Ipea – Desemprego nas regiões metropolitanas do Brasil – Índice em 2010

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Numa sociedade altamente competitiva, baseada justamente no poder atrelado ao dinheiro, não é baixo o número de pessoas com altos ganhos, assim como não é nada amena a quantidade de cidadãos que ganham apenas um salário mínimo. Entretanto, o problema é ainda mais grave quando a palavra ‘desemprego’ é citada, mal que ainda aflige o país com severidade.

De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 55% das pessoas sem ocupação nas seis principais regiões metropolitanas brasileiras são da classe social mais desfavorecida. Embora alto, o índice é bem mais baixo em relação ao registrado em 2005, de 66,9%.




O Ipea assinala que embora exista essa desigualdade no quesito desemprego, a desocupação pelo país continua em baixa e o rendimento real do pessoal ocupado em alta. Outra tendência constatada, até certo ponto positiva aos mais pobres, é o tempo em que se dedicam a procurar uma vaga de trabalho. Em 2005, o sofrimento a essa casta era maior; em 2010, são os de renda mais elevada que encontram dificuldades em se recolocar no mercado de trabalho.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Ipea


 

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