Alguns cursos podem ajudar muito a enriquecer o currículo e causar boa impressão aos entrevistadores.

Entre os principais cursos que ajudam a contar pontos para o candidato sem dúvida alguma o de língua estrangeira está entre eles, um segundo idioma é fundamental na hora da contratação, muitas vezes pode ser decisivo.

Porém, existem alguns cursos que podem auxiliar muito um candidato, mas que são esquecidos ou deixados de lado.

Um bom curso de oratória soma diversos benefícios a qualquer pessoa. O curso dará mais segurança na hora de falar em público, principalmente aquelas pessoas mais tímidas. Saber se expressar de forma clara e objetiva, ter uma boa dicção e postura na hora de apresentar um projeto ou expor uma ideia aos superiores são quesitos fundamentais que devem fazer parte do perfil de todo bom profissional.

Procure sempre investir em cursos que possam te auxiliar profissionalmente e pessoalmente.

Por Milena Evelyn

A disposição cada vez mais evidente das ofertas de emprego no país tem apresentado duas faces: oportunidades para a população brasileira e aumento da concorrência da mão de obra nacional contra ela própria ou contra a estrangeira. Muitas empresas têm procurado solucionar a falta de qualificação interna ao buscar profissionais de outras nações.

Essas duas faces geram inúmeras problemáticas. Falta de oportunidade aos brasileiros, tornando a diminuição contínua do desemprego mais lenta, e problemas de desenvolvimento e inovação da indústria nacional. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego revelaram que entre janeiro e setembro do ano passado 39 mil vistos de trabalho foram cedidos, praticamente o resultado total de 2009.

Apesar desse aumento, segmentos como o de construção e indústria necessitam de ao menos 60 mil engenheiros disponíveis por ano, entretanto só conta com 32 mil cidadãos brasileiros formados.

Matéria veiculada pela Folha UOL revela que os estrangeiros possuem dificuldades de interpretação da lei, que dá ou não aval para atuarem por aqui, e que acabam obstruindo o ingresso de bons profissionais. Um dos grandes entraves é a explanação de substituição da mão de obra tupiniquim pela de outro país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Empresários brasileiros de setores díspares têm mostrado preocupação com a falta de qualificação da mão de obra no país. Muitos se utilizam das ferramentas humanas estrangeiras para suprirem a carência e o governo e algumas entidades especializadas, por sua vez, procuram sanar o problema por meio de programas qualificativos.

Presidentes de empresas do país acreditam que na próxima meia década a falta de talentos será a grande preocupação. De acordo com levantamento emitido pela consultoria da IBM, a ausência da mão de obra é mais evidente entre CEOs da nação brasileira em confronto ao restante do mundo.

Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM para a América Latina, afirma que essa falta deve-se à forte ampliação da economia do país e o alargamento da importância do Brasil para com o globo terrestre. Acredita, segundo reportagem exprimida pelo Estadão, na competição entre o pessoal mais qualificado se açulando, tanto que profissionais do país, atualmente no exterior, começam a esboçar retorno.

Apesar dos pesares, jargão nacionalmente conhecido, o crescimento da economia incide positivamente aos empresários quando o tema em questão é perspectivas de negócios, situação muitas vezes melhor no Brasil do que em outros países. O aumento de cidadãos na classe Média e o poder aquisitivo é um grande referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Você já está há algum tempo em um emprego. Você procura fazer tudo certo e em linhas gerais está correspondendo àquilo que esperam de você. Mas sua vontade é crescer, ser promovido, galgar degraus mais altos. Isso acaba gerando ansiedade e algumas vezes frustração. Mas saiba que uma carreira de sucesso é uma combinação de esforço, dinamismo e sobretudo de experiência.

Ninguém consegue um lugar ao sol por um passe de mágica. É preciso aproveitar oportunidades, demonstrar competências e muitas vezes, dar tempo ao tempo.

O reconhecimento da capacidade de uma pessoa para crescer depende de muitos fatores dentro da empresa, como a postura dos superiores hierárquicos, do plano de carreira, caso ele exista, e também da cultura geral da organização. A associação dessas variáveis é que determina se você poderá alcançar um posto mais alto ou não.

Faça sua parte e não se desestimule se os outros não estão reconhecendo isso no momento. Uma hora ou outra alguém pode acabar reconhecendo seu brilho e você verá que sua dedicação valeu a pena.

