Hoje a dica é bem especial para as pessoas que gostam de trabalhar fazendo maquiagens diferenciadas, como por exemplo, fazer maquiagens de monstros, pois hoje quem contrata nada mais é do que o grupo humorístico que faz um grande sucesso na rede social Youtube. O grupo se chama Porta dos Fundos.

A equipe Porta dos Fundos deseja encontrar um profissional altamente qualificado para fazer um ser humano parecer com um monstro de maneira mais natural.

Se você é um maquiador experiente e sabe fazer esse tipo de trabalho com agilidade, saiba que essa é uma oportunidade bem atrativa, pois você vai ter a chance de fazer parte de uma equipe que oferece um local de trabalho bem-humorado e descontraído.

Mas saiba que o salário não foi divulgado pelo grupo Porta dos Fundos, e caso queira enviar seu currículo para ter todos os detalhes dessa vaga, mande o seu email para emprego@portadosfundos.com.br.

Conheça um pouco mais dessa equipe através do seu canal no Youtube. Assim vai ser possível ter uma ideia melhor de como essas pessoas trabalham, pois o objetivo é fazer com que as pessoas se divirtam através de seus vídeos.

Acesse a página através do link www.youtube.com/user/portadosfundos?feature=watch.

Por Josiane Fernandes de Jesus

Houve uma forte redução na criação de empregos formais no país em setembro de 2012, informou os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). A instituição é responsável pelo cadastro de empregos com carteira assinada, e segundo ela o saldo do mês passado é de 150.334 empregos criados. Isso representa o pior resultado na criação de empregos formais no Brasil para esse mês desde setembro de 2001.

Segundo o Ministério do Trabalho apesar de ser o pior setembro em criação de empregos em 11 anos, o resultado deve ser visto como positivo, se compararmos com o cenário internacional.

Ainda, segundo o MTE, a desaceleração da criação de empregos formais no mercado de trabalho nacional é apenas o reflexo do conjunto da atividade econômica do país. Considerando que o PIB também está apresentando resultados inferiores do que as primeiras expectativas do governo.

De acordo com as séries históricas do Caged, setembro de 2012 ficou entre os piores resultados nos últimos onze anos para o mesmo período. Em 2003, o segundo pior resultado para setembro em onze anos, a criação de empregos ficou em 167.312, 17.022 empregos melhor do que esse ano. Em 2001, o pior resultado em onze anos, a criação de empregos ficou em 80.028 vagas.

Por Matheus Camargo

Fonte: Estadão

Apesar da crise internacional, o Brasil segue com avanço na criação de empregos. Em contrapartida, a quantidade de vagas existentes no ano passado é menor do que em 2010, quando foram criadas 2.543.177 empregos formais.

Em 2011, o número de novas vagas geradas foi de 1.944.560, número 23,5% menor do o 'boom' do ano anterior. Mas vale ressaltar que o resultado é o segundo melhor da história de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

O setor com maior aquecimento no mercado e que criou mais oportunidades foi a área de serviços, no qual houve a criação de 925.537 postos. Em seguida vem o comércio com a criação de 425.077, a construção civil com 222.897 e a indústria da transformação com saldo de 215.472.

De acordo com o Ministério do Trabalho, a agricultura obteve o melhor resultado desde 2005. Foram criados 82.506 postos na área. No entanto, a indústria registrou queda na criação de novos postos, de acordo com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

O número de empregos registrado ficou abaixo da meta do Governo Federal, que planejava a criação de 2,4 milhões de postos em 2011.

Por Paulo Talarico

O tema principal deste mês é trabalho. Então, nada mais justo do que mencionar a geração de empregos pelo país, assim como as mais recentes informações divulgadas na última quarta-feira (11 de maio) pelo sempre otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego.

De acordo com a autoridade, no ano passado foram criadas 2.860.809 oportunidades com registro em carteira, ou seja, formais. O número, que abrange postos estatutários (concurso público, em suma) e celetistas (trabalhador sob regime de Consolidação das Leis Trabalhistas), representa incremento de 6,9% em relação ao estoque de empregos do último mês de 2009.

Com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2010, Lupi afirma que o número de vagas nos três principais segmentos econômicos avançou acima do Produto Interno Bruto (PIB), tanto que dos 22 subsetores avaliados, 18 delinearam progresso.

