Existem alguns motivos que são bastante conhecidos entre aqueles que já pediram demissão um dia.

Muitas pessoas gostam do seu trabalho e da função que exerce dentro de uma empresa, porém, ainda sim elas podem encontrar alguns motivos que à levarão a procura de uma nova oportunidade, e acabem pedindo demissão.

Existem alguns motivos que são bastante conhecidos entre aqueles que já pediram demissão um dia, e aqui vamos mostrar quais são os principais deles, destacando que boa parte das pessoas alega que não se sentem bem dentro da empresa ou do seu setor.

Conheça os principais motivos para o pedido de demissão:

1- Falta de plano de carreira

Muitas pessoas sabem que possuem um grande potencial e que já estão devidamente qualificados para crescer e alcançar novos objetivos dentro da empresa, porém, às vezes, existe dificuldade na realização do plano de carreira, o que leva a desmotivação e em seguida o pedido de demissão.

2- Falta de respeito

Ninguém gosta de trabalhar com pessoas que não possuem educação ou que faltam com o respeito. Alguns líderes ou até mesmo colegas de trabalho não possuem domínio próprio e acabam tratando os outros mau, o que pode levar alguns funcionários solicitar o desligamento.

3- Não ter reconhecimento

Quando a pessoa entra na empresa, ela normalmente entra feliz e faz muitos planos e projetos, porém, se com o passar dos anos, sua dedicação e dinamismo não forem reconhecidos, isso também gera a frustração e o afastamento de muitos funcionários.

4- Empresa sem igualdade

É necessário que todos os funcionários de uma empresa sejam tratados com igualdade, independente do seu grau de escolaridade ou função exercida. O ser humano necessita ser respeitado. Quando isso não existe os efeitos negativos dentro de um departamento fica em evidência.

5- Falta do aumento de salário

Esse é um dos motivos que pode fazer com que a pessoa procure um novo trabalho. Caso a empresa não reconheça o valor de seu colaborador e outra oferece uma proposta melhor, na maioria dos casos esse fator se torna crucial para o desligamento do mesmo, principalmente se o aumento da remuneração tenha sido negado em uma tentativa de acordo.

Podemos concluir que para manter bons funcionários na empresa é necessário oferecer plano de carreira, manter o respeito, dar o devido reconhecimento, pois sem essas características, a rotatividade tende a aumentar.

Por Yasmin Fernandes Robles

Atitudes de alguns chefes podem desanimar e desiludir os bons funcionários da empresa, fazendo-os pedir demissão e ir para outra empresa.

Uma empresa pode vir a perder bons funcionários por vários motivos e um deles, que muitas vezes passa desapercebido, são as atitudes de alguns chefes que, não tendo o espírito de liderança, acabam fazendo com que os melhores talentos da empresa deixem o emprego e vão para outras empresas, geralmente, as concorrentes.

E uma das principais atitudes é sobrecarregar o funcionário! Por melhor que seja o funcionário, quando ele se sente "explorado" pela empresa, ou seja, sente que está trabalhando de mais, ele acaba perdendo a vontade de continuar naquele trabalho e busca por outro. E é muito comum encontrarmos chefes que têm esta atitude e assim, os funcionários acabam se sentindo punidos injustamente, pois eles sentem que, quanto mais trabalham, mais são sobrecarregados, o que acaba comprometendo até o bom desempenho daquele profissional.

Outra atitude dos chefes que fazem bons funcionários pedirem demissão é o não reconhecimento pelos bons serviços prestados. Claro que todo funcionário já está recebendo sua remuneração pelos trabalhos realizados, mas sabemos que há funcionários que fazem muito mais pela empresa do que aquilo que foi combinado. Estes bons funcionários têm prazer em se dedicar mais ao trabalho, mas é claro que querem ser recompensados, seja com um brinde, um aumento de salário, um elogio, uma promoção, enfim, há várias formas de recompensar o bom funcionário e o chefe não pode deixar passar despercebidas estas oportunidades.

