Atitudes de alguns chefes podem desanimar e desiludir os bons funcionários da empresa, fazendo-os pedir demissão e ir para outra empresa.

Uma empresa pode vir a perder bons funcionários por vários motivos e um deles, que muitas vezes passa desapercebido, são as atitudes de alguns chefes que, não tendo o espírito de liderança, acabam fazendo com que os melhores talentos da empresa deixem o emprego e vão para outras empresas, geralmente, as concorrentes.

E uma das principais atitudes é sobrecarregar o funcionário! Por melhor que seja o funcionário, quando ele se sente "explorado" pela empresa, ou seja, sente que está trabalhando de mais, ele acaba perdendo a vontade de continuar naquele trabalho e busca por outro. E é muito comum encontrarmos chefes que têm esta atitude e assim, os funcionários acabam se sentindo punidos injustamente, pois eles sentem que, quanto mais trabalham, mais são sobrecarregados, o que acaba comprometendo até o bom desempenho daquele profissional.

Outra atitude dos chefes que fazem bons funcionários pedirem demissão é o não reconhecimento pelos bons serviços prestados. Claro que todo funcionário já está recebendo sua remuneração pelos trabalhos realizados, mas sabemos que há funcionários que fazem muito mais pela empresa do que aquilo que foi combinado. Estes bons funcionários têm prazer em se dedicar mais ao trabalho, mas é claro que querem ser recompensados, seja com um brinde, um aumento de salário, um elogio, uma promoção, enfim, há várias formas de recompensar o bom funcionário e o chefe não pode deixar passar despercebidas estas oportunidades.

Uma outra atitude dos chefes, que praticamente espantam os bons funcionários para bem longe da empresa, é o fato deles promoverem os funcionários errados, ou seja, você se dedica ao máximo no seu trabalho, mas a promoção acaba saindo para um colega seu, que você sabe muito bem, não faz nem a metade do que você faz. Esta promoção "errada" pode ser por vários motivos. Talvez o funcionário é amigo do chefe, ou parente do dono da empresa, ou é o conhecido "puxa-saco" e seja como for, este funcionário não merecia ser promovido.

Quando a promoção não sai para você, mas você vê que ela foi dada a um colega de trabalho que tem se esforçado tanto quanto você, ou até mais que você, é compreensível, porque por mais que a pessoa fique chateada, ela reconhece que foi feita justiça e continua na empresa, trabalhando e esperando a sua hora chegar. Mas dar uma promoção para quem não merece, definitivamente, faz qualquer bom funcionário pedir demissão.

Por Russel

Algumas vezes o líder pode perder a motivação, mas, caso isso acontecer, é preciso saber sair dessa situação.

A figura do líder é uma das que merece maior destaque nas empresas, pois ele é o responsável por conduzir e motivar a equipe. Mas e quando a motivação do líder não está tão boa? Você sabe como sair dessa situação? Confira:

Trabalhe para a harmonia do ambiente de trabalho: Nada mais desmotivador do que um ambiente de trabalho em que existam conflitos não é mesmo? Não deixe que esse fator atrapalhe sua motivação. Exerça sua liderança e seu poder de influência para resolver os conflitos entre os membros de sua equipe da melhor forma possível.

Reconheça um bom resultado: Uma equipe motivada ajudará o líder a se manter motivado. O clima de otimismo irá contagiar a todos, incluindo você. Elogie, incentive, você mesmo colherá os frutos.

Participe de palestras para líderes: Estar em contato com outros líderes e com os problemas que eles enfrentam talvez seja uma boa ideia para fugir do desânimo. Além de aumentar seus horizontes e melhorar seu círculo profissional, você aprenderá muitas coisas novas com as palestras e cursos que participar.

Reavalie suas prioridades: Talvez o desânimo chegue depois de um resultado negativo, ou de uma grande decepção no ambiente de trabalho. Nesse momento, é preciso reavaliar seus objetivos e ver as causas que estão lhe afastando dos bons resultados. Talvez o que você traçou como prioridade no momento não seja alcançável a curto prazo. É preciso ter visão para perceber o momento de mudar os rumos.

A motivação é importante para o líder, e a partir do momento em que ela faltar, toda a sua equipe pode ser penalizada. Nessas horas, além de seguir as dicas acima, é válido até mesmo a ajuda de um profissional. Quando estamos em uma posição de liderança nos condicionamos a avaliar os outros e às vezes deixamos de nos avaliar pessoalmente. Se você tiver dificuldades em reconhecer o motivo da queda de sua motivação, o melhor a fazer é procurar ajuda especializada.

