Negociar seu salário em um processo seletivo te causa nervosismo, frio na barriga e ansiedade? Saiba que isso é comum até um certo ponto. Primeiro, alguns recrutadores pedem, sim, para que você fale sua pretensão salarial, nesse caso é recomendável que você diga, mesmo que for algo fora do esperado.

Agora, se você sentir dificuldade de falar, isso é sinal de que você realmente não confia em suas competências profissionais. De acordo com Mariá Giuliese, diretora executiva da empresa Lens & Minarelli, essa atitude pode prejudicar sua imagem.

O primeiro passo é não subestimar o recrutador. De fato, ele já possui informações a seu respeito, então o negócio é relaxar. Se esse é o seu caso, então siga as dicas a seguir para você ter sucesso nas entrevistas e conquistar o emprego que deseja:

1- Pesquise a remuneração da área que está sendo entrevistado.

Além de saber o teto e o piso salarial de sua área de atuação, pesquise também da área da empresa antes de fazer qualquer proposta ou negociação na entrevista. Você pode fazer isso consultando sites, blogs, fóruns com publicações a respeito do assunto.

2- Mostre que deseja crescer

Seja modesto com você mesmo e com o entrevistador. Diga claramente o salário que procura e logo depois acrescente o porquê disso. Explique que está buscando uma oportunidade melhor porque quer crescer na carreira e merece isso pela sua experiência e dedicação. "Diga também que para a mudança valer a pena é conveniente um salário no nível 'x', pois assim será possível você dar continuidade aos seus projetos, tanto profissionais como pessoais", aconselha Mariá.

3- Use seu último salário como referência

Caso esteja desempregado, posicione-se melhor a respeito falando de sua remuneração anterior para ver se é aceita. Caso contrário, estabeleça um plano de ação para que isso seja concretizado posteriormente e aceite a proposta que lhe for deferida, comenta a coach Thirza Sifuentes, da empresa Homero Reis e Consultores.

4- Antes de aceitar, avalie o projeto

De acordo com Thirza, salário é tão importante quanto carreira, portanto, às vezes é necessário dar um passo para trás para poder caminhar melhor.

Seja sincero, mas nunca desanime caso a proposta recebida seja inferior à sua.

Por Daniela Almeida da Silva

A Constituição Brasileira, em seu 7º artigo, versa que o salário mínimo deve ser recebido pelo trabalhador por uma determinada jornada de trabalho estabelecida, devendo a quantia ser suficiente para gastos com educação, moradia, saúde, lazer, dentre outras despesas essenciais à vida. No que tange a esse artigo, uma questão levantada pelos economistas e até mesmo pela população assalariada é: Como pagar todas essas contas com o salário mínimo vigente de R$ 724,00?

O reajuste para R$ 724,00 aconteceu em janeiro de 2014, por determinação do Governo Federal, no entanto, mesmo com o aumento segue-se o dilema de como um cidadão poderá viver com qualidade de vida ganhando apenas o mínimo? Economistas podem não ter a resposta precisa para isso, mas muitos já fizeram os cálculos para saber de quanto deveria ser o salário mínimo para ao menos se viver com dignidade.

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os R$ 724 representam apenas uma terça parte do que de fato uma pessoa precisa para ter suas necessidades supridas. Isso significa que os rendimentos mensais deveriam ser de R$ 2.748,22 para que uma família pudesse ter acesso à alimentação de qualidade e outros itens essenciais à sobrevivência.

Para se chegar a esse valor ideal para o salário mínimo, o órgão usou as variações de preço da cesta básica em diversas capitais brasileiras, chegando à conclusão de que o valor atual está bem distante do que a própria Constituição estabeleceu como metas a serem supridas por ele. Não se precisa de muita pesquisa para concluir que é praticamente impossível uma família pagar alimentação, moradia, lazer e outros quesitos essenciais à vida com um valor tão irrisório como o salário mínimo.

O que resta, a cada ano, é o cidadão esperar sempre por um reajuste no salário mínimo, um aumento que a cada ano chega sem grandes surpresas e sem nenhum impacto positivo na vida do cidadão.

