Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de segunda-feira (16/04), apontam que houve um crescimento de 20,6% no número de postos de trabalho em todo o Brasil. O total é comparado a março do ano passado. Em números absolutos, foram registradas 111.746 novas vagas.

No período analisado, houve 1.881.127 admissões contra 1.769.381 demissões. Os dois quesitos avaliados foram recordes para o mês de março.

De acordo com o Caged, esta foi a primeira vez desde julho do ano passado em que foi apresentada a criação de empregos maior do que o mês imediatamente anterior. No entanto, o resultado foi o pior resultado do mês de março desde 2009.

O setor de Serviços foi o que mais contribuiu com o resultado, gerando 83.182 vagas, o que representou 0,53% dos postos de trabalho formais. Já o segundo resultado mais positivo foi na Construção Civil, que registrou 35.935 novas vagas preenchidas.

Nos três primeiros meses deste ano, o resultado da geração de empregos ficou positivo em 1,17%, o que significa 442.608 admissões. No acumulado dos últimos 12 meses,  o crescimento foi de 4,82% ou 1.761.455 postos de trabalho.

Por Matheus Camargo

Fonte: MTE

Teoricamente o mercado volta ao ciclo normal depois do carnaval. É depois desse período que é possível perceber se os índices evoluíram ou tiveram retração.

Muitas oportunidades costumam surgir após essa época e não é diferente com relação aos cargos mais altos, como os executivos, por exemplo.

Uma pesquisa realizada pela empresa de Recursos Humanos Ricardo Xavier revelou que no mês de março foram abertas 1.703 oportunidades para executivos contra 1.060 geradas no mês de fevereiro.

Segundo a empresa, esse ritmo de crescimento deve continuar nos próximos meses, já que o mercado está apresentando recuperação e mais segurança frente à situação da economia mundial.

A área que mais teve oportunidades foi a comercial com 12,6% das posições. Em seguida estão: Engenharia, com 8,6%; Administrativa, com 7,3%; e Financeira, com 6,6%. Nas últimas colocações estão Contabilidade e Tecnologia da Informação, com 2,7% e 2,6%, respectivamente.

Em relação às companhias, as nacionais foram as responsáveis por mais de 80% das vagas e as multinacionais pouco menos de 20%.

O estudo foi realizado apenas nas seguintes localidades: Belo Horizonte (MG), Campinas (interior de SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (capital e Grande SP). 

Por Natali Alencar

O tema principal deste mês é trabalho. Então, nada mais justo do que mencionar a geração de empregos pelo país, assim como as mais recentes informações divulgadas na última quarta-feira (11 de maio) pelo sempre otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego.

De acordo com a autoridade, no ano passado foram criadas 2.860.809 oportunidades com registro em carteira, ou seja, formais. O número, que abrange postos estatutários (concurso público, em suma) e celetistas (trabalhador sob regime de Consolidação das Leis Trabalhistas), representa incremento de 6,9% em relação ao estoque de empregos do último mês de 2009.

Com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2010, Lupi afirma que o número de vagas nos três principais segmentos econômicos avançou acima do Produto Interno Bruto (PIB), tanto que dos 22 subsetores avaliados, 18 delinearam progresso.

A performance do mercado de trabalho culminou em 44,068 milhões de trabalhadores formais no final das contas, número que subiria ainda mais, para 66,747 milhões, se fossem registrados os inativos. De acordo com o Ministério do Trabalho, nas duas gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o avanço de postos alcançou o índice 55,63% em todo o período.

De acordo com matéria publicada no Estadão, Lupi prevê a geração de 3 milhões de empregos este ano. Curiosamente, recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) assoalhou expectativa de 1,7 milhão de novas vagas.

Enquanto o otimismo de Lupi for benéfico, certamente será muito bem-vindo. O país não pode, contudo, achar que é inabalável, porque embora a crise tenha passado, o planeta enfrenta, em pontos específicos, algumas dificuldades. Por ser um mundo globalizado, um fato num local pode refletir em outros.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O setor bancário é responsável por bom número de postos de trabalho no país, tanto destacada a iniciativa privada como a pública. Dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), revelam que de janeiro a dezembro do ano passado pouco mais de 54 mil trabalhadores foram admitidos, ao mesmo tempo em que aproximadamente 33,4 mil sofreram demissão. O saldo positivo constatado chegou a 24.032.

Em relação à remuneração média mensal, os admitidos responderam com um montante, em dados individuais, de R$ 2.188,43, bem abaixo, porém, dos funcionários demitidos, de R$ 3.506,88 (disparidade de 37,6%). Segregado por regiões, o Norte do país registrou o menor número de novos funcionários, exatamente 981. No Sudeste, por outro lado, foram geradas 16.065 vagas.

