Seleção disponibiliza 7.500 vagas de nível médio. Vagas são para o cargo de Agente de Pesquisas e Mapeamento.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciou na terça-feira (07/06) que realizará um processo seletivo simplificado para a contratação de 7.500 pessoas para o cargo de Agente de Pesquisas e Mapeamento. O contrato tem duração de um ano, podendo ser prorrogado no máximo até três anos. Essas vagas são destinadas para pessoas com nível médio, com salário de R$ 1.250,00, além de auxílio para transporte e alimentação.

As inscrições têm início no dia 21/06 e seguem até o dia 19/07. A taxa de inscrição é de R$ 30,00. A provedora deste processo seletivo simplificado é a Fundação Cesgranrio. Os contratados vão atuar em 550 municípios do país, em 26 estados e no Distrito Federal. A prova objetiva está prevista para ocorrer no dia 04/09/2016, já a divulgação do resultado final será no dia 03/10/2016. A inscrição deve ser realizada no site da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br).

O Agente de Pesquisas e Mapeamento realizará visitas domiciliares e em estabelecimentos comerciais, indústrias, órgãos públicos, dentre outros lugares com o objetivo de coletar dados para posteriormente realizar pesquisas que tenham natureza estatística. O contratado ainda agendará entrevistas e, em seguida, registrará todos os dados em questionário de papel ou então por meio eletrônico. Além disso, o Agente de Pesquisas e Mapeamento poderá dirigir o veículo do IBGE, desde que possua habilitação. O objetivo é levantar dados estatísticos para o órgão.

As exigências para o cargo são: ter capacidade auditiva para realizar comunicação verbal com o intuito de coletar dados, acuidade visual para preencher os questionários (seja impresso ou por meio eletrônico), agilidade para cumprir suas funções, dentre outras atribuições que podem ser consultadas no edital do certame. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, com oito horas diárias. O contratado será avaliado nos primeiros três meses do início dos trabalhos e, também, nos três últimos meses do contrato temporário. Em cumprimento ao Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2014, são reservadas 5% do total de vagas para pessoas com deficiência. Haverá ainda vagas destinadas às pessoas pretas ou pardas, num total de 20%, de acordo com a Lei nº 12.990, de 9 de junho de 2014.

A prova objetiva, que será de caráter eliminatório e classificatório, terá 60 questões, com cada uma valendo um ponto, num total de 60 pontos. A prova terá duração de 4 horas, sendo das 13h às 17h. Mais informações sobre este processo seletivo simplificado você confere no edital nº 02/2016, acessando o site do IBGE (www.ibge.gov.br).

Rodolfo Merino

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística colocou os profissionais das áreas de comunicação como um grupo que recebe os maiores salários no Brasil.

O estudo denominado “Pesquisa Anual de Serviços” (PAS) aponta que dentro do setor de serviços o segmento representou 26,9% da receita, com um ganho de 36,3%, em relação a 2010, quando a média, somando todas as áreas do segmento comunicação e informação, foi de 5,8 salários mínimos.

É uma boa notícia em um mercado com tantas incertezas, como a falta de regulamentação do diploma de Jornalismo, e também com a crise internacional que, pouco a pouco, atinge os meios de comunicação. A mídia que mais bem remunera é a telecomunicação. De acordo com o estudo, a área tem uma média de 6,3 salários mínimos. As informações foram publicadas na última quarta-feira (26/09) pela Agência Brasil.

De acordo com Ana Carla Magni, pesquisadora do Instituto, a área também foi fundamental na geração de novos empregos. Ao todo, 10,6 milhões de profissionais ingressaram no setor. Ela também explica que a razão para a alta salarial é a necessidade de pessoas capacitadas, com alto conhecimento sobre a área e que precisam estar atualizadas diariamente com o mundo.

Em termos de ocupação, o destaque ficou com a área de serviços profissionais, como as áreas administrativas. Neste caso, a pesquisadora explica que para essas áreas há uma necessidade de contratar mais pessoas. Mas ela enfatiza o crescimento da comunicação: "apresenta uma média salarial mais alta”.

Por Paulo B.

Fonte: Portal Comunique-se

O nível de desemprego do mês de março fechou em 6,2%, uma alta de 0,5 ponto percentual se comparado a fevereiro. Os dados foram calculados e divulgados pelo IBGE na quinta-feira (26/04). De acordo com o Instituto, a taxa de desocupação ficou estável em março em relação ao mesmo mês do ano passado.

O total de brasileiros desocupados ficou em 1,5 milhão de pessoas, sofrendo alta de 8,8% se comparado a fevereiro. Em relação ao ano passado, a taxa também se manteve estável. Já o total de ocupados fechou o mês em 22,6 milhões de brasileiros, registrando estabilidade se comparado fevereiro. O número de empregados, no entanto, cresceu 1,6% (ou 367 mil pessoas a mais) quando comparado a março do ano passado.

O setor privado manteve o mesmo número de trabalhadores com carteira assinada na relação março e fevereiro. Na relação março de 2012 e março de 2011, a alta foi de 3,7%, sendo 394 mil novas vagas de trabalho com carteira assinada.

Já a renda média dos ocupados ficou em R$ 1.728,40, tendo sido o valor mais alto desde março de 2002. Em relação a fevereiro, o crescimento do rendimento foi de 1,6% e, quando comparado a março do ano passado, a alta foi de 5,6%.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE

A chamada taxa de desocupação, que avalia o nível de desemprego no Brasil, ficou em 5,7% em fevereiro, segundo dados do IBGE de quinta-feira (22/03). O resultado foi considerado positivo pelos analistas do Instituto, já que este foi o menor índice para o mês desde o início da série histórica, que começou em março de 2002.

Outro ponto positivo foi o fato de a taxa não ter praticamente se modificado em relação a janeiro, quando fechou em 5,5%. Já na comparação com fevereiro do ano passado houve queda, passando de 6,4% para os 5,7% registrados neste ano.

Além disso, o IBGE mostrou que a população desocupada chegou a 1,4 milhão de pessoas e ficou estável no confronto com janeiro. Comparando com fevereiro de 2011, o recuo foi de 8,6%, o que significa menos 130 mil pessoas desempregadas. Já a população ocupada, que totalizou 22,6 milhões, não sofreu variações em relação a janeiro e aumentou 1,9% se comparado a fevereiro do ano passado. Em números absolutos, isto representa 428 mil ocupados nos últimos 12 meses.

O total de pessoas com carteira assinada também ficou no mesmo patamar de janeiro, sendo de 11,2 milhões de pessoas, segundo o IBGE, e teve crescimento de 5,4%, sendo um aumento de 578 mil postos de trabalho.

Já a remuneração dos ocupados ficou na média de R$ 1.699,70, considerado o valor mais alto já registrado em toda a série histórica da avaliação. O valor é 1,2% superior na comparação com janeiro. Quanto ao poder de compra, houve elevação de 4,4% em relação a fevereiro do ano passado.

Por Matheus Camargo

Fonte: IBGE

O IBGE divulgou que no mês de dezembro de 2011 o desemprego diminuiu para 4,7% nas seis principais regiões metropolitanas do país.

O Instituto, que faz a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) desde março de 2002, constatou que a taxa de desemprego em dezembro foi a menor em todos esses anos de pesquisa. A média de desemprego do ano de 2011 ficou em 6%, o que em percentual pode parecer pouco, mas quer dizer que 1,4 milhão de pessoas ficaram sem trabalhar por falta de oferta de emprego.

A boa noticia é que de 2010 para 2011 houve um aumento de 2% na quantidade de pessoas ocupadas, somando cerca de 22,5% de brasileiros trabalhando.

A média da renda anual ficou em R$ 1.625,46 para cada trabalhador (quase o triplo do salário mínimo) e o rendimento familiar de cada pessoa da casa aumentou em 3,8% se comparado com 2010.

