Pedir aumento salarial requer análise do momento certo e ter boa argumentação.

Pedir aumento salarial é algo que causa tensão não somente no empregado como também no chefe, por essa razão é importante saber o que dizer e como se portar neste momento. O reajuste salarial é considerado o momento mais delicado do trabalho, uma vez que envolve uma boa argumentação para que o reconhecimento possa ser concretizado.

O ideal é não fugir da hierarquia e solicite o aumento ao superior direto. Lembre-se que a conversa deve ser feita em um momento tranquilo, quando o chefe está disposto a te ouvir. Evite períodos de insegurança na empresa ou quando ele estiver ocupado, principalmente se for com clientes.

Fuja dos motivos pessoais, como minha mulher terá um filho ou algo tipo. O aumento de salário é condicionado ao seu bom rendimento e o bom desempenho da empresa frente ao mercado. Por essa razão é importante somente solicitar o aumento quando as coisas vão bem e se o seu desempenho condiz com o pedido. O empregado sabe quando está bem e quando não está tão bem assim (ou pelo menos deveria saber). Faça um exame de consciência antes da conversa para não sair dela chateado com o que possa ouvir.

A competência do profissional é fundamental para o pedido de aumento, contudo se não acontece há algum tempo você pode usar este argumento, desde que outros funcionários do setor tenham recebido aumento no último ano. Se ninguém teve aumento, o ideal é que o pedido seja feito pelo grupo, pois será mais difícil do chefe negar uma solicitação coletiva do que para um só funcionário.

Tente negociar o salário juntamente com benefícios, como plano de saúde ou vale-alimentação, mas se a resposta for negativa, solicite um prazo para que ocorra. Você pode pedir para que o chefe ajude a elaborar objetivos dentro da empresa ou de capacitação, assim o aumento será visto como merecido. 

Por Robson Quirino de Moraes

Renda média mensal dos militares, funcionários públicos e trabalhadores com carteira assinada teve queda em março de 2015. Trabalhadores sem carteira assinada tiveram aumento na renda média mensal de 2,7%.

Resultados de uma pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 28, pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – apontou para uma queda do rendimento médio real dos trabalhadores brasileiros. Os dados são do PME – Pesquisa Mensal do Emprego, e são referentes ao período de fevereiro para março e já considerando o desconto da inflação do período.

Os dados da pesquisa apontam para uma queda de 2,8%, a renda média mensal, que era de R$ 2.196,76 e caiu para R$ 2.134,60, e é a maior queda desde janeiro de 2003. Se comparada com o ano passado, considerando-se o mês de março, a perda foi de 3%, e o valor da renda média mensal no período ficou em R$ 2.200,85.

Quem teve a maior perda foram os militares e os funcionários públicos – os rendimentos comparados com fevereiro e em uma comparação anual tiveram quedas de 2,3% e 3,1%, respectivamente. A renda média era de R$ 3.726,10 no ano passado e ficou em R$ 3.612,10 neste ano.  Estima-se que uma das causas das quedas possa ser a falta de reajustes salarial dos grupos – militares e funcionários públicos.

Quem também teve uma queda na sua renda média mensal, seguindo os funcionários públicos e os militares, foram os trabalhadores com carteira assinada, que perderam 2,1%, na comparação com fevereiro – e comparando com o ano passado, no mês de março, a queda foi de 2,3%. A renda média dos trabalhadores com carteira assinada caiu de R$ 2.005,37 para R$ 1.959,70. Enquanto isso, os trabalhadores sem carteira assinada tiveram aumento em sua renda média mensal, que passou de R$ 1.518,63 para R$ 1.560,00, representando uma alta de 2,7%, mas em comparação a fevereiro o grupo também perdeu renda, com uma queda de 0,4%. 

Esses dados são preocupantes, pois indicam que os salários não estão conseguindo acompanhar as altas de produtos e bens de consumo.

