Dependendo da função que um indivíduo exerça em uma empresa, ele pode acabar sendo obrigado a se ausentar de sua cidade. Conforme a frequência com que esse fato ocorra, a rotina diária pode se alterar demais e a pessoa terminar levando uma vida muito desregrada.

Quem viaja a trabalho, via de regra, precisa se hospedar em hotéis, comer em restaurantes diferentes a cada dia, andar de ônibus ou de avião com regularidade. Todas essas atividades tem impacto sobre a parte física e emocional do indivíduo. Assim, o colaborador que passa por isso deve procurar manter uma rotina mínima, não abandonando hábitos que teria se estivesse desempenhando suas funções em sua própria cidade. Isso inclui: horários de refeições, para dormir e acordar e se possível, também para exercícios físicos.

Viajar a trabalho é sempre uma experiência enriquecedora do ponto de vista pessoal e profissional, mas ela não precisa virar sua vida diária de cabeça para baixo.

Você trabalha num mesmo departamento há muitos anos. Agora, a companhia decidiu reorganizá-lo e sua rotina de trabalho vai mudar sensivelmente. Muitas pessoas reagem de maneira negativa frente a um evento como esse. Mas isso não precisa ser assim. É preciso enxergar além e usar as mudanças em favor próprio.

Num mundo que se altera a cada dia, todos estão cercados por mudanças. Elas ocorrem na economia do país, em casa e também no trabalho. A capacidade de adaptação dos indivíduos a essas mudanças é o que determina a reação deles a elas.

Como um verdadeiro “camaleão”, o profissional de hoje precisa estar preparado e ter maturidade para enfrentar qualquer novidade que possa aparecer. Torcer o nariz ou revoltar-se não contribui em nada para ajudar a inserção no novo cenário.

Encare de forma positiva as mudanças que se apresentarem a você no trabalho. Esforce-se o máximo que puder para adaptar-se o mais rápido possível. Isso só conta pontos a seu favor.

Certas atividades profissionais podem envolver movimentos repetitivos ou exigir que os indivíduos mantenham uma mesma posição por tempo prolongado.

Nesses casos, as empresas são obrigadas por lei a fornecer orientações de saúde ocupacional aos colaboradores. E seguir essas orientações pode ser a diferença entre saúde e doença no médio e longo prazos.

As principais consequências de não se observar as orientações de saúde ocupacional são o aparecimento de doenças crônicas como LER (lesão por esforço repetitivo), problemas de coluna (cervical, dorsal, lombar), dores crônicas nas pernas, aparecimento e agravamento de varizes, etc. Os alongamentos e a ginástica laboral ensinados na empresa devem ser executados de maneira correta, pois caso contrário, o maior prejudicado será você mesmo.

Pense bem: não é preferível dedicar alguns momentos hoje para garantir a própria saúde no futuro?

A qualidade de suas tarefas apresenta muitos altos e baixos. Um dia elas estão muito bem feitas, no outro estão abaixo da média. Você simplesmente não consegue manter sempre o mesmo padrão. Cuidado! Isso pode trazer problemas para você.

Colaboradores que têm variações muito grandes de desempenho estão sempre na mira dos chefes. Um padrão de qualidade muito instável gera desconfiança e assim que a situação se complica, os inconstantes são os primeiros da fila na hora dos cortes.

Procure organizar rotinas e processos que otimizem seu trabalho de modo que ele possa ser executado da maneira mais constante possível.

A qualidade do seu trabalho deve ser como o trenzinho do parque de diversões, passando sempre pelos mesmos trilhos e não como os carrinhos da montanha-russa que são pura instabilidade.