Ter um hobbie é praticamente um estilo de vida. É fazer o que gosta por amor, por prazer, e não abrir mão disso. Porém, hoje em dia está cada vez mais difícil ver alguém aproveitar o máximo do seu tempo fazendo o que mais gosta, ou seja, praticando os seus hobbies favoritos. Se esse também é o seu problema, siga as dicas a seguir e veja como ter mais tempo para fazer seus hobbies favoritos:

1. Estabeleça sempre um horário:

Sabemos que existe horário para tudo, para o trabalho, o descanso, as compras, e tudo mais. Por isso, é muito importante também que você crie um horário ou tempo específico para praticar o seu lazer. Você pode reservar um tempo aos finais de semana ou aos feriados. Um detalhe importante seria você combinar com seus amigos ou alguém de sua família para vocês praticarem seus hobbies juntos, assim, você fica mais motivado e com mais disposição de fazer o que mais gosta.

2. Organize as coisas do hobbie que mais gosta de fazer:

Outra coisa importante é organizar as coisas do hobbie que mais gosta de fazer. Por exemplo, se você gosta de jogar futebol, faça sempre o possível de deixar os utensílios sempre em cada lugar certo, a bola, as chuteiras, e outros objetos que você usa para isso. Essa atitude pode ajudar muito você a ser mais prático na hora que for praticar o seu hobbie.

3. Queira sempre muito:

Não adianta falar que gosta se você não faz nada para praticá-lo. Tente fazer um esforço sempre e organize-se para que tudo saia como planejado. Faça uma agenda igual a sua agenda do trabalho, por exemplo. Isso facilitará marcar encontros com os amigos, para saírem quando forem praticar seus hobbies juntos.

Enfim, se você não procurar um tempinho para ter o seu lazer, mais tarde encontrará tempo para a doença. Por isso, não abra mão daquilo que mais gosta de fazer.

Por Daniela Almeida da Silva

A vida não é fácil e nunca será. Acostume-se com isso. Ganhar dinheiro o suficiente para dizer: estou rico! – não é tarefa fácil. Você certamente se deparará com cenários que mais farão você se conformar em ser pobre do que continuar a buscar a riqueza.

Conheço alguns exemplos interessantes de fracasso – que com certeza são muito maiores do que os casos de sucesso – embora conheça também. Um dos casos de fracasso (embora essa história não tenha terminado, pois a pessoa em questão ainda pode encontrar o sucesso, pois ela está viva e na ativa, mas até o momento o sucesso não chegou) é de um rapaz, hoje, com 32 anos. Muito inteligente e sonhador. Desde os 13 anos a gana de ganhar dinheiro era grande. Largava a escola com frequência para lavar um carro, fazer uma entrega, ou qualquer coisa que lhe rendesse algum trocado. Fez 4 vezes a 5º série por causa disso. Com 17 anos arriscou abrir seu primeiro negócio. Fazer excursões – isso mesmo, excursões. Ele procurou igrejas católicas e ofereceu pacotes de viagens para Aparecida do Norte. Eram 50 lugares e todos foram vendidos. Sucesso! Infelizmente não. Quando ele decidiu procurar o ônibus para locar – isso mesmo, ele vendeu as passagens primeiro, depois foi atrás do ônibus – não locavam para menores de idade. Quando conseguiu encontrar um “sócio” maior de idade para o projeto, o valor que todas as companhias queriam praticamente invalidava a viagem, visto que o pacote incluía almoço. Fora que as empresas de ônibus queriam um calção para realizar a locação. Resumindo, devolveu aos poucos o dinheiro pois já havia gasto uma parte. Depois disso, fez um supletivo e concluiu o ensino médio, aos 25 anos, depois de outras e outras tentativas frustradas de ficar rico.

O caso desse rapaz, hoje trabalhando e ganhando pouco, é o caso de um típico empreendedor mal orientado.

Hoje em dia jovens com impulso empreendedor têm alternativa de estudar e apoio para isso. Não arrisque nada à revelia. Ficar rico demanda esforço, como tudo na vida.

Por Luciana Viturino

A infelicidade é um mal que pode aparecer em qualquer área da vida humana. Isso acontece porque as pessoas tendem a formular representações sociais para vivê-las. É realmente desanimador ter que acreditar que a cada dia existem pessoas dependendo de antidepressivos e de ansiolíticos para sobreviver e tentar levar uma vida equilibrada.

