No decorrer de 2009, o governo argentino, liderado pela presidente Cristina Kirchner, fez o possível para proteger as atividades econômicas internas da nação. O protecionismo adotado surtiu efeito, pois um relatório elaborado pelo Ministério da Economia da Argentina revelou que mais de 542 mil empregos foram salvos.

Entre as principais medidas protecionistas destacam-se as licenças não-automáticas do governo da Argentina, onde produtos brasileiros foram os que mais tiveram prejuízos por não poderem ingressar tranquilamente no país. Calçados, móveis, brinquedos, toalhas, linha branca, entre outros são os destaques neste sentido.

Portanto, os produtos confeccionados na própria Argentina garantiram emprego e salários aos residentes da nação. O Ministério da Economia afirmou, também, que os setores de móveis, bens de capital e têxteis foram os que mais se beneficiaram pelas medidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei