Quando o funcionário está motivado e cheio de idéias é difícil algo tirar esse interesse. Porém, as conversas paralelas têm o poder de tirar a concentração, atrapalhar o pensamento e a linha de raciocínio do colaborador.

As conversas ao redor do funcionário empolgado podem interferir no rendimento e no seu resultado final.

Nem sempre é fácil lidar com essa questão, principalmente, se as pessoas que estão causando esse incômodo forem colegas.

Mas o ambiente de trabalho deve ser respeitado e lembre-se ali sempre será o ambiente de trabalho.

Sendo assim, manter o foco é primordial.

Por José Alberi Fortes Junior

Toda empresa é uma grande equipe. Mesmo com setores que visam resultados individuais, o funcionário que pensa como um todo, leva vantagem, pois os resultados finais também vêm da mesma forma.

Quem pensa em equipe além de ser bem visto pela chefia, demonstra que pensa como líder, que pensa como empresa.

Claro que, cada um deve fazer sua parte para colaborar com o rendimento final. Mas, a equipe mostra a diferença quando unida.

Os resultados aparecem, e sendo um bom funcionário, você se destaca dentro da mesma.

Por José Alberi Fortes Junior

Dependendo da função que um indivíduo exerça em uma empresa, ele pode acabar sendo obrigado a se ausentar de sua cidade. Conforme a frequência com que esse fato ocorra, a rotina diária pode se alterar demais e a pessoa terminar levando uma vida muito desregrada.

Quem viaja a trabalho, via de regra, precisa se hospedar em hotéis, comer em restaurantes diferentes a cada dia, andar de ônibus ou de avião com regularidade. Todas essas atividades tem impacto sobre a parte física e emocional do indivíduo. Assim, o colaborador que passa por isso deve procurar manter uma rotina mínima, não abandonando hábitos que teria se estivesse desempenhando suas funções em sua própria cidade. Isso inclui: horários de refeições, para dormir e acordar e se possível, também para exercícios físicos.

Viajar a trabalho é sempre uma experiência enriquecedora do ponto de vista pessoal e profissional, mas ela não precisa virar sua vida diária de cabeça para baixo.

Em toda empresa que possua acima de um certo números de funcionários, o registro do ponto é de natureza obrigatória. E essa importante tarefa fica a cargo deles mesmos, não devendo ser negligenciada, pois isso poderá trazer prejuízos ao próprio trabalhador e à companhia também.

Seja por meio eletrônico ou de forma escrita, a entrada e saída de serviço deve ser minuciosamente assinalada. Quando o colaborador está em serviço, a organização assume uma série de responsabilidades por ele, sendo assim o final do período de trabalho deve ser passível de comprovação.

A folha ponto também serve de base para a folha de pagamento, assim erros na primeira serão repassados automaticamente à segunda. Dessa forma, o registro de ponto precisa ser um hábito semelhante a escovar os dentes ou lavar as mãos após ir ao banheiro, por exemplo.

Mantenha sua folha ponto corretamente atualizada e evite aborrecimentos e dificuldades tanto para você como para a empresa.

Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.

Nas relações sociais, é de fundamental importância adaptar o nível de linguagem usado a cada situação.  Não se pode querer conquistar um cliente ou uma vaga de emprego, usando gírias ou o último bordão da moda na televisão.

Falar de maneira adequada a cada ambiente demonstra respeito e preparo. Numa entrevista de emprego ou numa reunião de trabalho, certos tipos de vocabulários precisam ser evitados. É preciso deixar evidente através das palavras que se está dando a importância devida a esse tipo de encontro. Ninguém se sente confortável quando um indivíduo solta um “ninguém merece!” ou um “demorou!” num momento absolutamente inoportuno.

Não está se falando aqui que você precisa usar termos rebuscados ou “engolir o dicionário”. Converse normalmente, mas se policie para manter o discurso sempre em um patamar condizente com cada tipo de diálogo.

Existem muitos indivíduos que, se aproveitando da oportunidade de lidarem com materiais de consumo da empresa, acabam fazendo uso deles em situações particulares. Imprimem trabalhos escolares seus ou dos filhos, “surrupiam” canetas ou lápis para usarem em casa, desviam alimentos de uso coletivo da cozinha.

Tirar proveito de coisas que a companhia oferece para o trabalho interno para benefício próprio é uma prática inaceitável. Constitui a manifestação de um tipo velado de desonestidade. Como você se sentiria se alguém invadisse sua casa e passasse a usar o que você tem de maneira escondida? Com certeza você não iria gostar.

Utilizar os materiais da organização de forma correta demonstra o respeito que o colaborador deve ter com ela. Não estrague sua imagem dentro da empresa com uma coisa tão pequena.

Você por acaso tem um colega que sempre retruca tudo o que os outros falam? É comum encontrar-se pessoas assim dentro das organizações. Nada para elas pode ser aceito sem pelo menos algum tipo de “réplica”.

A atitude comportamental de se rebater toda e qualquer coisa que se ouve tanto no ambiente pessoal quanto profissional chama-se reatividade. É claro que ninguém é obrigado a concordar com absolutamente tudo, mas reagir a simplesmente qualquer fato que apareça apenas pelo bel prazer de discordar, é considerado muito desfavorável a um indivíduo no mercado de hoje. Essas pessoas acabam sendo preteridas na hora de participarem de equipes, projetos ou na concessão de promoções.

Aprenda a discernir quando e como vale a pena discordar das pessoas ou das situações. Não queira acabar levando o título daquele que sempre é “do contra” em absolutamente tudo.

Quase todas as organizações tem dados e informações que precisam ser mantidos em sigilo. Caso estes sejam revelados a pessoas indevidas podem causar transtornos e até mesmo prejuízos para a empresa. Quem está de posse disso, deve, então, ter muito cuidado.

A própria legislação trabalhista já prevê a responsabilidade daqueles que detem dados confidenciais dentro de uma companhia. Se faltarem com seus deveres em relação a isso, essas pessoas podem até mesmo ser demitidas por justa causa. Lidar com itens sigilosos não é para qualquer um e exige muito bom senso e equilíbrio. Qualquer deslize pode e deve ser punido pelos superiores hierárquicos dentro da empresa.

Se confiaram a você coisas que precisam ser mantidas em segredo, não traia essa confiança. Isso garantirá sua credibilidade e ainda lhe abrirá portas para que empreitadas maiores sejam repassadas a você, com todos os benefícios que elas possam vir a trazer.

Para todos os setores de atividade empresarial existem exigências legais que precisam ser cumpridas de modo que a empresa possa funcionar de maneira regular. Alguns ramos são mais ou menos regulados, de acordo com a complexidade envolvida neles. Manter-se sempre dentro lei é essencial para prevenir dores de cabeça futuras.

Todo tipo de documento com prazo de validade precisa ter um acompanhamento sistemático. Alvarás, autorizações e licenças devem estar sempre atualizados. Isso vale também para os extintores de incêndio, livros de escrituração contábil, além de toda a documentação relativa ao quadro de colaboradores.

Passe longe de autuações, multas e processos administrativos conservando a parte legal de sua empresa sempre em dia. Ninguém gosta de ser advertido e acho que você também não.

Nenhum de nós está livre de cometer falhas. E com certeza também é preciso estar preparado para assumir a responsabilidade por elas. Mas há uma maneira politicamente correta de chamar a atenção de alguém, sem transformar isso em algo desmoralizador ou humilhante.

O ser humano não é perfeito. Ele está o tempo todo errando e acertando. Em uma organização, quando se comete um deslize, é parte do bom senso conversar com o responsável por ele de maneira separada e reservada. Os demais não precisam ficar sabendo. É preciso também deixar a pessoa resgatar sua própria reputação, dando a ela a oportunidade de justificar o ocorrido. Expor alguém a um vexame público com certeza não irá ajudá-lo a errar menos.

Aja de maneira correta ao repreender outras pessoas. Isso facilitará o processo e tornará mais fácil a situação menos traumática para ambas as partes.

