Pesquisa revelou que é preciso ter diversidade entre os gêneros nas lideranças das empresas. As mulheres trazem maior rendimento, evitando fracassos das empresas onde são líderes.

Segundo pesquisas internacionais mulheres que têm participação na decisão de empresas podem melhorar o rendimento econômico, evitando fracassos. No Brasil, o aumento de executivas femininas está em constante evolução, transformando o perfil empreendedor das empresas.

Um estudo realizado na Universidade de Leeds comprova que mulheres que administram seus próprios negócios ou participam de decisões de forma direta de outras empresas, têm 27% menos risco de decretar falência, se comparada a grupos administrativos compostos apenas por homens. Ainda segundo o estudo, o risco de falência cresce conforme o número de mulheres aumenta, comprovando que a diversidade entre os gêneros é importante para obter sucesso.

As mulheres são excelentes ouvintes e costumam ser mais compreensivas do que os homens. Dessa forma, elas são capazes de compreender exatamente o que o cliente quer e precisa, tornando a relação com os clientes mais agradável, deixando-os satisfeitos.

Elas também costumam ser bastante sociáveis, o que garante uma taxa maior de colaboração e criatividade em projetos empreendedores. Além disso, mulheres se sentem aptas para trabalhar em diversas áreas, e se comunicar com os conhecidos e desconhecidos, o que impulsiona novos projetos.

Mulheres estão sempre envolvidas com notícias e informações recentes. Elas costumam aplicar tais conhecimentos em negociações com clientes, já que superam os homens na capacidade de guardar informações e executar várias tarefas ao mesmo tempo.

As mulheres trabalham melhor em grupo do que os homens. Elas não têm medo de lidar com questões e resolver atritos.  A pesquisa mostra que grupos onde há a participação feminina possui maior inteligência coletiva. Além disso, as mulheres possuem competitividade saudável entre si.

Atualmente, mulheres estão à frente de empresas, partidos e até mesmo governos. Em território nacional as mulheres possuem 23% de participação em decisões importantes em empresas. Nos Estados Unidos, as mulheres que lideram empresas ganham cerca de seis milhões de dólares a mais do que os homens.

Por Wendel George Peripato

A Nutty Bavarian, empresa do ramo de castanhas glaceadas e salgados e com franquias presentes nas principais capitais brasileiras, está com seleção aberta para a contratação de 21 vendedoras em São Paulo. A oportunidade é destinada a candidatas do sexo feminino com idade acima de 25 anos e ensino médio completo de escolaridade. Serão contratadas 3 funcionárias por mês até o final de 2011. Os valores dos salários e dos benefícios não foram divulgados pela empresa.

Cadastre o seu currículo no link “Trabalhe Conosco” do site da Nutty Bavarian e aguarde a sua chamada! Aproveite para conhecer as informações nutricionais que a Nutty Bavarian oferece em todos os seus produtos e as novas unidades da franquia previstas para serem inauguradas ainda este ano. 

O processo seletivo é formado pela pré-seleção via telefone e entrevista com o responsável pelo setor de recursos humanos da empresa.

No ano em que uma mulher assumiu o mais alto cargo do comando de uma nação, as previsões dos analistas são as melhores possíveis para o gênero. No ano em essa mesma mulher – Dilma Rousseff – formou um ministério bastante representativo, nada mais plausível do que vislumbramos um horizonte em que cada vez mais postos de trabalho tradicionalmente masculinos sejam ocupados por mulheres.

Um exemplo disso nas corporações privadas é aAmanco. A presidente da empresa, Marise Barroso, afirma que uma companhia, para ser bem sucedida, precisa apostar na diversidade sexual, etária e cultural; daí existir na Amanco duas mulheres e três homens em cargos de diretoria, conforme nos informa o site InfoMoney.

Outro exemplo vem justamente de um dos esportes em que a masculinidade ainda está muito em voga: o futebol brasileiro. Atualmente, é Patrícia Amorim quem preside o clube. Contudo, ela adverte que passou por situações constrangedoras até chegar a esse posto, chegando a sofrer “vários tipos de preconceitos exatamente por ser mulher”, afirma Patrícia que foi selecionada numa disputada concorrência ao cargo composta por seis homens.

Em um mês que é dedicado às comemorações do Dia Internacional da Mulher, vale lembrar a todas elas que já não precisam provar coisa alguma ao sexo masculino. Em se tratando de mercado de trabalho, cada vez mais as diferenças estão sendo quebradas. E viva a diversidade.

Por Alberto Vicente

As mulheres continuam a receber, geralmente, menores salários em relação aos homens. Pesquisa emitida pela empresa Catho Online avalia que a diferença entre um sexo e outro chega até 51%, mesmo com a ala feminina portando pós-graduação, de acordo com dados obtidos por meio de 164 mil entrevistados situados em 20 mil empresas no Brasil.

Caso gritante é de mesma ocupação de função, com vantagem para os homens em todos os níveis. A gerência, um dos cargos mais almejados pela grande maioria, abrange o percentual discrepante de 51,6% em média, com o setor operacional em seguida, abalizando 50,7%, e o técnico mais adiante, com distinção de 37,5%.

Se as remunerações são desfavoráveis às mulheres, o mesmo não acontece na formação, segundo a Folha Online. De todos os homens pesquisados, 38% possuem graduação e 17,3%, pós-graduação; o sexo feminino detém 44,2% de graduadas e outros 19,5% de pós-graduadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei