Tipos de Emprego para Trabalhar Online

Saiba aqui quais são os tipos de emprego para trabalhar online.

Trabalhar em casa ou a partir de outros lugares pode ser uma opção interessante para você e para muitas pessoas. Afinal, dependendo do caso, você pode escolher e administrar seus horários do jeito que considerar mais viável. Essa também pode ser uma ótima alternativa para aumentar sua renda.

Por outro lado, estar no regime home office é uma tarefa que exige comprometimento e organização, para que o foco do trabalho não se perca ou se misture com outras atividades. Portanto, se você tem vontade de ter um emprego desse tipo, é necessário que tenha muito foco e saiba cumprir e calcular prazos.

Mas, se você ainda está meio perdido, mostraremos neste artigo alguns trabalhos que podem ser feitos online.

Revisão ou Edição de Textos: O revisor tem como tarefa verificar, analisar e revisar textos de acordo com as normas cultas da língua. Assim, em muitos casos esse trabalho pode ser feito individualmente em um computador. Além disso, quem atua nessa função geralmente é graduado em Letras ou Jornalismo e presta serviços para agências de publicidade, editoras, gráficas, escritores e estudantes.

Designer: O papel do designer é o de desenvolver projetos em diversas áreas, que abrangem os seguintes mercados:

  • Gráfico: Criação de identidade visual, diagramação de livros e revistas.
  • Industrial: Ênfase no desenvolvimento de produtos de consumo.
  • Digital: Produz interfaces de jogos de videogame, de dispositivos móveis e websites.

Esses trabalhos são feitos por meio de softwares, o que possibilita que sejam executados à distância.

Secretariado: Muitas empresas e profissionais autônomos têm contratado assistentes virtuais de modo terceirizado, para controlarem agendas, marcar reuniões, reservar hotéis, comprar passagens para viagens, além de outros serviços administrativos.

Redação de Conteúdos: Essa é uma profissão bastante dinâmica, em que textos para diferentes nichos são desenvolvidos por profissionais de várias áreas. Nesse caso, o trabalho feito inteiramente a distância pode ter foco em conteúdos de marketing, reportagens e matérias, blogs, livros, revistas, comunicados, entre outros.

Tradução: O amplo domínio de outros idiomas permite que você traduza diversos textos para diferentes objetivos e países. Semelhante à profissão do revisor, esta também pode ser feita online, sem a necessidade de encontros ou reuniões pessoais.

Marketing Digital: Com o avanço da tecnologia, abriram-se novas oportunidades para aqueles que trabalham com marketing. Assim, é possível que o profissional dessa área realize planejamento, crie conteúdo, envie relatórios e monitore páginas e redes sociais sem estar dentro de uma empresa ou escritório.

Você trabalha em regime home office? Tem vontade de trabalhar assim?

Camilla Silva

Como Trabalhar em Casa pela Internet

Confira aqui algumas opções de como trabalhar em casa usando a internet.

Em algumas ocasiões muitas pessoas ficam desempregadas e sem alternativa tentam sair do estado em busca de emprego. Entretanto, o que muitos não sabem é que podem trabalhar em casa e ganhar com isso. Para os que são criativos e gostam de escrever existem sites que pagam por textos e por marketing digital. Aqueles que preferem interagir podem encontrar sites que pagam por entrevistas de qualidade sobre a opinião do público.

O importante é que seja realizada uma pesquisa sobre a procedência do site e a opinião dos leitores e redatores. A opção Freelancer é a mais procurada porque não impede que outras atividades sejam executadas. Os sites costumam pagar com depósitos em contas corrente em inicio ou final de mês, de acordo com o conteúdo enviado.

A Blogolândia (https://www.blogolandialtda.com.br/) é um dos sites que contratam freelancers e que possuem compromisso com os mesmos. Também é uma ótima fonte para aqueles que têm um blog e precisam de conteúdos, já que seus textos são revisados e possuem uma grande quantidade de informações e opiniões diversas.

Outra opção é a criação de um site que promova textos diversos, história ou até mesmo informações importantes (que sejam de fontes confiáveis). Mas para que o blog seja rentável é necessária a aquisição de propagandas. São elas que geram os lucros e sustentam a credibilidade. O importante é inovar e estimular os leitores com informações que sejam de importância para eles.

Para aqueles que sabem expor suas ideias e gostam de gravar vídeos ou os que preferem estar atrás das câmeras relatando fatos, o Youtube permite a criação de canais onde podem postar seu trabalho. Os temas mais visíveis são Concursos e Entretenimento. Assim como o blog, é necessária a participação das propagandas e quanto mais seu vídeo for visualizado e curtido, mais se ganha com isso. O importante é a comunicação.

Há também sites que divulgam e comercializam produtos. As redes sociais são as mais utilizadas para essa função, pois é mais fácil compartilhar com as pessoas. Logo, é possível ganhar dinheiro sem abandonar o conforto de casa, mas de inicio a função deve ser vista como emprego alternativo, não como fonte de renda principal.

Laura Reis Balbino

Empregos na Construção Naval e Petróleo – Mercado de Trabalho

Confira aqui como anda o mercado de trabalho para os setores de Petróleo e Construção Naval.

Se compararmos o setor de petróleo e construção naval em 2002 e 2016, notamos que houve um enorme crescimento no período de 13 anos. Enquanto o número de trabalhadores no setor era de 174.243 em 2002, em 2015 chegou a 293.594 trabalhadores, um índice de 68,4% de aumento.

Apenas no setor de petróleo o crescimento foi de 67,8%. Em meados de 2002 o número de trabalhadores era de 46.743, depois de 13 anos esse número aumentou para 78.470 funcionários.

O crescimento foi caracterizado pela exploração do pré-sal, investindo mais de US$ 200 bilhões. O setor também abre espaço para os microempresários, pequenas empresas começam a integrar no mercado de petróleo e a se favorecer de diversas formas.

Os trabalhadores que interessam por essa área recebem ótimos salários, alguns chegando a receber até em moedas estrangeiras. Tem maiores chances internacionais, pois as maiorias das empresas são multinacionais, originadas da Nigéria, Rússia, Arábia Saudita, Venezuela, Canadá, Estados Unidos, México, China, Emirados Árabes Unidos, Noruega, Kuwait e Reino Unido. Além de poderem optar por trabalhar nas empresas privadas ou públicas.

Já no setor de construção naval esse crescimento é muito evidente. Antes de 2002 podemos dizer que esse setor praticamente não existia e começou a ter importância somente após o reconhecimento do mercado de trabalho nacional. No final de 2002 o número de trabalhadores nesse setor era de 6.500, dentro de 13 anos ele evoluiu muito e chegou a 57.048 funcionários.

A exploração do pré-sal realizada no setor de petróleo contribuiu muito para a evolução do setor de construção naval, em especial pela Petrobras. Cada dia que passa as empresas estão contratando mais pessoas para trabalharem com construção de embarcações e plataformas marítimas.

Apesar do setor de construção naval ter crescido muito, ele está sofrendo com a falta de habilidades dos funcionários. Por este motivo, as indústrias estão preparando os funcionários para trabalharem nessa área.

No entanto, mesmo com esse enorme crescimento e excelentes benefícios oferecidos para os funcionários, o setor de petróleo e construção naval vem enfrentando uma enorme crise desde 2014, quando iniciou os processos de lava jato. Infelizmente a crise que chegou com o lava jato ocasionou um grande número de desemprego, tanto no setor de petróleo quanto no setor de construção naval.

Aline Aparecida Feitosa Dias

Este ano promete ser bastante complicado no que diz respeito à situação econômica do país, incluindo o desemprego. Em meio a tantas inconsistências no meio político-econômico, o resultado não poderia ser outro, a falta de emprego deverá aumentar ao longo de 2015.

De acordo com as informações obtidas mediante a pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, os ajustes que estão sendo feitos em diversos pontos da economia brasileira ainda não são suficientes para estagnar a marca atingida pelas deficiências de vagas de trabalho, isto é, a tendência é que este índice aumente em todas as regiões do país.

Conforme Fernando de Holanda Barboza Filho, pesquisador do Ibre/ FGV, o ritmo crescente do desemprego causará um menor elevação da renda. Além disso, a inflação deverá aumentar ao longo do ano. Algo a ser analisado é que é lógico que a falta de emprego persista e continue a crescer em 2015 devido aos reajustes nas tarifas de energia elétrica e combustível, aumento dos juros no mercado financeiro, dólar em alta, entre outros fatores.

Em outubro do ano passado, o Indicador Antecedente de Emprego confirmava uma alta de 4,3%, no entanto, este resultado deve ser visto com certas ressalvas. O indicador do Ibre que tem o objetivo de antecipar a tendência do comportamento do mercado laboral neste ano, conseguiu a sua primeira marca positiva, este resultado foi decorrente do aumento de atividade no setor de serviços em 6,4% e no da indústria 17,7%.