Em relação ao número de trabalhadores que tem carteira assinada, a soma foi de 11,2 milhões de pessoas, um aumento de 6% comparado com 2010. Sendo assim, 48,5% dos trabalhadores apresentam carteira assinada do total de ocupados.

Por Jéssica Posenato

Fonte: IBGE

Sondagem divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionou estabilidade no índice de desocupação do mês passado, para 6,4% – em janeiro, a taxa registrada foi de 6,1%. No confronto com fevereiro de 2010, o dado é negativo, uma vez que nessa ocasião constatou-se margem de 7,4%.

O IBGE aponta expansão de 6% da população desocupada em fevereiro, ao todo 1,5 milhão de cidadãos, em relação a janeiro. Sobre o período análogo do ano passado, a taxa arrefeceu 12,4%.

Estabilidade também foi observada se destacada a população ocupada em fevereiro, 22,2 milhões de pessoas, ante o primeiro mês de 2011. Na base comparativa anual, porém, acréscimo de 2,4%, ou 515 mil indivíduos com algum tipo de ocupação.

Em sua página na internet, o instituto diagnosticou 10,7 milhões de habitantes com registro em carteira de trabalho em fevereiro no setor privado, avanço de 1,7% sobre janeiro. Em detrimento ao segundo mês de 2010, crescimento de 6,9%, ou 687 mil vagas de trabalho.

Por outro lado, se os números do emprego apresentam estabilidade em alguns pontos, há alta em outros, como por exemplo, o rendimento médio real que decaiu 0,5% na relação mensal, mas pulou 3,7% na base de relação anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Um dos maiores problemas em qualquer sociedade é o desemprego. Mal que afeta todo o globo terrestre, esse entrave está longe de ser erradicado, embora, no caso do Brasil, venha apresentando diminuição no decorrer dos últimos anos.

Informações publicadas no dia 24 de fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a taxa de desocupação progrediu de 5,3%, em dezembro, para 6,1%, em janeiro. Por outro lado, o confronto ante o primeiro mês de 2010 foi negativo, uma vez que naquela ocasião o índice registrado atingiu 7,2%.

O IBGE também revela que o número de pessoas desocupadas, ao todo 1,423 milhão, aumentou 13,7% em janeiro contra dezembro, mas arrefeceu 15,6% em detrimento ao mês igual de 2010.

O rendimento médio real dos assalariados, de acordo com o IBGE, ascendeu 0,5% em janeiro e outros 5,3% no acumulado anual, atingindo valor de R$ 1.538,30.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE

Uma notícia positiva foi o resultado divulgado pelo Governo Brasileiro sobre a taxa de desemprego de 2010, considerada a mais baixa já registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 2002.

A taxa foi de 6,7% em 2010, e no ano de 2009 registrou-se a taxa de 8,1%. De acordo com o IBGE, o número médio de pessoas sem emprego em 2010 foi de 1,6 milhão e o número de pessoas empregadas somou cerca de 22 milhões. O Sudeste foi a região do Brasil que obteve a maior quantidade de vagas novas, enquanto que a região Norte foi a que teve o menor crescimento em termos de empregos.

O ministro do trabalho e emprego, Carlos Lupi, afirmou que não houve “maquiagem” nos números quanto à geração de novas vagas estabelecidas pelo governo federal em 2010.

Por Andrea Gomes

Fonte: Agência Brasil

Está disponível a partir do dia 18 de agosto, o edital para o concurso para 2006 recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nos estados de Santa Catarina, Goiás, Paraná e Rio de Janeiro. Como pré-requisito, os candidatos devem ter no mínimo 18 anos e ensino fundamental completo.

A remuneração varia entre R$ 800 e R$ 1600, dependendo do número de domicílios visitados pelo contratado, além de 13º salário e férias proporcionais ao tempo trabalhado. Para se inscrever, o candidato deve ir até uma agência ou posto de inscrição do IBGE até o dia 25 de agosto, com previsão de contratação até dia 06 de setembro.

