Algumas profissões oferecem um ambiente tranquilo e uma promessa de qualidade de vida bem melhor.

Anda estressado? Escutar críticas e trabalhar sob pressão definitivamente não lhe fazem bem? Pensando em mudar de profissão para fugir dos problemas que tanto te tiram do sério? Algumas profissões oferecem um ambiente de trabalho tranquilo, e uma promessa de qualidade de vida bem melhor. As profissões foram avaliadas pelo nível de estresse, em que 0 seria a mais estressante e 100 a menos estressante. Portanto, quanto maior a pontuação, menor o nível de estresse aos profissionais. Conheça algumas:

Cientista de Materiais: Se você gosta de manipular materiais e gosta do ambiente de laboratório, pode se encaixar perfeitamente nesta profissão. A marca alcançada por profissionais da área foi de 53.

Cientista de Alimentos: Mexer com alimentos, investigar as novas tendências para a alimentação mundial e novas soluções genéticas para a mesa da população. Além de ser um trabalho agradável, conta com nível de tolerância ao estresse de 55.8 pontos e rende mensalmente cerca de R$ 3.561. Atraente não?

Matemático: Se você é bom com números e gosta de novos desafios, saiba que a carreira de matemático alcança um nível de estresse de 57.3 pontos.

Astrônomo: Quem nunca sonhou em passar a vida olhando para as estrelas? Pela sua pitada poética, a profissão parece ter um pouco menos de impacto aos funcionários registrando 62.7 pontos de estresse.

Professor de Direito: Além de ensinar o que se gosta, ao ser Professor de Direito, as oportunidades de emprego podem ser melhores, pois a cada dia aumenta a quantidade de cursinhos preparatórios para concursos públicos. A profissão alcançou 62,8 pontos.

Desenvolvedor de Software: Além de ser uma área em expansão constante, o profissional que desenvolve softwares tem ainda a sensação de utilidade para a população, desenvolvendo ferramentas para a melhoria de vida das pessoas. O índice de estresse dessa profissão chegou ao nível de 65 pontos. O que demonstra que é uma área bem tranquila para se trabalhar.

Ortodontista: Pode ser considerado o “artista da odontologia”,  pois é responsável pelas restaurações e construção de próteses dentárias que melhor se adaptem aos diferentes pacientes. Parece que trabalhar com o sorriso diminui o estresse: Dentre as profissões pesquisadas, a ortodontia é a que teve maior pontuação contra o estresse: 67 pontos.

Por Patrícia Generoso

Com algumas dicas é possível saber lidar com a rotina diária no trabalho, e fugir do estresse.

Você já teve aquela sensação de que alguma coisa não anda bem na sua vida? Sente-se muito cansado, fadigado, ansioso e sem pique para nada? Você pode estar passando por uma fase de estresse na sua vida.

Quando falamos de estresse, a primeira palavra que vem a nossa mente é trabalho, ou algo que não está te fazendo bem no seu ambiente profissional e te deixando sobrecarregado.

Portanto, se essa fase está muito crítica em sua vida, veja o que você pode fazer para fugir dela:

– Prepare-se psicologicamente para o improvável, inclusive para a pressão:

Se você não sabe lidar com pressão, mas quer permanecer no seu emprego, então precisa encontrar meios para lidar com ela. Para isso, dedique-se mais a você, seja um profissional mais informado a respeito da sua área, faça novas parcerias e saia da rotina que te colocou no tédio do estresse. As alternativas tendem a aparecer naturalmente quando há esforços contínuos.  Tudo é uma questão comportamental.

– Saiba dizer não no momento certo:

Um dos motivos que mais causam o estresse no trabalho é a sobrecarga de tarefas. Muitos funcionários fazem isso para impressionar o chefe ou porque almejam crescimento. Não é errado ser ambicioso, o problema é ser prejudicado por isso pelo simples fato de parecer uma conduta exagerada. Por isso, seja cauteloso e assuma somente o que você conseguirá dar conta, pois caso contrário poderá comprometer sua carreira e sua relação com o seu chefe no trabalho. Em vez disso, aprenda a dizer não, mesmo que a situação lhe pareça sedutora. Lembre-se, acima de tudo, que existem sempre os dois lados da moeda.

– Seja otimista:

Um profissional pessimista não se desenvolve em sua área e nem muito menos em sua vida pessoal. É preciso haver um equilíbrio entre esses dois contextos, pois um influencia o outro, caso a pessoa não tomar cuidado. Por isso, procure sempre ter uma postura mais positiva no dia a dia. Uma mudança de comportamento por mínima que seja já causará um grande impacto no seu ambiente de trabalho.

Por Daniela Almeida da Silva

De acordo com pesquisas a respeito de assuntos políticos, sociais e econômicos, o Brasil é um dos países onde mais existem doenças emocionais desencadeadas pelo estresse.

Uma das principais causas que levam a esse problema é o fato de a maioria das pessoas não se sentirem satisfeitas com o trabalho, ou seja, elas não estão felizes com o que fazem. Quem insiste em continuar dessa maneira coloca não só sua saúde em risco, mas também a sua carreira.

Ainda se tratando de pesquisas, em meados do ano de 1998, foi constatado mais de 159 milhões que morreram decorrentes de distúrbios psiquiátricos associados ao estresse. Dentre os principais distúrbios estavam: depressão, alcoolismo, desordem afetiva, drogas, esgotamento profissional, entre outras desordens, sem contar as doenças cardiovasculares que atingiram (e continua atingindo cada vez mais em grande escala) mais de 143 milhões da população (Fonte: Relatório Mundial da ONU, 1999).

Diante dessa realidade, podemos refletir se vale a pena conviver com certos desgostos do cotidiano, por mínimos que eles sejam, pois nos tiram a alegria de viver. Muitas pessoas se submetem a isso apenas por status ou por um salário que elas acham justo e significativo para manter despesas altas. Mas o quê e quem nos limita a ser livres para fazer escolhas, que por menores que sejam podem ajudar a contribuir com uma vida mais equilibrada e saudável? Nós e nossas crenças baseadas em valores construídos.

Se você se encontra em um momento de decisão na sua vida, a qual está te obrigando a fazer escolhas certas, é hora de parar o que você está acostumado a fazer e analisar os ganhos e as consequências que você pode vir a ter, caso permaneça nesse ritmo. Adquira um significado único para sua existência e para tudo aquilo que você considera como prioridade. Às vezes, estar numa maré onde somente você rema pode não resolver seus problemas, mas sim ajudar a criá-los mais ainda.

Por Daniela Almeida da Silva

É inegável que a velocidade e os excessos a que a vida cotidiana tem nos submetido acabaram colocando o estresse como algo comum e, muitas vezes, banalizado; haja vista que a célebre frase “estou estressado” tem sido tão frequente quanto o nosso corriqueiro “bom dia”.

O termo estresse tornou-se parte integrante do nosso dia a dia, uma vez que consiste em uma ação do organismo para lidar com situações que ameaçam seu equilíbrio e a vida do indivíduo em questão.  Não obstante, por mais que o stress seja, a nossos olhos, algo trivial, suas consequências têm se mostrado cada vez mais drásticas, sobretudo, no que alude aos problemas que ele pode acarretar para nossa saúde mental; dentre eles, o Burnout.

A expressão Burnout remonta àquilo que deixou de funcionar devido à “exaustão de energia, esgotamento físico, psíquico e emocional” e decorre, sobretudo, de stress profissional. Estudos recentes apontam que os profissionais mais vitimados por essa síndrome são aqueles que executam trabalhos com altos níveis de stress e carga tensional. Nesse sentido, o Burnout se coloca como uma resposta do corpo a trabalhos com muita pressão, estressantes, monótonos ou frustrantes, gerando consequências extremamente danosas para os indivíduos acometidos por essa síndrome, posto que culmina em sentimentos e atitudes de cunho pessimista que prejudicam a vida social, afetiva e profissional dessas pessoas.

No que alude às profissões mais afetadas pela síndrome estão principalmente aquelas que desenvolvem atividades de assistência e cuidado ou de responsabilidade pelo desenvolvimento do outro, como é o caso de professores, psicólogos, agentes penitenciários, policiais, médicos, enfermeiros e cuidadores em geral. O ambiente em que tais profissionais se encontram inseridos é determinante para o desenvolvimento da síndrome. O tempo de profissão e insegurança social e econômica também já foram apontados como fatores desencadeantes da Síndrome de Burnout.