Uma outra atitude dos chefes, que praticamente espantam os bons funcionários para bem longe da empresa, é o fato deles promoverem os funcionários errados, ou seja, você se dedica ao máximo no seu trabalho, mas a promoção acaba saindo para um colega seu, que você sabe muito bem, não faz nem a metade do que você faz. Esta promoção "errada" pode ser por vários motivos. Talvez o funcionário é amigo do chefe, ou parente do dono da empresa, ou é o conhecido "puxa-saco" e seja como for, este funcionário não merecia ser promovido.

Quando a promoção não sai para você, mas você vê que ela foi dada a um colega de trabalho que tem se esforçado tanto quanto você, ou até mais que você, é compreensível, porque por mais que a pessoa fique chateada, ela reconhece que foi feita justiça e continua na empresa, trabalhando e esperando a sua hora chegar. Mas dar uma promoção para quem não merece, definitivamente, faz qualquer bom funcionário pedir demissão.

Por Russel

Bancos garantiram aos sindicatos da categoria que as demissões em massa não serão feitas. Somente depois que os órgãos reguladores autorizarem a união dos bancos é que serão anunciados os cortes que precisarão ser feitos.

Desde que o Bradesco anunciou a aquisição do HSBC, não foram só os clientes deste segundo banco que começaram a ficar preocupados quanto ao futuro de suas contas e investimentos, mas também os funcionários do HSBC, assim como os funcionários do Bradesco, estão preocupados sob a possível demissão em massa por parte de ambos os bancos.

Mas tanto o Bradesco quanto o HSBC garantiram aos sindicatos da categoria que as demissões em massa não serão feitas, mas o temor ainda continua, tanto é que o Fetec-CUT – federação da categoria no Paraná e também a Contraf-CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, reuniram-se nesta quinta-feira (06) com a direção dos dois bancos para que pudessem ter uma garantia de que os empregos, assim como os direitos dos funcionários, seriam mantidos.

Mas ainda poderá demorar meses até que a aprovação da venda do HSBC para o banco Bradesco seja feita, mas desde já, o Bradesco e o HSBC confirmaram a disposição para o diálogo, de ambas as instituições, com os sindicatos.

Ambos os bancos garantiram que irão trabalhar com total transparência em relação à questão das demissões e que os sindicatos poderão ficar tranquilos quanto a isso.

Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, informou que após a reunião com a direção do Bradesco e do HSBC, ficou mais tranquila, mas que o sindicato continuará atento a todos os processos que estão por vir e às demissões que começarão a ser feitas em breve, resultante da fusão que será feita entre os bancos.

Como forma de evitar a demissão em massa, os sindicatos já tinham começado a recolher em todo o Brasil assinaturas para uma eventual demissão em massa, mas espera não ser preciso utilizar este recurso.

São mais de 20 mil trabalhadores do HSBC que estão correndo o risco de serem demitidos em todo o país e o sindicato está atento a esta questão.

Ainda é cedo para dizer quantos funcionários serão demitidos, pois somente depois que os órgãos reguladores autorizarem a união dos bancos é que serão anunciados, por parte do Bradesco, os cortes que precisarão ser feitos.

Por Russel

Vários motivos influenciam na escolha do profissional de pedir demissão de um emprego.

Podemos elencar vários motivos que levam os profissionais a pedirem demissão. Alguns profissionais quando chegam a uma empresa são designados para uma função específica, com o tempo o patrão que refazer algumas adaptações mudando este profissional de setor. Pode ocorrer, por parte deste profissional, uma não adaptação deste ao novo cargo que lhe foi dado. O mesmo ocorre no caso de acúmulo de funções, quando a empresa passa a exigir que este profissional realize funções totalmente contrárias para aquelas nas quais ele foi contratado.

Em outros casos o próprio profissional almeja crescer e não tem condições favoráveis dentro da empresa na qual se encontra. Também existem motivos de desentendimentos pessoais e profissionais entre os funcionários da empresa ou com relação aos patrões. Há profissionais que também já não têm mais como meta aquilo que estão realizando e desejam mudar para outros cargos ou profissões.

O que há em maior quantidade são os profissionais que procuram aumento de salários e quando não encontram decidem sair para que tenham maiores chances  em outro local.

