Estágio – Número de Vagas no Brasil – Boas Expectativas


  

Alguns termos pejorativos são designados aos estagiários, um deles, talvez o mais cruel, “escraviários”. Em setembro de 2008, estudantes de todo o Brasil passaram a abandonar para si o termo e melhorar perspectivas de crescimento e valor pessoal e profissional após a aprovação da Lei 11.788, que entre as diretrizes, sujeitou as empresas a diminuírem carga horária dessa ala de oito para seis horárias diárias, concessão de vale-transporte, férias remuneradas, etc.

No princípio inúmeras companhias de pequeno, médio ou grande porte custaram a se adequar, tanto que entre 2008 e 2010 a nova lei diminuiu de 1,1 milhão para 900 mil o número de oportunidades em todo o país. Carlos Henrique Mencaci, presidente do Núcleo Brasileiro de Estágio (Nube), avalia que esse arrefecimento ocorreu em decorrência do fator ‘adaptação’.

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Somado a essa fase surgiu a crise financeira mundial, que em meados de setembro de 2008 já atingia o Brasil consideravelmente. Mais convicto e otimista, Mencaci acredita na probabilidade de o crescimento econômico brasileiro estimular o patamar de vagas observado antes do colapso até ano que vem.

Apesar de não custear todas as despesas necessárias – algo que depende exclusivamente do curso e empresa pelos quais o estudante interage –, a remuneração média da bolsa-auxílio chegou a R$ 760,78 em 2008, R$ 805,84 no ano seguinte e R$ 765,25 em 2010. Para Menanci durante matéria divulgada pelo Estadão, o recuo reflete a carga horária mais baixa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


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