Quem nunca se deparou com questionamentos? Aliás, todos nós, é realmente impossível escapar a isso. Mas é necessário bom-senso e ponderação quando tivermos que lidar com idéias críticas, pois as emoções ficam extremamente afloradas.

Normalmente as “críticas” surgem por insatisfações das pessoas no ambiente de trabalho e a “metralhadora” raja muito, tendo como principal alvo, geralmente, o chefe ou líder. É impossível não ouvir e, às vezes ser obrigado a escutar a “rajada”.

Muito bem. Sabemos que as pessoas têm necessidade de esvaziar a carga diária de estresse e até suas raivas, mas cuidado! Você também é suscetível. A quê? Às suas próprias emoções!

O melhor é escutar e não reprovar a atitude do seu colega, pois ele pode sentir-se ofendido e, é justo. Apenas escute e prometa que pensará no assunto para depois emitir a sua opinião (faça com que a pessoa entenda assim).

Esqueça o assunto. Somente se você for perguntado sobre a antiga questão, num momento propício, jamais deixe de manifestar a sua idéia sobre o assunto, seja sincero, principalmente sobre o comportamento anterior dele e, nunca sobre o comportamento do chefe.

Por Lindomar Vieira

Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.

Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.

Você por acaso tem um colega que sempre retruca tudo o que os outros falam? É comum encontrar-se pessoas assim dentro das organizações. Nada para elas pode ser aceito sem pelo menos algum tipo de “réplica”.

A atitude comportamental de se rebater toda e qualquer coisa que se ouve tanto no ambiente pessoal quanto profissional chama-se reatividade. É claro que ninguém é obrigado a concordar com absolutamente tudo, mas reagir a simplesmente qualquer fato que apareça apenas pelo bel prazer de discordar, é considerado muito desfavorável a um indivíduo no mercado de hoje. Essas pessoas acabam sendo preteridas na hora de participarem de equipes, projetos ou na concessão de promoções.

Aprenda a discernir quando e como vale a pena discordar das pessoas ou das situações. Não queira acabar levando o título daquele que sempre é “do contra” em absolutamente tudo.

Não é verdade que quem tem uma rotina de trabalho agitada não pode se exercitar. Mesmo que a atividade não seja como aquelas consideradas “formais”, é possível sair da inércia total.

Se você não tem condições de praticar um esporte ou de frequentar uma academia, opte por medidas simples que certamente o ajudarão a se mexer mais. Se você vai ao trabalho de ônibus, desça um ou dois pontos antes do habitual. Se a empresa tem elevador, escolha de vez em quando a escada. Se você costuma sair com frequência, vá a pé aos lugares mais próximos. Se tomadas em conjunto, todas essas ações irão contribuir para que você não fique totalmente sedentário.

Use a criatividade e drible sua falta de tempo para atividades físicas. Com o tempo você perceberá que não é tão difícil assim cuidar um pouco mais da saúde.

Seu colega cometeu um deslize no trabalho. O fato é que não é a primeira vez e ele é mal visto desde então. Desse modo, ele lhe pede para assumir o erro ou dividir a responsabilidade com você.

Mas será honesto ou ético “assumir a bronca” de alguém?

Todo ser humano adulto precisa estar consciente de seus direitos e deveres. E quando esses deveres são negligenciados e falhas são cometidas, é preciso estar preparado para suportar as consequências. Tomar para si o peso do erro de outra pessoa para ajudá-la só terá efeitos prejudiciais, pois irá incentivá-la a continuar não arcando com a responsabilidade de seus atos.

Só responda frente à empresa pelos seus próprios atos. Não tente defender os outros de enrascadas dividindo culpas, pois isso só torna as coisas piores para ambas as partes envolvidas.

Muitas vezes as pessoas se acostumam com determinados procedimentos em sua vida diária e nem pensam em mudá-los. Mas no mundo do trabalho de hoje, essa postura pode trazer perda de eficiência e competitividade. É preciso rever e melhorar com frequência a maneira de fazer as coisas para estar sempre atualizado.

Tudo no mundo passou a mudar muito rápido a partir da segunda metade do século XX. As empresas e os indivíduos estão sempre buscando formas mais práticas e rápidas de conduzirem suas atividades.

Procedimentos, instrumentos de trabalho, programas de computador e aparelhos eletrônicos estão se renovando a cada dia. É essencial acompanhar essas mudanças e participar delas para não ficar para trás.

Esteja atento e facilite sua vida sempre remodelando suas estratégias de trabalho. Isso o ajudará a manter-se em sintonia com aquilo que o rodeia.

Em toda organização acontecem incidentes dos quais ninguém gosta de se lembrar. Clientes perdidos, problemas entre funcionários, contratos não fechados. Alguns aprendem com os acontecimentos e se voltam para futuro. Já outros, insistem em ficar revivendo as experiências negativas.