Outro motivo são pessoas que decidem começar a trabalhar por conta própria, ou seja, ter seu próprio negócio, porque percebem que o que fazem para os outros pode passar a fazer para si mesmo. 

São os mais variados motivos que podem levar um profissional a pedir demissão, contudo alguns podem ser citados, pois ocorrem com maior frequência.

O profissional tem todo direito de optar por condições de trabalho que acha que serão melhores. É importante ter este foco para não se tornar frustrado naquilo que faz. Há momentos que são mais propícios para mudança, porém há outros em que elas são necessárias serem realizadas para não atrapalharem o futuro profissional. Para que haja o crescimento na carreira e maiores perspectivas de futuro é preciso fazer mudanças para que o mesmo seja alcançado.

Por Regiane Daniele de Jesus

Saiba perceber os sinais de uma possível demissão e o que fazer se ela acontecer

O profissional pode trabalhar em uma determinada empresa há anos, não ter problemas com os colegas de trabalho e também dar conta das suas tarefas. Mas em um momento ou outro ele certamente vai pensar: “Será que vou ser demitido?”. Esse pensamento pode se tornar ainda mais recorrente quando a situação econômica não vai bem e o mercado de trabalho começa a “expulsar” profissionais. Por isso, selecionamos alguns sinais que podem indicar se o profissional está na linha de frente da demissão e o que fazer para passar por essa fase nada fácil. Confira:

– A saúde financeira da empresa:

Em muitos casos o corte de pessoal é a primeira saída que a empresa vê quando sua saúde financeira não vai bem. Nesse caso, não há um padrão adotado por todas as empresas para demissão. Algumas mandam embora quem tem mais tempo de casa outras quem tem menos. De qualquer forma é bom ficar de olho.

– A empresa foi vendida:

Muitas vezes com a troca de donos o novo tende a usar seus próprios profissionais e descartar os da empresa comprada. Afinal de contas é mais fácil trabalhar com quem já se conhece.

– Seu chefe está diferente:

A mudança de comportamento do superior em relação ao seu subordinado pode indicar que algo não vai bem. Quando o chefe passa a atribuir funções suas a outros profissionais, deixar sua opinião de lado dentre diversas outras coisas o mais indicado – além de saber o que está fazendo de errado – é colocar o currículo em dia e se preparar para procurar um novo emprego.

Fiquei desempregado… E agora?!!

– Saia da zona de conforto:

Ao ser demitido o profissional fica, em muitos casos, chateado. Pode ser pelo salário que não vai ter mais ou por gostar a empresa em que trabalhava. Porém, no lugar de ficar se lamentando a dica é voltar o foco para empresas que tenham características semelhantes ou até melhores. Talvez essa seja uma boa chance para crescer profissionalmente.

– Vá para fora do país:

É estranho pensar que alguém demitido pode simplesmente fazer as malas e ir viajar. Entretanto, caso o profissional tenha uma reserva financeira ou ainda uma outra fonte de renda talvez seja um bom momento para investir em um intercâmbio e adquirir vivência internacional. Fazer cursos e conhecer novas modalidades ou outras profissões também se enquadram nesse ponto.

– Não perca tempo:

Muita gente espera ser demitido para começar a procurar um novo emprego. A dica é começar a distribuir currículos assim que souber da demissão. Aí vale de tudo: Entrar em contato com amigos que estão na ativa, ver se sua antiga concorrente não está precisando de um profissional como você e por aí vai.

O certo é que não há sinais determinados para saber se o profissional vai ou não ser demitido. De qualquer forma, durante o período em que estiver na empresa ele deve sempre se preparar para isso. Seja fazendo uma reserva financeira, se qualificando tanto quanto puder ou simplesmente mantendo bons contatos profissionais.

Por Denisson Soares

Você está super feliz em seu trabalho, quando, no final do expediente, seu chefe o chama na sala dele. Sua primeira reação é um frio na barriga. Logo quando você entra na sala, ele já vai te dando a notícia: "você está demitido". Neste momento, a coisa mais correta a fazer é aceitar e sair da sala tranquilamente.

