Hoje em dia, as empresas estão cada vez mais exigentes no que diz respeito ao recrutamento de pessoas para preencher os postos de trabalho em aberto. Perante a esta situação, muitas pessoas tem perdido a chance de ingressar em empresas boas pelo fato de não estarem profissionalmente preparadas para os desafios referidos ao novo cargo.

Este assunto tem gerado muitas dúvidas e uma delas é relativa à que tipo de curso é mais frutífero para o atendimento das necessidades do mercado de trabalho: um curso livre ou um curso técnico. Bem, nem sempre a resposta é fácil. Para você decidir qual curso fazer, deverá ponderar quais os benefícios de cada um.

Os cursos livres são rápidos e fundamentados em ideias práticas, isto é, são cursos de aperfeiçoamento e são especialmente dirigidos às pessoas que desejam aprender de forma objetiva novas aptidões para enfrentar os revezes de um novo posto.

Precisa-se salientar que esta modalidade de curso raramente confere certificados, sendo emitidos para os seus participantes somente comprovante de participação no curso. Outros benefícios dos cursos livres é que eles não exigem escolaridade e a duração depende de você, de quanto tempo disponibiliza aos seus estudos.

Os cursos técnicos são mais abrangentes e com certeza possuem mais credibilidade perante o empregador. Os cursos desta modalidade tem duração entre dois e três anos e são dirigidos à pessoas que tenham concluído ensino médio.

Também há cursos que aceitam participantes que estiverem cursando ensino médio, assim, o estudante pode aperfeiçoar-se para o mercado ao mesmo tempo que conclui os seus estudos regulares. Uma das grandes vantagens de fazer um curso técnico é que eles não são dirigidos somente aos jovens, pessoas de mais idade podem assistir cursos técnicos, eles favorecem quem está à procura de novos horizontes laborais e também quem está procurando uma recolocação no mercado de trabalho.

Como foi visto, ambos tipos de curso podem trazer maiores possibilidades de emprego e de realização pessoal, no entanto, você é quem deve decidir qual se adequa mais a sua realidade profissional e quanto tempo dispõe para estudar.

A demanda das empresas, no que diz respeito ao setor de recursos humanos, gira em torno à profissionais capacitados na sua área de atuação, por isso, seja qual for a sua escolha, saiba que estará sendo visto com bons olhos, pois investir em um curso de formação significa que o trabalhador está interessado pelo seu desenvolvimento profissional.

Por Melina Mariel Menezes Pereda

O Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) iniciou a divulgação de 220 opções de cursos técnicos propagadas em 13 áreas tecnológicas, dentre as quais são evidenciadas categorias no eixo “Militar”. São designados aos alunos que obtenham interesse em se formar nessa classificação, e adquirir maior conhecimento em relação à área especificada.

Interligado a progressão de tecnologias de interesse da Marinha do Brasil e da Aeronáutica, os cursos que estão direcionados a essa classe é agregado por atividades desenvolvidas designadamente ao desempenho de atuação dos participantes, que irão contribuir com o apoio, preparo e emprego concernente as Forças Armadas.

A estrutura curricular dos 34 cursos destinados a este eixo compreende-se pelos saberes e tecnologias conectados a aspectos de segurança e defesa, exaltando primordialmente a ética, raciocínio lógico que advém da agilidade, inteligência e persuasão, além de normas técnicas e de segurança e escrita de documentos técnicos.

O intuito é construir o fortalecimento em relação à missão constitucional atribuída as Forças Armadas, implicada na proteção e defesa da Pátria, aquisição dos poderes constitucionais e cumprimento integral da lei e da ordem.

O estudante que se propor a partilhar do contexto informado terá participação direta com atividades que englobam operações, logística, manutenção, suprimento, armazenamento, informações, controle do espaço aéreo, domínio aéreo de operações navais e terrestres, imprescindíveis ao direcionamento das atividades militares.

Os cursos técnicos serão oferecidos apenas a aqueles que se classificarem, e integrarem a equipe das Forças Armadas através de concurso público.

É evidente que as capacitações ofertadas aos alunos pertinentes ao programa são impostas de acordo com as regras que foram atribuídas ao catálogo nacional de cursos técnicos. Desta maneira, cada nomenclatura, carga horária e perfil apresentado são padronizados, com o objetivo de aplicar uma melhor qualificação no âmbito de ensino e propiciar aos interessados maior probabilidade de aceitação no mercado de trabalho.

Alguns cursos integrados a conjunção militar são especificados, sendo eles descritos abaixo.

Técnico em comunicações navais, onde os mesmos irão aprender como ativar equipamentos e conduzi-los em relação à transmissão e recepção navais. Após o recebimento de certificado, explicitando sua aptidão para executar as tarefas propostas poderão manipular e usar procedimentos de instalação, operação e manutenção de equipamentos que são respectivamente associados à área.

