No local de trabalho, você encontra pessoas de todos os tipos. Tímidas, extrovertidas, comunicativas, alegres, sérias, sisudas, etc. Pessoas de riso fácil e pessoas que não riem da piada mais engraçada do mundo.

Saber respeitar essas diferenças essenciais entre as pessoas é essencial para manter um ambiente de trabalho harmonioso.

“Forçar a barra” para que pessoas mais reservadas se enquadrem totalmente no ritmo de um departamento mais descolado pode não ser uma boa atitude. Algumas pessoas gostam de ter seu espaço totalmente preservado, o que não significa que elas devam ser isoladas dos demais. É preciso observar as pessoas e saber até onde se pode chegar com brincadeiras, piadas e outros tipos de liberdade. Ninguém é obrigado a proceder como a maioria.

A beleza do ser humano está nas diferenças entre os indivíduos. Respeitar os limites de cada um é fundamental para que as coisas fluam bem, não só no trabalho, mas em qualquer outro lugar.

Você tem um colega que nunca perde a oportunidade de bajular o chefe. Elogia a gravata, o terno, o carro novo. Nas reuniões, só falta deitar no chão para que ele pise em cima. Essa postura é muito comum, mas geralmente não vale a pena.

O bom chefe é sempre capaz de perceber quem são os puxa-sacos. Eles são pessoas que na maioria das vezes usam esse recurso para esconder a própria incapacidade para o trabalho. Como não produzem, precisam distrair o chefe com elogios, para que ele não veja o tamanho da incompetência. Chefes que gostam de ter puxa-sacos não são bons chefes. Só tem a necessidade de serem elogiados, muitas vezes sem motivo.

Faça seu trabalho da melhor maneira possível e não entre nessa de puxa-saco. O puxa-saquismo não resiste a um chefe sábio e bem preparado. Melhor não arriscar.

Seu trabalho é daqueles que exige que você trabalhe o dia todo em pé ou sentado? Horas a fio parado na mesma posição ou realizando movimentos repetitivos? Se esse é o seu caso, comece a prestar atenção, pois sua saúde pode estar sendo prejudicada.

No passado, a saúde ocupacional era um tema negligenciado tanto por patrões como por empregados. Mas com o passar dos anos, e com o surgimento de inúmeros casos de doenças provenientes de atividades produtivas, muitos começaram a se preocupar. Colaboradores afastados por doenças ocupacionais geram prejuízos às empresas e a si mesmos.

Se sua empresa não tem um programa de saúde ocupacional, informe-se por conta própria sobre medidas preventivas como ginástica laboral e exercícios nos intervalos da jornada. Fazendo isso você só terá a ganhar.

É sempre a mesma coisa: seu colega chega e se pendura no telefone a manhã toda. Você percebe que não são assuntos de trabalho e sim pessoais ou até mesmo meras futilidades. Ele é um exemplo a seguir? Obviamente que não.

O patrimônio e os bens da empresa pertencem a ela e a mais ninguém. Cada empresa tem regras internas para o uso do seu patrimônio e dos equipamentos pelos colaboradores.

Evite usar o telefone para assuntos pessoais, fazer “freelances” no horário de expediente ou se aproveitar de coisas dentro da empresa para resolver seus problemas.

Quem age assim é mal visto e pode vir a ter aborrecimentos no futuro. Tenha bom senso! A empresa não foi feita para você usufruir dela sem controle, e sim para que você e ela possam ganhar juntos.

Seu expediente começa todo dia às 8:00 h. Você mora longe e coloca o despertador para as 07:15h. Ele toca e você põe no soneca. Resultado: atrasos todos os dias.

O tempo foi inventado para organizar a vida do homem. Não devemos ser escravos dele, mas também não podemos agir como ele se não existisse. Horário de trabalho se cumpre e ponto.

Imagine você se todo mundo decidisse chegar atrasado por conta própria, o quanto as empresas deixariam de produzir ao final de um ano. Seria um verdadeiro caos.

Tenha um pouco de disciplina e aprenda que seguir corretamente o horário de trabalho não beneficia só à empresa, mas sim a você mesmo.

Você chega à empresa e a copeira está entrando junto com você. Qual sua atitude? Vira a cara e faz ar de superior ou a cumprimenta gentilmente como se ela fosse qualquer outra pessoa? Se sua resposta for a primeira opção, você precisa começar a olhar não só para cima no trabalho.

Em qualquer organização, o relacionamento humano e o tratamento entre as pessoas devem ser igualitários. Não é porque você é um de setor com pessoas mais qualificadas que vai poder desprezar as pessoas da limpeza e manutenção, por exemplo.

Nem se restringir a cumprimentar e bajular aqueles em posições hierárquicas superiores a você. Tomadas como seres humanos as pessoas são todas iguais e merecem sempre o mesmo respeito e consideração, independente do cargo que ocupam.

Se você não age assim, comece a tratar todas as pessoas do trabalho da mesma forma. Você vai ver quantas pessoas maravilhosas existem por lá, e em todos os setores.

Você está concentrado em seu trabalho e de repente aparece o colega ou a colega recém-contratado(a) que chama sua atenção pela beleza, simpatia ou ambas… E agora? Será que você deve iniciar um envolvimento com alguém de dentro da empresa?

Esse é um tema complicado e que é encarado de maneiras diferentes em cada empresa. Alguns empregadores condenam, outros são indiferentes ou alguns poucos até incentivam.

O mais importante é ter consciência da postura da direção da empresa em relação a essa questão e estar atento a todas as normas internas sobre o assunto. Não tente desafiar proibições, pois você e seu parceiro(a) podem se dar mal.

Seja adulto(a) e tenha controle dos seus impulsos e sentimentos. Viver uma história de amor é uma das melhores coisas da vida, mas quando se trata de local de trabalho cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém…