O crescimento dos postos de trabalho na última década é proveniente do esforço de governo e empresários para fazer o Brasil avançar. Obviamente, existe todo interesse particular, no sentido empresarial, mas a população, beneficiada com os números, só tende a acompanhar o movimento de alta.

Em contrapartida, donos de empresas relatam haver, atualmente, falta de mão de obra qualificada no país. As exigências, cada vez mais altas, começam a estimular brasileiros na busca por cursos técnicos e superiores. Levantamento exposto por meio do Seminário de Análise Conjuntural do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE-FGV) revela que o mercado de trabalho no país permanece aquecido.

De acordo com Rodrigo Leandro Moura, pesquisador do instituto, no princípio de 2011 o maior número de empregos gerados se pautou, principalmente, em vagas que determinavam qualificação mais elevada, desde candidatos com curso de Ensino Médio até aqueles com Pós-graduação.

Em janeiro de 2011, o desemprego recuou 1,19% no confronto anual. Na visão de Moura, essa situação reflete as iniciativas adotadas pelo governo após a crise financeira global, entre outras, tais como ciclo de redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, e o crédito mais acessível para os consumidores.

Por outro lado, acredita, os aumentos da Selic podem levar o mercado de trabalho a uma desaceleração ou, pelo menos, estabilização. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estima criação de aproximadamente três milhões de vagas formais em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FGV

Empresários brasileiros de setores díspares têm mostrado preocupação com a falta de qualificação da mão de obra no país. Muitos se utilizam das ferramentas humanas estrangeiras para suprirem a carência e o governo e algumas entidades especializadas, por sua vez, procuram sanar o problema por meio de programas qualificativos.

Presidentes de empresas do país acreditam que na próxima meia década a falta de talentos será a grande preocupação. De acordo com levantamento emitido pela consultoria da IBM, a ausência da mão de obra é mais evidente entre CEOs da nação brasileira em confronto ao restante do mundo.

Ricardo Gomez, diretor da consultoria da IBM para a América Latina, afirma que essa falta deve-se à forte ampliação da economia do país e o alargamento da importância do Brasil para com o globo terrestre. Acredita, segundo reportagem exprimida pelo Estadão, na competição entre o pessoal mais qualificado se açulando, tanto que profissionais do país, atualmente no exterior, começam a esboçar retorno.

Apesar dos pesares, jargão nacionalmente conhecido, o crescimento da economia incide positivamente aos empresários quando o tema em questão é perspectivas de negócios, situação muitas vezes melhor no Brasil do que em outros países. O aumento de cidadãos na classe Média e o poder aquisitivo é um grande referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Por Levi Rocha

A qualificação do funcionário é um investimento com retorno garantido na maioria dos casos. Gera satisfação por parte do colaborador, aumento da produtividade e crescimento da qualidade de seu serviço.

O incentivo, seja por convênio, subsidio ou por financiamento cria um relacionamento e um vínculo cada vez maior entre o colaborador e a empresa, e normalmente gera uma necessidade de permanecer com alta qualidade para que sua posição na empresa não corra riscos e seu beneficio seja perdido.

Incentivos para que o funcionário participe de cursos, treinamentos, graduações e pós-graduações sempre vão gerar uma maior produtividade, mesmo que o emprego fique mais “caro”. A mão-de-obra qualificada pode ter um desempenho superior, compensando ao empregador através dos resultados obtidos.

Por José Alberi Fortes Junior

Com sede em Curitiba, a empresa Agilidade RH de locação de mão-de-obra temporária consolidou-se no mercado através da qualidade da prestação de serviço em mercados emergentes. A empresa desenvolve assessoria na área de Recursos Humanos sempre voltada para a satisfação de seus clientes, no caso, empresas de voltadas para indústria, comércio e saúde, tanto de pequeno, médio como grande porte.

Dentre os serviços prestados estão: Setor Administrativo, Telefonia, Conservação e Limpeza, Carga e Descarga, Jardinagem, Administração de Condomínios, Panfletagem, Recrutamento e Seleção, Plano de Remuneração, Organização de Eventos, Administração de Contratos, Treinamento de Pessoal, Serviços Temporários e Terceirizados, Administração de Condomínios, Assessoria e Serviços Empresariais e muitos outros.

No site da Agilidade RH (www.agilidade.com.br) é possível encontrar vagas disponíveis, algumas empresas clientes e também um campo de contato para tirar dúvidas e sugestões.

Por Rafaela Ometto