Além do constrangimento verbal, fazer o subordinado executar funções abaixo do seu cargo e exigir metas inatingíveis também são exemplos de assédio moral na empresa.

No meio  corporativo encontramos  muitas  vezes profissionais  desqualificados na  hora de  tratar com seus subordinados.

Algo muito comum no meio corporativo e que tem trazido sérias consequências para as  pessoas é o  assédio moral.

Assédio esse que é praticado geralmente pelos superiores em uma empresa, superiores que deveriam estar instruídos a  ajudar  e auxiliar ao  invés de causar constrangimento aos  seus  colaboradores.

Se perguntarmos a um número de pessoas, iremos  constatar que  muitas delas, de  alguma forma, sofreram  um assédio moral. Esse que foi praticado por um profissional que deveria estar qualificado para a função, onde se espera que esse profissional soubesse lidar com a pressão do dia a dia sem precisar muitas vezes humilhar  as  pessoas.

Não pense que assédio moral pode ser classificado apenas como situações de constrangimento verbal, pode ocorrer quando o superior faz com que o seu subordinado execute funções abaixo de seu cargo e até mesmo exigir metas inatingíveis.

Alguns podem achar que isso não tem nada a ver, que as pessoas devem estar preparadas para a pressão do dia a dia, que se  a pessoa não aguenta  a pressão é melhor que  fique em casa. Essas pessoas que pensam dessa forma estão muito enganadas nas suas colocações, assédio moral é algo muito sério.

Em alguns casos a pessoa que sofre o assédio acaba desencadeando uma série de problemas como depressão, angústia chegando até a precisar de acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

O assediado deve sim comunicar o assédio à empresa a fim de que essa situação venha a acabar, mas se  o assédio não parar, deve procurar meios  legais e  fazer a  denúncia.

É certo que as penas para assédio moral não são muito altas aqui no Brasil, a punição para  a empresa não ultrapassa  cinco salários para o assediado.

Todos que  sofrem  qualquer  tipo de  assédio devem  sim denunciar, para que isso não ocorra mais dentro das empresas.

Por André Escobar