A maior parte das pessoas têm problemas para falar em público. Isso acontece por vários fatores, dentre eles, a ansiedade, nervosismo, timidez, frio na barriga, etc. E mesmo quando você não tem esses sintomas, quando vai falar em público ainda bate aquele famoso branco na hora "h"?

Se você passa por qualquer tipo de problema quando vai falar em público não se preocupe, você não é o único, pois esse é um dos maiores medos das pessoas. Algumas pessoas não sabem, mas esse problema pode afetar a vida profissional, trazendo sérios conflitos, fazendo o profissional perder oportunidades dentro da empresa, uma reunião importante com um novo cliente, entre outras.

Se você quer se livrar desse problema, atente-se nesses seguintes pontos:

– Escolha as palavras certas: antes de começar a falar, grave algumas palavras-chave para você saber por onde começar. Isso te ajudará a não se perder ou a gaguejar nas pronúncias. Mas fale com entusiasmo, para não parecer algo muito mecânico; 

– Faça um roteiro: você não precisa decorar um discurso inteiro, mas leve uma anotação simples, com alguns dos principais tópicos a serem acrescentados na apresentação. Eles serão importantes, caso dê aquele branco e ainda te ajudarão a levar o discurso a diante, te dando mais segurança;

– Marque o assunto: para não errar, você precisa focar em um assunto para seu discurso. Tentar desfocar seu discurso sem dominar totalmente o assunto pode te colocar em territórios desconhecidos. O principal problema daqueles que não gostam de falar em público é não dominar o assunto.

– Deu branco? Mantenha a calma sempre: o esquecimento pode ser natural e indicar que uma pausa breve deve ser feita para o retorno. Sempre quando isso acontecer, respire fundo, repita a última frase e prossiga de onde terminou. Caso não for possível, contorne a situação contando um exemplo. 

– Fale com entonação na voz: as pessoas gostam de emoção, vibração, por isso não economize na fala para isso, mas seja convincente, demonstrando envolvimento e que tem interesse no assunto.

Por Daniela Almeida da Silva