Taxa de emprego recuou 0,7% em julho deste ano na indústria brasileira.

Os atuais problemas econômicos têm gerado consequências graves em diversos setores de nossa economia. A indústria, por exemplo, é um dos setores que mais sofre com a crise atual. Um grande exemplo disso é a taxa de emprego que recuou 0,7% na virada junho para julho. Vale ressaltar que esse é um dado oficial do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

É importante destacar que quando a comparação é feita com julho de 2014 o resultado é ainda pior, pois a queda real é de 6,4%. Tal resultado representa nada menos que o 46º resultado negativo em 2015 para esse tipo de taxa. Já em relação ao acumulado dos sete primeiros meses de 2015, a baixa é de 5,4%. O acumulado dos últimos meses aponta uma queda nos empregos da indústria de 4,9%.

Um fato bastante preocupante é que analisando os diversos setores da indústria brasileira, 17 dos 18 pesquisados registraram baixa na taxa de emprego em relação à comparação feita com julho de 2014. Dentre os principais destaques negativos está o de meios de transporte que apresentou baixa de 11,9%. O pior resultado do período foi do setor de máquinas e aparelhos eletrônicos e de comunicações que registrou baixa de 15,1%. Máquinas e equipamentos, produtos de metal e outros produtos da indústria de transformação também tiveram taxas de quedas altas, sendo elas 9,1%, 10,7% e 10,1%, respectivamente.

Além disso, a taxa de desempregado não foi a única que recuou na comparação feita com junho de 2014. O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria brasileira apresentou recuo de 1,8%. O resultado de julho foi muito impactante, haja vista junho ter registrado um aumento de 1,3% na folha salarial.

Apesar disso, a queda de 1,8% registrada em julho é ainda menor quando a comparação é feita com julho de 2014. Nesta linha de comparação a queda real foi de 7%, sendo assim, estamos falando da décima quarta taxa negativa consecutiva do período considerado.

Por Bruno Henrique

Aloísio Campelo, coordenador de sondagens da Fundação Getulio Vargas,  avalia que contratações no setor das indústrias de transformação devem voltar a crescer somente em 2013. Para Campelo os empresários do setor pretendem esperar dados mais sólidos sobre o aumento de demanda para ampliar a produção.

Segundo a pesquisa da FGV mesmo com o índice de expectativa de emprego estar em 111,8 pontos, contra os 109,9 do mês passado no setor industrial, faltam ainda sinais mais sólidos de retomada do crescimento da produção. Os dados e as declarações foram feitos durante a apresentação da pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação.

O economista da FGV apresentou ainda dados que mostram que as expectativas dos empresários para o último trimestre do ano não melhoraram muito. Segundo o índice, a expectativa de aumentar a produção industrial nos últimos três meses do ano está em 130,8 pontos, contra os 130,9 pontos para a expectativa de aumento de produção nos meses subsequentes em relação a setembro. Ele avalia, ainda, que um patamar que indicaria uma forte produção industrial seria de um índice na casa dos 140 pontos.

Com o crescimento lento do setor industrial, o nível de utilização da capacidade de produção instalada apareceu nessa pesquisa quase estagnada, com apenas 0,1% de aumento em relação ao mês anterior. Agora, a utilização da capacidade instalada da indústria nacional é de 84,2%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão

A campanha presidencial de Dilma Rousseff levou aos brasileiros inúmeros dados positivos dos oito anos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do país. Além de ressaltar índices referentes à economia, a propaganda político-partidária da ex-ministra-chefe da Casa Civil destacou os números relacionados ao emprego.

Nas duas gestões de Lula, cerca de 15 milhões de postos de trabalho foram criados em todo o país, dos quais 2,5 milhões somente no ano passado. Mantendo bom nível de empregos pelo setor, a indústria paulista gerou 20 mil oportunidades em fevereiro, que somadas às de janeiro chegam a 34,5 mil no ano, alta de 1,36% sobre o primeiro bimestre de 2010.

De acordo com o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o avanço sem ajuste sazonal chegou a 0,81%.

A Fiesp assinala que de todos os ramos sondados, 16 apresentaram alta, enquanto três registraram índices negativos e outros três taxas estáveis. O destaque ficou por conta da Fabricação de Coque, derivados e biocombustíveis, com avanço de 3,5%. Por outro lado, a Metalurgia concebeu queda de 1,0%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fiesp

Enfocada em salientar para a sociedade uma série de dados, desde os mais simplórios a outros mais complexos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que após um quadrimestre de estabilidade, o número de trabalhadores com ocupação no setor industrial baixou 0,1% em dezembro sobre novembro do ano passado, já com ajuste sazonal.

Ao longo de sete meses, afiança o IBGE, o pessoal ocupado no segmento cresceu 3,3%, e em relação a dezembro de 2009 o emprego na indústria aumentou 3,4%, nível pouco mais robusto em relação ao comparativo anual de novembro (3,1%).

De acordo com o IBGE, todas as regiões sondadas contribuíram positivamente para os números, com destaque para Rio de Janeiro, onde o índice saltou 4,4%, em seguida por Santa Catarina e Minas Gerais, cada qual com alta de 3,9%, e São Paulo, com progresso de 3,0%.

Especificamente à indústria paulista, as atividades de meios de transporte registraram variação de 8,7%, acompanhadas pelo crescimento de 7,5% do ramo de máquinas e equipamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE

A partir dessa segunda-feira (29/11) o CST – Centro de Solidariedade ao Trabalhador, da cidade de São Paulo, está recebendo currículos para as 841 vagas de emprego, no setor de indústria, que se encontram abertas no momento.

Os cargos oferecidos são: ajudante de eletricista, auxiliar de linha de produção, costureira, mecânico de ar condicionado, operador de empilhadeira e soldador. Para todas as vagas é necessário ter pelo menos seis meses de experiência na função.

Salários variam de R$ 520 a R$ 2,1 mil.

Interessados devem comparecer a uma das unidades do CST em São Paulo, portando documentação, currículo e carteira de trabalho. O horário de funcionamento é das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira. Saiba os endereços e obtenha mais informações aqui.

Por Thiago Martins

Os dados sobre a criação de emprego em todo o país têm correspondido aos diagnósticos mensurados por Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, e Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, embora o número de postos de trabalho criados no primeiro semestre tenha ficado pouco abaixo das expectativas. Ambos acreditam, porém, na geração de 2,5 milhões de vagas até o final deste ano.

Um segmento, em especial, merece atenção. Segundo Walter Sacca, diretor-adjunto do Departamento de Economia da Federação das Indústrias do Estadão de São Paulo (Fiesp), a indústria paulista deverá criar entre 110 mil e 120 mil empregos em 2010, correspondendo, portanto, a um número 4% maior em comparação ao ano passado.

Em outubro, segundo o portal R7, foram criados 1,5 mil postos, algo que para Sacca deve ser observado simplesmente como uma reserva, pois a base comparativa de 2009 é fraca. Informações da Fiesp revelam que no mês passado 13 dos 22 setores examinados ilustraram dados positivos, o menor volume constatado desde dezembro do ano passado, quando somente quatro setores apresentaram boa atuação.

Aludindo a menção feita por Paulo Francini, diretor da entidade, Sacca acredita que a criação de novas companhias está em baixa em todo o Brasil, algo que sinaliza, portanto, processo de desindustrialização, situação tida pela Fiesp como diminuição da participação relativa do segmento de transformação no Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 08 de outubro de 2010, o emprego na indústria brasileira obteve um crescimento de 0,1% no último mês de agosto, em relação ao mês anterior.

O resultado não possui influências sazonais e já é o oitavo mês seguido de crescimento apresentado no setor. Considerando os oito primeiros meses deste ano, o índice registrou um aumento acumulado de  3,2%.

Comparado com agosto do ano passado, o número de trabalhadores na indústria brasileira teve um aumento em todas as quatorze regiões pesquisadas pelo IBGE.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1

 

Uma boa notícia para aqueles que desejam uma vaga nas indústrias de todo o País. A última pesquisa divulgada pela Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontou que a elevação da oportunidades nas indústria foram de cerca de 2% de janeiro a maio deste ano.

O IBGE analisa os dados com cautela. Apesar dos números serem positivos, comparados com o mesmo período do ano passado, quando estávamos no auge da crise, o resultado é 3% menor. Esses números demonstram que não existe uma explosão de contratações, mas sim uma boa manutenção entre os cargos encerrados e os novos postos ocupados nas indústrias do Brasil inteiro.

Por R.D.

Estão abertas 1000 vagas de emprego na Reduc – Refinaria de Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro.

Desde o dia 1 de Setembro de 2008 os interessados podem deixar seu currículo no Centro de Recrutamento e Seleção do Trabalhador da Prefeitura de Duque de Caxias.

Anote o endereço: Rua Silvia Fernandes, 275, Parque Duque (das 8h às 14h).

Não foi divulgado um e-mail para enviar currículos.

De Abril de 2007 a Abril de 2008 o emprego na indústria subiu na casa de 2,7%, segundo informações oferecidas pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em 2008, a expansão já se encontra na casa de 3% (primeiros quatro meses do ano).

Segundo técnicos do IBGE, o emprego se manteve no mês de Abril num patamar elevado (quadro de estabilidade quanto ao crescimento).

Já a folha de pagamento também registrou uma alta considerável – cerca de 5,9%. O único mês onde se observou uma queda foi em Março, com -1,3%.