Intervalos de Descanso podem Melhorar Produtividade no Trabalho

Pesquisa revela que profissionais que intervalos de descanso têm melhor produtividade do que aqueles que trabalham direto.

Se você pensa que para ser produtivo e cumprir bem as tarefas do dia é passar oito horas diárias sentado numa cadeira de escritório, engana-se. De acordo com o coautor do livro “Emotional Intelligence 2.0” (Inteligência Emocional 2.0), Travis Bradberry, trabalhar oito horas por dia sem intervalos está ultrapassado. Agora o correto é fazer pequenos intervalos e descansar a cada hora.

A ideia de Travis baseia-se em um estudo do "Draugiem", grupo de tecnologia da informática, que mediu a quantidade de tempo que funcionários gastavam cumprindo várias atividades e também mediu o grau de produtividade, tudo através de um programa de computador.

Eles chegaram a conclusão que não tinha grande importância o tempo total da jornada, mas o que importava é como era estruturada. Foi identificado que os profissionais que paravam as atividades por curtos períodos para descansar apresentavam mais produtividade do que aqueles que passavam longos períodos trabalhando.

Estimou-se que o ideal seriam 52 minutos de trabalho com intervalos curtos de 17 minutos para descansar. Os funcionários que cumpriam essa rotina conseguiam um nível alto de concentração no trabalho, eles focavam 100% nas tarefas pelo período de uma hora, sem distrações.

O autor, que também é psicólogo e presidente da Consultoria Empresarial "TalentSmart", garante que o cérebro humano precisa alternar períodos de muita energia, por volta de uma hora, para em seguida relaxar de quinze a vinte minutos.

Quatro dicas para alcançar o ritmo ideal de trabalho:

Dividir seu dia em curtos intervalos: Bradberry diz que conseguimos planejar com naturalidade todas as tarefas diárias, semanais e mensais, porém, é mais positivo se focarmos no que conseguimos realizar neste momento.

Respeitar seu momento: Durante o trabalho usamos um pico de energia para manter um alto nível de concentração, a tarefa não deve ser interrompida para fazer coisas sem importância com olhar o celular ou entrar nas redes sociais.

Descanse o corpo e a mente: Se deseja aumentar sua produtividade descanse de fato durante o intervalo de trabalho, esqueça suas tarefas.

Não espere ficar cansado: Se esperar seu corpo dar sinais de cansaço, pode ser tarde. Lembre-se que é melhor descansar por curtos períodos, do que trabalhar cansado e com a mente distraída.

Por Ruth Galvão

De acordo com as informações divulgadas pelo Caged, o setor do comércio demitiu 26.251 trabalhadores de carteira assinada. De acordo com as informações divulgadas pelo Ministério Trabalho e Emprego (MTE), no mês de março de 2014, o setor de comércio foi o que mais demitiu trabalhadores formais.

O motivo para a queda de pessoas empregadas foi o fim da temporada de férias. As informações foram divulgadas com base nos dados obtidos pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No período citado o comércio chegou a demitir 26.521 trabalhadores. Todos eles com carteira assinada. Segundo as analises feitas, este foi o pior desempenho visto entre os diversos setores avaliados. Em número mais técnico  o resultado apresentado acabou por contribuir e muito para um saldo de apenas 13.117 vagas registradas no período. Para se ter ideia da problemática que envolve o fato esse é o pior registro dos últimos 15 anos.

Em segundo lugar no ranking das demissões está o setor da agricultura. Neste caso foram fechados 5.314 postos de trabalho. De acordo com o ministro Manoel Dias (Trabalho e Emprego), esse fraco desempenho se deve principalmente aos problemas climáticos que afetaram diversas regiões do Brasil e também pelo fim da colheita.

Mesmo que no momento atual o Nordeste ainda sofra com a seca e o Norte com as chuvas torrenciais, as demissões maiores, ainda segundo o ministro, se deveram principalmente pelo fim da Safra.

No outro lado da história temos as contratações feitas no mês de março. De acordo com as análises as contratações resultaram em total de 37.453 trabalhadores empregados. Esses números são referentes ao setor de serviços. Na seqüencia temos o setor industrial com a criação de 5.485 vagas. Já em terceiro lugar vem o setor público. De acordo com o ranking feito pelo Caged, o saldo positivo foi de 3.482 postos de trabalho criados.

A renda média de quem teve a sorte de se manter empregado também sofreu alterações, porém, neste caso para melhor. Em março passado a renda era em torno de R$ 1.138,46. No mesmo mês de 2014 o valor passou para R$ 1.166,84.

Por Denisson Soares

Houve uma forte redução na criação de empregos formais no país em setembro de 2012, informou os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). A instituição é responsável pelo cadastro de empregos com carteira assinada, e segundo ela o saldo do mês passado é de 150.334 empregos criados. Isso representa o pior resultado na criação de empregos formais no Brasil para esse mês desde setembro de 2001.

Segundo o Ministério do Trabalho apesar de ser o pior setembro em criação de empregos em 11 anos, o resultado deve ser visto como positivo, se compararmos com o cenário internacional.

Ainda, segundo o MTE, a desaceleração da criação de empregos formais no mercado de trabalho nacional é apenas o reflexo do conjunto da atividade econômica do país. Considerando que o PIB também está apresentando resultados inferiores do que as primeiras expectativas do governo.