Por um lado, elas cuidam excessivamente da saúde com medicamentos e alimentos saudáveis, mas por outro, se acabam no desespero e se entregam a medicamentos tarja preta por causa de sintomas psicossomáticos como consumismo exagerado, ansiedade, depressão, vícios por cigarros, doces e até mesmo pelos próprios medicamentos, ou seja, usam tudo isso como uma válvula de escape, uma fuga. Falando desse assunto, vale lembrar, por exemplo, que uma pessoa que fuma constantemente mais de um maço de cigarros por dia está condenada a morrer mais rápido do que aquelas que mesmo sofrendo de mazelas psíquicas, não se medicam ou cuidam da saúde.

Qualquer tentativa de fugir da realidade utilizando métodos invasivos como drogas, por exemplo, pode demonstrar carência, ou a busca incessante de calar os gritos de sua consciência para algo diferente e que não te julgue. São, geralmente, gritos da alma. A única diferença entre um grande empresário viciado em vinhos e um usuário de crack morador de rua é o dinheiro para comprar ambas as distrações, pois os dois se sentem vazio por não conseguirem manifestar suas emoções da forma que queria.

Se você também está numa fase onde não consegue experimentar uma sensação de plenitude em sua vida, então é hora de reavaliar o que você está fazendo e começar a promover a mudança. Você pode começar mudando a forma de refletir sobre as coisas da vida e de agir com as pessoas. Sinta-se como se você compartilhasse sua vida com outras pessoas que contribuem com o seu bem-estar, que logo as coisas fluirão para você. Lembre-se de que se a mudança não for de dentro pra fora, não será mudança, e sim influências vindas de fora. Logo, tudo só depende de você.

Por Daniela Almeida da Silva

É inegável que a velocidade e os excessos a que a vida cotidiana tem nos submetido acabaram colocando o estresse como algo comum e, muitas vezes, banalizado; haja vista que a célebre frase “estou estressado” tem sido tão frequente quanto o nosso corriqueiro “bom dia”.

O termo estresse tornou-se parte integrante do nosso dia a dia, uma vez que consiste em uma ação do organismo para lidar com situações que ameaçam seu equilíbrio e a vida do indivíduo em questão.  Não obstante, por mais que o stress seja, a nossos olhos, algo trivial, suas consequências têm se mostrado cada vez mais drásticas, sobretudo, no que alude aos problemas que ele pode acarretar para nossa saúde mental; dentre eles, o Burnout.

A expressão Burnout remonta àquilo que deixou de funcionar devido à “exaustão de energia, esgotamento físico, psíquico e emocional” e decorre, sobretudo, de stress profissional. Estudos recentes apontam que os profissionais mais vitimados por essa síndrome são aqueles que executam trabalhos com altos níveis de stress e carga tensional. Nesse sentido, o Burnout se coloca como uma resposta do corpo a trabalhos com muita pressão, estressantes, monótonos ou frustrantes, gerando consequências extremamente danosas para os indivíduos acometidos por essa síndrome, posto que culmina em sentimentos e atitudes de cunho pessimista que prejudicam a vida social, afetiva e profissional dessas pessoas.

No que alude às profissões mais afetadas pela síndrome estão principalmente aquelas que desenvolvem atividades de assistência e cuidado ou de responsabilidade pelo desenvolvimento do outro, como é o caso de professores, psicólogos, agentes penitenciários, policiais, médicos, enfermeiros e cuidadores em geral. O ambiente em que tais profissionais se encontram inseridos é determinante para o desenvolvimento da síndrome. O tempo de profissão e insegurança social e econômica também já foram apontados como fatores desencadeantes da Síndrome de Burnout.

Deste modo, torna-se imprescindível redobrar o cuidado e a atenção para promover o diagnóstico e o tratamento dessa síndrome, mas, sobretudo, para preveni-la. Como aponta o Ministério da Saúde, é de suma importância engendrar mudanças no ambiente de trabalho que priorizem o bem-estar dos indivíduos.

Por WSS

É muito comum nos dias de hoje encontrarmos pessoas que sempre dão uma desculpa para não fazer o que tem de ser feito e adiar os compromissos. No entanto, se isso não for tratado, pode se tornar um fracasso na vida do indivíduo.

Tanto em casa quanto no trabalho há pessoas com esse tipo de hábito e ele é um dos principais fatores que levam as pessoas ao insucesso. Pesquisas mostram que milhares de brasileiros (97,4%) possuem esse tipo de hábito e costumam deixar para fazer a tarefa sempre na última hora, ainda que sejam as mais importantes.

No início do dia já é possível notar o indivíduo com esse hábito ao apertarmos o modo soneca do despertador, quando ficamos com preguiça de acordar. O ser humano é propenso a deixar quase tudo para depois, e entre os que mais adiamos estão os assuntos pessoais. Todavia, existem alguns fatores que fazem com que muitos procrastinem seus deveres. São eles: falta de tempo, impulsividade (quando deixamos algo de lado para fazer outra atividade), falta de energia, medo, autossabotagem e preguiça.

