Empresa busca por profissionais com dinamismo e proatividade

A Agência Abound, empresa que atua na área de comunicação e marketing digital há mais de 10 anos, abriu vagas de trabalho para profissionais com ensino superior completo nos cursos de Comunicação Visual, Design, Desenho Industrial ou Design Gráfico. As oportunidades são para trabalhar na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ).

A Agência Abound considera importante que o candidato seja um profissional proativo, dinâmico, pesquisador, participativo e que seja um amante das novas tendências e tecnologias.

No seu dia a dia de trabalho na Agência Abound, o designer terá, entre as suas atribuições principais, a responsabilidade de atuar no processo de criação de projetos, na criação de layouts para campanhas envolvendo mídias digitais e peças gráficas, no planejamento criativo, entre outras funções.

Desta forma, é preciso que o profissional tenha conhecimento do Adobe Photoshop, Illustrator, Indesign e Adobe Premiere, além de saber fechar arquivos para impressão gráfica.

A Agência Abound destaca que o profissional para o cargo em aberto, para ser olhado de forma diferenciada no processo de seleção, precisa ter experiência no desenvolvimento de layouts para a web.

A remuneração oferecida pela Agência Abound para o cargo é um salário a combinar. Entre os benefícios complementares, estão vale-refeição no valor de R$ 17 por dia e vale-transporte. A carga horária de trabalho não foi informada, assim como não foi divulgado se o regime de contratação é PJ ou CLT.

A Agência Abound está localizada na Avenida Das Américas, número 12.300, no Blue Center, Loja 160. Os telefones de contato da empresa, caso o candidato necessite de algum complemento de informação, são +55 21 3591 7607 e +55 21 3591 7608.

Quem desejar fazer parte da equipe de trabalho da Agência Abound deve enviar o seu CV, em pdf, além do link do portfólio online, aos cuidados de Maycon Saranti, o CEO da empresa, para o seguinte endereço eletrônico: rh@agenciaabound.com.br. A empresa pede ainda que o candidato mencione no "assunto" as palavras "Vaga Design Gráfico / Web".

Entre os serviços prestados pela Agência Abound na área de marketing digital estão a criação de sites, gestão de mídias, lojas virtuais, campanhas de marketing digital, design gráfico e o desenvolvimento de aplicativos.

Por Julio Abreu

Desenvolver a sustentabilidade é cada vez mais importante para os dias atuais.

Além de assumir um papel social para melhoria do meio ambiente, você também pode ter muitas vantagens em sua empresa. Veja dicas de como atuar de maneira socioambiental:

Falar de sustentabilidade é, sem dúvida, um dos assuntos mais importantes atualmente, mas afinal o que é e como atuar a sustentabilidade? Sustentabilidade é a prática consciente de preservar o meio ambiente, a fim de não comprometer as gerações futuras, por meio das extrações dos recursos naturais e degradação do planeta Terra. É por este motivo que é de extrema importância atuar de forma socioambiental.

As principais vantagens das empresas e organizações a aderirem à sustentabilidade é estarem conscientes da responsabilidade socioambiental, essa responsabilidade reúne atitude e iniciativa quanto aos impactos ambientais; torna a empresa mais competitiva no mercado; economiza; contribui para atuação socioambiental; desenvolve ações a fim de formalizar com a prática da sustentabilidade; forma de divulgação; credibilidade social e imagem positiva na sociedade.

Rafaela dos Santos, 32 anos, pernambucana, relata o que acha da questão socioambiental dentro dos empreendimentos. “Acho bem interessante às empresas atuarem fazendo o bem, vejo publicidades de empresas que oferecem seus produtos e ao mesmo tempo conscientizam a população sobre a sustentabilidade. Acho que elas só têm a ganhar”, destacou.

Veja algumas formas de colocar em prática a sustentabilidade em sua empresa:

– Substituição de copos descartáveis: Deixar um aviso a todos os funcionários, para que levem sua garrafinha de água, é uma forma de substituir os copos descartáveis, que afetam a natureza e levam anos e anos para se decompor e economiza na compra dos copos.

– Elimine vazamentos: Evita o desperdício da água, bem precioso de consumo humano que ameaça acabar, e economiza na conta da mesma.

– Evite substituir aparelhos eletrônicos: Só substitua se for bastante preciso, prefira chamar um profissional que conserte, caso necessário. Fazendo assim, você evitará o acúmulo dos resíduos eletrônicos na natureza e ainda economiza na compra de outros aparelhos.

– Substituição de lâmpadas: A substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas florescentes além de evitar a emissão de 136kg de gás carbônico por ano, ainda economiza aproximadamente 60% do consumo e a florescente tem maior durabilidade.

-Separação do lixo: Ao separar o lixo, papel, plástico, metais e vidros, você estará contribuindo para a reciclagem, economiza matérias primas para a fabricação de novos produtos, evita os impactos ambientas.

– Política socioambiental: Faça uma política socioambiental em sua empresa, fazendo assim, você envolverá os funcionários na temática.

– Envolva os colaboradores: Capacite e envolva os seus colaboradores em aderirem um papel socioambiental. Instruindo sobre a poluição no planeta, aquecimento global, desperdício de água, energia e outros assuntos que fazem parte a sustentabilidade.

– Manutenção de veículos: Caso sua empresa possua carro para transportar produtos, por exemplo, faça a manutenção da troca de óleo e filtros de óleo e de ar do veículo nos prazos corretos que indica o fabricante. Pois a manutenção feita de forma correta ajuda na diminuição da emissão de CO2 no ar e na economia do combustível.

– Refil: Caso seu empreendimento seja uma fábrica de produtos como shampoo, por exemplo, mude a embalagem pelo refil, pois ele é oriundo da reciclagem.

Por Erika Amanda Silva de Souza

Queda será influenciada pela crise econômica que o Brasil está atravessando.

Final de ano geralmente é uma oportunidade para quem está desempregado arrumar um emprego, pois cresce o número de vagas de emprego temporário. Além disso, é a época do ano que as pessoas mais gastam, fazendo compras de diversos produtos para dar de presente, ou até mesmo satisfazer necessidade pessoal. Porém, este ano de 2015 está sendo um ano marcado por uma crise que está atingindo todos os setores financeiros, interferindo também nas vagas temporárias que, de acordo com a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), poderão ter uma queda de 20%, comparando ao ano de 2014.

A crise financeira do país, além de reduzir o número de trabalhos temporários, ainda aumenta a concorrência pelas vagas que irão surgir. Isso porque, muitas empresas foram atingidas por uma baixa nos lucros. Com isso, tendo que demitir funcionários, esses que buscarão uma recolocação no mercado de trabalho por meio dos serviços temporários.

Uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que nove em cada dez empresas comerciais e de prestação de serviços não contrataram ainda, nem pretendem contratar temporários neste fim de ano. Essa situação dificulta bastante a situação de quem esperava a época do Natal e férias para voltar a trabalhar. Porém, é uma chance para quem é bom profissional, pois é o momento de substituição de pessoas que não estão dando lucros para as empresas, por outras que podem inovar levando a ganhos financeiros necessários.

Apesar da crise, é sempre bom procurar atualizar o currículo, se aperfeiçoar por meio de cursos e procurar meios de se tornar alguém que seja um diferencial como futuro contratado.

As empresas, independente da queda econômica, estão mais exigentes nas contratações. Um bom funcionário vale por dois, por isso achar alguém competente é o foco das empresas nesta atual situação.

Por Stephanie Rodrigues do Nascimento

IBGE estima que são 8,6 milhões de pessoas desempregadas atualmente.

Uma das principais consequências do atual cenário econômico do Brasil é justamente o crescimento da taxa de desemprego. Nesta terça-feira, 29 de setembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os dados referentes à taxa de desemprego no último trimestre. O resultado não é agradável, haja vista a taxa de desemprego já registrar 8,6%. Trata-se da maior taxa da série deste indicador que teve início em 2012.

É importante destacar que a taxa de desemprego do trimestre considerado registrou aumentou em relação ao trimestre anterior, haja vista a taxa do segundo trimestre de 2015 ter ficado em 8%. O resultado do terceiro trimestre também é negativo quando a comparação é feita com o mesmo período em 2014, pois a taxa no ano passado ficou em 6,9% se consideramos o mesmo período.

Com isso, o IBGE estima que 8,6 milhões de pessoas seja o número de desocupados atualmente.

Caso não saiba, os números aqui destacados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. A mesma irá substituir a já conhecida Pnad anual, bem como a Pesquisa Mensal de Emprego, a PME. Ao todo, fazem parte dos dados da pesquisa nada menos que 3.464 municípios o que resulta em cerca de 210 mil domicílios entrevistados em um trimestre.

Outro detalhe importante é que os números apontados pela Pnad Contínua são superiores em relação à taxa registrada pela PME. A PME aponta que a taxa de desocupação no país é de 7,5% em julho, sendo que a média de maio a julho é de 7,03%. Vale ressaltar que a PME tem como base de seus cálculos apenas seis regiões metropolitanas o que resulta em cerca de 45 mil domicílios.

Além disso, a pesquisa feita pelo IBGE também aponta que o número de trabalhadores com carteira assinada sofreu baixa. Ao todo, o recuo é de 0,9% quando a comparação é feita com o trimestre anterior. Com isso, são 337 mil trabalhadores que perderam a carteira assinada.

Por Bruno Henrique

Com a crise econômica assolando o Brasil, os jovens da Geração Y passam pela 1ª vez por um período de desemprego ou acúmulo de tarefas.

A "Geração Y" é a geração da internet, aqueles que nasceram na década de 80 e crescerão convivendo com as novidades do mundo da tecnologia e a inserção da internet no dia a dia de todos. Esta geração cresceu com a comodidade do mundo moderno, viu de perto o desenvolvimento econômico, as empresas investindo pesado em contratações com altos salários, mesmo sendo jovens sem experiência profissional, mas com conhecimentos tecnológicos e "antenados" com todas as novidades do mercado.

Mas o mundo mudou, infelizmente, para pior, pois a economia de vários países entrou em crise, inclusive aqui no Brasil e pela primeira vez, a Geração Y teve que conviver com o desemprego, sem saber na grande maioria das vezes, como enfrentar a crise econômica que assola o país.

Estes jovens cresceram em um ambiente profissional onde as oportunidades de trabalho eram fartas e eles podiam escolher onde trabalhar, optando pela empresa que lhes pagasse o melhor salário e lhes dessem oportunidades reais de crescimento e liberdade profissional. Era um período de muita prosperidade e eles cresceram mergulhados nesta realidade.

Mas desde o ano passado que o desemprego vem aumentando e os jovens se depararam com uma situação nova para eles. Diferentemente dos funcionários mais antigos, que já atravessaram diversas crises, a Geração Y foi surpreendida pela crise e, pela primeira vez, eles ficaram sem saber o que fazer!

O desemprego vem crescendo principalmente entre os jovens de 18 a 24 anos, pois as empresas agora não querem investir em funcionários, querem é funcionários experientes em crises, que saibam lidar com a situação e possam ajudar a empresa a cortar gastos e conseguir aumentar o lucro sem ter que fazer grandes investimentos.