Mais informações e divulgação dos resultados podem ser encontrados no site www.ibge.gov.br.

Por Victor Gonçalves

 

Uma boa notícia para aqueles que desejam uma vaga nas indústrias de todo o País. A última pesquisa divulgada pela Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontou que a elevação da oportunidades nas indústria foram de cerca de 2% de janeiro a maio deste ano.

O IBGE analisa os dados com cautela. Apesar dos números serem positivos, comparados com o mesmo período do ano passado, quando estávamos no auge da crise, o resultado é 3% menor. Esses números demonstram que não existe uma explosão de contratações, mas sim uma boa manutenção entre os cargos encerrados e os novos postos ocupados nas indústrias do Brasil inteiro.

Por R.D.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a região Sudeste do país e o Estado de São Paulo perderam uma parcela de participação no Produto Interno Bruto (PIB) entre os anos de 1995 e 2007. De acordo com o levantamento, a fatia paulista era de 37,3% em 1995, mas em 2002 recuou para 34,6% e em 2007, para 33,9%.

Mesmo assim, segundo o documento de divulgação do estudo, no período acima mencionado a economia da região paulista perdeu participação em âmbito nacional no segmento industrial e de serviço, porém, ganhou em um setor importantíssimo: a agropecuária.

Para o órgão, isto de deve às transferências ocorridas de alguns setores da indústria para outros Estados, em paralelo à migração de algumas plantas industriais para perto do consumidor final ou da matéria-prima. Além do mais, ressalta o IBGE, incentivos fiscais para investimentos industriais em outros setores influenciaram no litígio.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Enquanto os setores de comércio e serviços seguem aquecidos, com previsão de aumento, a indústria ainda patina. Dados divulgados hoje pelo IBGE mostram que houve uma ligeira melhora no setor, de 0,3% em agosto, o segundo mês em ascensão. De junho para julho, o índice havia melhorado em 0,4%.

Mesmo assim, continuamos muito abaixo do mês de agosto ano passado, -6,7%. E a queda foi generalizada, o índice de emprego industrial caiu em todas as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, principalmente em Minas Gerais (-11,4%) e Região Centro-Oeste (-10,7%). Os setores com maior queda foram o madeireiro, onde quase um terço (30,1%) dos postos de trabalho foram extintos; o setor de vestuário, com mais de 1/4 (25,5%) dos postos extintos; e o setor de eletroeletrônicos e comunicações, com queda de 22,3%.

E o que se pode fazer?

Para quem trabalhava em uma dessas indústrias seriamente afetadas, ainda é recomendado continuar mandando curriculo e tentar voltar. Mas a queda é muito séria, então uma boa solução para curto prazo seria arranjar algum emprego temporário ou permanente nos setores em crescimento (turismo, comércio, serviços) e fazer uma reciclagem. Essas indústrias já sofrem, normalmente, com a concorrência exacerbada de produtos feitos em outros países, como a China, então uma reestruturação setorial neste momento pode ser esperada.

Já para quem está se preparando para entrar no mercado de trabalho, o ideal é focar seus esforços em obter emprego nos setores de comércio e serviços. Na indústria, há muita gente qualificada que está sem emprego, o que diminui muito a chance dos novatos.

O IBGE inicia os preparativos para a realização do Censo Demográfico 2010 na cidade de São Paulo com a previsão de abertura de mais de 13 mil vagas para agentes censitários. A partir dessa semana, a Comissão Municipal de Geografia e Estatística (CMGE) foi instalada pela prefeitura no intuito de organizar a coleta dos dados para a elaboração do censo.

O edital será divulgado no próximo mês e o processo seletivo iniciará em outubro deste ano. A previsão do instituto é de abrir cerca de 45 mil vagas em todo o país. O trabalho acontecerá a partir de agosto do próximo ano e terá a duração, em média, de quatro meses, com resultados divulgados a partir de dezembro de 2010.