A performance do mercado de trabalho culminou em 44,068 milhões de trabalhadores formais no final das contas, número que subiria ainda mais, para 66,747 milhões, se fossem registrados os inativos. De acordo com o Ministério do Trabalho, nas duas gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o avanço de postos alcançou o índice 55,63% em todo o período.

De acordo com matéria publicada no Estadão, Lupi prevê a geração de 3 milhões de empregos este ano. Curiosamente, recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assoalhou expectativa de 1,7 milhão de novas vagas.

Enquanto o otimismo de Lupi for benéfico, certamente será muito bem-vindo. O país não pode, contudo, achar que é inabalável, porque embora a crise tenha passado, o planeta enfrenta, em pontos específicos, algumas dificuldades. Por ser um mundo globalizado, um fato num local pode refletir em outros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged – divulgado pelo Ministério do Trabalho, o Brasil apresentou significativa elevação no número de postos de trabalho criados em 2010. O crescimento foi observado em todas as Unidades da Federação, tendo alguns municípios se destacado na criação de empregos formais, por apresentarem estatísticas bastante significativas.

Para se ter uma idéia desse fenômeno, somente em São Paulo, que lidera o ranking, foram abertas mais de 262,4 mil oportunidades de trabalho, seguido por Rio de Janeiro (119,3 mil), Belo Horizonte (79,5 mil), Fortaleza (54,6 mil), Recife (46,9 mil), Curitiba (41,3 mil) e Salvador (37,7 mil). Em contrapartida, três municípios apresentaram dados nem tanto animadores: a cidade cearense de Quixerê (2.035 empregos) e as cidades paulistas de Monte Azul Paulista (2.790) e Pirassununga, com pouco mais de 2.300 empregos criados.

Entre as regiões do país como um todo, mereceu destaque a região Sudeste, que gerou 1.276.903 novos empregos formais, tendo o Nordeste ficado em segundo lugar, com mais de 488,5 mil novos postos de trabalho, seguido pelo Sul (444,7 mil), Centro-Oeste (179,2 mil) e Norte (136,2 mil).

Por Alberto Vicente

A geração de empregos pelo Brasil continua acentuada. Após um primeiro semestre positivo, com a criação de quase 1,5 milhão de postos de trabalho por todo o país, o mês de agosto voltou a registrar recorde, desta vez por meio da criação de 299.415 oportunidades formais, isto é, com carteira de trabalho assinada.

Informações divulgadas pelo Ministério do Trabalho identificam alta de 0,86% no mês passado em comparação a julho, e segundo Carlos Lupi, ministro da pasta, em setembro, outubro e novembro a tendência continuará a ser observada devido ao aumento da renda do trabalhador brasileiro e do ritmo de desenvolvimento da economia.

Todos os setores economicamente analisáveis contabilizaram elevação, com destaque para a construção civil, cuja qual obteve crescimento de 1,59% na base comparativa em questão. A única exceção, porém, ficou por conta da agricultura, mas justificável: entressafra no Centro-Sul do Brasil.

Dados levantados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) assinalam 1.740.659 admissões em agosto contra 1.441.244 demissões. A região Nordeste foi a que melhor respondeu, com elevação de 1,32% no número de empregos criados.

Mais uma vez, segundo a agência de notícias Reuters, Lupi ressaltou: até o final deste ano 2,5 milhões de postos formais serão criados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem exaltado o número de empregos criados pelo Brasil neste ano, que somente em seu primeiro trimestre contabilizou a geração de quase 1,5 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, talvez seja um dos mais otimistas políticos da atualidade (juntamente ao ex-sindicalista), fato constatado por meio de seus últimos discursos.

Mais uma vez com pensamentos altamente positivos, Lupi relacionou a geração de empregos. Segundo artigo enunciado pelo portal de Economia UOL, o ministro estimou nesta sexta-feira, 27 de agosto, que 2,5 milhões de vagas formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, serão instituídas, principalmente por parte da construção civil, embora admita que o setor de serviços deverá ser aquele que melhor trará resultados quantitativos.

Para Lupi, a taxa média no número de desempregados pelo Brasil, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alcançará índice recorde em 2010, inferior a 7%. Em julho, por exemplo, o percentual ficou em 6,9%, a segunda menor percentagem da série iniciada em 2002.

Por Luiz Felipe T. Erdei