E tem mais um problema que a Geração Y está enfrentando que é o acúmulo de tarefas. Antes, estes jovens eram responsáveis por um único serviço, um único projeto, eram cercados de outros funcionários que ficavam responsáveis por outras questões. Mas agora as empresas estão “enxugando” o quadro de funcionários e quem não é demitido é muito mais cobrado, precisa apresentar resultados, mesmo com pouco investimento e ainda tendo que fazer várias tarefas.

Assim como as gerações anteriores tiveram que aprender a lidar com a crise, agora é a vez da Geração Y, deixar de lado o passado e viver este novo e cruel presente.

Por Russel

IBGE registrou uma alta no número de desempregados entre pessoas com idade de 18 a 24 anos. Índice chegou a 16,4%.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o mês de maio registrou um aumento do número de desempregados entre os mais jovens. Segundo o instituto, em um ano o desemprego entre as pessoas com idade entre 18 e 24 anos passou de 12,3% para o índice de 16,4%. Em comparação com o mês anterior – abril – a alta foi de 0,2 ponto percentual. O instituto realiza pesquisas semelhantes mensalmente no país.

O instituto afirma que o desemprego entre os jovens é historicamente sempre maior, quando comparado com as outras faixas etárias em idade de trabalho, mas essa variação registrada no intervalo de apenas um ano, demonstra o quanto as dificuldades enfrentadas pelo mercado de trabalho durante a crise econômica do Brasil estão sendo sentidas de forma mais intensa por essa faixa da população.

O aumento do desemprego também atingiu outras faixas etárias, mas a alta foi menor:

Para os trabalhadores na faixa etária entre 25 e 49 anos, a variação do desemprego foi de 3,9% no ano passado para os atuais 5,6%.

Já a população com mais de 50 anos sofreu aumento do desemprego de 1,8% para os atuais 2,5%.

A pesquisa foi divulgada pelo instituto na última quinta feira, dia 25. O índice total de desemprego registrado pela pesquisa mensal no mês de maio foi de 6,7%, o que é a maior taxa para o mesmo mês desde o ano de 2010.

Não há explicações certas quanto aos reais motivos que levam ao número elevados de jovens desempregados em épocas de crise, mas se analisarmos o cenário econômico brasileiro, vemos que o período não é dos melhores para novas contratações, e quando o candidato não possui experiência, como é o caso dos jovens, a situação de agrava ainda mais.

A boa notícia é que os jovens que já estão empregados têm a possibilidade de manter seus trabalhos diante essa crise se a situação de sua empresa estiver estável,  pois as empresas não vão querer gastos com demissões e contratações de novos funcionários. Se a economia da empresa não estiver das melhores, o risco de demissão aumenta, e infelizmente os funcionários menos experientes sempre são as primeiras opções para reduzir a folha de pagamento.

Por Patrícia Generoso

Devido à crise, mais pessoas estão procurando emprego, mas se o país não produz, não gera empregos e não há vagas para serem ocupadas.

O índice de desemprego no Brasil voltou a subir e chegou a 8% no trimestre encerrado no mês de abril. De acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o mercado de trabalho brasileiro está marcado pela forte procura por emprego, corte de vagas e queda na renda.

O dado divulgado no dia 10 de junho pelo IBGE ficou apenas 0,1% acima da taxa registrada no primeiro trimestre. O número representa o maior patamar da série iniciada em 2012 para o trimestre encerrado no mês de abril, além de também ser o pior do que o registrado no trimestre encerrado em janeiro (6,8%). No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego havia ficado em torno de 7,1%.   

Segundo o coordenador do IBGE, Cimar Azeredo, mais jovens e idosos estão voltando para o mercado de trabalho para recompor a renda familiar, afetada pela queda do poder de compra. Os dados da Pnad Contínua Mensal mostram que no trimestre até abril o número de desocupados, que inclui os que tomaram alguma providência para conseguirem emprego, teve uma alta de 18,7% ante os três meses finalizados em janeiro, alcançando 8,029 milhões de pessoas. Ainda, de acordo com Azevedo, "tem mais pessoas procurando trabalho" do que em outros períodos. Isso pode ser creditado ao reflexo do que acontece com o PIB brasileiro. Se o país não produz, não gera empregos e não há vagas para serem ocupadas. Vale ressaltar que o primeiro trimestre deste ano a economia brasileira encolheu 0,2% comparado com os três meses de 2014.   

A população ocupada, por sua vez, registrou uma queda de 0,6% nos três meses até abril, para 92,179 milhões. O IBGE utiliza essa comparação com o trimestre anterior ao período divulgado para que seja evitada repetição de dados relativos aos meses passados.   

O setor que mais cortou vagas de trabalho no período em comparação com o trimestre que se encerrou em janeiro foi o de construção, com uma redução de 288 mil postos de trabalho. O comércio aparece em seguida como um corte de 176 mil vagas. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística também informou que o rendimento real dos empregados recuou 0,5% na comparação entre os dois períodos, para R$ 1.855.    

Com abrangência nacional, a Pnad Contínua tem como objetivo substituir a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que leva em conta os dados apurados em apenas seis regiões metropolitanas do Brasil. Para comparação, o último dado divulgado pela PME mostrou que o desemprego chegou em abril ao maior nível em quase quatro ano, com 6,4%.   

O mercado de trabalho brasileiro, em abril, fechou com 97.827 vagas formais, sendo o pior resultado na série histórica, de acordo como informações do trabalho.