Por Patrícia Generoso

Falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, pressão em excesso e chefes mal preparados tiram a qualidade de vida dos profissionais no ambiente de trabalho.

Não há a menor dúvida de que o que mais estraga a qualidade de vida dos profissionais brasileiros são os chefes, mas isso não significa que são aqueles chefes que pegam no pé do funcionário e não lhe dão folga para nada, pelo contrário, os profissionais reclamam dos chefes que são "fracos", que não trazem novidades para a empresa, não buscam novos mercados, não reúnem a equipe para um plano estratégico, ou seja, os profissionais reclamam do chefe hoje em dia, porque querem trabalhar, crescer, ver a empresa prosperar, mas o chefe acaba travando todo este processo.

Quando se tem um chefe focado no crescimento da empresa como um todo, os funcionários poderão fazer planos, traçar metas, sonhar com novas possibilidades e claro, garantir uma qualidade de vida melhor.
Mas não são apenas os chefes fracos que têm tirado o sono dos bons profissionais, há outras causas impedindo a busca por uma melhor qualidade de vida, por exemplo, a falta de um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

Levar serviço para casa não é nenhuma novidade, aliás, é uma prática muito antiga, mas com o avanço da tecnologia, atualmente as empresas se fazem presentes na vida do funcionário quase que em tempo integral. Fora do horário de trabalho os profissionais precisam ficar conectados o tempo todo para conferirem e-mail ou mensagens no celular, pois a empresa pode estar lhes enviando algum comunicado mais urgente.

E tem o fato ainda de que com concorrência cada vez maior, os profissionais estão tendo que se dedicar cada vez mais ao trabalho e isso, claro, tem roubado o tempo que antes era dedicado ao descanso, convívio com a família, um futebol com os amigos, uma ida ao supermercado, ao salão, ao shopping, algum reparo na residência, maior convivência com os filhos, tudo isso tem dado lugar ao trabalho e a qualidade de vida, claro, vai caindo em disparada.

Por último, um dos fatores que mais contribuem para a queda de qualidade de vida dos profissionais é a pressão em excesso.

No atual cenário, nenhum profissional espera que seja diferente no ambiente de trabalho, a pressão faz parte do dia a dia de todos, mas tudo em excesso é prejudicial e quando este excesso é uma pressão feita no trabalho por mais e melhores resultados, tende a desmotivar o profissional e o resultado pode ser justamente o contrário para a empresa.

Sempre que o profissional detectar algo no trabalho que o impeça de crescer profissionalmente, contribuir com o crescimento da empresa e compromete sua qualidade de vida, o melhor caminho é o do diálogo, pois esperar que as coisas mudem sem levar ao conhecimento dos seus superiores a sua insatisfação com a empresa, poderá gerar prejuízos para ambos, patrões e empregados.

Por Russel

É preciso ter discernimento para saber quando dizer Não no ambiente de trabalho. Algumas situações devem ser bem analisadas antes.

No ambiente de trabalho, geralmente é bem mais fácil dizer “sim” ou concordar com as pessoas do que dizer “não”. Sabemos que responder positivamente ou concordar com algo que no fundo não é passível de acordo revela uma das nossas facetas mais evidentes: somos dotados da capacidade estranha de fingir. Fingimos estar bem, quando não estamos; fingimos gostar quando não gostamos; fingimos amar quando sequer suportamos o próximo; fingimos até mesmo parecer, quando parecemos fingir.  

Mas o fato é que necessitamos cada vez mais exercitar nas relações de trabalho aquele importantíssimo dom, que é o de saber dizer NÃO. Ou pelo menos tentar dizê-lo nos momentos em que mais se precisa.   

Não se trata de uma tarefa confortável, ainda mais quando nos receamos muito em deixar uma má impressão nas pessoas.  Contudo, entre permanecer acobertando para nós mesmos o nosso lado “menos gentil” e ser sincero conosco e com os outros, a preferência mais acertada é pela última opção. Afinal, aprender a equilibrar a nossa franqueza nas relações interpessoais é uma grande oportunidade que temos de ser mais éticos.   

Como fazer para dizer “não”, então?  