Por Michelle de Oliveira

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística colocou os profissionais das áreas de comunicação como um grupo que recebe os maiores salários no Brasil.

O estudo denominado “Pesquisa Anual de Serviços” (PAS) aponta que dentro do setor de serviços o segmento representou 26,9% da receita, com um ganho de 36,3%, em relação a 2010, quando a média, somando todas as áreas do segmento comunicação e informação, foi de 5,8 salários mínimos.

É uma boa notícia em um mercado com tantas incertezas, como a falta de regulamentação do diploma de Jornalismo, e também com a crise internacional que, pouco a pouco, atinge os meios de comunicação. A mídia que mais bem remunera é a telecomunicação. De acordo com o estudo, a área tem uma média de 6,3 salários mínimos. As informações foram publicadas na última quarta-feira (26/09) pela Agência Brasil.

De acordo com Ana Carla Magni, pesquisadora do Instituto, a área também foi fundamental na geração de novos empregos. Ao todo, 10,6 milhões de profissionais ingressaram no setor. Ela também explica que a razão para a alta salarial é a necessidade de pessoas capacitadas, com alto conhecimento sobre a área e que precisam estar atualizadas diariamente com o mundo.

Em termos de ocupação, o destaque ficou com a área de serviços profissionais, como as áreas administrativas. Neste caso, a pesquisadora explica que para essas áreas há uma necessidade de contratar mais pessoas. Mas ela enfatiza o crescimento da comunicação: "apresenta uma média salarial mais alta”.

Por Paulo B.

Fonte: Portal Comunique-se

As mulheres continuam a receber, geralmente, menores salários em relação aos homens. Pesquisa emitida pela empresa Catho Online avalia que a diferença entre um sexo e outro chega até 51%, mesmo com a ala feminina portando pós-graduação, de acordo com dados obtidos por meio de 164 mil entrevistados situados em 20 mil empresas no Brasil.

Caso gritante é de mesma ocupação de função, com vantagem para os homens em todos os níveis. A gerência, um dos cargos mais almejados pela grande maioria, abrange o percentual discrepante de 51,6% em média, com o setor operacional em seguida, abalizando 50,7%, e o técnico mais adiante, com distinção de 37,5%.

Se as remunerações são desfavoráveis às mulheres, o mesmo não acontece na formação, segundo a Folha Online. De todos os homens pesquisados, 38% possuem graduação e 17,3%, pós-graduação; o sexo feminino detém 44,2% de graduadas e outros 19,5% de pós-graduadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A remuneração recebida em programas para trainee são excelentes, mas não seguem o mesmo padrão. Os valores variam de acordo com o segmento.

As empresas de Telecom são as que oferecem melhores salários para trainee e costumam desejar um profissional criativo, agressivo e já com um histórico diferenciado. Já o varejo costuma oferecer salários menores e exigem um profissional flexível, dinâmico e com liderança de equipe.

Por exemplo, a empresa Tim oferece um programa com duração de 3 anos e MBA fora do Brasil, o salário chega a nove mil reais no último ano, já a Riachuelo tem um programa de 1 ano, o trainee viaja pelo Brasil durante todo o processo e recebe três mil e quinhentos reais.

Por isso, é importante verificar a empresa antes de fazer sua inscrição, tente projetar você trabalhando lá, e não se inscreva apenas pelo salário.

Por LB.

Reivindicar melhores salários e condições de trabalho são um direito que a constituição reserva aos trabalhadores e a todos envolvidos em atividades profissionais e registradas.

Mesmo assim, devemos ter muito cuidado com o modo que o assunto greve é lidado, afinal todo empregador tem receio e temor, afinal qualquer hora de paralisação é um prejuízo que é difícil de calcular e de reverter.

O processo burocrático para se iniciar ou incitar uma greve é muito complicado, afinal necessita do parecer do sindicato e de um grande número de assinaturas de funcionários interessados. Um acordo normalmente é oferecido antes de se partir para a paralisação, afinal não é lucro para ninguém, nem para empregador nem para os funcionários.

Por José Alberi Fortes Junior