Índice de emprego na indústria em agosto

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Enquanto os setores de comércio e serviços seguem aquecidos, com previsão de aumento, a indústria ainda patina. Dados divulgados hoje pelo IBGE mostram que houve uma ligeira melhora no setor, de 0,3% em agosto, o segundo mês em ascensão. De junho para julho, o índice havia melhorado em 0,4%.



Mesmo assim, continuamos muito abaixo do mês de agosto ano passado, -6,7%. E a queda foi generalizada, o índice de emprego industrial caiu em todas as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, principalmente em Minas Gerais (-11,4%) e Região Centro-Oeste (-10,7%). Os setores com maior queda foram o madeireiro, onde quase um terço (30,1%) dos postos de trabalho foram extintos; o setor de vestuário, com mais de 1/4 (25,5%) dos postos extintos; e o setor de eletroeletrônicos e comunicações, com queda de 22,3%.

E o que se pode fazer?

Para quem trabalhava em uma dessas indústrias seriamente afetadas, ainda é recomendado continuar mandando curriculo e tentar voltar. Mas a queda é muito séria, então uma boa solução para curto prazo seria arranjar algum emprego temporário ou permanente nos setores em crescimento (turismo, comércio, serviços) e fazer uma reciclagem. Essas indústrias já sofrem, normalmente, com a concorrência exacerbada de produtos feitos em outros países, como a China, então uma reestruturação setorial neste momento pode ser esperada.

Já para quem está se preparando para entrar no mercado de trabalho, o ideal é focar seus esforços em obter emprego nos setores de comércio e serviços. Na indústria, há muita gente qualificada que está sem emprego, o que diminui muito a chance dos novatos.





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