano: o erro. Essa postura costuma afastar as pessoas em volta tanto na vida pessoal como no trabalho.

Num ambiente corporativo, cada pessoa tem uma maneira de ser e de agir. São as marcas registradas de cada indivíduo. Mas certos posicionamentos como o de “sabe-tudo” sempre acabam trazendo problemas. Esses sujeitos inibem a participação dos demais, pois frequentemente tem resposta para tudo. O debate, então, é minimizado, o que pode empobrecer o dia a dia e os  planos a respeito daquilo que se deseja realizar.

Contribua com seu conhecimento e suas impressões sobre tudo que puder na empresa. Mas não queira estar acima de todos os demais, comece também a ouvir e tirar proveito do que seus colegas tem a dizer. Quem sabe você não descobre uma infinidade de coisas que ainda não sabia.


Com o aumento da complexidade das atividades econômicas, as empresas passaram a exigir dos colaboradores múltiplas habilidades. É preciso saber um pouco de tudo, e estar preparado para situações inesperadas e para o improviso.

O mercado de trabalho está numa fase em que ser especializado demais em uma única área já não corresponde às expectativas das organizações. São cobradas habilidades de liderança, gerenciamento e planejamento. Um bom funcionário que é competente exclusivamente na parte técnica já começa a perder terreno para aqueles que agregaram competências extras.

Comece a sair da “zona de conforto” do seu saber técnico-científico e corra atrás daquilo que a empresa espera de você num universo mais amplo.


Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.


O objetivo principal de qualquer organização é ser rentável e poder, com o tempo, crescer. Esse processo de expansão depende, entre outros fatores, de colaboradores comprometidos com a evolução do negócio. Você é capaz de ajudar, e muito, na expansão da companhia em que trabalha.

Sempre que uma empresa deseja ampliar suas atividades, ela costuma confiar nos talentos internos para realizar essa tarefa. São pessoas que já conhecem muito sobre aquilo que fazem. Quem é escolhido para isso precisa dar o melhor de si para fazer dar certo e estar atento a todas as variáveis que influenciarão no sucesso dessa ampliação.

Participe com entusiasmo do processo evolutivo de sua organização. Isso lhe trará satisfação pessoal e, muitas vezes, benefícios profissionais no futuro também.


Todas as organizações possuem ou, pelo menos, deveriam possuir, procedimentos internos sistematizados para a execução de atividades. Com o passar o tempo, é essencial rever esses procedimentos para adaptá-los às dificuldades encontradas em sua execução.

Muito poucas coisas no mundo permanecem imutáveis. A maneira de se trabalhar numa organização não é diferente. A prática ensina que é necessário acrescentar ou suprimir etapas no “modus operandi” de como as coisas são feitas no trabalho. Ter receio de fazer mudanças é condenar um procedimento a se tornar obsoleto e ineficaz. E essas mudanças precisam ser discutidas e aprovadas por todos aqueles diretamente envolvidos.

Repensar normas internas, regulamentos e procedimentos operacionais padrão é demonstração de pró-atividade e inteligência. É o modo mais sensato de reagir às alterações que ocorrem no mundo que o rodeia.


É muito comum os profissionais mais experientes passarem pela experiência de treinarem os mais novos. Essa é uma tarefa árdua, que exige dedicação e principalmente muita paciência. Uma paciência tão grande que, esse tipo de missão não serve para qualquer um.

Quando se orienta novos colaboradores é preciso ter bom senso para não acabar tolindo a capacidade de aprendizagem deles. Alguns instrutores, quando veem seus “alunos” cometendo erros, se enfurecem e decidem executar as atividades que estão sendo ensinadas por si mesmos. Isso desestimula em quem está sendo treinado a disposição para fazer certo. É como querer dar “indiretamente” o peixe e não ensinar a pescar.

Mantenha a calma ao se deparar com falhas de funcionários novatos. Mais do que perder as estribeiras e querer assumir tudo sozinho, você deve despertar nos “calouros” o desejo de começarem a acertar.


Muitas organizações, especialmente as maiores, tem políticas de desenvolvimento voltadas ao aperfeiçoamento contínuo de seus colaboradores. São participações no custeio de cursos de pós-graduação, atualização e de idiomas. Há também iniciativas internas, focadas em reconhecer e desenvolver talentos.