De acordo com as séries históricas do Caged, setembro de 2012 ficou entre os piores resultados nos últimos onze anos para o mesmo período. Em 2003, o segundo pior resultado para setembro em onze anos, a criação de empregos ficou em 167.312, 17.022 empregos melhor do que esse ano. Em 2001, o pior resultado em onze anos, a criação de empregos ficou em 80.028 vagas.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística colocou os profissionais das áreas de comunicação como um grupo que recebe os maiores salários no Brasil.

O estudo denominado “Pesquisa Anual de Serviços” (PAS) aponta que dentro do setor de serviços o segmento representou 26,9% da receita, com um ganho de 36,3%, em relação a 2010, quando a média, somando todas as áreas do segmento comunicação e informação, foi de 5,8 salários mínimos.

É uma boa notícia em um mercado com tantas incertezas, como a falta de regulamentação do diploma de Jornalismo, e também com a crise internacional que, pouco a pouco, atinge os meios de comunicação. A mídia que mais bem remunera é a telecomunicação. De acordo com o estudo, a área tem uma média de 6,3 salários mínimos. As informações foram publicadas na última quarta-feira (26/09) pela Agência Brasil.

De acordo com Ana Carla Magni, pesquisadora do Instituto, a área também foi fundamental na geração de novos empregos. Ao todo, 10,6 milhões de profissionais ingressaram no setor. Ela também explica que a razão para a alta salarial é a necessidade de pessoas capacitadas, com alto conhecimento sobre a área e que precisam estar atualizadas diariamente com o mundo.

Em termos de ocupação, o destaque ficou com a área de serviços profissionais, como as áreas administrativas. Neste caso, a pesquisadora explica que para essas áreas há uma necessidade de contratar mais pessoas. Mas ela enfatiza o crescimento da comunicação: "apresenta uma média salarial mais alta”.

Por Paulo B.

Fonte: Portal Comunique-se

O IBGE divulgou que no mês de dezembro de 2011 o desemprego diminuiu para 4,7% nas seis principais regiões metropolitanas do país.

O Instituto, que faz a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) desde março de 2002, constatou que a taxa de desemprego em dezembro foi a menor em todos esses anos de pesquisa. A média de desemprego do ano de 2011 ficou em 6%, o que em percentual pode parecer pouco, mas quer dizer que 1,4 milhão de pessoas ficaram sem trabalhar por falta de oferta de emprego.

A boa noticia é que de 2010 para 2011 houve um aumento de 2% na quantidade de pessoas ocupadas, somando cerca de 22,5% de brasileiros trabalhando.

A média da renda anual ficou em R$ 1.625,46 para cada trabalhador (quase o triplo do salário mínimo) e o rendimento familiar de cada pessoa da casa aumentou em 3,8% se comparado com 2010.

Em relação ao número de trabalhadores que tem carteira assinada, a soma foi de 11,2 milhões de pessoas, um aumento de 6% comparado com 2010. Sendo assim, 48,5% dos trabalhadores apresentam carteira assinada do total de ocupados.

Por Jéssica Posenato

Fonte: IBGE

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o índice de brasileiros com medo do desemprego aumentou.

O índice trimestral tem de base 100 pontos, quanto mais pontos atingir, mais medo a população tem.

Depois de registrar 78,7 pontos em setembro, a pesquisa realizada em dezembro indicou um aumento de 3,7% em referência ao mês de novembro, atingindo 81,6 pontos. Em relação a dezembro de 2010, o índice cresceu 2,9%.

Esse crescimento do medo do desemprego foi devido principalmente ao aumento do índice de pessoas com muito medo do desemprego, que teve um salto de 12,8% em setembro para 19,2% em dezembro. Já o índice das pessoas com pouco medo teve queda de 7,1%,  saindo de 30,2% para 23,1%. E o percentual dos que afirmaram estar sem medo do desemprego aumentou de 57% em setembro para 57,7% em dezembro.

Segundo o economista da CNI Marcelo Azevedo, já era esperado esse aumento, pois se o índice era baixo em setembro, era muito provável que voltasse a crescer. "Contudo, se o cenário econômico mundial adverso permanecer, a tendência é de que o medo do desemprego continue a aumentar nos próximos meses”, afirmou.

Por Sérgio Martins dos Santos

Uma pesquisa realizada em junho pela empresa de Recursos Humanos Manpower Group revelou que o próximo trimestre de 2011 não deve ser tão bom em contratações quanto o segundo. A constatação, no entanto, não deve preocupar empregadores e candidatos, pois o mercado ainda está em busca de mão de obra qualificada.

Dados da pesquisa mostram que os setores que mais esperam contratar nos próximos meses são Finanças, Seguro e Imobiliário. Com empresas vivendo um momento próspero, estas áreas “puxaram” as intenções de contratação, com um saldo de 58%. Construção (47%), Serviços (45%) e Transportes e Serviços Públicos (43%) aparecem em seguida.

Em maio, outra pesquisa da Manpower Group havia mostrado que mais da metade das empresas brasileiras tem dificuldade de contratar, especialmente para cargos técnicos e de engenharia, além de vagas para motoristas e operários. O percentual de carência, 57%, está atrás somente do Japão e da Índia.

Por Fernanda Bittencourt