Mas quando você chega em casa a coisa pega. Parece que seu mundo caiu depois dessa notícia. Você se lembra que tem contas para pagar, despesas para fazer todos os meses, e é aí que bate aquele desespero.

Não é assim que as pessoas se sentem? Bom, existem algumas pessoas que encaram isso de uma forma diferente, como se fosse um processo natural que passará e que logo depois virá outro emprego, outra oportunidade. Mas, infelizmente a maioria das pessoas ainda não pensam assim. 

Parece que toda uma vida girava em torno daquele emprego e se entregam ao sofrimento. Isso é muito conhecido como "síndrome pós-demissão", que nada mais é do que um sofrimento psíquico causado pela perda. O que fazer nessa hora?

1- Primeiramente, você deverá absorver essa notícia de qualquer forma e tentar fazer uma reflexão sobre os verdadeiros motivos que o levaram até essa situação;

2- Em seguida, você pode tentar tirar uns dias de férias para descansar, desestressar e colocar suas ideias em dia. Dessa forma, você não transparecerá nas próximas entrevistas que esteve frustrado.

3- Tire um dia para organizar seu currículo e analisá-lo. Você pode acrescentar mais informações e cadastrá-lo em sites de emprego na internet.

4- Se desejar, faça mais cursos para aprimorar seu currículo. Um bom curso de idiomas será muito bem-vindo.

5- Pesquise novas vagas de emprego e peça referências de empresas com vagas abertas.

6- Nunca desamine e confie sempre nas suas competências e no seu potencial. Saiba que todos estão sujeitos a uma demissão e isso não precisa ser uma consequência ruim.

Por Daniela Almeida da Silva

De acordo com as informações divulgadas pelo Caged, o setor do comércio demitiu 26.251 trabalhadores de carteira assinada. De acordo com as informações divulgadas pelo Ministério Trabalho e Emprego (MTE), no mês de março de 2014, o setor de comércio foi o que mais demitiu trabalhadores formais.

O motivo para a queda de pessoas empregadas foi o fim da temporada de férias. As informações foram divulgadas com base nos dados obtidos pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

No período citado o comércio chegou a demitir 26.521 trabalhadores. Todos eles com carteira assinada. Segundo as analises feitas, este foi o pior desempenho visto entre os diversos setores avaliados. Em número mais técnico  o resultado apresentado acabou por contribuir e muito para um saldo de apenas 13.117 vagas registradas no período. Para se ter ideia da problemática que envolve o fato esse é o pior registro dos últimos 15 anos.

Em segundo lugar no ranking das demissões está o setor da agricultura. Neste caso foram fechados 5.314 postos de trabalho. De acordo com o ministro Manoel Dias (Trabalho e Emprego), esse fraco desempenho se deve principalmente aos problemas climáticos que afetaram diversas regiões do Brasil e também pelo fim da colheita.

Mesmo que no momento atual o Nordeste ainda sofra com a seca e o Norte com as chuvas torrenciais, as demissões maiores, ainda segundo o ministro, se deveram principalmente pelo fim da Safra.

No outro lado da história temos as contratações feitas no mês de março. De acordo com as análises as contratações resultaram em total de 37.453 trabalhadores empregados. Esses números são referentes ao setor de serviços. Na seqüencia temos o setor industrial com a criação de 5.485 vagas. Já em terceiro lugar vem o setor público. De acordo com o ranking feito pelo Caged, o saldo positivo foi de 3.482 postos de trabalho criados.

A renda média de quem teve a sorte de se manter empregado também sofreu alterações, porém, neste caso para melhor. Em março passado a renda era em torno de R$ 1.138,46. No mesmo mês de 2014 o valor passou para R$ 1.166,84.

Por Denisson Soares

Todo e qualquer ambiente corporativo possui suas próprias regras. O trabalhador não pode simplesmente fazer o quê quiser, cabendo ao empregador elucidar no ato da contratação as principais normas de conduta. Com o avanço maciço da internet dentro e fora de escritórios não é de se estranhar que a utilização de computadores para diversos fins ganhe certa entonação.