Deste modo, torna-se imprescindível redobrar o cuidado e a atenção para promover o diagnóstico e o tratamento dessa síndrome, mas, sobretudo, para preveni-la. Como aponta o Ministério da Saúde, é de suma importância engendrar mudanças no ambiente de trabalho que priorizem o bem-estar dos indivíduos.

Por WSS

Quem nunca se deparou com questionamentos? Aliás, todos nós, é realmente impossível escapar a isso. Mas é necessário bom-senso e ponderação quando tivermos que lidar com idéias críticas, pois as emoções ficam extremamente afloradas.

Normalmente as “críticas” surgem por insatisfações das pessoas no ambiente de trabalho e a “metralhadora” raja muito, tendo como principal alvo, geralmente, o chefe ou líder. É impossível não ouvir e, às vezes ser obrigado a escutar a “rajada”.

Muito bem. Sabemos que as pessoas têm necessidade de esvaziar a carga diária de estresse e até suas raivas, mas cuidado! Você também é suscetível. A quê? Às suas próprias emoções!

O melhor é escutar e não reprovar a atitude do seu colega, pois ele pode sentir-se ofendido e, é justo. Apenas escute e prometa que pensará no assunto para depois emitir a sua opinião (faça com que a pessoa entenda assim).

Esqueça o assunto. Somente se você for perguntado sobre a antiga questão, num momento propício, jamais deixe de manifestar a sua idéia sobre o assunto, seja sincero, principalmente sobre o comportamento anterior dele e, nunca sobre o comportamento do chefe.

Por Lindomar Vieira

Você tem dormido bem? Acorda sempre refeito e pronto para um novo dia? Se não, é bem possível que seu desempenho na empresa esteja sendo afetado por isso.

O sono é parte fundamental da fisiologia do ser humano. Enquanto se dorme, o organismo tem tempo para realizar coisas importantes como a regeneração celular, a produção de alguns hormônios e até mesmo a fixação da memória. Caso se durma um tempo insuficiente ou o sono seja muito descontínuo, certamente o corpo acusará isso durante o dia, prejudicando as atividades pessoais e profissionais. No trabalho, os problemas para dormir trazem falta de concentração, irritabilidade, indisposição, entre outros sinais.

Faça o máximo possível para conseguir ter boas noites de sono. Elas são a garantia de que você terá pique total para o trabalho no dia seguinte.

Seu chefe ou um colega seu estão furiosos com alguma coisa. Você precisa tratar de um assunto importante com eles. Mas será que esse é o melhor momento? Muitas vezes é preciso ter sensibilidade para perceber que em certos o melhor a fazer é ficar calado e deixar a poeira baixar.

Todos podem ter seus momentos ruins. Nessas ocasiões, não é produtivo querer tratar de assuntos que exijam a concentração das outras pessoas. Elas estarão, pelo menos momentaneamente, focadas naquilo em que acabou de ocorrer e mesmo que involuntariamente não terão cabeça para falar sobre nenhuma outra coisa. Algumas vezes adiar certas questões pode ser estratégico.

Sempre avalie o momento certo para tratar sobre os assuntos no trabalho. Adiamentos bem pensados podem contribuir para que tudo seja resolvido de uma maneira muito mais satisfatória depois.

Você tem um superior na empresa que parece ter prazer em tornar sua vida difícil. Você recebe sempre as piores tarefas, é preterido em todos os processos de obtenção de promoções, é humilhado constante em público.

Aprenda a se defender: você está sendo vítima de assédio moral.

Assédio moral é a prática sistemática de violência psicológica contra outro indivíduo. É aproveitar-se de uma posição de superioridade aparante para torturar alguém por meio de palavras, ordens ou brincadeiras inadequadas de forma constante. Esse tipo de situação mina o entuasiasmo da vítima pelo trabalho e dependendo do grau em que ocorre pode levar ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas. É algo inaceitável que não pode ficar impune.

Se você está passando por uma situação de assédio moral, denuncie o agressor. Procure outro superior hierárquico na empresa num primeiro momento. Caso isso não resolva, recorra à justiça. Nenhum ser humano merece ser alvo de um tipo de violência desleal como essa.