Prender-se a um passado que não pode ser alterado não ajuda a se desenvolver profissionalmente. É preciso tirar lições do que não deu certo e usá-las para se aperfeiçoar sempre. Assumir os erros é importante, mas passado o período de avaliação das consequências deles, a atitude mais inteligente é esquecer e ir adiante. Não há mais espaço hoje em dia para ficar perdendo tempo com o que já se foi.

Pare de resgatar o passado. Quem vive de passado é museu.

Use a experiência que você adquiriu com ele e construa um futuro de oportunidades.

Você já está há algum tempo em um emprego. Você procura fazer tudo certo e em linhas gerais está correspondendo àquilo que esperam de você. Mas sua vontade é crescer, ser promovido, galgar degraus mais altos. Isso acaba gerando ansiedade e algumas vezes frustração. Mas saiba que uma carreira de sucesso é uma combinação de esforço, dinamismo e sobretudo de experiência.

Ninguém consegue um lugar ao sol por um passe de mágica. É preciso aproveitar oportunidades, demonstrar competências e muitas vezes, dar tempo ao tempo.

O reconhecimento da capacidade de uma pessoa para crescer depende de muitos fatores dentro da empresa, como a postura dos superiores hierárquicos, do plano de carreira, caso ele exista, e também da cultura geral da organização. A associação dessas variáveis é que determina se você poderá alcançar um posto mais alto ou não.

Faça sua parte e não se desestimule se os outros não estão reconhecendo isso no momento. Uma hora ou outra alguém pode acabar reconhecendo seu brilho e você verá que sua dedicação valeu a pena.

Todas as organizações acabam passando mais cedo ou mais tarde por momentos turbulentos. Crises econômicas, acirramento de concorrência, realinhamento do mercado. Todos esses eventos podem trazer dificuldades para a empresa. É em momentos como esse que os indivíduos devem assumir a responsabilidade para poder mostrar realmente a que vieram.

Em épocas complicadas, é possível ver claramente a diferença entre as pessoas que só fazem o “básico” e aquelas que realmente estão comprometidas. As que se limitam ao essencial, sentam e reclamam das adversidades. As comprometidas arregaçam as mangas e buscam oportunidades em meio às incertezas. Elas sugerem, discutem e inovam. Elas buscam soluções onde ninguém poderia imaginar.

Comprometer-se com a companhia em tempos difíceis diferencia os fortes dos fracos, os medíocres daqueles que querem sempre mais. Passe para o time dos que são maiores do que os problemas. Você se surpreenderá com o quanto você pode realizar.

No mundo corporativo, já virou até piada o fato de as pessoas convocarem reuniões em excesso e, que, no final das contas, não decidem nada. Passam-se às vezes duas ou três horas divagando sem que se conclua nada realmente relevante.

Há maneiras inteligentes de se minimizar a perda de foco nas reuniões.

Para começar, toda reunião deve ser convocada com a devida antecedência e ter o seu tempo de duração limitado. O horário escolhido também é fundamental. Nada de reuniões logo após o almoço ou numa sexta-feira no final do expediente.

Estudos comprovaram cientificamente que as pessoas produzem muito abaixo da média nesses horários. As pessoas convidadas para a reunião também devem receber a pauta previamente, e essa pauta deve ser seguida à risca, sendo um fator decisivo para evitar divagações. O uso da palavra também deve ser controlado para evitar que uns tenham mais chances de falar do que outros.

Reuniões são um meio de decidir sobre coisas importantes, de expor resultados e de enfrentar problemas. Não as torne acontecimentos sem credibilidade e que não tragam nenhum benefício.

Com a evolução rápida dos meios de comunicação, a internet passou a fazer parte da vida da maioria das pessoas. Nas organizações não foi diferente. Uma parcela grande das empresas se utiliza da internet e das redes internas de comunicação para facilitar o dia a dia.

Mas usar corretamente essa ferramenta valiosa é questão de bom senso.

Muitas companhias tem restringido o acesso a alguns sites de internet a seus colaboradores. Isso decorre do fato de eles abusarem do uso desses sites. Enviar e-mails pessoais, fazer compras ou ficar de bate-papo durante o expediente são os motivos alegados pelas empresas para tomarem tal atitude. É preciso ter consciência de que a internet deve ser usada como acessório para facilitar o trabalho e não como recurso para “matar” o tempo.

Dispersar-se o tempo todo com atividades alheias ao serviço é um comportamento desonesto e inaceitável.

Use com sabedoria a internet em seu ambiente corporativo. Não dê margem para que a companhia pense em limitar ainda mais sua liberdade ao usá-la. É melhor utilizar com equilíbrio para poder utilizar sempre.

No ambiente corporativo atual, tudo está voltado para o resultado final, isto é, a venda, o fechamento de contrato, a parceria, enfim, para o lucro. Saber apresentar esses resultados de maneira adequada conta pontos para você e sua equipe e demonstra que vocês estão aptos a crescer.