Por William Nascimento

Mais de 70% dos entrevistados na pesquisa estão insatisfeitos no trabalho por acharem que estão aptos a exercerem cargos superiores, porém, são mantidos nos mesmos postos onde estão. Grande parte dos profissionais entrevistados pertencem à Geração Y.

O IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente – entrevistou entre os meses de fevereiro e março do ano passado um total de 1.340 pessoas na cidade de São Paulo para saber se os profissionais estavam ou não satisfeitos com o trabalho. O resultado foi impressionante, pois mais de 70% dos entrevistados revelaram que estavam insatisfeitos no trabalho.

De cada 10 profissionais que foram ouvidos, 7 revelaram que estão insatisfeitos com o seu emprego e que só não deixam o trabalho por não terem outra opção ou devido ao salário recebido ser compensador e não conseguir uma renda igual, caso abandone o emprego para procurar outra oportunidade.

A pesquisa comprovou o que há muito tempo já se suspeitava, que há uma quantidade enorme de profissionais que estão insatisfeitos com suas carreira, mas que continuam trabalhando quase que exclusivamente pelo motivo financeiro.

E o que mais chamou a atenção nesta pesquisa foi o fato de que boa parte desses profissionais insatisfeitos pertencem à Geração Y, considerada uma geração que não tem muita paciência para ficar esperando e que vão atrás dos seus sonhos.

Mas isso é explicado pelo fato de que esta geração tem muita pressa em crescer profissionalmente, alcançar novas conquistas na carreira e que se acham preparados para uma nova etapa em sua vida profissional, quando na verdade ainda têm muito o que aprender. Estes profissionais querem ver as coisas acontecendo em sua carreira profissional, sem precisarem fazer um grande esforço pessoal e como nada acontece, vem a insatisfação.

E a pesquisa comprovou que a insatisfação no trabalho, na maioria das vezes, é porque o profissional já se considera apto a exercer cargos superiores, onde o salário é maior, porém são mantidos nos mesmos postos de trabalho. A pesquisa apontou este motivo para 68% dos entrevistados, que chegaram a se classificarem como "vítimas do chefe" e de uma empresa que não reconhece o trabalho de seus funcionários.

Outro dado preocupante foi apontado pela pesquisa, que é o fato de 40% dos entrevistados não fazerem nenhum planejamento sobre sua carreira e ficarem esperando que alguém faça isso por eles. Quando um profissional está insatisfeito com o cargo, com a profissão ou com a empresa, ele precisa buscar os seus sonhos, trabalhar para que isso aconteça e muitas vezes é preciso retornar à sala de aula, fazer cursos e até se arriscar em um novo emprego, em uma nova atividade profissional, mas por medo ou insegurança, os profissionais preferem continuar insatisfeitos no cargo, esperando que a empresa resolva esta questão para eles.

Por Russel

Trimestre encerrado em fevereiro registrou taxa de desemprego de 7,4% no Brasil

É de conhecimento geral que o país não vive um momento financeiro dos melhores, haja vista que o atual momento da economia é bastante instável. É nesse contexto, que foi informado no último dia 9 de abril, quinta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que a taxa de desemprego no Brasil subiu para 7,4%, essa constatação foi feita por dados oriundos de pesquisas realizadas nos últimos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Através dessa nova pesquisa o órgão acabou constatando que a taxa de aumento da desocupação aumentou de 6,5% para 7,4% quando comparamos o trimestre anteriormente analisado que foi o dos meses de setembro, outubro e novembro do ano de 2014.

A pesquisa que tem por finalidade analisar esses índices é a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), o que mais está alarmando aos pesquisadores é o fato de que se compararmos essas taxas com relação ao mesmo período, ou seja, os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, ainda assim observa-se que o índice obtido no período atual é maior, pois o índice mensurado nesse período citado acima relativo ao mesmo período deste ano era de apenas 6,8%, outro fator preocupante é que o índice de 7,4% verificado nesse último semestre é o maior mensurado até hoje pelo IBGE desde quando ele começou a analisar este indicador no início do ano de 2007, em que nos meses de janeiro a março este índice ficou em 7,2%.

A principal finalidade desse tipo de pesquisa é a de realizar a verificação sobre a inserção da população brasileira no mercado de trabalho, o que para ser feito tem que ser levado em conta o nível de desenvolvimento socioeconômico do país e as características educacionais e demográficas da população.

Por outro lado, a pesquisa também revelou um dado satisfatório que foi o crescimento do rendimento médio da população brasileira que teve uma ascensão de 1,1%, o qual era de R$ 1.793 no trimestre fechado no mês de novembro e neste último trimestre que foi analisado chegou a R$ 1.817.

Por Adriano Oliveira

Índice atingiu 6,8% no primeiro mês deste ano, segundo o IBGE

Segundo dados do Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), a taxa de desemprego no Brasil subiu em janeiro de 2015, comparado ao mesmo mês do ano passado. De acordo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que promove a pesquisa, em janeiro do ano passado a taxa de desemprego chegou a 6,4%, sendo que neste ano a taxa ficou em 6,8%.  

No trimestre encerrado em janeiro, foi calculada a renda média real do trabalhador brasileiro, que ficou em R$ 1.795,53, aumento de 1% na comparação ao trimestre que terminou em outubro de 2014, quando foi de R$ 1.777,66. Entre os dois trimestres, a população desocupada teve um aumento de 200 mil pessoas, passando de 6,6 milhões para 6,8 milhões. Com relação à massa de renda real habitual paga aos ocupados, ela somou R$ 161 bilhões.  

