Em toda a atividade que lida diretamente com o público, a opinião dos clientes a respeito do produto ou serviço oferecido é fundamental para determinar qual a imagem que o cliente tem a respeito da empresa. Medir o grau de satisfação dos consumidores, é, então, uma ferramenta fundamental para saber o que eles pensam de você.

O cliente é sempre o maior divulgador de uma organização. Por mais que se gaste com mídia de todos os tipos, nada é mais eficiente que a propaganda boca a boca falando bem ou mal de uma companhia. Acompanhar como anda os clientes veem você traz informações preciosas para que ajustes de percurso possam ser feitos. Se a empresa ainda não possui esse tipo de prática, inicie um pequeno piloto você mesmo (claro que com a devida autorização superior) e depois leve os resultados à sua chefia.

Não há nada como a credibilidade que uma organização é capaz de passar a seus consumidores. Esteja sempre consciente de como seu consumidor está enxergando você.

Pessoas que trabalham juntas diariamente precisam estar afinadas umas com as outras. Afinal, elas passam boa parte de suas vidas interagindo e trocando informações e experiências. Existem modos inteligentes de fazer com que esses indivíduos se integrem sem que eles mesmos percebam.

Organizar uma escala alternada para que todos tragam um doce uma vez por semana, estimular que cada um conte o que fez no final de semana, promover um amigo secreto na época de Natal na empresa, instituir a prática de cada aniversariante oferecer um bolo aos demais. Todas essas ações contribuem para que as pessoas se conheçam melhor e se sintam mais à vontade umas com as outras.

Indivíduos que sabem mais a respeito uns dos outros se sentem mais confortáveis para trabalharem juntos. Incentivar isso pode ser um grande trunfo para construir uma equipe vencedora.

Você já se deparou com um colega de trabalho que está sempre se esquivando de executar uma determinada tarefa? Toda vez que é necessário realizá-la, ele foge, finge que está fazendo outra coisa ou pede para um terceiro dar conta do recado. Saiba que essa é pior maneira de lidar com esse tipo de deficiência laboral.

Se você foi contratado para o cargo em que está, é porque se supõe que esteja preparado para enfrentar todos os desafios que a posição traz consigo. Ficar fugindo de um procedimento ou tarefa que você não conhece não ajuda em nada, só contribui para que você desenvolva cada vez mais medo de aprender coisas novas. O receio nunca foi estímulo para ninguém superar obstáculos.

Lance-se de cabeça para aprender aquilo que você não domina em seu trabalho. Você verá o quão gratificante é depois que você superar o obstáculo e até poderá rir de si mesmo por ter se acovardado antes.

Muitas vezes as pessoas se acostumam com determinados procedimentos em sua vida diária e nem pensam em mudá-los. Mas no mundo do trabalho de hoje, essa postura pode trazer perda de eficiência e competitividade. É preciso rever e melhorar com frequência a maneira de fazer as coisas para estar sempre atualizado.

Tudo no mundo passou a mudar muito rápido a partir da segunda metade do século XX. As empresas e os indivíduos estão sempre buscando formas mais práticas e rápidas de conduzirem suas atividades.

Procedimentos, instrumentos de trabalho, programas de computador e aparelhos eletrônicos estão se renovando a cada dia. É essencial acompanhar essas mudanças e participar delas para não ficar para trás.

Esteja atento e facilite sua vida sempre remodelando suas estratégias de trabalho. Isso o ajudará a manter-se em sintonia com aquilo que o rodeia.

Sua mesa de trabalho está sempre em ordem ou cada vez que você precisa de um documento você leva meia hora para encontrá-lo? Saiba que a organização no espaço que você ocupa na empresa reflete muito de quem você é.

Um ambiente desorganizado demonstra que a pessoa responsável por ele pode ter algumas deficiências. Sistematizar as coisas é, por vezes, essencial para o bom andamento do trabalho. Perder tempo procurando um documento ou outro material em um ambiente fora de ordem é contraproducente. Papéis importantes também podem desaparecer em meio à bagunça e acabar gerando grandes transtornos.