A diminuição do trabalho não é refletida somente no número de pessoas ocupadas, mas também na taxa de desemprego. Esta deverá crescer de 4,9% à 5,9%, ainda neste ano.

Considerando a opinião das pessoas sobre a oferta de empregos em 2015, foi registrado um valor estável ao comparar a percentagem encontrada em setembro e em outubro do ano passado, tendo um aumento de somente 0,1%.

Texto de Melina Menezes

Você já parou para pensar que quando não temos a possibilidade de escolher o que queremos estamos praticamente jogando nossa alma ao vento? Já dizia o velho ditado "cabeça vazia é oficina do diabo". Talvez isso se remete à ter que deixar de fazer o essencial para se vender por pouco. Seria como vender a alma ao diabo, como em alguns romances renomados.

Quando as empresas começam a quebrar e o desemprego aumentar, por exemplo, é natural que as pessoas se sintam inseguras e deprimidas, pois essa situação exerce uma pressão imensa sobre a mente, além do mais, a sociedade também coloca uma pressão psicológica em pessoas que não têm uma situação financeira definida.

Nessa situação constrangedora, muitas pessoas até pensam em abrir mão de seus próprios princípios na luta por uma sobrevivência. Por isso que seus princípios devem alimentar cada decisão que você toma durante a sua vida, pois cada vez mais as coisas estão mudando e crescendo em ritmo acelerado e, logo, isso se encaixará em seus valores.

Em tempos difíceis, pode ser que seja difícil vencer sendo honesto, mas por outro lado você ganhará um orgulho de si mesmo e sua vitória será a longo prazo, pois os melhores aplausos virão de sua consciência. Uma vitória sem esforço não vale a pena, pois querendo ou não, nossa consciência cobra um preço alto quando precisamos contrariá-la. 

Geralmente, o resultado disso são insônias, tristezas, mau humor, entre outros sintomas. Na vida, algumas vitórias só têm sentido se conquistada dentro das regras do jogo da vida, ou seja, devemos lutar para sempre vencer, mas nunca de qualquer jeito, passando por cima das outras pessoas e deixando elas infelizes por isso.

Caso contrário, você pode até vencer, mas perderá o respeito e a confiança em si mesmo. Por isso, tenha consciência de que tudo está sendo feito dentro de um padrão ético, pois a vida cobra.

Por Daniela Almeida da Silva

Para as pessoas interessadas no mercado da tecnologia, é importante saberem que não se deve apenas acreditar naqueles estudos que afirmam que é mais importante você saber a técnica do que ter comportamentos positivos.

Pelo contrário, alguns especialistas defendem que as competências comportamentais são mais importantes que as competências técnicas, por isso, o profissional deve estar atento para as necessidades que, muitas vezes, não estão explícitas nos anúncios de empregos.

Cláudio Bido, coordenador do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico da BandTec, comenta: "Não sei se há uma competência específica para a área de TI, mas o mercado, através dos departamentos de recursos humanos, fala muito da capacidade de trabalhar em grupo, de ouvir (por conta do atendimento), de liderança, proatividade… São coisas ligadas a um conjunto de habilidades que são humanas e todos precisaríamos desenvolver".

Muitas empresas levam em conta que o profissional saiba ouvir e entender o que é dito por alguém, desenvolver posturas corretas ao conversar com outros colegas de trabalho e ser ético no ambiente profissional.

Não há treinamento que ensine isso ao funcionário, então, a preparação profissional não pode ser deixada de lado pelos candidatos, pois, algumas empresas chegam a dar mais atenção ao comportamento do que ao nível de entendimento que o candidato apresenta sobre o cargo e as funções que irá desenvolver na empresa.

No caso da empresa L3, as contratações são feitas com peso igual: o candidato deve ser bom, mas precisa ter alguns valores embutidos. Já para os trainees, o lado mais visado é o campo psicológico. "Percebemos que é mais fácil ensinar a parte técnica do que a comportamental", esclarece Lopes, da L3.

No processo seletivo uma empresa sempre busca identificar o perfil do candidato para tentar descobrir se ele combina com a vaga que está sendo proposta, se tem as competências necessárias e se sabe se relacionar no ambiente profissional.

Por essa razão, os candidatos devem estar atentos e preparados para as entrevistas. 