Num mercado competitivo como o atual, a atualização do profissional é praticamente uma das condições de sobrevivência no mercado de trabalho. Encontrar maneiras rápidas e eficazes de atingir esse objetivo é algo que poupa tempo para aqueles que não podem frequentar os cursos ditos “formais”.

Cursos rápidos de fim de semana, workshops e treinamentos compactos são grandes armas para conseguir se manter a par do acontece no mercado. Eles geralmente costumam trazer informações atualizadas, num curto espaço de tempo e de maneira objetiva, o que acaba facilitando a assimilação. A troca de experiências com pessoas da área e muitas vezes com personalidades de destaque, também é um ponto a favor da participação nesse tipo de atividade.

O mais importante é estar atento a esse tipo de evento e sempre que possível marcar presença, pois sabe-se que quem é capaz de gerir seu conhecimento e ampliá-lo de forma sistemática tem mais chances de se manter vivo no mercado.

Vivemos em uma aldeia global. O processo de integração do comércio e das telecomunicações não para. Pessoas e mercadorias se locomovem rapidamente pelo mundo todo. As distâncias parecem ter diminuído. Nesse contexto, dominar uma língua estrangeira deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser uma necessidade.

Mesmo que o ramo em que você trabalhe não exija de imediato que você fale uma língua estrangeira, ela será sempre um investimento que vale a pena. Ela enriquece seu currículo, te dá oportunidade de estabelecer novos contatos e conhecer pessoas. Indivíduos que falam línguas estrangeiras são bem vistos pelo mercado, pois demonstram interesse na aquisição de novas competências.

Pense seriamente em começar a aprender uma língua estrangeira. Seu mundo vai se abrir e quem sabe de quebra você não consegue um emprego melhor.

Pode-se dizer que muitas vezes a negociação é mais do que um ato, e sim uma arte. Sinalizar a intenção certa no momento exato pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Mas como ser um bom negociador?

As empresas são palco de negociações desde que surgiram na face da Terra. Negociam-se preços, prazos, condições, suprimentos e muitas outras coisas.

O importante nesse momento crucial é manter o sangue frio e procurar demonstrar o menos possível as emoções. Perceba o ponto fraco da outra parte e se aproveite dele. É geralmente nessas horas que você consegue obter as vantagens que deseja.

Negociação é uma questão de habilidade e prática. Quanto mais você treinar e se observar nesses momentos, melhor você ficará com o passar do tempo.

Surge um processo de seleção interna na empresa. A qualificação exigida é um curso superior e você só tem o Ensino Médio, ou uma pós e você só tem a gradução. Você não pode se candidatar à vaga por falta de estudo. Mas isso não precisa ser assim.

Qualificação é um ponto-chave no mercado atual. Nesse sentido, “quem pode mais, chora menos.” Se você parou de estudar há muito tempo, talvez seja a hora de rever prioridades e arregaçar as mangas para voltar aos bancos escolares. Faça um planejamento antes de tudo.

Defina o que e onde você quer estudar. Reflita sobre a escolha dos cursos e se eles lhe trarão benefícios reais no futuro.

Feita a escolha, é só organizar a rotina e seguir firme até o momento da conclusão do curso e a gratificante colheita dos resultados profissionais.

Um analista de RH tem dois currículos diante de si: um bem volumoso e outro sintético e objetivo. Sinceramente, se você fosse, qual dos dois você leria primeiro? Obviamente o mais curto. Vamos analisar o porquê dessa decisão.

Mesmo no departamento de RH, o que se precisa no dias atuais é agilidade. Currículos com detalhes demais, em geral, são descartados porque quem seleciona simplesmente não tem tempo de lê-los.

Um currículo simples e objetivo, que ressalte as reais qualificações e experiências de trabalho do candidato tem mais chances de ir longe nos processos de seleção. Não coloque dados irrelevantes, nem excesso de dados pessoais.

Cursos que não digam respeito à área para a qual você está buscando uma vaga podem ficar de fora. Destaque seus empregos anteriores e o que de útil você fazia lá. Cursos de informática e línguas também devem ser citados.

Seja perspicaz para elaborar seu currículo, ele pode ser a diferença entre ser contratado ou ficar aguardando um longo tempo na fila de espera.