Sobre a taxa de desemprego, o IBGE faz uma ressalva relacionada aos dados que se referem ao trimestre encerrado em janeiro, uma vez que o sistema utilizado para medição e cálculo da pesquisa impede isolar os dados apenas de um mês. Portanto, os indicadores são todos apresentados como trimestre móvel. A série histórica da pesquisa com resultados para trimestres encerrados mês a mês teve início em janeiro de 2012.  

Outro dado divulgado é referente ao nível de ocupação, que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade para trabalhar. Esse número caiu de 56,9% no trimestre encerrado em dezembro para 56,7% no trimestre encerrado no mês de janeiro. A partir de agora, o IBGE passará a divulgar mensalmente os dados referentes aos trimestres móveis encerrados a cada mês. Sendo assim, é possível ter uma avaliação mais precisa e recente dos números.   

Segundo o IBGE, mensalmente foram analisados 70.464 domicílios. Em três meses, 211 mil residências ao todo. O órgão ainda afirma que um domicílio é visitado cinco vezes com intervalo de dois meses entre uma visita e outra, ou seja, uma única vez no trimestre, sendo cinco trimestres.

Por William Nascimento

Dados da Pinad Contínua (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua) divulgados esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que 77% dos 92,9 milhões de trabalhadores que integram a população ocupada no 4º trimestre do ano passado no setor privado do país tinham carteira de trabalho assinada. Isso mostra um crescimento de 0,6% em relação ao mesmo trimestre de 2013.  

A Pesquisa revelou que, entre os trabalhadores domésticos, 32,1% tinham carteira de trabalho assinada no quarto trimestre de 2014, registrando um crescimento de 1 ponto percentual em relação aos 31,1% registrados no mesmo trimestre de 2013.

Já os militares e os servidores estatuários correspondem a 68,2% dos empregados do setor público. As regiões Norte e Nordeste, com 64,8% e 63,4%, respectivamente, apresentam os menores percentuais nesse indicador. No mesmo período, com exceção da região Sudeste, que registrou estabilidade, a proporção dos empregados que possuem carteira assinada no setor privado aumentou em todas as regiões. Esse indicativo mostra que os profissionais estão deixando a informalidade em outros centros do Brasil.

O estudo verificou que o índice da ocupação apresentou leve queda em relação ao quarto trimestre de 2013. No último trimestre de 2014 a taxa de ocupação ficou em 56,9%, enquanto no mesmo período do ano passado este número representou 57,3%. Isso indica que a queda na taxa de desocupação, que fechou 2014 em 6,8%, contra 7,1% de 2013, se deu muito mais pela contratação da população em busca de emprego do que pela geração de novos postos de trabalho.

No quarto trimestre de 2014, as regiões que apresentaram os maiores percentuais de pessoas empregadas entre aquelas em idade de trabalho foram Centro-Oeste (61,5%) e Sul (61,2%). No Nordeste foi verificado o menor nível de ocupação entre as demais regiões do Brasil, apresentando 52,2%.  

Na Pesquisa também foi possível avaliar as diferenças no nível da ocupação entre homens e mulheres, ou seja, a proporção de homens com 14 anos ou mais de idade trabalhando era superior a de mulheres desta mesma faixa etária. No Brasil, no último trimestre de 2014, o nível da ocupação dos homens chegou a 68,2%, enquanto no sexo feminino foi de 46,7%.  

Como era de se esperar, as análises mostram que nos grupos com níveis de educação e instrução mais altos, o nível da ocupação apresentou índices mais elevados.

Por William Nascimento

Esta pensando em mudar de carreira? Encontrar a felicidade no campo profissional requer coragem e convicção.  Muitas pessoas, ao se sentirem infelizes no campo profissional percebem a necessidade de mudar para encontrar o verdadeiro caminho. Esta passando por essa situação? Veja algumas dicas.

Tenha certeza do que quer

O que você deseja para a sua vida profissional? Escute o seu coração e invista no caminho que ele te fala para seguir. Ao decidir o que almeja, invista recursos e meios necessários para atingir o seu objetivo. Não escute a opinião de pessoas negativas e pessimistas, mantenha a confiança e fé, além de pensamento positivo. Siga pelo caminho que escolheu com convicção e certeza que as coisas sempre dão certo no final.

Planeje cada passo

Já escolheu o que deseja? Então, planeje cada passo que pretende dar. Faça uma planilha e coloque nela todos os caminhos que deseja seguir para o seu sucesso. Além disso, estipule metas e prazos para cumprir. Planeje cada função e anote tudo: gastos, objetivos, o que vai precisar, entre outros.

Invista e economize

Invista nos cursos que pretende para alcançar o seu sonho, mas contabilize cada gasto. Por exemplo, se pretende fazer uma nova graduação em uma faculdade particular, contabilize o seu gasto mensal. Faça uma planilha financeira com os seus gastos mensais, assim, ficará mais fácil para controlar. Economize, também, para investir em outros cursos que podem te ajudar a alcançar seu objetivo

Não desperdice tempo

O tempo é um recurso valioso, por isso, não o desperdice. Agarre-se a realidade e viva um dia de cada vez. Não tenha pressa, mas saiba por onde esta andando durante a caminhada. Tenha foco e determinação para alcançar o seu objetivo profissional. Portanto, se sentir que é hora de mudar, levante e mude e, assim, faça o que for necessário para alcançar a sua felicidade, que só depende de você.

