Num mundo cada vez mais individualista, as palavras de cortesia como “obrigado”, “por favor” e “com licença” tem perdido seu espaço. Nas corporações ocorre o mesmo. Muitas pessoas estão se esquecendo de usá-las, o que tem dificultado as boas relações interpessoais.

A boa educação e a gentileza são coisas que se traz como bagagem de vida. Palavras corteses usadas nos momentos adequados abrem portas, ganham a colaboração das pessoas e melhoram o ambiente.

Tratar os outros de maneira seca e ríspida é o pior modo de querer obter resultados satisfatórios numa organização. Ao manter contatos de forma abrupta você gera uma postura de recolhimento e revolta nos outros, o que influi diretamente em sua disposição para cooperarem.

Acostume-se em usar de cortesia no trabalho. Você verá que os resultados em termos de relacionamentos e produção podem ser muito compensadores.

Mal-entendidos e coisas incompreendidas: eis duas coisas capazes de gerar conflitos na rotina corporativa.

Alguns indivíduos acham que os demais precisam captar as informações no ar. Definitivamente, no trabalho, não deve valer a máxima “para bom entendedor, meia palavra basta.”

Definir claramente responsabilidades, determinar a maneira padrão de executar procedimentos, delimitar como deve ser a comunicação entre o meio interno e com o meio externo; tudo isso evita que erros sejam cometidos por falta de clareza.

Um chefe não pode chamar um colaborador à responsabilidade, por exemplo, se não deixa claro tudo que se espera dele. Esclarecer todos os pontos importantes torna tudo transparente para todos os envolvidos.

Num ambiente em que as pessoas estão conscientes de seus papéis e responsabilidades, o trabalho flui muito melhor e a gestão também pode ocorrer de maneira mais eficiente.

Toda vez que surge uma tarefa nova para ser realizada no trabalho, é normal que num primeiro momento, as pessoas se sintam perdidas em maior ou menor grau. Algumas delas irão assimilar de maneira mais rápida, outras, um pouco mais devagar. Mas não há problema algum em pedir ajuda caso você não se sinta confiante no início.

Sabe-se a cultura nos últimos tempos tem exigido que os indivíduos internalizem novas informações de uma maneira cada vez mais rápida. Isso começa desde a escola, onde demonstrar desconhecimento na classe, é visto de modo desforável pelas pessoas em volta, desestimulando os questionamentos.

No trabalho, não precisa ser assim. Se você não se sentir confortável com uma nova informação ou com um novo procedimento, pergunte, busque esclarecimentos. Procure identificar quem possa ajudá-lo e não hesite em elucidar todas as suas dúvidas.

Vergonha é fazer algo de maneira errada ou incompleta por não ter se informado devidamente, e não o fato de querer esclarecer seus questionamentos para ser capaz de fazer certo.

Um dos maiores problemas que se enfrenta nas empresas desde sempre são as relações interpessoais. Elas são fundamentais para que as coisas tenham um bom andamento. Para obter cooperação por parte das pessoas, elas se tornam ainda mais essenciais.

Ninguém gosta de se sentir dominado ou subjugado. Assim, tentar obter cooperação dessas duas maneiras, com palavras duras e ríspidas, geralmente não funciona. A cooperação de qualidade não só no trabalho, como na vida, é conseguida com boa educação, bom senso; mostrando de modo equilibrado aos indivíduos que vantagens eles obterão se colocarem-se a serviço.

Coações, ameaças e outros tipos de intimidação não tem mais lugar no mundo corporativo moderno.

Encontre estratégias inteligentes de conseguir cooperação no trabalho; se obtida de maneira voluntária ela traz resultados muito melhores do que quando obtida sob o regime da “chibata”.

É hora do intervalo. Pequenos ou grandes grupos se formam para tomar a direção do refeitório ou dos restaurantes nas proximidades da empresa. Você, no entanto, se dirige silenciosamente àquela mesa lá nos fundos, no ponto mais isolado.

Na rotina diária, você fala o estritamente necessário e ainda assim, apenas coisas referentes ao âmbito profissional. Cuidado! Você está sendo o típico anti-social.

Nenhum ser humano é capaz de viver isolado. Mesmo para satisfazer necessidades mínimas, as pessoas necessitam umas das outras. No ambiente corporativo isso é uma verdade inquestionável. Todos dependem dos demais para poderem executar bem suas atividades.

Além disso, a convivência com outros atenua por vezes o estresse do trabalho, já que sempre surgem pequenos momentos de descontração durante o expediente. O isolamento não agrega nada nem ao trabalho e nem à vida de ninguém.

Esforce-se para manter uma relacionamento minimamente satisfatório com seus colegas de empresa. Mais do que facilitar seu dia a dia no trabalho, você ainda pode estar fazendo grandes amigos.

A sociedade humana é regida por um conjunto de normas e procedimentos que visam a determinar a fronteira entre o certo e o errado, entre o que é lícito e o que é ilícito. Quando se trata de cada indivíduo em si, esse conjunto chama-se moral. À soma do senso comum do que a sociedade entende por moral, dá-se o nome de ética. A ética tem sido muito debatida no meio corporativo nos últimos tempos.

Pisar em colegas para subir a qualquer custo, assediar moralmente os subordinadas, usar de meios escusos para obter vantagens para si. Todas essas práticas constituem comportamentos anti-éticos no ambiente profissional.

O indivíduo sem ética enxerga apenas a si mesmo, não se importando o que as outras pessoas sofram em consequência disso. As relações de trabalho, dessa forma, se deterioram; e os colaboradores e a empresa saem perdendo.

Faça imperar o respeito, a camaradagem, a conversa clara e o altruísmo em sua empresa. O ambiente, assim, se tornará melhor e todas as pessoas se sentirão motivadas, pois não há nada pior do que uma organização na qual vale a “lei da selva”.

Na vida de todas as pessoas, há momentos bons e momentos ruins. A diferença está na maneira com que cada um encara esses momentos. Colocar-se no papel de vítima no trabalho não é uma postura saudável e em nada contribui para superar as dificuldades.

Reclamar, lamentar-se, chorar pela própria sorte. Num ambiente de trabalho esses tipos de comportamentos comprometem a produção do próprio indivíduo e muitas vezes daqueles que estão à sua volta.

O clima pesado e desestimulante contamina toda a equipe e torna ainda mais difícil a extenuante rotina que todos precisam enfrentar. Problemas todos tem. A melhor maneira de enfrentá-los é permanecer de cabeça erguida e não ficar se vitimizando.

Deixe o clima de derrotismo de lado. Todos somos capazes de vencer as adversidades; e isso só depende de como se lida com elas.

No local de trabalho, você encontra pessoas de todos os tipos. Tímidas, extrovertidas, comunicativas, alegres, sérias, sisudas, etc. Pessoas de riso fácil e pessoas que não riem da piada mais engraçada do mundo.

Saber respeitar essas diferenças essenciais entre as pessoas é essencial para manter um ambiente de trabalho harmonioso.

“Forçar a barra” para que pessoas mais reservadas se enquadrem totalmente no ritmo de um departamento mais descolado pode não ser uma boa atitude. Algumas pessoas gostam de ter seu espaço totalmente preservado, o que não significa que elas devam ser isoladas dos demais. É preciso observar as pessoas e saber até onde se pode chegar com brincadeiras, piadas e outros tipos de liberdade. Ninguém é obrigado a proceder como a maioria.

A beleza do ser humano está nas diferenças entre os indivíduos. Respeitar os limites de cada um é fundamental para que as coisas fluam bem, não só no trabalho, mas em qualquer outro lugar.

O atendimento ao público, seja ele presencial ou a distância, é uma das atividades mais difíceis que existem no mercado. A exigência das pessoas é tão variada quanto os tipos de personalidades que se pode encontrar, e esse tipo de atividade acaba se transformando numa verdadeira “arte”.

O mais importante no atendimento ao público é saber que as pessoas com quem se tem contato, são limitadas como você. Elas tem problemas, angústias, ansiedades e principalmente uma necessidade a ser satisfeita.

O grau de satisfação dessa necessidade é o que determina se a pessoa irá avaliar o atendimento como bom ou ruim. Certas pessoas, com grau de exigência acima da média, são aquelas que podem tirar você do sério. Nesses casos, o domínio próprio é fundamental. É preciso ter a percepção de não se levar nada para o lado pessoal e ter mente de que a pessoa irritada tem o seu alvo no produto ou serviço e não em você.

Não se contamine com o estresse dos clientes. Atenda-os da melhor maneira possível e caso, a pessoa atendida ainda estiver insatisfeita, pelo menos você terá a consciência limpa por ter dado o seu melhor.

Em empresas dos mais diversos ramos de atividade, há uma tendência cada vez maior no trabalho desenvolvido através de projetos. Cada projeto representa um novo desafio. Nesse contexto, o trabalho em equipe assume um papel fundamental. Nenhum projeto pode ter sucesso se não tiver uma equipe afinada por trás dele.

Não só no trabalho, mas em outras áreas da vida, o trabalho em grupo facilita muito as coisas. Um grupo em que todos estão conscientes de suas funções e comprometidos em desempenhá-las da melhor forma possível certamente será vencedor seja num projeto ou nas atividades organizadas de uma maneira mais tradicional.

Se a equipe trabalha bem, cada membro dela pode se focar melhor em suas atribuições e não há excesso ou falta de serviço para ninguém.

Seja participando dela ou coordenando uma equipe, se você fizer o máximo para cumprir a sua parte, todos serão beneficiados e você estará desenvolvendo uma das equipes mais valorizadas pelo mercado atual.

Churrasco da empresa no sábado: você não vai. Confraternização de fim ano: você usa a desculpa da tia-avó que faleceu pela terceira vez. Festa na casa de um colega: você prefere alugar um vídeo e ver sozinho. É… você está achando que é uma ilha em si mesmo.

O homem é um animal social por natureza. Ninguém é capaz de viver sozinho.

Da mesma forma, dificilmente alguém trabalha sozinho. Todo mundo precisa de alguém, em casa, no trabalho, em todos os lugares. Então, por que não se intregar? Dê uma chance a você mesmo. Saia da defensiva. Converse, interaja.

Experimente começar a se relacionar com seus colegas de trabalho. Você pode descobrir mais que companheiros de empresa, talvez até grandes amigos.

Sua equipe tem tido uma ótima performance. Tudo está andando como esperado, metas sendo atingidas, elogios têm vindo da diretoria. Mas você está reconhecendo o valor dela? Você a elogia? Se a resposta é não é melhor começar a pensar nisso.

O elogio é um verdadeiro bálsamo para o ser humano. Ele supre uma das necessidades ditas secundárias para a vida, que é o desejo de ser aceito e reconhecido. Elogiar apontando um motivo concreto e na medida certa funciona como um combustível para a equipe. Ela aprende que se trabalhar duro e com eficiência, seu trabalho será reconhecido.

Elogie, premie, parabenize.

Você verá que com o tempo sua equipe estará indo cada vez mais para o alto e avante!

Em meio à correria do expediente, você comete um erro. Esse erro pode representar no mínimo uma repreensão por parte do seu chefe. O que fazer? Escondê-lo ou confessá-lo?

Não só na empresa como em qualquer situação, admitir erros é sempre a melhor decisão a tomar. Confessar o erro demonstra que você tem consciência e coragem. Qualquer que sejam as consequências, a verdade é sempre a melhor opção. Mentir e esconder as coisas só torna as situações piores.

Seja adulto o suficiente para admitir que errou.

O mínimo que você terá será sua consciência em paz.

Seu colega é uma pessoa extremamente perfeccionista. Não deixa passar um resquício de erro no próprio trabalho e no dos demais. Está sempre apontando falhas irrelevantes.

Esse tipo de atitude não ajuda nem a ele, nem à empresa; pelo contrário, só tende a atrapalhar.

O mundo não é perfeito e as empresas também não. Viver atrás de picuinhas pode acabar desviando o foco das coisas que são realmente importantes e com as quais vale a pena se preocupar.

Não se trata de fazer tudo com desleixo, mas de saber que somos todos falíveis. Pequenos erros existiram, existem e sempre vão existir. O importante é mantê-los dentro de limites aceitáveis e não viver como escravo das minúcias.

Você chega à empresa e a copeira está entrando junto com você. Qual sua atitude? Vira a cara e faz ar de superior ou a cumprimenta gentilmente como se ela fosse qualquer outra pessoa? Se sua resposta for a primeira opção, você precisa começar a olhar não só para cima no trabalho.

Em qualquer organização, o relacionamento humano e o tratamento entre as pessoas devem ser igualitários. Não é porque você é um de setor com pessoas mais qualificadas que vai poder desprezar as pessoas da limpeza e manutenção, por exemplo.

Nem se restringir a cumprimentar e bajular aqueles em posições hierárquicas superiores a você. Tomadas como seres humanos as pessoas são todas iguais e merecem sempre o mesmo respeito e consideração, independente do cargo que ocupam.

Se você não age assim, comece a tratar todas as pessoas do trabalho da mesma forma. Você vai ver quantas pessoas maravilhosas existem por lá, e em todos os setores.