Para uma empresa, não há nada melhor do que buscar pessoas competentes dentro de seus próprios quadros. Isso evita custos com seleção de novo pessoal. Além disso, valorizar o público interno gera um clima de satisfação entre os funcionários, o que pode refletir em produção maior e melhor. Aproveitar as oportunidades que a empresa oferece para que você se desenvolva é uma atitude muito inteligente, pois lhe abre um mundo de possibilidades de crescimento.

Seja pró-ativo e agarre com unhas e dentes qualquer chance de aquisição de conhecimento que a empresa lhe proporcione. Você certamente colherá os bons frutos disso no futuro.


Toda empresa tem necessidade de acompanhamento daquilo que ocorre em seu dia a dia.

Principalmente quando se trata de resultados, os relatórios são um instrumento muito usado para apresentá-los. Compor relatórios claros e sucintos, tornou-se, então, um item essencial para todo bom profissional.

Um relatório é uma maneira de transpor para o papel ou para o meio eletrônico os mais variados tipos de informação. Ele deve conter apenas realmente aquilo que for de extrema relevância para o tema abordado. Detalhes secundários podem ser deixados de lado nesse momento e acrescentados oralmente, caso solicitados. Os dados e análises apresentados precisam aparecer de forma muito clara de modo a evitar equívocos.

Familiarize-se com uma redação eficiente ao elaborar seus relatórios. Se eles forem bem aceitos por quem os lê, isso poderá contar muitos pontos positivos em seu favor.


Ninguém tem vida eterna dentro de uma empresa. Especialmente as pessoas que ocupam cargos de direção, uma hora ou outra, podem deixar suas posições ou porque são promovidas, ou recebem propostas mais interessantes de outras organizaçãos ou mesmo porque se aposentam. Identificar talentos que possam substituí-lo dentro de sua equipe é sempre uma boa pedida.

Em todos os grupos de trabalho existem pessoas que se destacam. São aquelas mais pró-ativas, compremetidas, que estão sempre fazendo a diferença. Determinar quem são esses indivíduos é um exercício constante de observação.

Prepará-los para assumir sua posição mais para frente significa repassar conhecimentos, informações e principalmente, experiência para o enfrentamento de problemas.

Faça a seleção dos “prodígios” de sua equipe e invista neles. O legado deixado por você através dessa pessoa será com certeza lembrado por muito tempo.


Muitas vezes as pessoas se acostumam com determinados procedimentos em sua vida diária e nem pensam em mudá-los. Mas no mundo do trabalho de hoje, essa postura pode trazer perda de eficiência e competitividade. É preciso rever e melhorar com frequência a maneira de fazer as coisas para estar sempre atualizado.

Tudo no mundo passou a mudar muito rápido a partir da segunda metade do século XX. As empresas e os indivíduos estão sempre buscando formas mais práticas e rápidas de conduzirem suas atividades.

Procedimentos, instrumentos de trabalho, programas de computador e aparelhos eletrônicos estão se renovando a cada dia. É essencial acompanhar essas mudanças e participar delas para não ficar para trás.

Esteja atento e facilite sua vida sempre remodelando suas estratégias de trabalho. Isso o ajudará a manter-se em sintonia com aquilo que o rodeia.


A mão-de-obra dos estagiários adquiriu uma importância tão grande atualmente, que até mesmo uma lei foi aprovada garantido alguns direitos para esses profissionais. Na busca de qualificação essas pessoas ajudam e muito no dia-a-dia das empresas. Os estágios podem ser o passaporte para uma efetivação.

Com o aumento da necessidade de mão-de-obra, muitas organizações tem recorrido ao trabalho dos estagiários.

Pequenas, médias e grandes empresas estão dispondo dos serviços prestados por eles. Aos estagiários, cabe tirar o máximo de proveito possível dessa oportunidade. É preciso estar preparado para aprender tudo o que puder, já que essa pró-atividade é levada em conta no momento de uma contratação como efetivo. Procure conhecer bastante sobre todas as suas tarefas e também sobre a empresa como um todo.

Quanto mais comprometido você estiver, melhores serão suas chances de ser contratado como funcionário definitivo.

Seja esperto e não desperdice as chances que um estágio pode lhe proporcionar. Você verá que sua dedicação trará bons frutos.


Você já está há algum tempo em um emprego. Você procura fazer tudo certo e em linhas gerais está correspondendo àquilo que esperam de você. Mas sua vontade é crescer, ser promovido, galgar degraus mais altos. Isso acaba gerando ansiedade e algumas vezes frustração. Mas saiba que uma carreira de sucesso é uma combinação de esforço, dinamismo e sobretudo de experiência.

Ninguém consegue um lugar ao sol por um passe de mágica. É preciso aproveitar oportunidades, demonstrar competências e muitas vezes, dar tempo ao tempo.

O reconhecimento da capacidade de uma pessoa para crescer depende de muitos fatores dentro da empresa, como a postura dos superiores hierárquicos, do plano de carreira, caso ele exista, e também da cultura geral da organização. A associação dessas variáveis é que determina se você poderá alcançar um posto mais alto ou não.

Faça sua parte e não se desestimule se os outros não estão reconhecendo isso no momento. Uma hora ou outra alguém pode acabar reconhecendo seu brilho e você verá que sua dedicação valeu a pena.


Nas organizações de uma forma geral, existem maneiras padronizadas de executar cada tipo de atividade. A padronização uniformiza o tratamento que é dado as coisas e quase sempre facilita a rotina. Mas há momentos em que é preciso ter jogo de cintura para se adaptar àquilo que escapa ao previsível.

A flexibilidade tornou-se uma característica fundamental para toda empresa moderna. O mercado, os clientes e os parceiros de negócio tem as exigências o mais diversas possíveis. Estar preparado para atender a essas exigências exige uma enorme capacidade de acomodação. É preciso conciliar necessidades e interesses.

Ceder aqui, flexibilizar ali.

Às vezes, fugir de um procedimento convencional pode ser a diferença entre conquistar um novo cliente, fechar um contrato interessante ou estabelecer uma parceria de sucesso ou não.

Esteja preparado para ceder, mudar, adaptar. Só assim você será capaz responder a todas as situações com que você vai se defrontar no dia a dia corporativo moderno.


Escrever corretamente é um dos requisitos de todo bom profissional nos dias atuais. Num país com muitas deficiências no sistema de educação, quem é bom nessa área acaba sendo muito valorizado. Redigir de forma clara e correta pode abrir muitas portas para você no trabalho.

Um colaborador que comete erros de português constantemente é mal visto tanto pelos superiores como pelos clientes ou parceiros de negócios. Deficiências de linguagem escrita pode ter origem numa educação básica de má qualidade, no desinteresse pelo correto uso da língua e, principalmente, na falta de leitura.

Muitas pessoas não leem mais nem os rótulos dos produtos que consomem. A boa leitura enriquece o vocabulário e solidifica o conhecimento de como se escrevem as palavras (ortografia). E não é preciso ir muito longe. Basta ler um bom jornal todos os dias para fazer a “lição de casa”.

Se você tem deficiências com o português, corra atrás e supere-as. Você e a empresa só terão a ganhar com isso.


Toda vez que surge uma tarefa nova para ser realizada no trabalho, é normal que num primeiro momento, as pessoas se sintam perdidas em maior ou menor grau. Algumas delas irão assimilar de maneira mais rápida, outras, um pouco mais devagar. Mas não há problema algum em pedir ajuda caso você não se sinta confiante no início.

Sabe-se a cultura nos últimos tempos tem exigido que os indivíduos internalizem novas informações de uma maneira cada vez mais rápida. Isso começa desde a escola, onde demonstrar desconhecimento na classe, é visto de modo desforável pelas pessoas em volta, desestimulando os questionamentos.

No trabalho, não precisa ser assim. Se você não se sentir confortável com uma nova informação ou com um novo procedimento, pergunte, busque esclarecimentos. Procure identificar quem possa ajudá-lo e não hesite em elucidar todas as suas dúvidas.

Vergonha é fazer algo de maneira errada ou incompleta por não ter se informado devidamente, e não o fato de querer esclarecer seus questionamentos para ser capaz de fazer certo.


Todas as pessoas, em maior ou menor grau, tem de medo de se expor. Enfrentar uma plateia sempre é um evento que gera ansiedade. Algumas pessoas tem maior facilidade nesses momentos, outras não. Mas é preciso saber que falar em público não é um bicho de sete cabeças e é algo que pode se aprender com um pouco de dedicação e esforço.

Na empresa, em um momento ou outro, sempre é preciso apresentar alguma coisa oralmente. Fazer comunicados, apresentar resultados em uma reunião, defender um ponto de vista ou um novo projeto. Quem possui certo treinamento de oratória e sabe como colocar suas ideias e pensamentos, é melhor visto dentro da empresa. Não adianta nada você ser uma assumidade do ponto de vista técnico, se ninguém sabe de seus conhecimentos.

Se você tem dificuldade de falar em público, procure ajuda especializada. Você verá que com as técnicas adequadas e com treino, qualquer pessoa é capaz de passar informações e defender posições de maneira eficiente.


Uma das maiores reclamações dos consumidores em relação aos fornecedores de produtos e serviços, é, sem dúvida, o atendimento. Má vontade, negligência, erros, desconhecimento a respeito do produto que se vende ou do serviço que se presta. Com a crescente preocupação com esse aspecto por parte das empresas, não basta mais atender o cliente;  é preciso encantá-lo.

Encantar o cliente é muito mais do que satisfazer uma necessidade. É gerar nele um sentimento de bem-estar que o faça procurar novamente a empresa e, ainda mais, que ele se sinta motivado a comentar de maneira positiva sobre o atendimento. Produtos ou serviços de altíssima qualidade podem perder consumidores simplesmente pela má imagem causada por um atendimento desastrado.

Trate cada um de seus clientes como únicos. Aja como se tudo dependesse de cada um deles. Mostre o quanto eles são importantes para você e surpreenda-se com os resultados que irá obter com o passar do tempo.


Com extrema competitividade que impera no mercado, as corporações tem exigido com frequência que os colaboradores façam mais do que simplesmente exercerem suas funções básicas: eles precisam fazer a diferença.

Fazer a diferença é facilitar e otimizar processos, é reduzir custos de maneira simples e pouco traumática, é prospectar clientes em lugares e situações nos quais ninguém tentou antes, é resolver aquelas questões que há anos incomodam na empresa.

Simplesmente fazer o trivial já não acrescenta muito num ambiente extremamente dinâmico como o corporativo.

Encontre formas criativas de fazer a diferença no trabalho. Mesmo coisas pequenas podem contar muito a seu favor. Quem mostra a que veio sempre é mais lembrado do que quem vive só no “arroz e feijão”.


No ambiente corporativo, a prática de avaliações de desempenho é um instrumento usado para os mais variados tipos de decisão em relação ao quadro funcional. Elas são quesitos usados na concessão de promoções, nos “temidos” momentos de cortes de funcionários e na determinação da performance geral da própria empresa.

No que se refere à parte do colaborador (que é a única na qual você, na maioria da vezes, poderá interferir), a melhor atitude é dar o melhor de si e saber administrar bem as críticas que surgirem por parte de quem faz avaliação.

E naqueles casos nos quais há as ditas “perseguições” por parte dos superiores, o melhor posicionamento é ter uma conduta irrepreensível, que torne infundada qualquer tentativa de avaliação baseada em critérios subjetivos e por vezes injustos.

Aprender a ser avaliado ajuda não apenas no ambiente de trabalho, mas também na vida, pois todas as pessoas estão sendo avaliadas o tempo todo, onde quer que seja.


Em meio a mudanças sistêmicas e às turbulências causadas por crises econômicas cada vez mais constantes, mais e mais pessoas optam pelo trabalho por conta própria. Essa é uma decisão que deve ser muito bem pensada, já que traz consigo uma série de implicações importantes.

O trabalho autônomo tem vantagens e desvantagens. Entre as vantagens, estão o fato de o indivíduo ser o chefe de si mesmo, a definição dos próprios horários de trabalho, a possibilidade de melhorar os rendimentos baseada apenas em esforço próprio, entre outras.