Com o rápido progresso da informática, apresentar informações para grupos grandes ou pequenos de pessoas tornou-se muito prático. Os softwares de apresentação e os aparelhos de data show permitem condensar grande número de dados de forma eficiente.

Quem domina esses recursos expõe eficazmente além de resultados, também projeções futuras e perspectivas de mercado. Gráficos e tabelas deixaram de ser segredo, pois basta inserir os dados e obter recursos visuais fantásticos rapidamente. E tudo isso num espaço de tempo pequeno, caso a apresentação esteja bem montada.

Seja capaz de usar a tecnologia em seu favor na hora de mostrar seus resultados. A forma de apresentação, às vezes, pode significar a diferença entre o reconhecimento ou não de seu trabalho.

Certos indivíduos tem uma capacidade de realização muito grande. Essa capacidade de realização acima da média, leva-os muito vezes a deixar em segundo plano os colegas de trabalho, que também são parte importante para que as coisas aconteçam.

Dificilmente alguém consegue realizar alguma coisa de maneira isolada no trabalho. A habilidade de trabalhar em equipe é cobrada pelas empresas justamente por esse fato. Querer se sobressair demais não dando espaço para que as outras pessoas também possam seu potencial, pode ser qualificado como egocentrismo. Ao invés de tentar fazer tudo sozinho, aproveite o que seus parceiros tem de melhor e use em favor daquilo que você está buscando.

Imagine uma noite de céu estrelado. Não é muito mais bonito ver uma constelação com várias estrelas do que apenas uma isolada?

Tenha brilha próprio, mas sinta-se feliz em ver os outros brilharem também.

Com extrema competitividade que impera no mercado, as corporações tem exigido com frequência que os colaboradores façam mais do que simplesmente exercerem suas funções básicas: eles precisam fazer a diferença.

Fazer a diferença é facilitar e otimizar processos, é reduzir custos de maneira simples e pouco traumática, é prospectar clientes em lugares e situações nos quais ninguém tentou antes, é resolver aquelas questões que há anos incomodam na empresa.

Simplesmente fazer o trivial já não acrescenta muito num ambiente extremamente dinâmico como o corporativo.

Encontre formas criativas de fazer a diferença no trabalho. Mesmo coisas pequenas podem contar muito a seu favor. Quem mostra a que veio sempre é mais lembrado do que quem vive só no “arroz e feijão”.

No ambiente corporativo, a prática de avaliações de desempenho é um instrumento usado para os mais variados tipos de decisão em relação ao quadro funcional. Elas são quesitos usados na concessão de promoções, nos “temidos” momentos de cortes de funcionários e na determinação da performance geral da própria empresa.

No que se refere à parte do colaborador (que é a única na qual você, na maioria da vezes, poderá interferir), a melhor atitude é dar o melhor de si e saber administrar bem as críticas que surgirem por parte de quem faz avaliação.

E naqueles casos nos quais há as ditas “perseguições” por parte dos superiores, o melhor posicionamento é ter uma conduta irrepreensível, que torne infundada qualquer tentativa de avaliação baseada em critérios subjetivos e por vezes injustos.

Aprender a ser avaliado ajuda não apenas no ambiente de trabalho, mas também na vida, pois todas as pessoas estão sendo avaliadas o tempo todo, onde quer que seja.

Sua equipe tem tido uma ótima performance. Tudo está andando como esperado, metas sendo atingidas, elogios têm vindo da diretoria. Mas você está reconhecendo o valor dela? Você a elogia? Se a resposta é não é melhor começar a pensar nisso.

O elogio é um verdadeiro bálsamo para o ser humano. Ele supre uma das necessidades ditas secundárias para a vida, que é o desejo de ser aceito e reconhecido. Elogiar apontando um motivo concreto e na medida certa funciona como um combustível para a equipe. Ela aprende que se trabalhar duro e com eficiência, seu trabalho será reconhecido.

Elogie, premie, parabenize.

Você verá que com o tempo sua equipe estará indo cada vez mais para o alto e avante!

A qualidade de suas tarefas apresenta muitos altos e baixos. Um dia elas estão muito bem feitas, no outro estão abaixo da média. Você simplesmente não consegue manter sempre o mesmo padrão. Cuidado! Isso pode trazer problemas para você.

Colaboradores que têm variações muito grandes de desempenho estão sempre na mira dos chefes. Um padrão de qualidade muito instável gera desconfiança e assim que a situação se complica, os inconstantes são os primeiros da fila na hora dos cortes.

Procure organizar rotinas e processos que otimizem seu trabalho de modo que ele possa ser executado da maneira mais constante possível.

A qualidade do seu trabalho deve ser como o trenzinho do parque de diversões, passando sempre pelos mesmos trilhos e não como os carrinhos da montanha-russa que são pura instabilidade.