Alguns colegas de trabalho possuem perfis irritantes e acabam atrapalhando o ambiente de trabalho.

O ambiente de trabalho pode te trazer problemas mesmo que você cumpra todas as suas tarefas e possua um chefe muito bom. Existem alguns perfis de colegas de trabalho que são responsáveis por tirar do sério grande parte de seus colegas. Conheça alguns dos mais irritantes:

Barulhentos: Falam alto ao celular, conversam em tom alto e atrapalham a concentração no ambiente de trabalho. Para evitar ser esse tipo de colega, considere conversar em locais reservados e usar fones de ouvido ao conversar ao celular. Fique sempre atento ao tom de sua voz no ambiente de trabalho.

Fofoqueiros: Amigos “leva e traz” além de serem extremamente desagradáveis podem colocar sua carreira em risco. É preciso estar atento quando conversar com esse perfil, para não fornecer material para as fofocas.

Ritmistas e cantores: Todos estão concentrados em suas tarefas e de repente um colega de trabalho começa a batucar na mesa e cantar alto. Nada mais irritante e antiprofissional. Manifestações de alegria no ambiente de trabalho não devem ser tão enfáticas  a ponto de irritar os outros colegas.

Bagunceiros: Sua mesa de trabalho é invadida por itens do colega ao lado, de repente ele está ocupando toda a sua estação de trabalho com seus itens pessoais e o seu espaço acaba reduzido a praticamente nada. Se perceber que seu vizinho de mesa está invadindo seu espaço, seja educado e peça para que ele retire seus pertences de cima da sua mesa.

O rei do bullying: Piadinhas sem graça, preconceituosas e ofensivas são sua especialidade. É preciso estar atento para não ir na onda do engraçadinho e acabar ofendendo um outro amigo de trabalho sem querer. É melhor evitar dar ouvidos aos gracejos, para um bom relacionamento no ambiente de trabalho.

Reclamões e ranzinzas: Colegas pessimistas, que reclamam de tudo e nunca estão satisfeitos com qualquer mudança. Esse tipo de colega além de irritante é um perigo para o andamento do trabalho. Tenha cuidado para não se contaminar com o “vírus do pessimismo” desses perfis.

Por Patrícia Generoso

É preciso saber lidar com os perfis dos chefes no ambiente de trabalho, que podem ser, os autoritários, os bipolares, os inseguros e os parciais.

No mercado de trabalho está cada vez mais claro que os gestores precisam ter inteligência emocional. Posturas arbitrárias e autoritárias por parte do chefe representam conceitos ultrapassados no mercado de trabalho. Entretanto, além de profissionais com esses perfis, existem chefes com complexos traços de personalidade, como gestores com bipolaridade, irritação, insegurança e postura parcial.

Profissionais autoritários, nervosos e geniosos tendem a deixar a equipe mais tensa, além de provocar insatisfação nos colaboradores e favorecer um ambiente desgastante. Para lidar com chefes assim, segundo reportagem da “Revista Exame” – publicada em outubro de 2012 – o profissional não deve encarar as atitudes do chefe como algo pessoal. Outra dica é tentar entender a visão e o ponto de vista abordados por ele. A reportagem ainda destaca que procurar saber a opinião do chefe sobre o seu trabalho é uma boa alternativa para melhorar as relações profissionais entre ambos.

Os gestores considerados bipolares são um desafio, há dias em que as ideias e o poder de argumentação do colaborador funcionam, ao mesmo tempo em que as sugestões se tornam inviáveis, de acordo com a opinião do chefe. Para contornar a situação, não se deve apenas enfrentar cara a cara o gestor nas situações em que o líder do time esteja irritado, segundo artigo publicado no site da “Catho”. A solução seria conversar sobre as divergências ocorridas num momento propício e menos tenso. Mas é importante ser sutil e cuidadoso, ao tratar sobre as situações desagradáveis.

Chefes inseguros também podem contribuir para um ambiente de trabalho menos saudável. Este perfil implica em situações movidas a pessimismo. Segundo o artigo da “Catho”, para lidar com chefes “reclamões”, uma das possibilidades é apresentar soluções criativas e positivas. Mas se não houver quaisquer efeitos, a melhor opção é manter o “distanciamento”.  

Um dos temas mais complicados é lidar com o chefe parcial. Trata-se daquele que mantém os seus “favoritos” do escritório, o que não possibilita espaço de desenvolvimento e autonomia para quem se encontra “fora da lista exclusiva”. A orientação no artigo da “Catho” é de que o profissional mantenha suas convicções e não “force uma amizade” com o chefe. Neste caso, talvez, seja preciso procurar por outras oportunidades de trabalho. 

Por Letícia Veloso