Enquanto a geração de oportunidades de trabalho avança paulatinamente, também cresce o número de funcionários desligados do quadro de funcionários, inclusive por justa causa. Informações do Ministério do Trabalho apontam que essa recorrência cresceu 9% no ano passado em comparação a 2009, ou 61,7 mil pessoas em 2010.

Ferramentas específicas têm ajudado patrões a saberem mais a fundo o que cada funcionário faz com seu computador, sobretudo pela internet. Triste constatação aponta que muitas pessoas adoram acessar conteúdos pornográficos em seus ambientes de trabalho. De acordo com Jefferson Morais dos Santos Junior, especialista em Direito Trabalhista, a empresa pode, sim, monitorar seu empregado, mas o acesso ao e-mail, mesmo particular, não pode e não deve ser observado.

Constatado casos de uso incorreto da internet, a companhia deve reunir o maior número de provas possível. Acusação grave sem as devidas justificativas pode trazer consequências graves, afetando não apenas o empregado e demais colegas, mas a própria família.

Por isso, muita atenção ao uso da internet.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa

Enquanto o Brasil festeja o Carnaval 2011, do outro lado do mundo – mais precisamente, em Bangalore, na Índia – a gigante adormecida AOL anuncia que fará um corte paulatino de 500 postos de trabalho nos próximos quatro meses.

Considerando que o total de funcionários contratados naquele país são 750, percebe-se que se trata efetivamente de uma demissão em massa. Segundo o portal Business Insider, com base em informações não oficiais, os cortes são resultantes de um processo de reestruturação pelo qual passa a companhia, que planeja economizar US$ 20 milhões, sem contar o montante que terá que recuperar em virtude compra do blog Huffington, pela quantia de US$ 315 milhões.

A proposta de corte de pessoal surgiu após uma visita feita por dois executivos da companhia em 2010, os quais, pelo que revela a fonte do BI, são contra a continuidade das atividades naquele país (“anti-Índia”). Se o relato dessa fonte tiver mesmo fundamento, serão 200 demissões entre março e abril, e mais 300 de maio a junho.

Por Alberto Vicente Silva

Fontes: Business InsiderTecnoblog

Demissões são acontecimentos perturbadores, que podem ocorrer de várias formas. Há o empregado demitido por justa causa, decorrente de mau comportamento ou atos inadequados durante o desempenho de suas atividades em uma empresa, por exemplo. Quando o empregado é demitido por justa causa ele perde o direito ao saque do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e também ao recebimento do décimo terceiro salário proporcional.

Já no caso de uma situação em que o empregado pede demissão ele apenas perde o direito ao saque do FGTS: os valores, no entanto, continuarão rendendo juros e só poderão ser sacados se permanecerem 3 anos inativos, ou seja, sem movimentação.

Na demissão sem justa causa o empregador recebe todos os direitos previstos em lei: ele tem direito ao aviso prévio de 30 dias, seguro desemprego, liberação do FGTS acrescido de multa de 40%, décimo terceiro e férias proporcionais e saldo de salário, ou seja, receberá os dias trabalhados no último mês.

Créditos: Cris Keller

A internet é um meio de comunicação público e onde sua opinião pode repercutir de forma incontrolável e de maneira inesperada e com velocidade impressionante.

A sua opinião deve ser muito comedida quando envolve a atual empresa que você trabalha, afinal sua posição e sua palavra podem denegrir toda a reputação da empresa, que se sentindo lesada, pode levar a processos judiciais e demissão por justa causa.

Recentemente um  profissional da Locaweb usou o nome da empresa para tirar sarro de torcedores do São Paulo, justamente o time que a empresa patrocinava, pelo twitter. Como assinou todos os comentários som seu nome vinculado com o da empresa, os diretores não tiveram outra posição: demissão por justa causa, somente assim para a empresa mostrar que não tinha a mesma opinião de seu executivo.

Então, fica a dica para que se gosta de seu emprego, tenha muito cuidado com o que posta ou fala sobre a empresa em que atua, afinal qualquer palavra que calunie ou que aponte problemas internos para o público externo podem gerar medidas disciplinares ou problemas maiores.