É hora do intervalo. Pequenos ou grandes grupos se formam para tomar a direção do refeitório ou dos restaurantes nas proximidades da empresa. Você, no entanto, se dirige silenciosamente àquela mesa lá nos fundos, no ponto mais isolado.

Na rotina diária, você fala o estritamente necessário e ainda assim, apenas coisas referentes ao âmbito profissional. Cuidado! Você está sendo o típico anti-social.

Nenhum ser humano é capaz de viver isolado. Mesmo para satisfazer necessidades mínimas, as pessoas necessitam umas das outras. No ambiente corporativo isso é uma verdade inquestionável. Todos dependem dos demais para poderem executar bem suas atividades.

Além disso, a convivência com outros atenua por vezes o estresse do trabalho, já que sempre surgem pequenos momentos de descontração durante o expediente. O isolamento não agrega nada nem ao trabalho e nem à vida de ninguém.

Esforce-se para manter uma relacionamento minimamente satisfatório com seus colegas de empresa. Mais do que facilitar seu dia a dia no trabalho, você ainda pode estar fazendo grandes amigos.

Na vida de todas as pessoas, há momentos bons e momentos ruins. A diferença está na maneira com que cada um encara esses momentos. Colocar-se no papel de vítima no trabalho não é uma postura saudável e em nada contribui para superar as dificuldades.

Reclamar, lamentar-se, chorar pela própria sorte. Num ambiente de trabalho esses tipos de comportamentos comprometem a produção do próprio indivíduo e muitas vezes daqueles que estão à sua volta.

O clima pesado e desestimulante contamina toda a equipe e torna ainda mais difícil a extenuante rotina que todos precisam enfrentar. Problemas todos tem. A melhor maneira de enfrentá-los é permanecer de cabeça erguida e não ficar se vitimizando.

Deixe o clima de derrotismo de lado. Todos somos capazes de vencer as adversidades; e isso só depende de como se lida com elas.

O estresse e a correria do mundo moderno são, muitas vezes, resultado do que se denomina de comportamento “workaholic”. Esse tipo de postura tornou-se bastante comum entre as pessoas nos dias atuais.

Horas extras em dias de semana, finais de semana de trabalho, intermináveis viagens de negócios. Todas essas coisas acabam fazendo com que as pessoas negligenciem suas vidas pessoas, o que pode trazer sérios problemas.

Você também se sente assim?

O trabalho, é, sem dúvida, essencial na vida do homem. Mas virar escravo dele não é algo que traga potenciais benefícios no longo prazo. Deixar de lado família, amigos e você mesmo talvez não compense. É necessário conciliar suas atividades para poder contemplar todas as áreas de sua vida. De que adianta trabalhar sem parar, ter muito dinheiro (ou às vezes, não!) e não ter tempo para você mesmo ou para as pessoas que o amam?

Pense bem e pondere se vale a pena ter dedicação extrema ao trabalho, porque caso contrário você poderá se arrepender de tudo o que deixou de viver por causa dele.

Dentro de duas semanas você terá a exposição anual de resultados. Você está muito estressado. São gráficos, planilhas e relatórios intermináveis para fazer. O tempo parece passar sempre mais rápido do que você gostaria. Uma boa solução é tentar viver um dia de cada vez.

Não só no trabalho, mas em outros setores de nossas vidas, muitas vezes temos a tendência de querer antecipar o futuro. Essa tendência gera ansiedade, preocupações, estresse.

Se temos tarefas a cumprir e prazos a serem seguidos, é bom se planejar para executar tudo que precisamos, mas sempre focando um dia de cada vez. Uma caminhada é composta de muitos passos e se tentarmos dar passos mais longos que nossas pernas, certamente iremos tropeçar e cair.

Há 2000 anos, alguém muito sábio disse: “A cada dia basta o seu mal”.  Vamos procurar viver no ritmo certo para não sermos atropelados por um futuro que ainda nem chegou.

Todo dia é a mesma coisa. Você chega em casa, tira os sapatos e se joga em sua poltrona preferida. Quando sua esposa vem lhe perguntar sobre o seu dia, você se desmancha em reclamações e só fala de trabalho. Seu filho lhe pede ajuda com a lição de casa e você o repreende, dizendo que está cansado. Saiba que sua qualidade de vida pode estar comprometida.

A família é a base de nossa sociedade. É nosso porto seguro. Nela nascemos, crescemos e morremos. Passam empregos, situações, amigos. Mas a família está sempre lá, de braços abertos para nos acolher. Nosso trabalho não deve ser mais importante que a família. De que adianta sermos ótimos profissionais, com salários excelentes, se não podemos ver nossos filhos crescerem?

O trabalho não pode dominar nosso lar. Nosso lar é um lugar sagrado de amor e harmonia. E é assim que ele deve permanecer durante a maior parte do tempo.

Seu horário de trabalho é de 8 h por dia. Mas ultimamente você nunca trabalha menos de 10 h. São tarefas e mais tarefas despejadas sobre você. No fim da semana você está tão cansado que só quer saber de dormir no sábado e domingo. Saiba que essa é uma situação anormal que você deve enfrentar com firmeza.

O limite máximo de jornada de trabalho não foi estabelecido à toa. No início do século XX as pessoas trabalhavam mais de 16 h por dia e não tinham nenhum direito trabalhista. Isso gerava um caos social e a expectativa de vida dos operários era baixa. Depois chegou-se à conclusão de que era preciso estabelecer um limite máximo de tempo para o trabalho. Criaram-se mais turnos e assim o mercado se ajustou. Mas nos últimos tempos, algumas empresas parecem estar na contra-mão da história e passaram a escravizar novamente seus colaboradores.

Essa situação é inaceitável. Ninguém deve fazer corpo mole para o trabalho. Mas também não é preciso se sujeitar a voltar ao tempo das “senzalas” por medo de perder o emprego.

Sua função na empresa está diretamente ligada ao manuseio de numerários (valores em dinheiro). É uma função estressante e que exige o máximo de cuidado. Qualquer deslize gera consequências sérias, pois você está mexendo com um dinheiro que não é seu.

Lidar com dinheiro exige uma disciplina acima da média daquela exigida em muitos outros setores. O caixa tem bater sempre, as contas da empresa tem que ter as entradas e saídas sempre justificadas, os valores no cofre devem corresponder aos das planilhas de controle.

Por isso, conte, reconte e conte ainda mais uma vez. Mantenha sistemas de acompanhamento à prova de falhas. Saiba sempre exatamente quem tem acesso aos numerários.

O cuidado com o dinheiro da empresa deve ser maior que o cuidado com dinheiro próprio. A área financeira é sempre considerada espinhosa, mas com disciplina e a eficiência adequadas, isso não precisa ser assim.

No início do mês você recebe aquela meta de vendas que corresponde ao dobro do que você atingiu no mês passado. Muitos de desesperam , outros se revoltam. Mas a atitude certa é: aceite o desafio.

Toda empresa moderna coloca metas para seus colaboradores. É pelo atingimento dessas metas que a organização sobrevive, paga salários e gera lucros para seus donos.

É natural que as metas já batidas sejam aumentadas no mês seuinte, pois a companhia crê que os colaboradores são capazes de superá-las. Assim, organize-se para conseguir atingir sua meta. Monte um plano de ação: onde, quanto e como vai vender.

Quem são seus clientes em potencial?

Se você estiver de posse dessas informações, sua sensação de controle aumentará e mesmo que você acabe não atingindo a meta, terá a consciência de que fez o seu melhor.

Chega o fim de semana… Você está em casa e não consegue relaxar, interagir com a família e com os amigos, fazer coisas agradáveis e divertidas… Sua mente está presa lá no escritório, preocupada com o que você tem fazer na segunda-feira. Cuidado! Você pode estar viciado em trabalho.

Há alguns sinais característicos das pessoas aficcionadas por trabalho: ansiedade constante, sensação de perda do controle das situações de trabalho, excesso de horas extras, fixação por um grau de eficiência que não pode ser atingido, sensação de cansaço constante.

Procure dosar sempre a participação do seu trabalho em relação ao resto de sua vida!

Se ela estiver numa proporção muito desequilibrada, mude enquanto é tempo, ou você corre o risco de não poder aproveitar tudo aquilo que conseguir com seu trabalho…