Todo e qualquer ambiente corporativo possui suas próprias regras. O trabalhador não pode simplesmente fazer o quê quiser, cabendo ao empregador elucidar no ato da contratação as principais normas de conduta. Com o avanço maciço da internet dentro e fora de escritórios não é de se estranhar que a utilização de computadores para diversos fins ganhe certa entonação.

Enquanto a geração de oportunidades de trabalho avança paulatinamente, também cresce o número de funcionários desligados do quadro de funcionários, inclusive por justa causa. Informações do Ministério do Trabalho apontam que essa recorrência cresceu 9% no ano passado em comparação a 2009, ou 61,7 mil pessoas em 2010.

Ferramentas específicas têm ajudado patrões a saberem mais a fundo o que cada funcionário faz com seu computador, sobretudo pela internet. Triste constatação aponta que muitas pessoas adoram acessar conteúdos pornográficos em seus ambientes de trabalho. De acordo com Jefferson Morais dos Santos Junior, especialista em Direito Trabalhista, a empresa pode, sim, monitorar seu empregado, mas o acesso ao e-mail, mesmo particular, não pode e não deve ser observado.

Constatado casos de uso incorreto da internet, a companhia deve reunir o maior número de provas possível. Acusação grave sem as devidas justificativas pode trazer consequências graves, afetando não apenas o empregado e demais colegas, mas a própria família.

Por isso, muita atenção ao uso da internet.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa

A questão que abrange o tema que trata da legislação trabalhista no que diz respeito ao abandono de emprego ainda é um pouco falha e com uma redação de difícil entendimento o que gera muitas confusões e múltiplas interpretações.

O que é fato e necessário que se tenha em mente é que esta prática é considerada uma falta grave, permitindo ao empregador realizar a dispensa por justa causa.

Para isso acontecer é necessário que a mesma aguarde um determinado período para que possa aplicar tal penalidade. A CLT não é clara quanto ao tempo que a organização deve esperar, mas jurisprudências diversas adotam como tempo considerável as faltas injustificadas ao trabalho por tempo superior ou igual a 30 dias e diferente do que era feito antigamente às organizações não basta apenas publicar o abandono em jornal de grande circulação, mas sim deve ser enviada ao funcionário uma correspondência registrada ou deve o empregador ir pessoalmente comunicá-lo da sua dispensa.

Para mais esclarecimentos, uma dica para leitura está disponível no endereço abaixo:

http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/abandono_emprego.htm