Por José Alberi Fortes Junior

De acordo com Lílian Wizenberg – consultora da Right Management, empresa de consultoria organizacional – o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, profissionais que não estão satisfeitos tendem a não pensar duas vezes ao receber propostas para trocar de emprego. O salário, ao contrário do que muitos pensam, influencia muito pouco na escolha do profissional.

De acordo com o site G1, a relação do funcionário com o chefe é um dos principais fatores que prendem o profissional ao local de trabalho, sendo que os profissionais que afirmam estar satisfeitos com o ambiente de trabalho gozam de ótimas relações com seus superiores relacionados diretamente.

Ainda segundo especialistas, a maioria dos empregados que se demitem, não se demitem da empresa e sim, do empregador para quem estão trabalhando.

Por Rafael TOTP

A questão que abrange o tema que trata da legislação trabalhista no que diz respeito ao abandono de emprego ainda é um pouco falha e com uma redação de difícil entendimento o que gera muitas confusões e múltiplas interpretações.

O que é fato e necessário que se tenha em mente é que esta prática é considerada uma falta grave, permitindo ao empregador realizar a dispensa por justa causa.

Para isso acontecer é necessário que a mesma aguarde um determinado período para que possa aplicar tal penalidade. A CLT não é clara quanto ao tempo que a organização deve esperar, mas jurisprudências diversas adotam como tempo considerável as faltas injustificadas ao trabalho por tempo superior ou igual a 30 dias e diferente do que era feito antigamente às organizações não basta apenas publicar o abandono em jornal de grande circulação, mas sim deve ser enviada ao funcionário uma correspondência registrada ou deve o empregador ir pessoalmente comunicá-lo da sua dispensa.

Para mais esclarecimentos, uma dica para leitura está disponível no endereço abaixo:

http://www.guiatrabalhista.com.br/guia/abandono_emprego.htm

Um plano de corte de custos da gigante Johnson & Johnson prevê a diminuição em 7% de seus funcionários em âmbito global, o que cerceia, aproximadamente, 120 mil trabalhadores rumo ao desemprego. Com isso, a empresa pretende gerar uma economia de até 1,7 bilhão de dólares até 2011.

Tudo leva a crer, de fato, que isso será efetivado. Para se ter idéia, o ano de 2009 foi um dos mais complicados para a empresa em sua história. Cerca de três de suas principais divisões no mundo dos negócios apresentaram fragilidade. Isto se deve, entre outros motivos, ao aumento da concorrência dos genéricos, que prejudicou, em partes, o segmento de medicamentos.

Em sua unidade farmacêutica, a empresa registrou um corte de aproximadamente 900 mil funcionários em 2009. Entretanto, em agosto deste ano, a corporação solidificou seu esqueleto gerencial.

Fonte: Último Segundo

Por Luiz Felipe T. Erdei

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) desenvolveu um estudo em relação aos índices de demissões e admissões nos bancos privados e públicos que operam no país. A pesquisa, solicitada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), indicou uma baixa significativa em relação aos números apontados no mesmo período do ano passado.

Apesar da contratação de mais de 13 mil bancários, mais de 15 mil foram demitidos, revelando um corte de 2.224 empregos. O principal motivo desse quadro é o processo de fusão realizado por instituições como Unibanco Itaú, Real Santander e outros.

No mundo corporativo, como em outros setores da vida, muitas coisas funcionam em ciclos. Nas organizações, quando o ciclo de um colaborador chega ao fim, pelas mais variadas razões, é preciso ter bom senso para avaliar as vantagens e desvantagens de um pedido de desligamento por iniciativa própria.

Vários motivos podem ser o ensejo para se afastar de uma empresa: insatisfação pessoal ou financeira, relacionamentos interpessoais ou mesmo a oferta de uma vaga mais interessante. Em cada um desses casos, refletir sobre todas as variáveis envolvidas no processo é a melhor maneira de se chegar a um desfecho que não traga arrependimento depois. É necessário que o funcionário tenha maturidade para assumir todos os riscos que sua atitude trará.

Se você pensou bem e resolveu “chutar o balde”, vá em frente e siga em busca de novos horizontes profissionais. Se não, dê tempo ao tempo e reavalie seu status, permanecendo na empresa onde você está.