Passamos boa parte de nossa vida estudando. Passamos pelo ensino infantil, fundamental, médio, técnico, graduação e ainda fazemos cursos de extensão e pós-graduação. Então, quando nos tornamos adultos, temos mania de achar que tudo já valeu a pena e que já estamos prontos para o mercado de trabalho. Ledo engano.

Cada vez mais as empresas procuram profissionais realmente qualificados para exercerem funções de gestão e coordenação e isso implica em nunca parar de estudar, mantendo-se sempre atualizado.

Não aprendemos na escola e muito menos na faculdade as melhores práticas para realização desse tipo de atividade em nossas empresas. Temos ainda um caminho longo a percorrer para chegarmos à excelência.

Existem diversos cursos e certificações que visam ensinar as melhores formas de se trabalhar em determinadas áreas. Para certificações na área de TI, por exemplo, existem cursos preparatórios de todos os tipos, dos mais baratos de longa duração aos mais caros de curta duração. Esta é só uma parte do caminho que você deve trilhar rumo ao topo.

Com a exceção de alguns poucos iluminados, quase ninguém termina a faculdade e já começa a trabalhar como gerente ou diretor de uma companhia. É preciso adquirir conhecimento e experiência durante o caminho, para estar pronto ao assumir posições mais elevadas.

Por Thiago Ribeiro

A escola de profissões Argos iniciou processo de inscrição para diversos cursos de qualificação profissional. A entidade, instalada na cidade de São Paulo e no município de Osasco, tem cursos em diversas áreas de atuação e que são  importantes para quem quer entrar no mercado de trabalho.

São cursos nas áreas de Administração (como assistente administrativo, departamento pessoal, telefonista e logista); Energia Solar (instalações elétricas e aquecimento de água); Autos e Motos (mecânica e elétrica dos veículos, injeção eletrônica, inspeção veicular e aplicação de filme automotivo); Elétrica e Eletrônica (eletricidade predial e industrial, comandos elétricos, eletrônica aplicada, rádio som CD player, TV colorida, alarmes, dentre outros);

Também há vagas para cursos de manutenção de Eletrodomésticos (máquinas de lavar e micro-ondas); Informática (montagem e manutenção, Corel Draw e informática básica); Refrigeração e Ar Condicionado e Serviços Especiais (como Chaveiro e Serralheria).

Os interessados podem conferir as oportunidades pelo site www.escolaargos.com.br  ou através dos telefones das unidades:

  • Lapa – Rua George Smith, n° 199. Telefone:  3641-8470;
  • Osasco – Rua República do Líbano, n°  79, Centro. Telefone:  3689-5050;
  • Santo Amaro – Rua da Matriz, n° 121. Telefone: 5521-5847;
  • Itaquera – Avenida Itaquera, n° 8293. Telefone: 2071-3774.

Por Paulo Talarico

O Programa Via Rápida Emprego, desenvolvido pelo Governo de São Paulo, oferece atividades voltadas para a qualificação profissional de moradores do Estado.

A coordenação do programa fica por conta da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e os cursos são destinados aos candidatos que buscam novas oportunidades ou aos empreendedores em busca de mais qualificação.

Estão aptos a participar do Via Rápido Emprego interessados com idade superior a 16 anos, que sejam alfabetizados e possuam domicílios no Estado de São Paulo.

Vale lembrar que desempregados, estudantes da rede pública, idosos, deficientes e participantes do Jovem e Renda Cidadã terão prioridades na hora de se candidatar a alguma das vagas abertas.

Ao todo são 130 tipos de cursos grátis voltados para as mais diversas áreas como o comércio, construção civil, entre outras. A duração média de cada turma é de 30 dias. Os estudantes recebem aulas de segunda a sábado nas diversas unidades fixas, sendo que dependendo da demanda o governo disponibilizará unidades móveis.

Algumas turmas também são formadas nas escolas técnicas estaduais e também nas faculdades de tecnologia, tudo vai depender da procura.

Os interessados poderão fazer as suas inscrições pelo site do programa, sendo que aqueles que não possuem computadores, poderão comparecer pessoalmente em um dos postos do Acessa SP, presentes das unidades do Poupa Tempo do Estado.

