Quem não conhece indivíduos bajuladores (“puxa-sacos”) no trabalho? Eles estão a todo momento buscando um modo de agradar a seus superiores não pelo bom trabalho que desempenham, mas sim através de elogios falsos e sem conteúdo. Saiba que essa não é a melhor maneira de ser reconhecido no ambiente corporativo.

Via de regra, os bajuladores são incompetentes ou tem uma performance no mínimo abaixo da média.

Como não se sobressaem mostrando serviço, precisam recorrer à lisonja para assim, serem notados pela chefia. O fato é que, mais cedo ou mais tarde, essa prática acaba se desgastando e perdendo o efeito. Mesmo os dirigentes mais sensíveis ao “puxa-saquismo” uma hora acabam se cansando dele.

Conquiste seu espaço na organização mostrando um trabalho de qualidade. Viver diariamente pensando em como bajular o chefe para poder ser visto, além de desgastante, é também vergonhoso.

Você tem um colega que nunca perde a oportunidade de bajular o chefe. Elogia a gravata, o terno, o carro novo. Nas reuniões, só falta deitar no chão para que ele pise em cima. Essa postura é muito comum, mas geralmente não vale a pena.

O bom chefe é sempre capaz de perceber quem são os puxa-sacos. Eles são pessoas que na maioria das vezes usam esse recurso para esconder a própria incapacidade para o trabalho. Como não produzem, precisam distrair o chefe com elogios, para que ele não veja o tamanho da incompetência. Chefes que gostam de ter puxa-sacos não são bons chefes. Só tem a necessidade de serem elogiados, muitas vezes sem motivo.

Faça seu trabalho da melhor maneira possível e não entre nessa de puxa-saco. O puxa-saquismo não resiste a um chefe sábio e bem preparado. Melhor não arriscar.