Por Babi

Fazer planos para o futuro está diretamente relacionado com a nossa condição de ser humano, por isso, estamos sempre em busca de algo melhor, um plano melhor e em consequência disso, uma vida melhor. Portanto, se você está fazendo planos para o seu futuro no momento, não importa o que seja, acompanhe as dicas abaixo:

1. Tenha persistência

Ter persistência implica em ter foco e determinação naquilo que você quer. Para isso reserve parte de seu dia para cumprir suas metas e realizar todas as suas tarefas. Assim você estará indo no caminho certo para atingir seus objetivos. Use sua fé, independente de sua religião, e saiba que mais cedo ou mais tarde você conquistará aquilo que tanto deseja.

2. Trabalhe com entusiasmo

Não basta apenas querer trabalhar e trabalhar demasiadamente, é preciso trabalhar com entusiasmo, com alegria, e saber que todo o seu resultado dependerá de tudo isso. Fazer as coisas com entusiasmo significa dar o melhor de você, trabalhar com amor e deixar que todas as coisas, frutos desse entusiasmo, se transformem em um verdadeiro sucesso.

3. Faça metas

As metas têm que fazer parte de seus planos para o futuro, pois você dependerá delas para colocar suas estratégias em prática, e tem que ser todos os dias. Acorde cedo, pense positivo e comece a realizar suas tarefas sempre pensando em seu futuro. Jamais deixe para depois ou para amanhã o que você realmente pode fazer hoje e agora.

4. Esteja atento à mudanças

Mudanças fazem parte da vida de quem almeja um futuro melhor. Isso faz parte também das fases em que você for passando. Por isso, não tente fugir das mudanças que você tiver que enfrentar, saiba que elas existem para modificar a sua vida, e o melhor que você tem a fazer é se adaptar à elas. Enfim, entregue-se ao novo, e viva sempre um dia de cada vez.

Por Daniela Almeida da Silva

A produtividade é algo essencial na vida das pessoas, seja ela no trabalho ou em qualquer outro tipo de contexto da vida. Há sempre aquela pressão para ganhar mais dinheiro, vender mais, consumir mais, ter mais ou menos tempo, enfim, há sempre o desejo de superar-se e superar tudo cada vez mais.

Portanto, é preciso ter muito cuidado com excessos, pois as pessoas nunca estão satisfeitas com o que conseguem, por isso, é sempre bom ter disciplina e autocontrole para tudo.

Se você busca ter produtividade na sua vida, com equilíbrio, atente às dicas a seguir:

1. Dedique-se a organizar seu tempo

Tempo é dinheiro, e uma pessoa produtiva acredita muito nisso e segue à risca. Ela faz do seu tempo sua maior prioridade e não deixa passar nada em branco.

Qualquer tempinho que seja, é tempo suficiente para produzir. Ela, inclusive, deixa de fazer coisas que considera importantes, como se divertir com as pessoas que ela mais ama, para se dedicar totalmente às suas tarefas. E não descansa até vê-las prontas.

Por isso, se você quer ser uma pessoa produtiva em sua vida, seja no trabalho ou em qualquer outra área da sua vida, dê valor ao seu tempo e dedique-se fielmente à ele.

Organize-se por meio de agendas e aparelhos eletrônicos, coloque tudo ao seu redor para lembrar você das tarefas que tem que fazer, mas não deixe de se organizar.

2. Produza com amor e ame ao que faz

Não basta amar o que faz, é preciso produzir com amor para que tudo saia da forma mais perfeita possível. Independente do que você faz na vida, se você colocar um pouco de carinho você estará colocando um pouco da sua essência, e sua essência diz muito sobre quem você é.

Portanto, lembre-se sempre de que tudo que é feito com amor, está sempre fluindo para o bem e para a perfeição.

Por Daniela Almeida da Silva

Estabelecer horários nem sempre é tão fácil assim como imaginamos. Muitas vezes envolve outros aspectos para poder alinharmos com o nosso dia a dia. Portanto, nessa hora, vale ficar atento a algumas dicas.

Sua agenda é o seu melhor aliado nessa hora, especialmente se você é um profissional muito comprometido com suas obrigações e seus afazeres com a empresa e nem sempre está em um lugar só.

Às vezes está aqui, outras vezes aculá. Por isso, é muito importante que você organize sua agenda corretamente. Use meios eletrônicos, porém, se você não for muito adepto e nem muito familiarizado com isso, pode usar uma agenda de papel mesmo.

Em alguns casos, uma agenda de papel se torna mais prática, a eletrônica também, a diferença é que, esta última, dependendo do tipo de aparelho eletrônico que você tiver, pode corromper os arquivos depois de um tempo de muito uso, já a de papel, se você souber conservar, poderá ter seus contatos para o resto da vida.

Nesse caso, independente do tipo de agenda que você for escolher, preze por organizar seus contatos de forma cronológica. Faça da mesma forma com suas tarefas, para que elas tenham uma ligação com o seus contatos por ordem alfabética, data, local e horário.

Anote também endereços que você considera importantes, tanto de contatos quanto de trabalhos e reuniões.

Uma outra forma de você estabelecer seus horários, sejam eles de trabalho ou não, é você pesquisar sempre o melhor tempo para cada um deles. Para isso, faça pesquisa em calendários, locais e até em sua própria agenda, para assim você se organizar com mais facilidade. 

Enfim, não se esqueça de que você precisa manter seus horários bem organizados. Não se limite apenas a um recurso para te auxiliar. Recorra à meios mais favoráveis e confiáveis para você estar sempre se baseando para estabelecer seus horários.

Por Daniela Almeida da Silva

Foto: divulgação

Testes de emprego nunca são os melhores e sempre nos surpreendem de alguma forma. Toda empresa traz um teste novo, um modelo de entrevista novo, e assim por diante. O objetivo é apenas um: induzir o candidato a dizer o que elas querem saber. 