Por Juliana Ghisi

Em entrevistas concedidas ao nosso site a designer de unhas Raquel dos Santos Morais acha que o mercado de trabalho em Nova Friburgo está muito escasso :“É muito restrito quanto às áreas de atuação, não há muitas opções, dependendo da sua profissão, é necessário se mudar para exercê-la. Faltam muitas vagas”, pensa. Ao procurar emprego na cidade, ela se sente frustrada: “Falta respeito por parte dos empregadores, dos entrevistadores; o comércio, por exemplo, anuncia vagas, recebem milhares de currículos, marcam a entrevista, querem que você vá na hora que te ligam; outras marcam horário e te deixam esperando, cheguei a ficar 2h25 esperando o entrevistador e ainda não tem a consideração de te ligar para dar uma resposta positiva ou negativa”; desabafa.

Raquel acredita que haja muita exploração por parte dos empregadores, “usam uma pessoa para dar conta do serviço de duas, não respeitam os intervalos, tempo para refeições, hora extra. Exigem que você execute tarefas que não fazem parte das suas obrigações”, mostra. Muita gente gasta o dinheiro da passagem, se alimenta na rua para ir a uma entrevista e gasta sem ter condição para isso, “Poderíamos ser ressarcidos. A passagem de ônibus na cidade é caríssima, muitas vezes não temos condições nem de imprimir um currículo, quiçá de pagar passagem todos os dias para fazer entrevistas”. A respeito do lanche cabe um pouco de bom senso: “se o entrevistador vai te deixar esperando, poderia te oferecer uma alimentação, tem gente que passa o dia todo na rua procurando trabalho”; justifica. 

Como ter experiência se não te dão oportunidade?

A estudante Faline Pedro tenta se inserir no mercado de trabalho há um ano, mas tem dificuldades: “Curso Gestão de Recursos Humanos e tento encontrar um emprego que se encaixe nessa área que quero exercer, mas encontrar oportunidade é difícil”, fala. As empresas não contratam quem não tem experiência e para ela, o motivo é claro: “Hoje em dia é mais fácil, prático e mais em conta a famosa prata da casa do que trazer alguém de fora que não tem experiência; leva tempo para treinar e se gasta com isso”, opina.

Mesmo na busca de trabalho, a estudante investe na sua atualização profissional fazendo cursos, dedicando-se à faculdade e fazendo pesquisas. Deseja trabalhar em uma empresa que valorize o conhecimento que vem adquirindo: “Procuro algo no setor administrativo, secretária, algo que tenha a ver com o que estou me formando”, destaca.  Faline Pedro vê um desafio pela frente: “Ter condições de adquirir conhecimento e investir numa profissão é complicado, porque tenho gastos e não consigo reaver meus custos. Mas quero mais para frente conseguir um bom emprego”, finaliza.

Desempregado por opção: 

A decisão de ficar desempregado foi estudada por Pedro Gomes, que saiu do antigo emprego há cerca de um mês: “Antes de rescindir o contrato com a empresa, calculei a parte financeira, as contas e o tempo parado que iria ficar, para que as contas não deixassem de ser pagas. Economizei e guardei dinheiro”, afirma.

O jovem busca crescimento profissional e não quer escolher um trabalho com tanta pressa, por enquanto consegue suprir a ausência do trabalho e almeja um melhor aprendizado: “Estou fora do mercado hoje por opção, recebo propostas de trabalho, mas no momento vejo mais vantagem esperar o próximo ano para começar em um novo emprego”, expõe.

As pessoas precisam trabalhar para que possam pagar as contas, manter a família e suprimir as necessidades; o profissional tem o direito de ser valorizado para que as relações sejam equilibradas: ofereço minha mão de obra e preciso receber por isso. Mas o que é visto é o enriquecimento das empresas, uma indústria que cresce cada dia mais, deixando a desejar e levando a população a buscar alternativas, como o mercado informal, onde trabalhar por conta própria é mais vantajoso. 

Por Agnes Lutterbach Moreira da Costa

Conforto. Palavra simples e que é de fácil definição, sempre estamos em busca de situações confortáveis. Geralmente o confortável nos faz sentir bem. Bom, nem tanto.

Hoje em dia, todas as pessoas querem um bom emprego, com bons chefes, colegas cordiais e prestativos, ambiente de trabalho ameno, enfim, tudo isso traz conforto para os trabalhadores. Contudo, a palavra conforto nem sempre está relacionada a esses aspectos referidos anteriormente. Quando o conforto refere-se a essas questões, ele é ótimo, pois sabe-se que o indivíduo está no lugar certo e executando tarefas que realmente são benéficas para ele. O trabalhador recebe como remuneração bem mais do que o provento mensal em dinheiro, ele aproveita a vida laboral e sente-se identificado com as pessoas que ficam na sua volta. O problema surge quando o conforto está atrelado ao simples fato de ganhar o salário no final do mês por ter executado tarefas relativas à função que não geram sentimento algum no trabalhador.