A primeira dica é aprender a dizer não para os seus superiores imediatos. Sabe aquele momento em que um dos seus chefes insiste em querer que você trabalhe no fim de semana?  Use essa oportunidade para convencê-lo de que seu fim de semana estará preenchido com afazeres inadiáveis, como por exemplo, visitar a mãe, fazer aquele passeio já prometido há semanas para a esposa ou os filhos. O objetivo aqui não é simplesmente inventar mentiras para não fazer horas extras, mas aprender a aproveitar e valorizar seus momentos de folga.

A segunda orientação está direcionada para aquelesprofissionais aos quais certos colegas insistem em pedir favores, tais como trocas de turnos e trocas de folgas. A mesma estratégia anterior ainda é válida: o trabalhador pode alegar que está estudando para um concurso, por exemplo, em um cursinho, ou mesmo que já tinha compromissos programados para aquele dia ou folga, junto com a família. O problema nesse caso é que determinadas negativas entre colegas de trabalho acabam se tornando muitas vezes um “tiro no pé”, pois um dia quem precisará de certos favores será a pessoa que disse “não”. Portanto, aja com prudência quando precisar dizer que não pode atender ao pedido.  Por isso, não se deve abusar dos subterfúgios. A melhor forma de contornar isso é falando a verdade.   

Em terceiro e último lugar, é preciso conhecer com relativa precisão para qual tipo de colega de trabalho estamos dizendo “não”. Não seja ingrato com companheiros que já lhe ajudaram em momentos  de apuros. Há pessoas, por exemplo, que indicam outras para ocupar vagas de empregos, mas quando aquelas precisam daquelas que foram ajudadas, recebem um NÃO desconsolador! Saiba reconhecer o valor que as pessoas têm ou não têm para a sua vida. Saiba também que o “não” não deve ser a única resposta que sai de sua boca, sob pena de se acabar adquirindo uma imagem negativa que com certeza lhe prejudicará lá na frente.

Por Alberto Vicente

As empresas estão, cada vez mais, aderindo ao coaching para obter os melhores resultados de seus profissionais.

"Coaching" é uma palavra importada do idioma dominante no mundo – o inglês – que significa tão somente "treinamento", em bom português. Nada mais do que isso. "Coaching Empresarial", portanto, é a tão propalada "inovadora forma de treinamento exclusivamente voltada para profissionais do setor empresarial" (empresários, para sermos mais precisos). A intenção dessa forma de consultoria moderna é contribuir para a criação e difusão de novas competências e habilidades no ambiente empresarial, por meio da aplicação de técnicas próprias, de ferramentas de gestão e, por fim, de práticas propriamente ditas (métodos aplicáveis do cotidiano das empresas).

O fato é que o trabalho de coaching empresarial tem ganhado espaço no mundo corporativo, tanto é assim, que hoje, sua importância não pode ser negada. Empresas que necessitam remodelar a mentalidade dos seus colaboradores prescindem dessas técnicas de coaching. Suas principais linhas de ação são as seguintes:

– Produção de novas condutas que conduzam a novos resultados;

– Ênfase no relacionamento interpessoal;

– Diminuição ou extinção de conflitos internos de relacionamento entre pessoas e entre grupos de trabalho;

– Foco na produtividade, tanto em nível operacional quanto no plano da gestão superior, como por exemplo: aumento das vendas, otimização do tempo para execução de tarefas, aumento da satisfação financeira de uma equipe ou funcionário;

– Promover o bem-estar entre os colaboradores, principalmente por meio de técnicas/ferramentas/eventos de motivação, que estimulem a busca da felicidade.

Como se pode perceber, o coaching empresarial tem como meta preparar profissionais para a compreensão do quanto é relevante o seu crescimento e o alcance da excelência. Os empresários têm cada vez requisitado esse serviço para as suas companhias, inclusive por viverem um processo de conscientização a respeito do que seja a verdadeira liderança.

O Brasil, apesar das limitações, tem acompanhado as tendências do resto do mundo, algo que se reflete na demanda crescente por profissionais especializados na prestação de serviços de coaching, embora alguns especialistas do setor reconheçam que os valores cobrados por tais serviços ainda estão além do compatível. 

Por Alberto Vicente

Oferecer algo motivador aos profissionais pode diminuir os índices de rotatividade nas empresas.