Veja o que você precisa saber antes de fazer um teste para uma vaga de emprego:

1. Comportamento

Normalmente, o que as empresas mais observam, independente do tipo de testes a serem realizados, são os comportamentos emitidos pelo candidato no momento da entrevista.

Por isso, tome cuidado na hora em que estiver frente a frente com o entrevistador. Seja sempre educado, fale somente o necessário, mantenha sua postura alinhada, cabeça erguida, sorriso no rosto, olho no olho, modos adequados e uma linguagem séria, formal e com pronunciamento correto.

Procure também transmitir um ar de tranquilidade e confiança na entrevista, evite mentiras, omissões e assuntos irrelevantes.

Outra fica também é chegar, pelo menos, trinta minutos mais cedo do horário marcado para a entrevista. Esse é dos dos comportamentos mais observados, pois mostra se o candidato tem comprometimento ou não.

2. Comunicação e posicionamento

A comunicação é um fator crucial e ao mesmo tempo decisivo para um entrevistador em um processo seletivo. Já o posicionamento, diz como um candidato deve se interagir com o entrevistador e, consequentemente, com o cargo, se ele assim for contratado futuramente.

Por isso, é de extrema importância que você se posicione conforme o cargo exige, mesmo que você não tenha tanta experiência, pois o posicionamento que você tiver, mostrará o tipo de profissional que você tem capacidade de ser no decorrer da sua carreira.

Enfim, alinhe-se com esses dois fatores que podem te ajudar nos testes de emprego. Tenha sempre em mente que, para as coisas darem certo, só precisa acreditar em você mesmo e no seu potencial.

Por Daniela Almeida da Silva

Foto: divulgação

Estão abertas as inscrições para Especialização em Medicina Farmacêutica do Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa – IEP/HSL para o ano de 2015. São ofertadas trinta vagas e as inscrições vão até 06 de fevereiro do mesmo ano. Para participar, o candidato deve enviar seu currículo, por e-mail, para: secretaria.iep@hsl.org.br até a data supra citada e providenciar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$80,00 (oitenta Reais).

O resultado do processo seletivo será divulgado no endereço:http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/ensino no dia 11 de fevereiro de 2015. As convocações também serão divulgadas no mesmo site.

O candidato aprovado deverá efetuar sua matrícula no endereço e horário citados no edital no período de 11 a 14 de fevereiro. Deverá levar consigo cópia da carteira de identidade, do CPF, do diploma, da carteira do registro profissional, e outros documentos a serem providenciados junto à secretaria conforme consta no edital.

De acordo com a página http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/iep/pos-graduacao/Paginas/Curso.aspx?atividade=848&pnv=0, no programa do curso consta uma carga horária de:

– 30 horas em Farmacologia;

– 24 horas em Farmacocinética/bioequivalência e farmacogenômica;

– 18 horas em Epidemiologia clínica;

– 45 horas em Pesquisa clínica;

– 15 horas em Ética em pesquisa;

– 18 horas em Estatística;

– 24 horas em Assuntos regulatórios;

– 24 horas em Farmacovigilância e toxicologia clínica;

– 15 horas em Farmacoeconomia;

– 24 horas em Noções administrativas e legais;

– 24 horas em Qualidade;

– 18 horas em Marketing;

– 36 horas em Tópicos especiais;

– 45 horas em Revisão de monografias.

Perfazendo um total de 360 horas de curso. O TCC (trabalho de conclusão de curso) equivale a 30 horas.

O candidato aprovado pagará 12 parcelas mensais de R$850,00 (oitocentos e cinquenta Reais) pelo curso. Na página de divulgação há menção de um desconto de 10% para pagamento à vista. Os encontros estão previstos para terças, quartas e quintas-feiras, das 19:30 às 22:30, de 03 de março a 08 de dezembro de 2015. Sendo distribuídos os módulos por semana, sendo três dias para cada um.

Quem se interessar deverá ler o edital na íntegra e é bom ter acesso à página do site de divulgação, já citada neste texto, para se informar sobre os detalhes desta especialização.

Foi publicado no dia 19 de dezembro deste ano de 2014 edital de seleção de candidatos para o Programa de Residência Multiprofissional Integrada em Saúde Hospitalar Anhanguera UNIDERP/ Hospital Regional de Mato Grosso do Sul-HRMS.

As inscrições para quem estiver interessado em pleitear uma das vagas vão de 05 a 14 de janeiro de 2015. Esse processo destina-se ao preenchimento de vagas residentes no programa citado, credenciado pela Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde CNRMS/MEC, especialização latu sensu, modalidade treinamento em serviço, sendo o Programa na área de concentração intensivismo. Os candidatos poderão optar pelos programas:

Análises Clínicas

Área Profissional (graduação em): Biomedicina, Biologia e Farmácia.

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas).

Enfermagem

Área Profissional (graduação em): Enfermagem

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas)

Farmácia

Área Profissional (graduação em): Farmácia

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas).

Fisioterapia

Área Profissional (graduação em): Fisioterapia

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015: 2 (duas).

Nutrição

Área Profissional (graduação em): Nutrição

Duração: 2 (dois).

Vagas oferecidas para 2015 = 2 (duas)

Serviço Social

Área Profissional (graduação em): Serviço Social

Duração: 2 (dois) anos.

Vagas oferecidas para 2015: 2 (duas)

O processo seletivo constará de duas etapas: a primeira etapa corresponde a prova escrita com peso 9 e a segunda etapa corresponde a análise de documentação escolar, com peso 1. Esta etapa vai avaliar os seguintes itens:

– Desempenho durante a graduação;

– Programa de monitoria com duração mínima de 6 meses;

– Estágio extracurricular relacionado à área profissional da graduação com carga horária mínima de 180 horas;

– Bolsista em projetos de pesquisa científica em órgãos credenciados;

– Trabalhos publicados em revistas científicas indexadas na área da saúde;

– Apresentação de trabalhos em eventos científicos como autor ou coautor (pôster, resumo ou apresentação oral);

– Participação em evento científico na área da saúde.

O gabarito da prova escrita estará disponível a partir de 26 de janeiro de 2015, um dia depois da aplicação das provas, no endereço:http://www.hospitalregional.ms.gov.br a partir das 13h30m e o resultado da prova de títulos estará disponível a partir das 13 horas do dia 13 de fevereiro do mesmo ano.

A prova escrita objetiva será realizada no dia 25 de janeiro de 2015, no horário de 08h30min às 11h30min (horário de Campo Grande – MS), na Escola Técnica do SUS/Escola de Saúde Pública, localizada na Rua Senador Filinto Muller, nº 1.480. O edital pede que o candidato esteja no local da prova 30 minutos antes do início da mesma.

Os selecionados receberão uma bolsa no valor bruto de R$2.976,26 por 60 horas semanais de residência, com dedicação exclusiva. O edital está disponível no endereço https://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO8824_19_12_2014.pdf, que é a versão on line do Diário Oficial, iniciando a matéria em sua página 56. É de suma importância que o candidato leia todas as informações do edital.

Por Vânia Rose dos Santos

Recentemente, venho reparando e parando para trazer à tona um tema que sempre é discutido: o que conta mais no quesito profissional, uma formação acadêmica de ponta, com louvores e notas acima de 9,0 com diversas formações e cursos posteriores? Ou o que vai fazer o seu diferencial será um currículo extenso, com diversas experiências profissionais, em diversos ramos, todos com bons respaldos e conhecimentos práticos adquiridos?

A resposta, meus caros, é a segunda alternativa. Óbvio que ter um currículo acadêmico impecável é de extrema valia para o mundo profissional. Quem apresenta notas altas durante as graduações, louvores em cursos e diversas formações sempre terá seus pontos positivos ressaltados, entretanto, se você não obtiver tantas formações, notas “não espetaculares”, entre outras coisas, mas possuir um currículo de se admirar, com trabalhos desenvolvidos para grandes empresas, somente respaldos positivos por onde passou, permanência durante bom tempo em cada lugar onde trabalhou, isto contará muito mais na sua contratação.

Os "chefes" gostam de pessoas que possuem um currículo acadêmico excelente, mas, muitas vezes, essas pessoas se preocuparam demais com a parte acadêmica e se esqueceram de que, na hora da prática, o que conta mesmo é o seu modo de operar e resolver as diligências que lhe serão encaminhadas.

Isso você só demonstra através de um currículo experiente, onde você pode comprovar que desenvolveu tarefas em grandes empresas, que de fato requereram todos recursos de persuasão, conhecimentos técnicos, boa comunicação, entre outras características, que são de suma importância no quesito relação de trabalho. 

Portanto, para você, estudante, fica a recomendação: a sua formação é de extrema importância, conclua com êxito e, claro, sempre tente conseguir se sair o melhor possível nas suas notas das avaliações. Entretanto, não dê tanta importância para suas notas, desde que você esteja apto para finalizar o curso, já é suficiente.

A não ser que você queira seguir uma carreira acadêmica, aí é claro que cada nota terá sua importância elevada. No mais, para um ambiente profissional, procure ter o máximo de experiência possível, isto contará muito. 

Por Matheus Noronha Sturari

Vamos supor que nesse momento você é um gerente de uma empresa, ou mesmo ou empresário que acaba de criar uma empresa. Agora, você sente que a responsabilidade está inteiramente em suas mãos, pois não há ninguém que esteja acima de você para te motivar.

Nesse caso, só cabe a você começar seu time e se automotivar, buscar uma energia que deverá vir de dentro de você. Ficar esperando alguém aparecer para te dar todo o suporte que você precisa não vai adiantar nada. É preciso criar o que precisa ser feito, ou as coisas não acontecerão para você. Reclamar de alguém também não é o melhor caminho. 

Nesse momento, a chance é sua, de mostrar para as pessoas que não acreditavam em você, que você é capaz. Agora, mais do que nunca, você precisa de um aliado importantíssimo de um empreendedor: a automotivação.

A pessoa que consegue ter motivação própria não espera o despertador para acordar de manhã. Quem tem automotivação também não sente falta de um chefe. Seu próprio líder interior terá paixão por ver as coisas feitas do seu jeito.

Um verdadeiro empreendedor tem pavor de ver uma tarefa inacabada, por isso fica acordado até mais tarde para terminá-la, do que deixar ser cobrado no dia seguinte. Portanto, se esse é o seu caminho, não desista.

Prefira ficar acordado até mais tarde, e faça aquilo que lhe for necessário. Saiba também, acima de tudo, que o dinheiro é só uma consequência boa daqueles que trabalham bem, e não deve ser apenas o objetivo do trabalho.

Um empreendedor profissional está sempre querendo mais, quer sempre aprender mais para colocar novas criações no mercado e reciclar sua carreira e suas possibilidades, pois ele não mede esforços para aperfeiçoar cada vez mais seu trabalho.

Por isso, seja autêntico, audacioso e ambicioso, no bom sentido, e com as suas ações sempre voltadas para o bem.

Por Daniela Almeida da Silva

Foto: divulgação