Os reflexos de crescimento da economia brasileira, no ano passado, continuam presentes em 2011. Mesmo após o Banco Central (BC) ter adotado diversas medidas, os consumidores e empresários se mostram otimistas, embora, no decorrer dos próximos meses, as iniciativas da entidade financeira devam apresentar, de fato, os resultados desejados.

Segundo a Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial, para 72% dos 1.014 empresários brasileiros consultados o faturamento de suas empresas crescerá mais neste ano em relação a 2010, índice amplamente superior aos 18% entre aqueles que preveem manutenção de número e mais ainda em comparação aos 10% que projetam queda.

Separado por portes, o levantamento revela que para 79% dos empresários das médias companhias o faturamento crescerá, índice que decresce para 78% quando a consulta é delimitada a grandes empresas. Nas pequenas empresas, 70% de seus comandantes aguardam resultados mais positivos.

Dado que devem interessar aos desempregados e trabalhadores que querem mudar de emprego: 35% dos empresários anseiam aumentar a contratação, enquanto 58% aspiram manter o atual quadro de funcionários. Apenas 7% tendem a diminuir seu pessoal em 2011.

Caso os números estimados componham a realidade, é possível que a previsão de 3 milhões de empregos formais a serem criados em 2011, segundo Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, seja concretizada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A crise financeira mundial ainda é sentida em muitos lugares do planeta. Enquanto algumas nações já conseguem enxergar bons caminhos, outras, inclusive desenvolvidas, tropeçam mês a mês para manter a economia nos eixos e assegurar planos futuros concretos, sem especulação.

Iniciado nos Estados Unidos, o colapso ainda ocasiona efeitos diversos, atingindo, por exemplo, o próprio presidente do país, Barack Obama, criticado por muitos por não ter conseguido suprir algumas e atuais carências. Dados divulgados pelo Departamento de Trabalho estadunidense indicam que a taxa de desemprego avançou para 9,8% no mês passado, o maior nível em sete meses.

Apesar desse patamar nada agradável, dados sobre emprego geral de setembro e outubro foram revisados e indicaram geração de 38 mil postos de trabalho a mais em relação ao prognosticado anteriormente. Segundo o UOL, economistas previam criação de 140 mil empregos em novembro e percentual de desemprego em 9,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A geração de empregos pelo Brasil continua acentuada. Após um primeiro semestre positivo, com a criação de quase 1,5 milhão de postos de trabalho por todo o país, o mês de agosto voltou a registrar recorde, desta vez por meio da criação de 299.415 oportunidades formais, isto é, com carteira de trabalho assinada.

Informações divulgadas pelo Ministério do Trabalho identificam alta de 0,86% no mês passado em comparação a julho, e segundo Carlos Lupi, ministro da pasta, em setembro, outubro e novembro a tendência continuará a ser observada devido ao aumento da renda do trabalhador brasileiro e do ritmo de desenvolvimento da economia.

Todos os setores economicamente analisáveis contabilizaram elevação, com destaque para a construção civil, cuja qual obteve crescimento de 1,59% na base comparativa em questão. A única exceção, porém, ficou por conta da agricultura, mas justificável: entressafra no Centro-Sul do Brasil.

Dados levantados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) assinalam 1.740.659 admissões em agosto contra 1.441.244 demissões. A região Nordeste foi a que melhor respondeu, com elevação de 1,32% no número de empregos criados.

Mais uma vez, segundo a agência de notícias Reuters, Lupi ressaltou: até o final deste ano 2,5 milhões de postos formais serão criados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Muitas pessoas perdem oportunidades preciosas em suas vidas por não possuírem auto-confiança. São chances em relacionamentos, na família, no emprego, e que podem impactar fortemente no seu futuro.

Motive-se a tentar realizar cada um dos seus sonhos. Você é capaz! É só querer…

Uma atitude sua hoje, pode mudar todo o rumo de sua história. Faça acontecer. Seja você mesmo. E, principalmente, acredite em você e em seu potencial.

O objetivo principal de qualquer organização é ser rentável e poder, com o tempo, crescer. Esse processo de expansão depende, entre outros fatores, de colaboradores comprometidos com a evolução do negócio. Você é capaz de ajudar, e muito, na expansão da companhia em que trabalha.

Sempre que uma empresa deseja ampliar suas atividades, ela costuma confiar nos talentos internos para realizar essa tarefa. São pessoas que já conhecem muito sobre aquilo que fazem. Quem é escolhido para isso precisa dar o melhor de si para fazer dar certo e estar atento a todas as variáveis que influenciarão no sucesso dessa ampliação.

Participe com entusiasmo do processo evolutivo de sua organização. Isso lhe trará satisfação pessoal e, muitas vezes, benefícios profissionais no futuro também.