O Dieese assinala que em todos os meses do ano passado o saldo de emprego no setor, pelo país, apresentou-se positivo. O melhor resultado foi constatado entre outubro e dezembro, com quase sete mil vagas. Março, que representou um dos melhores períodos para o segmento de veículos automotores em termos de vendas, foi o mais brando em 2010 na criação de postos nas instituições bancárias, com 667 oportunidades.

Outro dado muito bom para o ramo bancário decorreu do nível de escolaridade dos novos funcionários. De acordo com o Dieese, 98,92% do total possuem Ensino Médio, Superior completo ou incompleto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

As notícias sobre a esfera empregatícia têm se configurado positivas em termos gerais, mesmo empresários alegando aos quatro ventos falta de mão de obra qualificada para determinadas funções. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, comemora tanto a geração de empregos nos últimos anos quanto a escolha, por meio do voto popular, de Dilma Rousseff (PT) como sua sucessora.

Somente no Estado do Rio de Janeiro, segundo a Federação das Indústrias do Estado do RJ (Firjan), o número de postos formais criados entre janeiro e setembro deste ano quase triplicou em relação aos mesmos noves meses de 2009. Pelas contas foram mais de 149 mil vagas contra aproximadamente 55,3 mil do período anterior. Do montante conjeturado, 30.542 foram constatados na indústria.

De acordo com a Firjan, a geração de postos de trabalho no Rio de Janeiro acompanhou o patamar nacional. Para Guilherme Mercês, chefe da Divisão de Estudos Econômicos da federação, o final deste ano poderá comportar um menor ritmo nas contratações, algo típico da época. Mesmo assim, prevê que os índices atuais venham a ser os melhores da história, confirmando, portanto, a recuperação do nível de atividade após a crise financeira global.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1

A geração de empregos pelo Brasil continua acentuada. Após um primeiro semestre positivo, com a criação de quase 1,5 milhão de postos de trabalho por todo o país, o mês de agosto voltou a registrar recorde, desta vez por meio da criação de 299.415 oportunidades formais, isto é, com carteira de trabalho assinada.

Informações divulgadas pelo Ministério do Trabalho identificam alta de 0,86% no mês passado em comparação a julho, e segundo Carlos Lupi, ministro da pasta, em setembro, outubro e novembro a tendência continuará a ser observada devido ao aumento da renda do trabalhador brasileiro e do ritmo de desenvolvimento da economia.

Todos os setores economicamente analisáveis contabilizaram elevação, com destaque para a construção civil, cuja qual obteve crescimento de 1,59% na base comparativa em questão. A única exceção, porém, ficou por conta da agricultura, mas justificável: entressafra no Centro-Sul do Brasil.

Dados levantados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) assinalam 1.740.659 admissões em agosto contra 1.441.244 demissões. A região Nordeste foi a que melhor respondeu, com elevação de 1,32% no número de empregos criados.

Mais uma vez, segundo a agência de notícias Reuters, Lupi ressaltou: até o final deste ano 2,5 milhões de postos formais serão criados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A empresa r2tura Comunicação Estratégica, localizada em São Paulo, oferece oportunidade de estágio em sua área de criação para estudantes do ensino superior da área de Comunicação.

Para concorrer à vaga é necessário estar matriculado no 2º ano dos cursos de Design, Marketing ou Publicidade. Além disso, é necessário ter conhecimentos em Illustrator (ou Corel Draw), Adobe Reader e Photoshop.

O selecionado irá atuar em todo o processo de criação da empresa, sugerindo ideias e produzindo textos, mas terá como foco a produção gráfica de layouts.

Os interessados devem enviar currículo para o e-mail renato@r2tura.com.br, aos cuidados de Renato Tura, até o dia 21 de março.

Por Gabriel Perline

O candidato, com no mínimo 3 anos de experiência em propaganda, deve apresentar portfólio virtual junto com sua pretensão salarial para Maurício Jarra, no e-mail: rh@unitta.com.br.

As atividades incluem criação, layout e arte-finalização de materiais publicitários.

A Unittá terminará as buscas pelo cargo em 10/08/2009.

Não perca esta oportunidade!

Empresa de Guarulhos contrata estagiário para a área de Criação.

Serão 6 horas de estágio, sendo que o estudante trabalhará com criação de peças impressas, mobiles, catarzes, peças para internet e e-mail marketing.

A bolsa-auxílio terá o valor de R$ 700.

Requisitos: conhecimento em Corel Draw, Photoshop, Dreamweaver e Flash.

Mais informações pelo site abaixo:

www.meunovoempregoguarulhos.com.br