Competir ou cooperar, qual a melhor saída?



Cooperar ou competir, o que você prefere? Ou melhor, o que você acharia correto? Na maioria das vezes, o universo corporativo é visto mais como um campo de batalha do que como um ambiente empresarial. E, normalmente, a lógica disso tudo é: matar ou morrer, ganhar ou perder. E nesse jogo vale tudo.

Até as empresas competem entre si pra ver quem acumula mais dinheiro e clientes. De certa forma, cooperar é algo não muito comum aos olhos do mundo corporativo. É claro que funcionários e empresas podem cooperar uns com os outros, mas isso só é válido mesmo para continuarem competindo no mercado.



De acordo com os escritores Fábio Zugman e Michel Turtchin do livro "Criatividade sem Segredos", mesmo a competitividade estando enraizada no pensamento corporativo, a cooperação vem ganhando força cada vez mais entre os profissionais.

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Segundo os autores, quem sabe competir da melhor forma pode adquirir um bom desempenho na conquista de objetivos, pois a competição traz efeitos positivos, principalmente se as empresas premiarem seus funcionários quando algum resultado é atingido.

No caso da cooperação, as empresas podem ter muito a ganhar se mudarem as visões de negócios, pois, normalmente, há um costume de ver o universo corporativo como uma grande competição, que pode ser usada apenas como uma questão negativa.



Hoje em dia, diversas iniciativas fizeram muitas empresas mudarem suas formas de cooperar. Grandes empresas como a Apple, o Google, entre outras, fizeram excelentes parcerias para desenvolver novas interações em que todas elas possam lucrar juntas. Como é o caso de desenvolvimento de aplicativos para celulares.

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Essas grandes empresas começaram com um projeto simples e hoje continuam juntas, e são as principais no mercado neste segmento. Ainda há espaço para mais empresas interagirem e crescerem juntas, afinal, no mercado existem diversas oportunidades e as chances são infinitas.

Infelizmente, dar mais importância à competição do que à cooperação se tornou algo muito comum, mas ninguém se lembra que, em ambos os casos, há seu lado bom e ruim. As pessoas não usam o bom senso e por isso acabam indo longe demais.

Mas se cada um fizer seu dever como profissional, podemos tornar o mundo dos negócios, um mundo agradável e melhor.

Por Daniela Almeida da Silva



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