Está aí uma questão complicada no mundo corporativo: promessas não cumpridas. Um projeto não entregue no prazo, um produto ou serviço que chega com atraso, uma tarefa que precisa de prazo extra para ser cumprida. Isso acontece, muitas vezes, porque as pessoas são displicentes ou “querem dar o passo maior do que a perna”.

Antes de prometer qualquer coisa a alguém, é preciso se certificar de que você dispõe do tempo e dos meios para cumprir com sua palavra no prazo.

É essencial também não subestimar a rapidez com que o tempo passa e ter um planejamento de execução das etapas ou atividades. Se por acaso ocorrerem imprevistos, é fundamental comunicar com o máximo de antecedência que a promessa não poderá ser cumprida. Isso atenua os efeitos negativos da frustração da expectativa.

Habitue-se a prometer só aquilo que realmente você pode cumprir. Seja realista ao se comprometer com as pessoas e mantenha sempre sua credibilidade.

Você já trabalha ou foi escalado para trabalhar no setor da empresa que trata da área financeira. É uma função que exige organização, seriedade e muito empenho. Qualquer deslize pode acarretar consequências sérias para você e às vezes para outras pessoas também.

Cuidar da gestão de numerários e recursos não é uma tarefa para qualquer um. Muitos indivíduos simplesmente tem verdadeiro pânico de cometerem algum e virem a ser responsabilizados por isso.

O bom profissional da área financeira geralmente já exibe as características adequadas para se lidar com dinheiro. É preciso atenção, comprometimento, e acima de tudo desenvolver mecanismos que permitam manter o controle mais preciso possível de todos “fatos financeiros” em tempo real.

Só aceite a incumbência de trabalhar com o dinheiro dos outros se realmente se sentir preparado para isso, do contrário é melhor dizer um “não” agora para não se arrepender depois.

Você tem um superior na empresa que parece ter prazer em tornar sua vida difícil. Você recebe sempre as piores tarefas, é preterido em todos os processos de obtenção de promoções, é humilhado constante em público.

Aprenda a se defender: você está sendo vítima de assédio moral.

Assédio moral é a prática sistemática de violência psicológica contra outro indivíduo. É aproveitar-se de uma posição de superioridade aparante para torturar alguém por meio de palavras, ordens ou brincadeiras inadequadas de forma constante. Esse tipo de situação mina o entuasiasmo da vítima pelo trabalho e dependendo do grau em que ocorre pode levar ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas. É algo inaceitável que não pode ficar impune.

Se você está passando por uma situação de assédio moral, denuncie o agressor. Procure outro superior hierárquico na empresa num primeiro momento. Caso isso não resolva, recorra à justiça. Nenhum ser humano merece ser alvo de um tipo de violência desleal como essa.

Todas as empresas, não importa o seu tamanho, utilizam materiais de consumo que precisam ser periodicamente repostos. A falta momentânea desses materiais pode acarretar transtornos para o bom andamento das atividades. Assim, é muito importante ter um sistema eficaz de controle desse tipo de material.

A melhor maneira de estabelecer um controle eficiente de materiais de consumo é fazer um levantamento da média de consumo. Separar materiais com rotatividade mensal, trimestral, semestral ou anual. Depois disso, organizar um portfólio qualificado de fornecedores para que não seja necessário fazer cotações toda vez que queira efetuar os pedidos. Programas internos de conscientização sobre o uso racional dos materiais também são fundamentais.

Uma boa gestão dos materiais de uso diário é questão de inteligência e organização e precisa fazer parte da rotina de qualquer empresa.

Algumas pessoas tem o hábito de transformar pequenos contratempos corriqueiros em sua rotina de trabalho em verdadeiras “tragédias”. Uma cadeira deixada fora do lugar, uma folha de papel fora de alinhamento perfeito e tantas outras picuinhas que não fazem diferença nenhuma para ninguém.

Todos devem se esforçar para executar suas funções da melhor maneira possível, mas reagir muito acima do normal a pequenos deslizes seus ou dos colegas o torna uma pessoa indesejável, perante a qual todos tem que estar se policiando para não cometer uma mínima falha sequer.