Atualmente, no Brasil vários motivos têm sido apontados como os principais responsáveis pela grande rotatividade de profissionais nas empresas. Nesse contexto, alguns aspectos são sempre citados em pesquisas e também por especialistas que realizam trabalhos sobre esse assunto. Vejamos alguns deles:

– Salários baixos em relação ao mercado.

– O não reconhecimento profissional por parte da empresa.

– Falta de motivação.

– Incertezas geradas pela empresa.

– Desequilíbrios com a rotina profissional a que o profissional se vê submetido.

Esses são apenas alguns dos pontos abordados em diversas análises. Porém, a lista pode ser maior do que se pensa.

Quando tratamos sobre esse assunto nada mais normal do que se perguntar o que fazer para evitar a rotatividade de profissionais na empresa. Então vamos a um pequeno resumo de uma diversidade de ações que podem ser adotadas pelas companhias conforme o caso:

– Ofereça algo que motive o profissional a permanecer na empresa.

Tanto para manter o funcionário na empresa quanto para evitar a situação do mesmo ficar insatisfeito e, consequentemente, abandonar a empresa é preciso que esta, por sua vez, venha a oferecer estímulos para os profissionais. Mas que tipo de estímulos? Um salário justo já é um bom começo. Atualmente os funcionários buscam mais do que um lugar para trabalhar. Por isso investir para ter um bom ambiente empresarial nunca é uma má ideia.

Dentre outros pontos que podem ajudar a fazer com que o funcionário fique na empresa ainda temos itens como incentivos à qualificação profissional por meio de cursos, seminários e etc, plano de carreira e até um horário flexível. Para reforçar esse último ponto basta lembrarmos que jornadas de trabalho mais curtas propiciam uma melhor produtividade do profissional.

A mão de obra é o maior patrimônio que qualquer empresa possui, sem ela não existe empresa. Por isso, procurar sempre contratar os melhores profissionais, possibilitar que os mesmos possam ser capacitados de acordo com a cultura da empresa e estimulá-los cada vez mais é sempre fundamental para que a organização não venha a sofrer no futuro com gastos extras por falta de profissionais.

Por Denisson Soares

No mundo atual é necessário buscar conhecimento e estar sempre atualizado. As empresas também investem em seus colaboradores para que eles adquiram conhecimento em algumas áreas.

Estamos vivendo uma era onde devemos buscar mais conhecimento, ler, estudar, nos informar mais das coisas, pois  buscar conhecimento nunca vai ser algo demasiado e sim algo de  grande  valor para  nossa  vida.

Hoje em dia dispomos de muitos recursos para isso, e muitas vezes não aproveitamos as  oportunidades devido ao comodismo do  ser humano.

A busca por  conhecimento é algo que parte de  cada  pessoa, o querer buscar algo a mais para  nossa  vida pessoal e profissional depende de cada um de nós.

Os desafios, bem como as  oportunidades, batem a nossa porta  todos os dias e  acabam se  destacando aquelas pessoas que buscaram ou buscam conhecimento para si visando sempre o seu futuro.

No meio corporativo, ou seja, nas  empresas, os empregadores têm  incentivado seus funcionários a adquirirem conhecimento em algumas áreas, dando a  eles  treinamentos, palestras, workshops, etc, com a finalidade de seus colaboradores terem mais conhecimento e se tornarem pessoas mais  qualificadas no  mercado de trabalho.

Mas quem pensa que só quem está trabalhando em  alguma empresa tem essas oportunidades está  enganado. Atualmente  estamos  vivendo o ápice da  tecnologia e da internet, podemos ver a  cada dia que  milhões de pessoas  estão usufruindo deste  benefício, e por que não nos  beneficiar disso.

Hoje em dia podemos desfrutar de boas palestras e  treinamentos  gratuitos pela internet, muitos podem  achar  ruim ficar  na  frente  do computador para ver um vídeo, mas  sem sacrifício não há  ganho.

Instituições como SENAI e SENAC oferecem  seminários, muitos podem dizer que são caros e que no momento a  situação financeira não é das melhores, mas  podemos observar que existe  também oportunidades de  participar desses eventos de  forma  gratuita.

O interesse parte das pessoas que querem e estão em busca desse conhecimento para sua vida, para estarem qualificadas para as oportunidades que virão.

As oportunidades para obter conhecimento estão diante de nossos olhos ao alcance de  nossas mãos  e  até mesmo a um clique  de  distância, basta querermos isso para nós.

Por André Escobar

Empresas procuram líderes participativos e que saibam respeitar e lidar com as diferenças dentro de uma organização.

Há muito tempo, as Organizações buscavam uma liderança autocrática, ou seja, o líder centrado apenas nele mesmo e passando ordens e tarefas para os seus subordinados. Neste tipo de liderança, o líder tomava as decisões sozinho, sem consultar o grupo. Porém, ao longo dos anos e das mudanças sociais, as empresas começaram a buscar líderes que fossem participativos e que davam autonomia para os subordinados. Mas, e no futuro? Qual o será o tipo de liderança esperada pelas empresas?

No futuro, o líder precisa conhecer bem a sua missão e a sua visão. O primeiro termo se refere ao propósito de vida e o segundo o que ele realmente deseja. Sabendo estes dois fatores, o líder deverá ir atrás dos seus ideais e exercer uma boa influência nos liderados. Ou seja, ele será visto como exemplo, para inspirar outras pessoas. Assim, ele vai poder contribuir de maneira positiva para o sucesso da sua equipe.

Além disso, o líder do futuro deverá saber conversar com as pessoas, ou seja, escutá-las, motivá-las e estar presente. O feedback será extremamente importante para que o liderado conheça os pontos fortes e fracos, para que possa melhorá-los. Assim, o profissional vai poder melhorar o seu desempenho dentro da Organização.

O líder vai ter que saber trabalhar com diferentes perfis dentro da equipe, devido à diversidade. Desta forma, o profissional vai ter que saber respeitar e lidar com as diferenças que existem dentro da Organização. Isso será essencial para o sucesso da equipe de trabalho. Cada pessoa tem a sua própria personalidade, características e o líder precisa entender e respeitar cada uma.

Outra característica do líder do futuro é a integridade, ou seja, ele precisa saber trabalhar de acordo com os seus valores e propósitos de vida. Assim, ele deve agir de acordo com o que acredita e ser exemplo dentro da Organização, para que possa agir de forma positiva e contribuir para o sucesso. 

Por Babi

Algumas atitudes podem acelerar o processo de adaptação em uma nova empresa.

Quando começamos em um novo emprego, precisamos de um certo tempo para a adaptação à rotina da empresa, às tarefas do nosso cargo e até com os novos colegas de trabalho, mas com algumas dicas podemos acelerar este processo e nos adaptarmos mais rapidamente ao novo trabalho.

Devemos começar ainda dentro de casa, antes de sairmos para o trabalho. Nada de já levantar receoso, com medo de que algo dê errado, muito pelo contrário, pense positivo e vá para o emprego confiante, afinal, é uma nova etapa em sua vida e você vai fazer sua parte para que tudo dê certo.

Nos primeiros dias é sempre bom chegar um pouco mais adiantado que o de costume, para você já ir vendo o seu local de trabalho e também para conversar com os colegas de trabalho que forem chegando, assim você já começa no novo emprego fazendo novas amizades mais rapidamente, pois durante o expediente é mais complicado para ter uma aproximação mais amigável com os outros funcionários, já que o foco deverá ser no trabalho. Aproveite este momento para se apresentar aos colegas, mostre-se interessado pelo que eles falam e se quiser já pode até trocar alguns contatos, para tê-los em suas redes sociais.
Sempre que começamos em um novo emprego, precisamos conversar com nossos superiores, ver com o RH se está tudo certo com os documentos, confirmar qual serão as tarefas a serem desempenhadas, então não fique acanhado, mostre-se interessado em aprender e já disposto a começar logo.

Procure se informar o quanto antes sobre as normas internas da empresa, o que é ou não permitido, os horários para as refeições, lanche e evite utilizar o celular durante o expediente. Informe-se também sobre o uso de uniforme, crachá ou algum equipamento de EPI.

Durante o trabalho, você estará em contato com vários outros funcionários. Procure conhecer o quanto antes aqueles com os quais você irá trabalhar, principalmente se for um trabalho em equipe. Apresente-se e procure decorar o nome de cada um, pois isso demonstra educação e ajuda a estreitar os laços.
Mas cuidado para não ficar fazendo perguntas demais, pois isso poderá dar a entender que você tem outros interesses, é preciso muito bom senso para evitar os exageros.

E lembre-se que, ficar rindo demais, abraçando a todos, falar alto e ficar contando piadas poderá parecer muito superficial e você logo será visto como o "chato". Seja simpático, educado e cordial, isso já basta.

Por Russel