A dica é estabelecer um padrão de arrumação e tentar segui-lo sempre. Manter apenas aquilo com o que se está trabalhando no momento sobre a mesa é uma boa pedida também. Isso diminui o número de objetos no seu campo de visão e dá maior sensação de controle.

Deixe sua mesa de trabalho falar por você. Você quer que ela cause uma boa impressão ou não? Sinceramente eu acredito que sim.

No mundo corporativo, já virou até piada o fato de as pessoas convocarem reuniões em excesso e, que, no final das contas, não decidem nada. Passam-se às vezes duas ou três horas divagando sem que se conclua nada realmente relevante.

Há maneiras inteligentes de se minimizar a perda de foco nas reuniões.

Para começar, toda reunião deve ser convocada com a devida antecedência e ter o seu tempo de duração limitado. O horário escolhido também é fundamental. Nada de reuniões logo após o almoço ou numa sexta-feira no final do expediente.

Estudos comprovaram cientificamente que as pessoas produzem muito abaixo da média nesses horários. As pessoas convidadas para a reunião também devem receber a pauta previamente, e essa pauta deve ser seguida à risca, sendo um fator decisivo para evitar divagações. O uso da palavra também deve ser controlado para evitar que uns tenham mais chances de falar do que outros.

Reuniões são um meio de decidir sobre coisas importantes, de expor resultados e de enfrentar problemas. Não as torne acontecimentos sem credibilidade e que não tragam nenhum benefício.

Com a evolução rápida dos meios de comunicação, a internet passou a fazer parte da vida da maioria das pessoas. Nas organizações não foi diferente. Uma parcela grande das empresas se utiliza da internet e das redes internas de comunicação para facilitar o dia a dia.

Mas usar corretamente essa ferramenta valiosa é questão de bom senso.

Muitas companhias tem restringido o acesso a alguns sites de internet a seus colaboradores. Isso decorre do fato de eles abusarem do uso desses sites. Enviar e-mails pessoais, fazer compras ou ficar de bate-papo durante o expediente são os motivos alegados pelas empresas para tomarem tal atitude. É preciso ter consciência de que a internet deve ser usada como acessório para facilitar o trabalho e não como recurso para “matar” o tempo.

Dispersar-se o tempo todo com atividades alheias ao serviço é um comportamento desonesto e inaceitável.

Use com sabedoria a internet em seu ambiente corporativo. Não dê margem para que a companhia pense em limitar ainda mais sua liberdade ao usá-la. É melhor utilizar com equilíbrio para poder utilizar sempre.

Está aí uma questão complicada no mundo corporativo: promessas não cumpridas. Um projeto não entregue no prazo, um produto ou serviço que chega com atraso, uma tarefa que precisa de prazo extra para ser cumprida. Isso acontece, muitas vezes, porque as pessoas são displicentes ou “querem dar o passo maior do que a perna”.

Antes de prometer qualquer coisa a alguém, é preciso se certificar de que você dispõe do tempo e dos meios para cumprir com sua palavra no prazo.

É essencial também não subestimar a rapidez com que o tempo passa e ter um planejamento de execução das etapas ou atividades. Se por acaso ocorrerem imprevistos, é fundamental comunicar com o máximo de antecedência que a promessa não poderá ser cumprida. Isso atenua os efeitos negativos da frustração da expectativa.

Habitue-se a prometer só aquilo que realmente você pode cumprir. Seja realista ao se comprometer com as pessoas e mantenha sempre sua credibilidade.

Em algumas organizações, é comum que certos indivíduos, para se livrarem rapidamente de algum tipo de tarefa, executem-na de maneira incompleta ou fora dos padrões. Na ânsia de terem o trabalho pronto o mais rápido possível, esquecem-se que rapidez nem sempre é sinônimo de qualidade.

O retrabalho é uma ocorrência que emperra o desenvolvimento de muitas empresas. Ter que repetir um mesmo procedimento mais de uma vez é um desperdício de tempo e de recursos.

Num ambiente de competição em que todos os detalhes influenciam o resultado final das corporações, é inaceitável que isso aconteça. É preciso que todos estejam cientes de que cada trabalho que precisa ser feito duas vezes representa um desgaste desnecessário tanto para o colaborador quanto para a empresa.

Declare guerra ao retrabalho. Concentre todas as suas forças para que tudo saia a contento já na primeira vez.

Com extrema competitividade que impera no mercado, as corporações tem exigido com frequência que os colaboradores façam mais do que simplesmente exercerem suas funções básicas: eles precisam fazer a diferença.

Fazer a diferença é facilitar e otimizar processos, é reduzir custos de maneira simples e pouco traumática, é prospectar clientes em lugares e situações nos quais ninguém tentou antes, é resolver aquelas questões que há anos incomodam na empresa.

Simplesmente fazer o trivial já não acrescenta muito num ambiente extremamente dinâmico como o corporativo.

Encontre formas criativas de fazer a diferença no trabalho. Mesmo coisas pequenas podem contar muito a seu favor. Quem mostra a que veio sempre é mais lembrado do que quem vive só no “arroz e feijão”.

Você se defronta com uma reestruturação na empresa. Você vai mudar de cargo. É uma função que você nunca exerceu. Qual sua atitude? Morre de medo, para de dormir à noite e arranca os cabelos? Ou aceita o desafio de cabeça erguida, fazendo de tudo para se adaptar rapidamente?

A mudança faz parte da vida. E para ser vencedor é preciso estar preparado para mudar. O mercado de trabalho valoriza os fortes e os vencedores. Os fracos e derrotados são colocados de lado. Forte é quem aceita os desafios sem esmorecer. Vencedor é quem tem uma atitude positiva mesmo no momento mais negativo.

Seja um vencedor e um forte na tempestade ou na bonança. Encare as lutas de frente. Só vence quem dá a cara pra bater. Porque o sucesso só sorri para aqueles que lutam até o fim.

Sua função na empresa está diretamente ligada ao manuseio de numerários (valores em dinheiro). É uma função estressante e que exige o máximo de cuidado. Qualquer deslize gera consequências sérias, pois você está mexendo com um dinheiro que não é seu.

Lidar com dinheiro exige uma disciplina acima da média daquela exigida em muitos outros setores. O caixa tem bater sempre, as contas da empresa tem que ter as entradas e saídas sempre justificadas, os valores no cofre devem corresponder aos das planilhas de controle.

Por isso, conte, reconte e conte ainda mais uma vez. Mantenha sistemas de acompanhamento à prova de falhas. Saiba sempre exatamente quem tem acesso aos numerários.

O cuidado com o dinheiro da empresa deve ser maior que o cuidado com dinheiro próprio. A área financeira é sempre considerada espinhosa, mas com disciplina e a eficiência adequadas, isso não precisa ser assim.

Seu chefe é daqueles que é acomodado. As decisões são lentas, os processos estão engessados, a comunicação com a alta administração da empresa é ineficiente. Pode ser a hora de a alta cúpula pensar em uma substituição.

Um chefe despreparado e sem iniciativa prejudica o trabalho de um setor ou mesmo da empresa toda. A equipe fica sem liderança, desmotivada e não produz.

Um bom chefe além de bom administrador de processos, precisa ser um líder. Ele tem que ser capaz de coordenar os colaboradores de maneira tal que eles se sintam satisfeitos em executar tudo o que é pedido.

Não tenha medo de trocar as chefias em sua empresa. Um mudança feita na hora certa pode significar um salto enorme de qualidade e produtividade.

Seu trabalho está pronto antes que o de todos os outros colegas. Você é um exemplo de eficiência e competência. Apesar disso, na empresa há com ritmos diferentes do seu, mas que mesmo assim também realizam coisas importantes. É o caso de viver estressado por causa disso? É claro que não.

Pessoas diferentes possuem ritmos de trabalho diferentes. Uns são mais rápidos, outros mais lentos, mas o que importa mesmo no final são os resultados obtidos. Não estamos falando de casos extremos, como os casos daquelas pessoas que nunca cumprem os prazos de execução das atividades, mas sim de ritmos dentro dos padrões aceitáveis.

Se você é mais rápido que seu colega, aproveite para ajudá-lo. Com certeza, ele ficará muito agradecido, e no final das contas, você, ele e a empresa sairão ganhando.