Não é aquele lápis fora do lugar sobre a mesa que irá compremeter a qualidade final do projeto ou o sucesso daquela venda estratégica.

Dê um tempo a você mesmo e a seus colegas e pare dar às pequenas coisas mais importância do que elas realmente merecem.

Após uma longa trajetória de trabalho, muitas pessoas não veem a hora de se aposentar. Realmente é momento crucial, que é a recompensa merecida para aqueles que dedicaram sua vida a uma empresa, ao governo, a outras pessoas. Mas é preciso tomar providências com um tempo razoável de antecedência para que esse período possa ser vivido da melhor maneira possível.

É grande o número de pessoas que acham que aposentadoria é um evento muito distante para que elas tenham que se preocupar com ele. Mas isso não é verdade. O tempo passa muito rápido e é necessário fazer uma reserva financeira adequada, seja ela pelos meios oficiais ou de maneira privada. É fundamental manter também um sólido círculo de amizades para poder manter uma vida ocupada depois que se deixa o trabalho.

Comece a pensar em sua aposentadoria com a devida antecedência. Você verá que no futuro isso representa a diferença entre uma vida tranquila ou uma experiência por vezes traumática.

A sociedade humana é regida por um conjunto de normas e procedimentos que visam a determinar a fronteira entre o certo e o errado, entre o que é lícito e o que é ilícito. Quando se trata de cada indivíduo em si, esse conjunto chama-se moral. À soma do senso comum do que a sociedade entende por moral, dá-se o nome de ética. A ética tem sido muito debatida no meio corporativo nos últimos tempos.

Pisar em colegas para subir a qualquer custo, assediar moralmente os subordinadas, usar de meios escusos para obter vantagens para si. Todas essas práticas constituem comportamentos anti-éticos no ambiente profissional.

O indivíduo sem ética enxerga apenas a si mesmo, não se importando o que as outras pessoas sofram em consequência disso. As relações de trabalho, dessa forma, se deterioram; e os colaboradores e a empresa saem perdendo.

Faça imperar o respeito, a camaradagem, a conversa clara e o altruísmo em sua empresa. O ambiente, assim, se tornará melhor e todas as pessoas se sentirão motivadas, pois não há nada pior do que uma organização na qual vale a “lei da selva”.

Houve um tempo em que a palavra das pessoas tanto na vida pessoal como no trabalho era considerada como lei. Mas os tempos mudaram. Nos dias de hoje, a melhor maneira de se garantir a respeito de coisas acordadas no trabalho é manter registros escritos de absolutamente de cada detalhe.

Muitas vezes, por esquecimento ou até por má fé, os indivíduos esquecem-se de acordos, promessas e resoluções que externaram oralmente. Diz-se que a palavra falada “se perde no ar”.

Assim, anotar e registrar com detalhes aquilo se trata no trabalho assegura que as pessoas não venham a entrar em conflito por não se lembrarem do que disseram ou porque “fingem” que não se lembram.

Quem mantem coisas importantes registradas por escrito demonstra capacidade de organização, além de ter um controle eficiente que permite sustentar um debate naqueles casos nos quais “o dito pelo não dito” quer permanecer.

No ambiente corporativo, a prática de avaliações de desempenho é um instrumento usado para os mais variados tipos de decisão em relação ao quadro funcional. Elas são quesitos usados na concessão de promoções, nos “temidos” momentos de cortes de funcionários e na determinação da performance geral da própria empresa.

No que se refere à parte do colaborador (que é a única na qual você, na maioria da vezes, poderá interferir), a melhor atitude é dar o melhor de si e saber administrar bem as críticas que surgirem por parte de quem faz avaliação.

E naqueles casos nos quais há as ditas “perseguições” por parte dos superiores, o melhor posicionamento é ter uma conduta irrepreensível, que torne infundada qualquer tentativa de avaliação baseada em critérios subjetivos e por vezes injustos.

Aprender a ser avaliado ajuda não apenas no ambiente de trabalho, mas também na vida, pois todas as pessoas estão sendo avaliadas o tempo todo, onde quer que seja.