O “conforto prejudicial” é diagnosticado quando o empregado faz o que lhe é determinado, pelo simples fato de fazer e de manter o seu emprego, esse nível de segurança pode ser alcançado num emprego que o indivíduo não goste.

O conforto pode ser encontrado em lugares onde a pessoa não se sente bem, mas é bem remunerada por fazer o seu trabalho. Quando essa situação é detectada, o indivíduo tem que agir com sabedoria, entender que o dinheiro não supre todas as necessidades. Seguindo as necessidades de segurança que todas as pessoas têm, ter um emprego é necessário e confere ao trabalhador a capacidade de poder se manter e dar meios de vida a sua família. O perigoso é quando essa atividade remunerada já não gera motivação.

Para poder fazer um bom trabalho, precisa-se de motivação, isto é, o colaborador precisa manter-se identificado com a sua função e buscar que ela seja fonte de prazer na sua vida. Como se pode unir prazer e trabalho? Fazendo o que se gosta, buscando desafios e não ficando parado, estagnado no mesmo lugar.

A busca pela realização profissional deve ocupar um espaço importante na vida das pessoas, caso contrário as chances de desenvolver patologias relacionadas ao stress aumentam de forma considerável.

Por Melina Menezes.

Errando é que se aprende, mas você não precisa necessariamente errar antes de aprender. No mercado de trabalho cada vez mais competitivo e intrincado pela globalização e pela agilidade na troca de informações, já não restam dúvidas de que as melhores oportunidades estarão nas mãos das pessoas mais versáteis, que forem diferenciadas e capazes de acompanhar as mudanças e absorvê-las de forma rápida e eficiente. E para você estar apto a concorrer em igualdade de condições e chamar a atenção de maneira positiva por parte do empregador, segue algumas dicas importantes.

Cuide sempre muito bem de você mesmo! Antes mesmo de iniciarmos a falar sobre a entrevista em si e sobre a preparação para a “hora H do dia D”, existem outras considerações importantes para fazer e talvez a maior delas é a apresentação pessoal. Não me refiro aqui à aparência, mas de como você é enquanto postulante a se tornar o grande e diferenciado profissional que as empresa está buscando. Para isso, fique sempre antenado, leia bons livros e tenha sempre acesso ao que está acontecendo no mundo à sua volta. Informe-se e atualize-se sobretudo nos assuntos que dizem respeito à área de atuação a qual você deseja concorrer.

Se for verdade que a primeira impressão é a que fica, então você vai querer deixar a melhor possível, não é? Aparência é sempre um assunto muito abordado quando se fala em entrevistas de emprego, mas que sempre é bom frisar. Então, capriche na apresentação pessoal, mas lembre-se de que é uma ocasião profissional e não os "Embalos de Sábado à Noite", portanto, evite o excesso de maquiagens, adornos ou perfumes. Além disso, não use roupas muito chamativas ou curtas.

A pontualidade é um ponto crucial quando se concorre a uma vaga de emprego. Um atraso, por menor ou por qualquer motivo que seja, pode ser interpretado como sinal de desatenção ou falta de comprometimento, logo, se programe, esteja certo de conhecer o local da entrevista, defina previamente os meios pelos quais pretende chegar lá e procure chegar com alguma antecedência.

Seja receptivo e educado com as pessoas no local da entrevista, sejam futuros colegas ou seus concorrentes. Cuidado para não exagerar nos sorrisos ou frases efusivas, isso soa pretensioso e artificial. Seja você mesmo, mas um você mais polido e que demonstre o quanto está animado para fazer parte daquele grupo.

Tenha segurança ao se expressar física e verbalmente! Uma pessoa segura e articulada no modo de falar com certeza terá um grande diferencial. Quando responder às perguntas do entrevistador, não demonstre nervosismo e evite gaguejar. Procure dar respostas claras e em tom firme, sem monossílabos nem rodeios. Seja criativo (quando a situação assim o exigir) e em hipótese alguma utilize gírias. Apelar para o senso de humor é arriscado e depende muitas vezes do entrevistador, se sentir que deve fazê-lo, que seja de forma sutil e respeitosa.