Técnico em controle de tráfego aéreo: A formação propiciará suporte teórico adquirido de acordo com aulas ministradas e interesse do aluno, e prático para melhor desempenho na defesa aeroespacial do Brasil. Serão apresentadas técnicas de controle do tráfego de aeronaves civis e militares, em pouso e decolagem, além de concretizarem manobras na pista.

E por fim técnico em mergulho, que deixará o profissional apto em mergulho e desempenhar técnicas de inspeção de obras vivas de navios, e manutenção orientada concernente aos equipamentos utilizados para atuação da tarefa estabelecida, e, por conseguinte a operação de equipamentos de fotografia e filmagem submarina.

Por Lorena de Oliveira

Muitos estudantes que querem continuar os estudos após o Nível Médio ficam na dúvida: ir para uma faculdade ou fazer um curso técnico? A dúvida surge porque para os profissionais mais antigos, de cerca de 20 anos atrás, a certificação técnica era considerada uma segunda opção para quem não conseguia ingressar em uma universidade ou faculdade. Tais profissionais ainda propagam que a melhor opção sempre é prestar o vestibular e deixam muitos estudantes na dúvida do que seguir.

Para levar em conta a sua escolha, primeiro é preciso avaliar que área quer seguir. Há cursos que só existem em universidades como medicina, direito, psicologia e fisioterapia. Outras profissões só existem em certificado de Nível Técnico como segurança do trabalho, radiologia e secretariado. Há ainda os que existem nas duas opções, como administração, enfermagem, contabilidade.

Saiba as diferenças:

Estudar em uma universidade é um pouco diferente de estar em uma sala de aula de um curso técnico. Os cursos universitários são de maior duração porque envolvem muito mais temas a serem estudados e sua formação te dará o direito de atuar em várias áreas. No curso de jornalismo, por exemplo, você verá disciplinas diversas da sua área como história da arte, teologia, filosofia e algumas outras para te ajudar a escolher que área seguir, como rádio, televisão, revista, jornal e redação para a Internet. Você sai um profissional completo para qualquer área que queira seguir.

Já no curso técnico sua formação será compacta e direcionada. Sua carga horária será de dois anos (dois a menos que em uma faculdade) e você terá mais aulas práticas e direcionadas para uma área específica. Por exemplo, você não irá estudar disciplinas mais amplas como teologia e sociologia, e sim terá um estudo mais direcionado para a prática do mercado de trabalho.

Em ambos os casos você sairá da sala de aula um profissional preparado para exercer suas funções no mercado de trabalho. Se sua dúvida for quanto à aceitação do certificado, saiba que em muitos concursos públicos há vagas específicas para graduados em Nível Técnico. Em alguns casos os técnicos são mais procurados por carência de mão de obra, como é o caso do profissional de segurança do trabalho, que em algumas cidades como Recife e João Pessoa a demanda é maior que a oferta.

Por Lidianne Andrade

O Senac no estado de São Paulo está com inscrições abertas para bolsas de estudo de cursos técnicos em suas unidades. As inscrições podem ser feitas até o dia 01/02/2011 no site da instituição (www.sp.senac.br).

Para o ano de 2011, foi ampliado o acesso às bolsas. Agora é aceita uma renda per capta maior do que nos anos anteriores, já que foi aumentado o salário mínimo para R$ 540,00. Antes a renda aceita é de até R$ 765,00, e com a mudança passa a ser R$ 1.080,00.

Outra alteração é que os bolsistas que desistirem do curso ficarão impedidos de tentar nova bolsa pelo período de dois anos. Para 2011, a instituição oferece seis mil bolsas a mais do que em 2010 para alunos com baixa renda.

Por Felipe Villares

O Senai-SP está com inscrições abertas para preencher 4,6 mil vagas para 33 cursos técnicos gratuitos nas áreas de tecnologia e industrial.

As aulas, que serão ministradas em 29 cidades do estado de São Paulo, têm início no primeiro semestre do ano que vem e duração de cerca de dois anos, incluindo estágio supervisionado, que é obrigatório.

A seleção será feita por meio da aplicação de uma prova de múltipla escolha, contendo 60 questões referentes ao conteúdo apresentado no Ensino Médio.

Para participar, é preciso ter Ensino Médio completou ou em curso, com previsão de formatura prevista para até o início do curso. Os candidatos também devem pagar uma taxa de R$37.

Os interessados devem se inscrever pelo site do Senai-SP, www.sp.senai.br.

Por BFF

O Instituto de Tecnologia de Pernambuco está com inscrições abertas para interessados em participar do curso técnico de gestão de lavanderia industrial de beneficiamento têxtil. Durante o curso serão abordados aspectos de habilidade em planejamento, organização e gestão de lavanderias industriais de beneficiamento têxtil.

Os interessados devem se inscrever gratuitamente no CT Moda localizado na Rua Dalto Santos, 319, no bairro São Francisco em Caruaru no horário das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

As aulas serão ministradas no período da noite das 19h às 22h. O início está marcado para o dia 8 de setembro de 2010.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: Globo.com