Desemprego aumentou no Brasil no 1º trimestre de 2015



Taxa de desemprego subiu para 7,9% e tem maior nível em 2 anos. Somente em março a taxa de desocupação atingiu 6,2%.

O primeiro trimestre não veio com uma boa notícia para os brasileiros, principalmente, em relação ao que lhes mais interessa na economia do país: a geração de emprego está em franca queda, o que foi confirmado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/Contínua), entidade que apresentou os dados de que nesse primeiro trimestre do ano de 2015, a taxa de desemprego subiu para 7,9%. Só em março, ainda em conformidade com a pesquisa, a taxa de desocupação de postos de trabalho chegou a 6,2%.

O Pnad Contínua também afirma que se trata do pior resultado se comprado com os primeiros trimestres dos dois anos passados. Mas, nem tudo está perdido, já que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fez os seus levantamentos sobre economia e emprego no Brasil, chegando à conclusão de que entre janeiro e março é comum ter a dispensa de funcionários que foram contratados no final do ano para empregos sazonais. Tudo pode voltar a melhorar ao longo dos meses vindouros.



Com isso, a entidade de pesquisa conclui que todos os anos já virou “lugar comum” os brasileiros reclamarem da dispensa sofrida após os meses de atuação no emprego temporário, Conforme o coordenador do IBGE, Cimar Azeredo, o Brasil nunca viveu uma pressão tão grande sobre a questão emprego, o que só piora porque a busca por um emprego – ainda mais com carteira assinada – é grande, enquanto a geração de vagas de emprego tem sido muito pouca.

Por se tratar de economia, emprego, ainda mais em um país tão atípico como o Brasil, onde os brasileiros se movimentam em busca de suas oportunidades, mostrou o Pnad Contínua que 7,934 milhões de brasileiros, espalhados por todas as regiões brasileiras, tomaram suas próprias iniciativas para entrarem na lista de ocupados, que por sua vez, conseguem ter renda para pagar suas contas.



No entanto, as notícias também não são boas para essa gente que “vai à luta”, uma vez que chegou a 8 milhões o número de brasileiros desocupados, 23% a mais se comprado ao mesmo período em análise (janeiro e março de 2014). O que teve de relevante e agradável nisso tudo é que a renda do brasileiro teve um leve aumento, chegando a R$ 1.840,00 por mês. Mas, se levar em conta as necessidades de uma família, ainda mais se tiver uma quantidade relevante de filhos, é hora de se aumentar a torcida para que o Brasil saia o quanto antes dessa crise que fechou postos de trabalho em todo o Brasil.

Por Michelle de Oliveira

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