O que fazer no caso das dinâmicas de grupo? Um método bastante comum utilizado pelas empresas ao observar seus candidatos, as dinâmicas servem de parâmetro para testar as habilidades de liderança, cooperação e capacidade de solucionar problemas. Portanto, seja participativo, opine e argumente, mas também demonstre ser generoso ao ouvir outros pontos de vista.

Seguindo esses passos você tem boas chances de tornar-se uma opção interessante para qualquer empresa. Mesmo que você ainda não tenha alguma entrevista programada, é sempre bom se manter atualizado e aberto ao conhecimento, afinal, é ele o que nos faz crescer como profissionais e como pessoas.

Por Maicon Rodrigues

O site americano CareerBuilder fez recentemente um levantamento da carência de mão de obra específica nos mercados de trabalho nas dez maiores economias do mundo. Atualmente, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking, portanto, esse estudo têm muito a nos dizer.

No Brasil , 63% das empresas pesquisadas afirmou que têm vagas em aberto e que encontram grandes dificuldades para preenchê-las. Nesse quesito, o país só perde para China. Destas empresas, 74% declarou que essa carência de mão de obra gera reflexos negativos na organização como um todo. Quase 40% dessas empresas disseram ainda sofrer de perdas na produtividade. 

Essa escassez gera efeitos negativos sobre a economia do país que precisa crescer para manter bons níveis de investimento internacional que geram efeito em cascata sobre todo o mercado de trabalho.

A alta rotatividade resultante dessa desqualificação atinge também a população que acaba pagando a conta pelos incontáveis prejuízos econômicos. É preciso uma série de investimentos em todos os setores da sociedade, mais em específico na educação, para que em um futuro próximo não falte mão de obra qualificada e para que o desenvolvimento do país possa seguir com fôlego de sobra.

Por Bruno Hardt

O mercado de trabalho é muito competitivo. Enquanto procuramos emprego, costumamos mandar currículo para várias empresas, buscando oportunidades, muitas vezes, em empresas concorrentes. Eis que acontece: somos convocados por mais de uma empresa para iniciar o desempenho da função. Mas como escolher em qual delas trabalhar se as oportunidades forem bem parecidas?

A escolha deve ser bem pensada. Uma ferramenta que pode auxiliar na decisão são as pesquisas de faixas salariais, que são publicadas em jornais ou em sites de busca de emprego. Com essa informação em mãos, fica mais fácil decidir e até argumentar com a empresa.

Outra dica que pode ajudar é verificar a política de benefícios de cada empresa, levando em consideração o seu estilo de vida e qual empresa se enquadra mais com ele.

A proximidade da empresa com relação à sua residência também deve ser levada em conta, pois o trânsito está cada vez mais caótico e os meios de transportes públicos cada vez mais cheios, podendo causar atrasos e o inevitável estresse.

Além de todos os quesitos mencionados, deve-se também verificar a ascensão na carreira. A empresa oferece crescimento profissional? Como seria o caminho para atingir o topo? Em quanto tempo a empresa oferece esse tal crescimento?

Levando em consideração todos os itens já mencionados e adicionando o seu “feeling” (pois no momento da entrevista sentimos simpatia ou ainda aversão por determinada empresa), não há como errar!

Agora é só juntar a documentação e iniciar mais um desafio!

Por Aline Neves

Ciências Contábeis é uma ótima opção para quem deseja ter um emprego garantido.

Os principais cursos escolhidos por darem um bom retorno financeiro são Medicina, Engenharia e Direito. Mas o que poucos sabem é que há outras oportunidades, inclusive de cursos menos concorridos e que podem possibilitar um futuro promissor financeiramente.

O curso de Ciências Contábeis, por exemplo, é uma destas opções. Independente do porte da empresa, quando ela é constituída, é obrigatória a contratação de um profissional da área contábil.

Rogério Massami Kita, professor e coordenador do curso de Ciências Contábeis da FAM (Faculdade das Américas), conta que o mercado de trabalho nesta área está carente de bons profissionais e sempre há processos seletivos, inclusive com ótimas remunerações.

Com um cenário econômico cada vez mais globalizado e dependente das normas internacionais de contabilidade, o campo para a atuação de profissionais da área contábil tem crescido.

Embora a graduação seja obrigatória, ela não garante um bom emprego, é preciso investir na atualização profissional e em novos cursos, principalmente em conhecimentos internacionais, já que grande parte das empresas estrangeiras está migrando para o país.

Outro item importante para a profissão é o registro, que demonstra a profissionalização do candidato. Além disso, a experiência profissional também conta. Para quem não tem experiência, vale investir em tudo o que a universidade oferece, como palestras, seminários, cursos e estágios.