Por Joyce Silva

Alguns cursos podem ajudar muito a enriquecer o currículo e causar boa impressão aos entrevistadores.

Entre os principais cursos que ajudam a contar pontos para o candidato sem dúvida alguma o de língua estrangeira está entre eles, um segundo idioma é fundamental na hora da contratação, muitas vezes pode ser decisivo.

Porém, existem alguns cursos que podem auxiliar muito um candidato, mas que são esquecidos ou deixados de lado.

Um bom curso de oratória soma diversos benefícios a qualquer pessoa. O curso dará mais segurança na hora de falar em público, principalmente aquelas pessoas mais tímidas. Saber se expressar de forma clara e objetiva, ter uma boa dicção e postura na hora de apresentar um projeto ou expor uma ideia aos superiores são quesitos fundamentais que devem fazer parte do perfil de todo bom profissional.

Procure sempre investir em cursos que possam te auxiliar profissionalmente e pessoalmente.

Por Milena Evelyn

O crescimento dos postos de trabalho na última década é proveniente do esforço de governo e empresários para fazer o Brasil avançar. Obviamente, existe todo interesse particular, no sentido empresarial, mas a população, beneficiada com os números, só tende a acompanhar o movimento de alta.

Em contrapartida, donos de empresas relatam haver, atualmente, falta de mão de obra qualificada no país. As exigências, cada vez mais altas, começam a estimular brasileiros na busca por cursos técnicos e superiores. Levantamento exposto por meio do Seminário de Análise Conjuntural do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE-FGV) revela que o mercado de trabalho no país permanece aquecido.

De acordo com Rodrigo Leandro Moura, pesquisador do instituto, no princípio de 2011 o maior número de empregos gerados se pautou, principalmente, em vagas que determinavam qualificação mais elevada, desde candidatos com curso de Ensino Médio até aqueles com Pós-graduação.

Em janeiro de 2011, o desemprego recuou 1,19% no confronto anual. Na visão de Moura, essa situação reflete as iniciativas adotadas pelo governo após a crise financeira global, entre outras, tais como ciclo de redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, e o crédito mais acessível para os consumidores.

Por outro lado, acredita, os aumentos da Selic podem levar o mercado de trabalho a uma desaceleração ou, pelo menos, estabilização. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estima criação de aproximadamente três milhões de vagas formais em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

O bom desenvolvimento da economia brasileira demonstrou à população e ao mundo que o país é capaz de crescer com índices superiores a 7% no ano, embora o Produto Interno Bruto (PIB) de 7,5% de 2010 não seja considerado sustentável para a realidade da nação na opinião de muitos economistas.

No mesmo instante em que os números econômicos foram positivos, as taxas de emprego ilustraram não apenas a inserção de novos trabalhadores no mercado, mas o otimismo de empresários e da própria população. O pessoal desempregado por qualquer motivo, por sua vez, conta com o seguro-desemprego, oportunidade ideal para a manutenção de contas a pagar e readequação financeira.

De acordo com Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, o ministério sonda, juntamente à pasta da Educação, um meio de qualificar pessoas que têm acesso ao seguro-desemprego através de cursos de qualificação. Em sua visão, o modelo já aplicado na Itália pode ser designado e adaptado ao Brasil.

Em 2010, segundo dados do ministério do emprego, quase 7,5 milhões de trabalhadores tiveram acesso ao seguro-desemprego e um ano antes, pouco mais de 7,8 milhões.

Se a ideia for levada adiante, quem sabe a constatação de falta de profissionais qualificados para várias áreas seja menos recorrente entre os empresários. O Brasil necessita, realmente, atentar-se ao potencial interno, pois os bons presságios de todos os setores envolvidos na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016 podem, depois dos eventos, permanecer no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil

Especialistas da construção civil avaliam que os números positivos do setor devem prosseguir pelos próximos meses, repetindo sucessos dos últimos anos, porém em menor grau. A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 devem estimular as atividades pelo segmento.

A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e o Ministério do Trabalho e Emprego estabeleceram termo de colaboração técnica, no dia 25 de fevereiro, no intuito de estimular ações para a melhoria da qualidade da mão-de-obra da construção no setor infraestrutural.

A intenção do projeto é qualificar, num prazo de quatro anos, aproximadamente 100 mil profissionais maiores de 16 anos em áreas como pinturas de obras e estruturas metálicas, instalações de tubulação, solda, montagem de armações de metal e madeira, entre outros.

Na visão de Carlos Lupi, ministro de Trabalho e Emprego, caso não exista esse tipo de prioridade, o desenvolvimento do Brasil pode ser danificado e a contratação de pessoal ao setor da construção pode cair devido à falta de qualificação. Avalia, portanto, que a parceria é significativa, pois a associação sabe das carências do ramo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Agência Brasil

Empresários brasileiros de setores díspares têm mostrado preocupação com a falta de qualificação da mão de obra no país. Muitos se utilizam das ferramentas humanas estrangeiras para suprirem a carência e o governo e algumas entidades especializadas, por sua vez, procuram sanar o problema por meio de programas qualificativos.

Presidentes de empresas do país acreditam que na próxima meia década a falta de talentos será a grande preocupação. De acordo com levantamento emitido pela consultoria da IBM, a ausência da mão de obra é mais evidente entre CEOs da nação brasileira em confronto ao restante do mundo.

Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM para a América Latina, afirma que essa falta deve-se à forte ampliação da economia do país e o alargamento da importância do Brasil para com o globo terrestre. Acredita, segundo reportagem exprimida pelo Estadão, na competição entre o pessoal mais qualificado se açulando, tanto que profissionais do país, atualmente no exterior, começam a esboçar retorno.

Apesar dos pesares, jargão nacionalmente conhecido, o crescimento da economia incide positivamente aos empresários quando o tema em questão é perspectivas de negócios, situação muitas vezes melhor no Brasil do que em outros países. O aumento de cidadãos na classe Média e o poder aquisitivo é um grande referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Preocupado com a Copa do Mundo de 2014, pelo menos no que se refere a temas distantes dos planos infra-estruturais, o governo brasileiro promove aos profissionais que terão contato direto com turista o “Bem Receber Copa”, projeto de qualificação. A estimativa é de que mais de 306 mil pessoas venham a aderir ao programa.

O Ministério do Turismo (MTur), grande responsável pela boa execução de planos para os turistas, tem ainda outras três fatias a adotar durante os próximos anos: requalificar o parque hoteleiro, investir na infra-estrutura turística e alçar promoções e imagens relacionadas ao evento.

Diversas entidades deverão fazer parte da empreitada junto ao Conselho Nacional de Turismo (CNT), tanto que desde o início do ano algumas já passaram a investir em qualificação a quase 25 mil profissionais das áreas de alimentação, entretenimento, hospedagem, locadoras de automóveis e transporte aéreo regional.

Ao que tudo indica, os empresários do país terão responsabilidade em incentivar os envolvidos no setor para se qualificarem.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A qualificação do funcionário é um investimento com retorno garantido na maioria dos casos. Gera satisfação por parte do colaborador, aumento da produtividade e crescimento da qualidade de seu serviço.

O incentivo, seja por convênio, subsidio ou por financiamento cria um relacionamento e um vínculo cada vez maior entre o colaborador e a empresa, e normalmente gera uma necessidade de permanecer com alta qualidade para que sua posição na empresa não corra riscos e seu beneficio seja perdido.

Incentivos para que o funcionário participe de cursos, treinamentos, graduações e pós-graduações sempre vão gerar uma maior produtividade, mesmo que o emprego fique mais “caro”. A mão-de-obra qualificada pode ter um desempenho superior, compensando ao empregador através dos resultados obtidos.

Por José Alberi Fortes Junior

A Casa do Trabalhador é uma iniciativa do Governo Federal com o Sistema Nacional de Emprego (SINE) que em parceria com alguns municípios buscam a integração trabalhador e empresa, além de oferecer serviços como Seguro Desemprego, Intermediação de Mão de Obra e Qualificação Social e Profissional.

Atualmente o serviço está disponível para cidades como Jandira, Belém (PA), Campo Bom (RS), Feira de Santana (BA), Barueri (SP), Osasco (SP) entre outros.

O cadastro é grátis e instantâneo.

Para saber se há uma Casa do Trabalhador na sua cidade procure a Secretaria de Trabalho e Emprego.

Por Levi Rocha