Por Elia Macedo

Foi dada a largada para o ano de 2015, com novos planos e expectativas de vida para muitas pessoas, inclusive aumento salarial.

Porém se esse ato não vem espontaneamente, é necessário muita criatividade para conseguir esse objetivo que pode ser um dos mais complicados para esse novo ano. Para solicitar aumento, não é suficiente querer, se considerar lindo e talentoso e achar que merece, se o seu chefe não concorda ou pior, se ele é extremamente econômico, lembre-se em uma disputa o chefe sempre vence e o funcionário deve convencer afinal a resposta será sempre não.

É necessário uma análise no seu setor antes de sua admissão comparando com a sua atuação final, observe as suas criações, modificações e melhoras, além do seu aprendizado, afinal se não houve aprendizado e alterações no seu conhecimento não há motivo para aumento salarial. Feito isso, é necessário um planejamento futuro para continuar o serviço ou quem sabe melhorar mais ainda, afinal a criatividade é uma locomotiva que não deve parar e só precisa de combustível para seguir em frente.

Algo importante nesse processo é a verdade para si mesmo e para os outros, afinal como você espera receber um aumento se sempre está acessando redes sociais, aplicativos e recebendo ligações de assuntos particulares? Esse fato pode lhe ser revelado no momento do pedido, por seu chefe.

Existem alguns motivos rotineiros que justificam o aumento salarial como exemplo:

·         Empresa em crescimento e por isso há a necessidade de aumentar a carga de trabalho dos funcionários antes de aderir às novas contratações.

·         Investimento em conhecimento como cursos de graduação, pós-graduação, cursos livres ou atualização sempre pensando na colaboração para o crescimento da empresa.

·         Valorização do funcionário antigo que adquiriu vasta experiência e começa a receber ofertas superiores de outras empresas no mercado.

Além de outros motivos praticados por empresas para oferecer uma maior satisfação aos seus empregados.

E finalmente nunca peça aumento em tempos de crise, início e fim do mês, o restante depende da consciência e criatividade do empregado que precisa do aumento, afinal trabalhar com prazer é ótimo e com um salário maior é bem melhor.

Negociar seu salário em um processo seletivo te causa nervosismo, frio na barriga e ansiedade? Saiba que isso é comum até um certo ponto. Primeiro, alguns recrutadores pedem, sim, para que você fale sua pretensão salarial, nesse caso é recomendável que você diga, mesmo que for algo fora do esperado.

Agora, se você sentir dificuldade de falar, isso é sinal de que você realmente não confia em suas competências profissionais. De acordo com Mariá Giuliese, diretora executiva da empresa Lens & Minarelli, essa atitude pode prejudicar sua imagem.

O primeiro passo é não subestimar o recrutador. De fato, ele já possui informações a seu respeito, então o negócio é relaxar. Se esse é o seu caso, então siga as dicas a seguir para você ter sucesso nas entrevistas e conquistar o emprego que deseja:

1- Pesquise a remuneração da área que está sendo entrevistado.

Além de saber o teto e o piso salarial de sua área de atuação, pesquise também da área da empresa antes de fazer qualquer proposta ou negociação na entrevista. Você pode fazer isso consultando sites, blogs, fóruns com publicações a respeito do assunto.

2- Mostre que deseja crescer

Seja modesto com você mesmo e com o entrevistador. Diga claramente o salário que procura e logo depois acrescente o porquê disso. Explique que está buscando uma oportunidade melhor porque quer crescer na carreira e merece isso pela sua experiência e dedicação. "Diga também que para a mudança valer a pena é conveniente um salário no nível 'x', pois assim será possível você dar continuidade aos seus projetos, tanto profissionais como pessoais", aconselha Mariá.

3- Use seu último salário como referência

Caso esteja desempregado, posicione-se melhor a respeito falando de sua remuneração anterior para ver se é aceita. Caso contrário, estabeleça um plano de ação para que isso seja concretizado posteriormente e aceite a proposta que lhe for deferida, comenta a coach Thirza Sifuentes, da empresa Homero Reis e Consultores.

4- Antes de aceitar, avalie o projeto

De acordo com Thirza, salário é tão importante quanto carreira, portanto, às vezes é necessário dar um passo para trás para poder caminhar melhor.

Seja sincero, mas nunca desanime caso a proposta recebida seja inferior à sua.

Por Daniela Almeida da Silva

A Constituição Brasileira, em seu 7º artigo, versa que o salário mínimo deve ser recebido pelo trabalhador por uma determinada jornada de trabalho estabelecida, devendo a quantia ser suficiente para gastos com educação, moradia, saúde, lazer, dentre outras despesas essenciais à vida. No que tange a esse artigo, uma questão levantada pelos economistas e até mesmo pela população assalariada é: Como pagar todas essas contas com o salário mínimo vigente de R$ 724,00?

O reajuste para R$ 724,00 aconteceu em janeiro de 2014, por determinação do Governo Federal, no entanto, mesmo com o aumento segue-se o dilema de como um cidadão poderá viver com qualidade de vida ganhando apenas o mínimo? Economistas podem não ter a resposta precisa para isso, mas muitos já fizeram os cálculos para saber de quanto deveria ser o salário mínimo para ao menos se viver com dignidade.

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os R$ 724 representam apenas uma terça parte do que de fato uma pessoa precisa para ter suas necessidades supridas. Isso significa que os rendimentos mensais deveriam ser de R$ 2.748,22 para que uma família pudesse ter acesso à alimentação de qualidade e outros itens essenciais à sobrevivência.

Para se chegar a esse valor ideal para o salário mínimo, o órgão usou as variações de preço da cesta básica em diversas capitais brasileiras, chegando à conclusão de que o valor atual está bem distante do que a própria Constituição estabeleceu como metas a serem supridas por ele. Não se precisa de muita pesquisa para concluir que é praticamente impossível uma família pagar alimentação, moradia, lazer e outros quesitos essenciais à vida com um valor tão irrisório como o salário mínimo.

O que resta, a cada ano, é o cidadão esperar sempre por um reajuste no salário mínimo, um aumento que a cada ano chega sem grandes surpresas e sem nenhum impacto positivo na vida do cidadão.

Por Michelle de Oliveira

Ter uma vida com privilégios é o desejo de todos. E é na infância que esse desejo se manifesta por meio das exigências que fazemos a nossos pais, e nos frustamos quando não somos atendidos. Crescemos com essa expectativa de que em algum momento tudo estará ali bem diante do nosso alcance.

E assim tomamos decisões com relação a nossa carreira a partir desse contexto familiar ou de históricos de personalidades que admiramos. Sempre com o intuito de acertamos, ou ainda, sermos melhores.

Mas, na prática assim como na infância podemos nos frustrar. E por mais que tenhamos feito uma boa escolha, as incertezas mais cedo ou tarde irão surgir. Por isso, estar atento a dicas pode ser essencial para gerenciarmos de forma satisfatória nosso tempo e atingirmos nosso objetivo conquistando a vida dos nossos sonhos.

Uma dessas possibilidades se mostra por meio dos estágios. Momento que você já decidiu o que fazer da vida, e precisa ter a certeza de que este é o melhor caminho. Fazer um estágio pode ser uma experiência enriquecedora, pois você colocará na prática os conceitos aprendidos e esclarecerá dúvidas em relação a profissão escolhida e assim decidir por continuar o curso ou não.

Além de estar familiarizado no ambiente corporativo, o estagiário conta com um recurso extra para custear os estudos. E não fica sujeito a nada que venha prejudicar suas atividades acadêmicas, visto a carga horária ser de 4 a 6 horas/ dia. Podendo inclusive ser contratado no término do estágio,dependendo para tanto da sua atuação e necessidade da empresa.

Em pesquisa realizada recentemente pelo NUBE – Núcleo Brasileiro de Estágios os dez cursos que melhor pagam auxílio /bolsa são: (http://www.nube.com.br)

Superior: Média Brasil: R$ 964,81

1- Agronomia R$ 1.948,94

2- Economia R$ 1.370,26

3- Física  R$ 1.360,,83

4- Ciências Atuariais R$ 1.281,44

5- Marketing R$ 1.278,25

6- Ciências e Tecnologia R$ 1.218,46

7- Engenharia R$ 1.211,26

8- Estatística R$  1.182,26

9- Química R$ 1.147,82

10- Relações Internacionais R$ 1.128,74

Superior Técnológico – Média Geral: R$ 884,00

1- Construção Civil R$ 1.240,65

2- Secretariado R$ 1.112,78

3- Polimíros – Plásticos R$ 1.071,86

4-Gestão de Comércio Exterior R$ 979,30

5- Banco de Dados R$ 955,81

6- Análise e Desenvolvimento de Sistemas R$ 947,90

7- Jogos Digitais R$ 937,83

8- Gestão da Qualidade R$ 933,28

9- Processos Gerenciais R$ 922,19

10- Redes de Computadores R$ 911,90

Médio Técnico – Média Geral: R$ 670,69

1- Eletrotécnica R$ 817,50

2- Segurança do Trabalho R$ 815,44

3-Automoção Industrial R$ 812,37

4- Construção Civil R$ 804,98

5- Edificações R$ 779,75

6- Quimíca R$ 768,77

7- Mecatrônica R$ 750,01

8- Mecânica R$ 748,21

9- Eletromecânica R$ 718,00

10- Eletroeletrônica R$ 702,00

Ensino Médio: R$ 513,73

Para ser um forte candidato a uma vaga de estágio é necessário estar bem informado. O processo consiste em etapas que envolvem entrevistas, dinâmicas de grupos e testes de raciocínio lógico, entre outros. Reunir informações acerca da empresa com relação a clientes, missão, valores, princípios também é importante. Vale ressaltar que o domínio da Língua Portuguesa pode ser um grande diferencial nessa hora como bem salienta Seme Arone Júnior – Presidente do Núcleo Brasileiro de Estágios- : " Uma dica básica, mas primordial para quem quer ingressar no mercado de trabalho, é o aprendizado contínuo e o investimento em Língua Portuguesa, um dos pontos mais cobrados em processos seletivos (Fonte: http://www.nube.com.br)

No fim e começo de anos são muitas as oportunidades para quem quer ingressar como estagiário. Mas há exceções, como é o caso da Empresa Ipiranga, que disponibiliza vagas durante o ano inteiro para alunos do penúltimo e último ano do Ensino Superior e último ano do curso técnico.  São vagas oferecidas no sítio da empresa: Coordenador Desenvolvimento de lojas de conveniência; Coordenador Jurídica urbana consumo /rodovia; Assessoria Comunicação Interna; Departamento de comunicação em Marketing; Coordenador Conectar; Coordenador Consumo Júnior; Representante comercial;Assessor técnico de lubrificantes; Analista de princing; Auxiliar Administrativo; Consultor de Negócios, entre outras. (http://www.ipiranga.com.br).

Outras vagas em aberto: você confere http://www.estagiarios.com   

Fique atento e boa sorte!

O momento de pedir um aumento ao chefe deve ser o mais difícil de muita gente durante o trabalho em uma empresa. Para muitos é a primeira conversa entre empregador e empregado onde irá se falar em salário.

Para pedir um aumento,o mais importante é saber se você merece um aumento. Alguns trabalhadores faltam sem justificativa, nunca são pontuais e saem cedo do turno constantemente e ainda assim acham que merecem ganhar mais. Com tal comportamento, é quase impossível receber um reajuste salarial, pois todos esses critérios serão avaliados na ficha do empregado antes de ser dada uma resposta afirmativa.

Caso tenha uma boa conduta na empresa, use seus méritos para justificar o aumento. Há casos de funcionários que se reportam ao chefe justificando o valor a mais no contracheque como um colega que ganha mais desempenhando a mesma função e isso pode causar um aborrecimento. Outro erro é justificar com pagamentos de contas pessoais, mostrando um desajuste financeiro e envolvendo trabalho e família.

Mostre seu comportamento e bom desempenho nas funções no decorrer dos meses ou anos, merecendo um acréscimo no salário. Em uma conversa franca com seu chefe diga o quanto foi importante para a empresa e demonstre em números e ações que merece receber uma bonificação.

Em caso de resposta negativa, não abaixe a cabeça e aproveite o momento para perguntar o que poderia fazer para conseguir um aumento. Estabeleça uma meta de alguns meses, melhore a conduta no ambiente de trabalho e volte solicitar um novo encontro para tentar mais uma vez.

Por Lidianne Andrade

As mulheres continuam a receber, geralmente, menores salários em relação aos homens. Pesquisa emitida pela empresa Catho Online avalia que a diferença entre um sexo e outro chega até 51%, mesmo com a ala feminina portando pós-graduação, de acordo com dados obtidos por meio de 164 mil entrevistados situados em 20 mil empresas no Brasil.

Caso gritante é de mesma ocupação de função, com vantagem para os homens em todos os níveis. A gerência, um dos cargos mais almejados pela grande maioria, abrange o percentual discrepante de 51,6% em média, com o setor operacional em seguida, abalizando 50,7%, e o técnico mais adiante, com distinção de 37,5%.

Se as remunerações são desfavoráveis às mulheres, o mesmo não acontece na formação, segundo a Folha Online. De todos os homens pesquisados, 38% possuem graduação e 17,3%, pós-graduação; o sexo feminino detém 44,2% de graduadas e outros 19,5% de pós-graduadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A discriminação racial não é algo dos dias atuais. Muitos estudiosos e pessoas com conhecimentos empíricos conhecem que a causa da divergência subentendida entre brancos e negros, num contexto geral, ocorre em inúmeros campos sociais. Em relação à posição empregatícia, isto é muito mais evidente.

Um estudo feito pelo economista Marcelo Paixão, com fundamentação na Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a remuneração média de trabalhadores brancos foi 90% acima que a de pretos e pardos no mês de setembro. Antes do auge da crise econômica, a renda das pessoas brancas era 102% superior.

De acordo com Paixão, essa queda se deve à participação dos negros nos setores informais, bem como a retomada de investimentos na construção civil, com estímulos do governo. De qualquer maneira, essa queda não deve perdurar por muito tempo. A sociedade é, sim, racista – infelizmente! Isso é um problema congênito, entrelaçado ao longo da história brasileira e advinda, principalmente, daqueles “conquistadores” do século XV e XVI. Para quê feriado de 20 de novembro? Para viajar? É melhor haver um consenso mútuo da sociedade; enganar é fácil, compreender é o complicado!

Por Luiz Felipe T. Erdei

Atualmente diversas empresas concedem benefícios financeiros indiretos a seus funcionários como vale refeição, vale transporte ou planos de saúde corporativos. Muitas vezes é vantajoso optar por uma vaga com mais benefícios, porém com uma remuneração levemente menor.

Na totalidade dos casos em que os benefícios são oferecidos, o desconto em folha de pagamento é muito favorável ao funcionário. Quando se coloca na ponta do lápis os gastos com alimentação, saúde ou transporte, chega-se à conclusão de que vale a pena receber menos em “espécie” em troca de vantagens subsidiadas pela companhia.

Avalie se os benefícios que as empresas oferecem antes de aceitar uma vaga. Frequentemente o fiel da balança pende a seu favor a despeito do salário inferior.