Ficarei desempregado em 2015? Essa pergunta tem sido recorrente nos corredores de qualquer empresa. Em rodas de amigos e até reuniões familiares de final de semana, o temor de ficar desempregado em 2015 é grande. E os motivos tem fundamento. 

Vivemos um 2014 atípico, onde muitas coisas aconteceram no nosso país e, por mais que você não goste de política, ela afeta sim sua vida cotidiana. Tivemos uma Copa do Mundo tensa, não só pelo resultado em campo, mas por tudo que envolveu o evento.

Todos esperavam que ela fosse um fracasso. Ainda bem que não foi, senão seria mais uma vergonha que nós, brasileiros, passaríamos diante do mundo.

Além da Copa e do desgaste político com ela, tivemos a eleição mais apertada e discutida desde a redemocratização do país. Muitos dizem que o Brasil está quebrado, somente estão esperando para dar a notícia no ano que vem para não estragar o natal dos brasileiros.

Quebrado, de fato, muitos economistas acreditam que não, mas que pode chegar perto, se muitas medidas severas na economia não forem tomadas. Medidas essas que podem afetar o setor de empregos. Por isso, goste você ou não de política, ela interfere na sua vida.

Em 2015 ficará mais difícil arrumar emprego. Mas nem por isso você será despedido. Com medo dos rumos que o país vai tomar na economia, muitos empresários devem temer expandir seus negócios, mas manterão o que já tem, por isso será difícil entrar no mercado de trabalho, mas a maioria acredita que não haverão ondas de demissão.

Alguns setores serão diretamente prejudicados, como a construção civil, que deve ter mais dificuldade em conseguir contratos com o governo, depois da enxurrada de denúncias envolvendo a Petrobras e empreiteiras.

Porém, outros setores devem aquecer, como a prestação de serviços, que já mostrou ser uma das alavancas da economia brasileira.

Seja qual for sua área de atuação, mantenha-se sempre bem informado, analise sempre o que o mercado está buscando e quais as novidades, pois, caso fique disponível no mercado de trabalho, facilmente encontrará uma recolocação.

Por Luciana Viturino

Sempre que as empresas iniciam processos de cortes de custos, é quase uma regra iniciar as demissões por aqueles cargos que são melhor remunerados. Isso corresponde, geralmente, às pessoas com maior tempo de casa, na faixa etária dos 40 anos ou mais. Anos de experiência são muitas vezes trocados por uma economia que no final das contas pode acabar não compensando.

Pode-se dizer que é praticamente inevitável que os mais experientes passem, mais cedo ou mais tarde, por uma experiência de desemprego. O importante é saber que isso não é o fim do mundo. É preciso ter a cabeça erguida e ir à luta. Ainda existem companhias que valorizam os profissionais mais velhos, por acharem que a vivência deles pode agregar muito ao treinamento dos mais novos. Os cabelos brancos e as rugas no rosto não são apenas sinais de que o tempo passou, mas também de uma larga bagagem profissional que pode e deve ser aproveitada.

Não se desespere se você é um “sênior” temporariamente desempregado. Há uma luz no fim do túnel. Basta não desistir de tentar alcançá-la.

Surge um problema sério no trabalho. Você imediatamente fica perdido e se desespera. Parece que não há solução. No entanto, a solução quase sempre é mais fácil do que você imagina e está bem perto de você.

Dificuldades, todos temos. No trabalho, em casa, nos momentos de lazer, em qualquer lugar. O que faz a diferença na hora de enfrentá-las é não deixar que elas sejam maiores do que nós. Enxergar os problemas como gigantes não nos ajuda a solucioná-los. Pelo contrário, só atrapalha. Ver o problema de cima e de fora é sempre a melhor solução. Planejar-se para atacar o problema também é uma estratégia eficiente.

O mais importante nos momentos de dificuldade é não se desesperar. O desespero tira nossa atenção e dificulta nosso pensamento. Mostre ao problema que você é maior do que ele. Isso certamente levará você a vencê-lo.