Por Natali Alencar

Depois que terminam a universidade, os estudantes recém-formados buscam uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. Confira quais são os principais requisitos exigidos desse perfil de candidato:

Em geral, o primeiro aspecto cobrado é o nível de fluência no idioma inglês. Além disso, para preencher uma vaga, é necessário que o jovem profissional tenha um conhecimento técnico mais aprofundado e competências comportamentais desenvolvidas. Esses critérios acompanham o ritmo das atividades, pois elas são mais complexas do que as de um estágio, por exemplo.

Nos processos seletivos, as empresas buscam jovens que tenham autonomia para realizar o seu trabalho e, principalmente, que saibam tomar decisões. Nesse momento, os candidatos que tiveram um bom nível de aprendizado em experiências anteriores, como em estágios e atividades voluntárias, podem obter destaque.

As empresas também avaliam o foco dos recém-formados. Por isso, ter definido os seus objetivos profissionais é muito importante. Além disso, os recrutadores procuram pessoas que se identifiquem com os valores da empresa. Portanto, conheça bem a organização na qual tem interesse em trabalhar. Boa Sorte!

Por Melisse V.

Como o currículo é o seu primeiro contato com uma empresa, é preciso mostrar uma boa impressão a fim de aumentar suas chances de ser chamado para uma entrevista. Veja algumas dicas a seguir:

Geralmente as empresas exigem foto no currículo quando a vaga se trata de uma função que lida com o público. É recomendável que sua foto seja em traje de trabalho, isto é, com roupa formal. Não precisa ser de paletó e gravata ou terno. Camisa social é suficiente.

Se você tem um blog ou sites de relacionamento e acredita que as informações podem contribuir e favorecer o seu currículo, como exposição de algum trabalho por você realizado, por exemplo, vale à pena citar os endereços eletrônicos no documento.

O currículo deve ser o mais direcionado possível, por isso, adaptar o seu para cada tipo de vaga aumentará suas chances. Como não há uma regra sobre a quantidade de folhas, prefira que o seu currículo seja sucinto. Em geral, uma folha é suficiente.

Lembre-se que o que chama a atenção do selecionador é a disposição das informações de modo claro organizado e objetivo. Portanto, não use papeis coloridos e perfumados. Apenas cite a sua pretensão salarial se for solicitada. Boa Sorte!

Por Melisse V.

Durante a década que passou (2001-2009) o Brasil teve mais pessoas entre 25 a 34 anos saindo do mercado de trabalho informal. É o que revela um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo indica que a formalização do trabalho chegou a um patamar médio de 54,6%, em comparação com o registrado em 2001 (46,3%).

A região que mais se desenvolveu nesse sentido, em termos demográficos, foi a Sudeste, que saiu dos 47% em 2001 para atingir 53,6% em 2009. Por outro lado, ocorreu uma evolução significativa da formalidade na região Nordeste (27,4%), embora isso não seja merecedor de comemoração, pois ainda falta muito para que isso aconteça.

Na região Norte, o aumento da formalização das oportunidades de trabalho saiu dos 26,5 registrados em 2004 para os 33% em 2009. No Centro-Oeste, apesar de ser registrado aumento no número global de trabalhos formais (próximos aos 54%), foi constatado também que as ocupações informais se elevaram em cerca de 10%. Somente Sul e Sudeste registraram queda efetiva da informalidade (3,17% e 2,6%, nessa ordem).

Por Alberto Vicente

Com a proximidade da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o investimento de grandes empresas em diversos setores vai aumentar muito. E a busca por profissionais qualificados já começou.

Ente os setores que irão requisitar grande número de profissionais é a área de energia e construção civil. De acordo com empresários do ramo, boa parte dessas vagas não está sendo preenchida, a falta de profissionais qualificados é grande, já que grande parte deles atualmente trabalha no exterior.

O setor elétrico também passa por situação semelhante. As pessoas têm buscado oportunidades em concursos públicos e estão se esquecendo que investir em qualificação também pode render excelentes oportunidades.

Assim como esses setores, tudo aquilo que está ligado à infraestrutura também fará parte das áreas de expansão.

Aproveite esse aquecimento de mercado e procure se informar sobre cursos e graduações, a dica é investir na sua área de formação.

Por Milena Evelyn

O crescimento dos postos de trabalho na última década é proveniente do esforço de governo e empresários para fazer o Brasil avançar. Obviamente, existe todo interesse particular, no sentido empresarial, mas a população, beneficiada com os números, só tende a acompanhar o movimento de alta.

Em contrapartida, donos de empresas relatam haver, atualmente, falta de mão de obra qualificada no país. As exigências, cada vez mais altas, começam a estimular brasileiros na busca por cursos técnicos e superiores. Levantamento exposto por meio do Seminário de Análise Conjuntural do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE-FGV) revela que o mercado de trabalho no país permanece aquecido.

De acordo com Rodrigo Leandro Moura, pesquisador do instituto, no princípio de 2011 o maior número de empregos gerados se pautou, principalmente, em vagas que determinavam qualificação mais elevada, desde candidatos com curso de Ensino Médio até aqueles com Pós-graduação.

Em janeiro de 2011, o desemprego recuou 1,19% no confronto anual. Na visão de Moura, essa situação reflete as iniciativas adotadas pelo governo após a crise financeira global, entre outras, tais como ciclo de redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, e o crédito mais acessível para os consumidores.

Por outro lado, acredita, os aumentos da Selic podem levar o mercado de trabalho a uma desaceleração ou, pelo menos, estabilização. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estima criação de aproximadamente três milhões de vagas formais em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

No ano em que uma mulher assumiu o mais alto cargo do comando de uma nação, as previsões dos analistas são as melhores possíveis para o gênero. No ano em essa mesma mulher – Dilma Rousseff – formou um ministério bastante representativo, nada mais plausível do que vislumbramos um horizonte em que cada vez mais postos de trabalho tradicionalmente masculinos sejam ocupados por mulheres.

Um exemplo disso nas corporações privadas é aAmanco. A presidente da empresa, Marise Barroso, afirma que uma companhia, para ser bem sucedida, precisa apostar na diversidade sexual, etária e cultural; daí existir na Amanco duas mulheres e três homens em cargos de diretoria, conforme nos informa o site InfoMoney.

Outro exemplo vem justamente de um dos esportes em que a masculinidade ainda está muito em voga: o futebol brasileiro. Atualmente, é Patrícia Amorim quem preside o clube. Contudo, ela adverte que passou por situações constrangedoras até chegar a esse posto, chegando a sofrer “vários tipos de preconceitos exatamente por ser mulher”, afirma Patrícia que foi selecionada numa disputada concorrência ao cargo composta por seis homens.

Em um mês que é dedicado às comemorações do Dia Internacional da Mulher, vale lembrar a todas elas que já não precisam provar coisa alguma ao sexo masculino. Em se tratando de mercado de trabalho, cada vez mais as diferenças estão sendo quebradas. E viva a diversidade.

Por Alberto Vicente

Uma boa dica para quem está procurando emprego é ficar de olho nas áreas em que mais estão faltando profissionais qualificados. É uma alternativa melhor que focar nas áreas mais saturadas.

O site G1 fez uma lista dos 10 cargos mais difíceis de serem preenchidos atualmente no Brasil: Analista ou coordenador contábil com inglês fluente; Consultor SAP com inglês fluente e experiência; profissionais da área de Tecnologia da Informação; profissionais da área de tele-atendimento; Coordenador de Medicina e Segurança do Trabalho para o varejo; Engenheiros, Médicos, Secretárias; profissionais da área de mineração e profissionais da área petroquímica e de energia.

De acordo com as empresas que foram consultadas para a formação da lista, os interessados em preencher essas vagas devem ter uma formação bastante sólida e aproveitar tudo o que o seu curso pode oferecer.

Fica aí a dica também para quem está entrando na universidade. 

Por André Gonçalves

Mudanças no mercado de trabalho ocorrem constantemente, as adequações são tanto para o empregador quanto para o empregado. Exigências e determinação fazem parte desse processo que move o mercado de trabalho no mundo todo. Na ultima década o termo empregabilidade tem sido abordado de maneira comum entre as pessoas. Significa qualidade do que ou de quem é empregável, a qualidade de empregável.

Podemos dizer que esse termo é resultado de uma serie de fatores que o individuo deve ter. Por exemplo, a capacidade moral ou integridade, ética e honestidade devem fazer parte da personalidade da pessoa. Formação técnica, bom relacionamento e resiliência que nada mais é a capacidade de adaptação, bem como a flexibilidade.

Esse conjunto de caracteristicas elege um individuo em detrimento aos outros como uma pessoa de empregabilidade.
Fique atento as suas qualidades e invista potencialmente nelas.

Por Milena Evelyn