Em muitos casos essa característica ameaçadora está relacionada à busca da perfeição, já que muitas pessoas optam por tarefas desafiadoras e evitam as mais simples. No entanto, muitos especialistas afirmam que esse comportamento é prejudicial, uma vez que quando um indivíduo tem essa mania, ele o faz com frequência. Sem contar o sentimento de culpa, a ansiedade, baixa autoestima e a insegurança que surgem, podendo levá-lo até uma depressão.

O fato de adiar vez ou outra não tem problema nenhum. Contudo, quando se faz isso a toda hora, isso pode ser uma característica de atraso de vida sem resultados e equilíbrio. Geralmente quem possui esse hábito procrastina desde atividades mais simples as mais complexas e junto com ela vem um forte medo do fracasso. Desta forma, a primeira coisa a se fazer é reconhecer o problema e projetar soluções.

Por Luciana Viturino

Atualmente cada vez mais as empresas estão investindo em inovações nos processos seletivos, como forma de identificar comportamentos que, a priori, somente serão detectados após a contratação. Com isto, objetiva-se a redução do número de escolhas equivocadas, de modo a selecionar de fato somente aquele candidato que possui o perfil esperado pela organização.      

Assim, o que se pretende com estes processos inusitados é que o candidato mostre sua faceta real já no momento da seleção, demonstrando como reage diante de situações que o coloquem sob pressão ou medo, por exemplo.

Um modelo de processo seletivo diferenciado pode ser visto no vídeo chamado “The Candidate”, o qual mostra como foi a seleção realizada para uma vaga na cervejaria Heineken, que mostra, entre outros testes, o recrutador simulando estar sofrendo um ataque cardíaco, na frente dos aspirantes a um cargo no departamento de marketing, tudo com o objetivo de identificar o comportamento dos candidatos em uma situação extrema.

Parece exagero, mas as companhias estão apostando cada vez mais na criatividade, afastando aqueles tradicionais métodos conhecidos por todos, com dinâmicas mais que ultrapassadas. Por isso, não se espante se na sua próxima entrevista você se deparar com situações atípicas, para não dizer estranhas. 

Por Leni do Vale

Além do prazer da reflexão, distração e divertimento que os filmes trazem, alguns permitem e transmitem valores que auxiliam a guiar a vida profissional, e nos agregam valores indispensáveis para a convivência social, inclusive no ambiente de trabalho. Segue abaixo algumas indicações de longas metragens:

  • A Firma (The Firm – 1993)  – O filme pretende mostrar que é possível conviver com todos os tipos de pessoas durante a carreira profissional, já que não é possível selecionar com quem se trabalha, e também mostra o jogo de sobrevivência, através da sabedoria e do discernimento, necessário para “ganhar” de profissionais de má índole;
  • Coração Valente (Braveheart – 1995) – O filme enfoca no quesito liderança. Mostra que líderes se identificam facilmente com seus liderados. O enredo mostra também os bons resultados que uma boa gestão de um chefe pode trazer;
  • A Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness – 2006) – O filme traz lições como resistência, persistência, vitória, determinação, indispensáveis para sucesso em uma carreira;
  • O Segredo (The Secret – 2006) – O Segredo revela o mistério de usufruir do poder da mente. Promove reflexões sobre mudanças em hábitos e maneiras de pensar que podem influenciar positivamente no viver. O filme auxilia no autoconhecimento, no favorecimento da vida pessoal e profissional;
  • Uma secretária de futuro (Working Girl – 1988) –  O filme mostra da importância da persistência para o sucesso profissional. Sabedoria para lidar com quedas e continuar a desempenhar suas tarefas. Saber ter boa convivência em grupo e aproveitar todas as oportunidades que possam eventualmente surgir;
  • O Mensageiro (The Postman – 1997) – O Filme, voltado para liderança, enfoca a presença e o exemplo do bom líder. O longa apresenta figuras de líderes que auxiliaram na reconstituição do governo norte-americano e apresenta características, principalmente de persuasão, importantes para inspirar, seduzir e delimitar metas coletivas e individuais;
  • O Discurso do Rei (The King's Speech – 2010) – O filme desenvolve o pensamento que, para se obter sucesso profissional é preciso estar sempre em treinamento, e sempre estar apto a submeter-se a orientações dos mais experientes;
  • O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada – 2006) – O filme representa a relação clara entre uma chefe exigente e uma funcionária determinada, que a princípio não entendia nem valorizava nada do segmento da empresa em que trabalhava e que em pouco tempo evoluiu e tornou-se destaque na empresa;
  • Gladiador (Gladiator – 2000) – O longa mostra que determinação e convicção encaminham sempre à vitória, sem outra opção.