Como desvantagens, podemos citar: os rendimentos variáveis a cada mês (representado uma relativa “instabilidade” financeira), a necessidade de um planejamento previdenciário próprio (que é, por vezes, mais oneroso que o normal), a administração de todos os aspectos envolvidos na atividade (na maior parte das vezes, não há ninguém para auxiliar).

Quem pretende trabalhar para si mesmo tem que estar consciente do próprio perfil profissional e ponderar se ele se encaixa nesse tipo de situação.

Se você decidir que é isso é o melhor para você, arregace as mangas e vá em frente!

Histórias de sucesso não faltam!


Num mercado competitivo como o atual, a atualização do profissional é praticamente uma das condições de sobrevivência no mercado de trabalho. Encontrar maneiras rápidas e eficazes de atingir esse objetivo é algo que poupa tempo para aqueles que não podem frequentar os cursos ditos “formais”.

Cursos rápidos de fim de semana, workshops e treinamentos compactos são grandes armas para conseguir se manter a par do acontece no mercado. Eles geralmente costumam trazer informações atualizadas, num curto espaço de tempo e de maneira objetiva, o que acaba facilitando a assimilação. A troca de experiências com pessoas da área e muitas vezes com personalidades de destaque, também é um ponto a favor da participação nesse tipo de atividade.

O mais importante é estar atento a esse tipo de evento e sempre que possível marcar presença, pois sabe-se que quem é capaz de gerir seu conhecimento e ampliá-lo de forma sistemática tem mais chances de se manter vivo no mercado.


Você sabe como ser reconhecido pela sua competência?

Você precisa saber quais seus objetivos, aonde quer chegar, o quanto deseja ganhar, e saber como construir a sua vida. Para isso, invista em você!

Você sabia que quem possui Nível Superior pode ganhar até 2x mais do que quem só tem o Nível Médio? Sabia que profissionais com pós-graduação tem 86% a mais de chances de serem contratados?

Não ache que ser puxa-saco (ou amigo) do chefe, você terá êxito profissional.


Pode-se dizer que muitas vezes a negociação é mais do que um ato, e sim uma arte. Sinalizar a intenção certa no momento exato pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Mas como ser um bom negociador?

As empresas são palco de negociações desde que surgiram na face da Terra. Negociam-se preços, prazos, condições, suprimentos e muitas outras coisas.

O importante nesse momento crucial é manter o sangue frio e procurar demonstrar o menos possível as emoções. Perceba o ponto fraco da outra parte e se aproveite dele. É geralmente nessas horas que você consegue obter as vantagens que deseja.

Negociação é uma questão de habilidade e prática. Quanto mais você treinar e se observar nesses momentos, melhor você ficará com o passar do tempo.


O Shopping Metrô Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, está com inscrições abertas até este 15 de agosto para seu Programa de Capacitação Profissional para o Primeiro Emprego no Varejo, que visa formar vendedores.

Na fase de seleção, os candidatos passarão por provas, dinâmica de grupo e entrevistas. O curso terá início no dia 9 de setembro e oferecerá treinamento nas áreas de estoque, caixa, atendimento, venda, gerência, código de defesa do consumidor, vitrine, recrutamento e seleção, além de atualização em português e matemática.

Podem se candidatar os moradores da Zona Leste de São Paulo que tenham entre 18 e 35 anos. Os candidatos devem realizar suas inscrições na Rua Emília Marengo, 103, Tatuapé, das 9h às 17h, levando RG e CPF. Maiores informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 2672-4977/2671-5892.

Fonte: G1


Estão abertas as inscrições para o Curso de Pós-Graduação (especialização) em Engenharia da Produção (ênfase em Manufatura Avançada), a ser iniciada a partir da segunda quinzena de Agosto, e que terá custo de R$900 (18 parcelas).

Trata-se de uma parceria da Fiat com a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e a Sindipeças, com apoio do Senai.

O curso acontecerá nas segundas e quartas, das 18h30 até 22h30, em Campinas/SP (R. Pastor Cícero Canuto de Lima, número 71).

Inscreva-se agendando horário com Thaís Coelho pelo número (11) 3848-4846.

Mais informações em www.sindipecas.org.br.





CONTINUE NAVEGANDO: