A Rede Social Corporativa torna todo o fluxo de trabalho mais proveitoso, pois permite que todos fiquem inteirados sobre as informações do trabalho e da empresa.

As novas tecnologias têm permitido que as empresas explorem diversas formas para otimizar as suas rotinas de trabalho. Com uma comunicação ágil, eficaz e rápida, as Redes Sociais Corporativas surgem como uma excelente ferramenta para auxiliar e guiar as estratégias de comunicação das empresas. É um nicho de mercado com promessa de crescimento de 42,4% por ano, segundo análise do IDC, que traz benefícios e riscos.

É bem verdade que as Redes Sociais têm um papel impactante na vida das pessoas, com um crescimento gritante nos últimos anos. Com a mesma mentalidade, a Rede Social Corporativa permite a interação humana e traz a tona uma nova realidade nas empresas, possibilitando que os profissionais conheçam melhor seus companheiros de trabalho e funções.

A Rede Social Corporativa também facilita a vida de clientes, parceiros e colaboradores, que passam a ter acesso facilitado a informações, o que torna o fluxo de trabalho mais proveitoso. Outro ponto interessante é a redução de custos com a agilidade nos processos.

Por permitir diferentes tipos de mídia e não apenas textos, as Redes Sociais Corporativas possibilitam uma interação de um amplo grupo neste sistema intranet, propiciando que se façam pesquisas, enquetes, entre outros, e abra espaço para debates profícuos para a rotina da empresa.

Entretanto, é importante a quem tem interesse em ter uma Rede Social Corporativa ficar bem atento. Se os benefícios são muitos, também há riscos nesta empreitada. É possível que haja vazamento de informações confidenciais deste ambiente interno das empresas, bem como casos de discriminação e exposição pública de problemas entre o empregador e o empregado.

Desta forma, recomenda-se que toda Rede Social Corporativa possua um regulamento de normas e condutas para que se coíba e alerte o funcionário, colaborador e/ou cliente sobre o que é assunto público e o que é assunto interno da empresa. Com essas regras de direitos e deveres esclarecidos, eventuais problemas podem se reduzidos e os benefícios maximizados.

Por Julio Abreu

Em pouco tempo o LinkedIn será apenas mais uma rede social para profissionais em busca de oportunidades profissionais e intercâmbios. Outras redes estão há bastante tempo de olho nesse nicho de mercado. O Facebook, como era de se esperar, é uma delas. E inovou, pois a rede de Mark Zuckeberg há cerca de um ano mantém no ar um aplicativo que faz algo similar ao Linkedin. Trata-se do BranchOut que, mesmo ainda em inglês, tem atraído o interesse dos brasileiros.

Para começar a utilizar o serviço, como é costume do Facebook ou do Twitter, é solicitado do usuário uma autorização prévia. E, claro, para facilitar ainda mais, o usuário tem a opção de importar os seus dados do Linkedin, fornecendo para isso apenas os dados daquela rede na interface do BranchOut.

Tudo indica, que se depender do sucesso dessa app fora do país, aqui a onda vai crescer. Nos EUA já existem companhias utilizando o serviço para realizar novos recrutamentos, inclusive gigantes como o Google ou mesmo a Apple.

Será que o LinkedIn precisa se preocupar?

Por Alberto Vicente Silva

Fonte: Info Abril

O campo imobiliário traduziu com boa exatidão o crescimento da economia brasileira no ano passado. O número de lançamentos, a entrega de imóveis com obras iniciadas há algum tempo e a compra de novas residências possibilitaram às empresas do setor projeções positivas para 2011.

E se o ramo cresceu, certamente as oportunidades de emprego também acompanharam o desenvolvimento. A Coelho da Fonseca, uma das maiores do setor, contratou 200 profissionais para atuar em conjunto às suas pretensões em 2010. Até aí o leitor não sentirá qualquer novidade. Pois bem, 10% desses novos funcionários foram contatados por meio de perfis no Facebook, LinkedIn e Twitter.

Allan Fonseca, diretor de Canais e Inovação da imobiliária, pondera que vários pontos interessantes são propiciados pelas redes sociais, tais como baixas despesas e ações facilmente realizáveis (além de alta visualização). Para 2011, a empresa prevê a abertura de 800 oportunidades a corretores, com possibilidades de 20% dessas provirem de ferramentas como o LinkedIn.

Para acompanhar as oportunidades da Coelho da Fonseca, os corretores interessados podem acessar o perfil da empresa no Twitter pelo endereço twitter.com/coelhodafonseca. Caso a intenção seja verificar as vagas pelo Facebook, basta digitar facebook.com/coelhodafonseca em seu navegador. A página no LinkedIn, por sua vez, é linkedin.com/company/coelho-da-fonseca.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Márcia era secretária da diretoria de uma multinacional. Tinha quase dez anos de firma mas um dia o chefe a fez trabalhar até tarde e, cansada e desolada, abriu o seu Twitter e desabafou com a frase “meu chefe é um saco, queria mesmo não trabalhar aqui”. No dia seguinte, foi demitida da empresa porque um colega de trabalho viu a frase e comentou com o patrão.

A personagem pode ser fictícia, mas a história está ficando cada vez mais comum, então é muito importante ter cuidado com o uso de redes sociais. A principal dica desse texto é quanto à exposição. Você tem rede social, seus colegas de trabalho, bem como os gerentes e diretores da empresa também, então melhor evitar constrangimento como fotos ousadas, comentários sobre festas mais descontroladas e sua vida pessoal em geral.

Com tais ações, podem comprometer uma visão de trabalho entre chefe e empregado e até mesmo gerar comentários inadequados em ambiente de trabalho quanto a sua vida particular, causando um mal estar totalmente desnecessário. Então, evitemos.

Frases degradantes sobre a empresa ou colegas de trabalho também devem ser regras na sua etiqueta social. Saiba que muitas empresas contratam ‘gerentes de redes sociais’ com o único intuito de monitorar tudo o que é falado sobre a logomarca, bem como a vida virtual dos funcionários e as informações antes escondidas podem chegar fácil a uma diretoria, causando demissão por justa causa.

O uso de redes sociais em excesso no trabalho também é de péssimo gosto. Muitas empresas já bloqueiam o acesso a tais sites através de redes internas mas, mesmo que não o tenham feito, evite. Afinal, você é pago para trabalhar e nem todo chefe verá seu ‘relax’ em horário e ambiente de trabalho como algo ‘normal’ ou ‘natural’.

Por Lidianne Andrade

Uma pesquisa feita pela Hays, empresa do ramo de recrutamento de executivos, revelou que no Brasil, 60% destes profissionais utilizam a internet, em especial as redes sociais, como ferramenta de busca de oportunidades de trabalho.

Além disso a pesquisa também verificou que 40% dos executivos entrevistados já se candidataram a vagas oferecidas por estes canais. De acordo com Rodrigo Vianna, gerente de expertise Sales & Marketing da empresa Hays de São Paulo, este resultado demonstra que o uso das mídias sociais com finalidades profissionais está cada vez mais em ascensão e com grande potencial no Brasil na área de recrutamento.

A preferência entre os executivos consultados na pesquisa foi pela rede LinkedIn, seguida pelas redes sociais Orkut, FacebookTwitter.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band