Dicas instigantes para unir o agradável ao profissional!

Por Marina Lara

Foi lançado na terça-feira (10/04), pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Agência Brasileira de Cooperação (ABC) uma campanha com o objetivo de erradicar o trabalho infantil no Mercosul. O alvo principal da campanha é a conscientização.

O trabalho infantil é realizado principalmente nas áreas rurais, no meio doméstico ou para a exploração sexual.

O nome da campanha é “O Mercosul unido contra o trabalho infantil”. A iniciativa integra o programa de suporte ao Plano Regional para a Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, que foi assinado no mês de novembro de 2010 pelos ministros do Trabalho e Emprego do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A ideia é fazer com que o Mercosul adote normas internacionais quanto aos direitos das crianças, além de prever a realização de estudos sobre o trabalho infantil e parcerias entre os países para evitar a continuação deste problema social.

As propagandas da campanha do Mercosul são compostas por três peças gráficas, sendo que elas abordam tanto o trabalho doméstico, quanto à exploração sexual e o trabalho no meio rural. A campanha será feita principalmente nos municípios de fronteira.

Por Matheus Camargo

Fonte: MTE

De acordo com a Reuters, a empresa T-Mobile USA, nos Estados Unidos da América, anunciou que cortará 1.900 pessoas da sua linha de trabalho (cerca de 5% do total de empregados) e que fechará sete dos seus call centers, tendo em vista uma grande redução de custos. Mas ainda há possibilidade de serem cortadas mais posições ainda neste ano.

A ideia da redução de custos acontece com um foco no investimento de US$ 4 bilhões em sua rede, para se reestruturar após uma tentativa de proposta de compra feita pela AT&T (por cerca de US$ 39 bilhões), no ano passado, que fracassou por motivos de oposição regulatória.

A T-Mobile USA é uma unidade da Deutsche Telekom, e pretende ser financeiramente independente da sua controladora, pois esta já anunciou que pretende sair do mercado norte-americano.

A empresa não deu mais detalhes, mas planeja reestruturar algumas outras partes do seu business até o final do segundo trimestre deste ano, afirmando que essa reestruturação não afetará os serviços representativos dos call centers restantes (um total de 17), empregados da linha de frente nas lojas e engenheiros técnicos.

Por Guilherme Marcon

Muitos estudantes que querem continuar os estudos após o Nível Médio ficam na dúvida: ir para uma faculdade ou fazer um curso técnico? A dúvida surge porque para os profissionais mais antigos, de cerca de 20 anos atrás, a certificação técnica era considerada uma segunda opção para quem não conseguia ingressar em uma universidade ou faculdade. Tais profissionais ainda propagam que a melhor opção sempre é prestar o vestibular e deixam muitos estudantes na dúvida do que seguir.

Para levar em conta a sua escolha, primeiro é preciso avaliar que área quer seguir. Há cursos que só existem em universidades como medicina, direito, psicologia e fisioterapia. Outras profissões só existem em certificado de Nível Técnico como segurança do trabalho, radiologia e secretariado. Há ainda os que existem nas duas opções, como administração, enfermagem, contabilidade.

Saiba as diferenças:

Estudar em uma universidade é um pouco diferente de estar em uma sala de aula de um curso técnico. Os cursos universitários são de maior duração porque envolvem muito mais temas a serem estudados e sua formação te dará o direito de atuar em várias áreas. No curso de jornalismo, por exemplo, você verá disciplinas diversas da sua área como história da arte, teologia, filosofia e algumas outras para te ajudar a escolher que área seguir, como rádio, televisão, revista, jornal e redação para a Internet. Você sai um profissional completo para qualquer área que queira seguir.

Já no curso técnico sua formação será compacta e direcionada. Sua carga horária será de dois anos (dois a menos que em uma faculdade) e você terá mais aulas práticas e direcionadas para uma área específica. Por exemplo, você não irá estudar disciplinas mais amplas como teologia e sociologia, e sim terá um estudo mais direcionado para a prática do mercado de trabalho.

Em ambos os casos você sairá da sala de aula um profissional preparado para exercer suas funções no mercado de trabalho. Se sua dúvida for quanto à aceitação do certificado, saiba que em muitos concursos públicos há vagas específicas para graduados em Nível Técnico. Em alguns casos os técnicos são mais procurados por carência de mão de obra, como é o caso do profissional de segurança do trabalho, que em algumas cidades como Recife e João Pessoa a demanda é maior que a oferta.

Por Lidianne Andrade

Gerir o negócio próprio não abrange estritamente possuir um capital inicial. Novidades, mesmo principiadas discretamente, podem dar muito certo. Existem milhares de histórias de pessoas que abandonaram uma carreira sólida para se dedicar exclusivamente às idealizações pessoais em função de algo profissional.

Tatiana Castaldello, por exemplo, atuou por mais de uma década numa rede de bancos. Atualmente, dedica-se à confecção de lembranças e doces. Como já mensurado, o fator novidade foi o estopim para o sucesso, além, é claro, da criatividade. Para melhorar o negócio, fez cursos de marketing e gestão no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Para tornar o empreendimento ainda mais robusto, contou com o ingresso de um sócio especificamente para cuidar da área administrativa.

Outra situação similar é o de Adriana Morais. Após longos anos como arquiteta, eis que a maternidade ocupou a pauta de seus dias. Com maior tempo em casa, começou a produzir doces, que viraram, portanto, seu sustento. Nos dias atuais, distribui produtos para o Hotel Mercure e para a Danone. Em sua visão, o custo despendido foi baixo e houve, devido ao Sebrae, a necessária formalização.

Histórias como essas são comuns todos os dias. Às vezes basta apenas uma pequena iniciativa, uma vontade de crescimento profissional. Ferramentas existem e estão sempre à espera de novos candidatos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Sebrae

Informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reportaram queda no índice de desemprego em todo o país. Em outubro, o percentual constatado chegou a 6,2%, ante 6,1% em setembro, a menor taxa desde 2002, ano em que a série foi iniciada.

Para Cimar Azeredo, gerente de Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, os dados levantados no mês passado apontam que o desemprego deste ano ficará abaixo do índice de 2009 em virtude dos postos de trabalho temporários entre novembro e dezembro. Em sua visão, possivelmente o nível de emprego voltará ao patamar abalizado antes da crise financeira mundial.

Além desse fato, fora diagnosticado ser esse o terceiro recorde seguido. De acordo com a agência de notícias Reuters, o número de cidadãos ocupados perfez 22,3 milhões no mês passado, índice estável em comparação a setembro, o que indica, portanto, crescimento de 3,9% no confronto anual.

Caso semelhante relacionou-se à população desocupada, que também apresentou estabilidade no confronto mensal, totalizando 1,4 milhão de pessoas, arrefecimento de 17,6% contra outubro de 2009.

Com base nos dados do IBGE, Azeredo atesta que o aumento do emprego na região metropolitana de São Paulo tem puxado o crescimento do país, mesmo o colapso financeiro ter atingido fortemente todo o Estado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A demanda de final do ano em pequenas lojas e grandes redes varejistas ocasiona a contratação de profissionais temporários para diversos postos, principalmente na área de vendas e estoques, bem como nas próprias fábricas, claro. A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) acredita que serão abertas 139 mil vagas em 2010, 11% acima do abalizado no período igual de 2009.

Aos que imaginam serem essas vagas somente a pessoas com escolaridade inferior ao Ensino Superior completo se enganam. Segundo a Folha UOL, existe um crescimento de pessoas com diploma universitário na ocupação dessas oportunidades, sobretudo aquelas com cargos de gestão. A Jobcenter, agência de emprego, instituiu no início de 2010 uma equipe especializada e focada em atender a esse perfil.

Na visão de Francisco Ribeiro, diretor comercial da Adecco, empresa voltada a soluções de Recursos Humanos, a busca cresceu em virtude da falta de mão de obra qualificada e técnica no mercado de trabalho. Sheila Scalioni, secretária-executiva, por exemplo, desempenha atividade temporária em uma grande empresa. Em sua ideia, essas oportunidades possibilitam alcançar outras vagas, além de contribuírem para o aumento da rede de relacionamentos, o famoso networking.

Efetivamente, cada vez mais o mercado de trabalho exige qualificação. Num futuro breve o Ensino Superior poderá ser considerado pré-requisito para dezenas de setores.

Por Luiz Felipe T. Erdei

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 08 de outubro de 2010, o emprego na indústria brasileira obteve um crescimento de 0,1% no último mês de agosto, em relação ao mês anterior.

O resultado não possui influências sazonais e já é o oitavo mês seguido de crescimento apresentado no setor. Considerando os oito primeiros meses deste ano, o índice registrou um aumento acumulado de  3,2%.

Comparado com agosto do ano passado, o número de trabalhadores na indústria brasileira teve um aumento em todas as quatorze regiões pesquisadas pelo IBGE.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1