Falam e cansam-se de falar, contudo a maioria das pesoas insiste em comportamentos inadequados, isso no dia-a-dia e no Ambiente de Trabalho, principalmente.

Nunca devemos levar as pessoas a sério, é verdade, principalmente em se tratando de nós mesmos.

Estou falando que você não deve se levar muito a sério, pois você não é a pessoa mais importante!

É primordial levar em consideração o pensamento das pessoas, não exatamente as suas opiniões. Deve-se ter em grande estima aquilo que as pessoas próximas  pensam (e às vezes, sentem). A partir de uma visão reflexiva, a gente pode tirar conclusões quase acertadas sobre tudo o que ouvimos e, entendemos, não cabendo juízos temerários sobre as coisas e as pessoas, somos seres humanos e, por isso, responsáveis.

Temos, realmente, um grande papel a desempenhar diante daqueles que se acercam de nós e com os quais nos propusemos a conviver. Comportar-se bem, exige mais que mera postura, exige a quebra da mesma e um pouco de coragem para aveturar-se além das conveniências e das aparentes imposições do cotidiano.

Por Lindomar Vieira

Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.

Uma funcionária de um grande banco estatal chega em casa e se depara com uma cena tocante: sua filha pequena já balbucia a palavra “mamãe”. Só que essa palavra tão terna está sendo dirigida à babá, que toma conta da menininha diariamente. O trabalho é uma parte fundamental da vida de qualquer pessoa, mas quando ele passa a interferir em relações familiares fundamentais, é preciso ligar o sinal de alerta.

É na família que se nasce, cresce-se, amadurece-se e se aprende o essencial para ter uma vida feliz. Nada pode compensar a convivência familiar, nem o dinheiro e nem um cargo de prestígio. Se você está perdendo momentos inesquecíveis da vida de sua esposa ou de seus filhos por causa da carga de trabalho que é obrigado a suportar, talvez seja a hora de rever conceitos. Os empregos podem ser passageiros, mas família é para sempre.

Não renuncie à dádiva de estar presente ativamente na vida de seus filhos por causa do trabalho. Aprenda a conciliar suas atividades com os momentos em família, e não sofra depois o triste arrependimento de não ter dado atenção a essas questões na hora certa.

No mundo contemporâneo, as informações são produzidas e repassadas numa velocidade cada vez maior. No mundo do trabalho, são uma série de detalhes, números e compromissos que, muitas vezes, não ficam armezenados na memória.

Para evitar esquecimentos e transtornos, uma boa medida é manter uma agenda, seja ela em papel ou eletrônica, como um auxílio para se lembrar de tudo aquilo que é importante.

Por mais coisas que a cabeça consiga armazenar, é bom não confiar 100% nela. A correria e o estresse do dia a dia podem fazer com que algo acabe escapando. Uma agenda bem estruturada que contenha o básico dos seus compromissos e os detalhes relacionados a eles torna a rotina mais fácil e evita surpresas desagradáveis.

Acostume-se a manter um registro escrito de suas atividades futuras. Isso o ajudará a diminuir um pouco a tensão em seu dia a dia e trará um alívio na carga de informações que sua memória precisa guardar.

Um grande número de pequenas ou até mesmo de médias empresas são administradas por famílias. Esse fato traz consigo vantagens e desvantagens. É preciso ter um discernimento muito grande para que os laços familiares não acabem atrapalhando o andamento dos negócios.

As relações entre pessoas de um mesmo núcleo familiar são extremamente complexas. Quando se trata de trabalhar em conjunto então, as dificuldades são ainda maiores.

Os conflitos dos setores pessoal e profissional podem acabar se misturando e ocasionando problemas cuja solução é, na maioria das vezes, muito complicada. Assim, familiares que trabalham  juntos devem priorizar ao máximo a separação entre suas vidas profissional e corporativa. Esses indivíduos devem ter em mente que “roupa suja se lava em casa”.

Um empreendimento familiar com certeza pode ter muito sucesso. Basta que as pessoas que participam dele tenham consciência de que empreender exige profissionalismo e isenção.

O objetivo principal de qualquer organização é ser rentável e poder, com o tempo, crescer. Esse processo de expansão depende, entre outros fatores, de colaboradores comprometidos com a evolução do negócio. Você é capaz de ajudar, e muito, na expansão da companhia em que trabalha.

Sempre que uma empresa deseja ampliar suas atividades, ela costuma confiar nos talentos internos para realizar essa tarefa. São pessoas que já conhecem muito sobre aquilo que fazem. Quem é escolhido para isso precisa dar o melhor de si para fazer dar certo e estar atento a todas as variáveis que influenciarão no sucesso dessa ampliação.

Participe com entusiasmo do processo evolutivo de sua organização. Isso lhe trará satisfação pessoal e, muitas vezes, benefícios profissionais no futuro também.

Na era da conectividade, a Internet e o e-mail tornaram-se meios de comunicação extremamente difundidos. Com a informatização avassaladora das empresas, eles também estão presentes no trabalho quase que o tempo todo. Mas quanto tempo será que seu e-mail particular tem tomado de você por dia?

Mensagens de auto-ajuda, piadas, correntes, “lendas urbanas”; todos esses tipos de mensagens eletrônicas são como uma verdadeira avalanche na caixa de correio eletrônico das pessoas. Conforme o volume de e-mails recebidos, se o indivíduo for dar atenção a cada um deles, não se trabalha mais.

É preciso ter consciência disso e selecionar para leitura realmente apenas aquelas mensagens mais importantes. O destino das demais deve ser a “lixeira”. Além disso, o e-mail corporativo sempre deve ter leitura prioritária.

Não abuse da liberdade de ler mensagens eletrônicas particulares dentro da empresa, ou muito provavelmente essa regalia poderá, mais cedo ou mais tarde, ser tirada de você.

Quase todas as organizações tem dados e informações que precisam ser mantidos em sigilo. Caso estes sejam revelados a pessoas indevidas podem causar transtornos e até mesmo prejuízos para a empresa. Quem está de posse disso, deve, então, ter muito cuidado.

A própria legislação trabalhista já prevê a responsabilidade daqueles que detem dados confidenciais dentro de uma companhia. Se faltarem com seus deveres em relação a isso, essas pessoas podem até mesmo ser demitidas por justa causa. Lidar com itens sigilosos não é para qualquer um e exige muito bom senso e equilíbrio. Qualquer deslize pode e deve ser punido pelos superiores hierárquicos dentro da empresa.

Se confiaram a você coisas que precisam ser mantidas em segredo, não traia essa confiança. Isso garantirá sua credibilidade e ainda lhe abrirá portas para que empreitadas maiores sejam repassadas a você, com todos os benefícios que elas possam vir a trazer.

Em meio à concorrência acirrada, muitas empresas orientam seus colaboradores a dizerem “meias verdades” ou até mesmo a mentirem para os clientes. O problema é que essa “técnica de vendas” pode ser descoberta pelo consumidor e aí a credibilidade da organização pode ir por água abaixo.

Tem se tornado muito comum em algumas companhias o uso de certos “truques” para convencer os clientes a adquirirem os produtos ou serviços oferecidos. Através da observação e de palavras colacadas na hora certa, é possível omitir certos detalhes na hora da negociação de preços ou condições. Mas é preciso estar consciente de que essas estratégias podem acabar sendo percebidas pelos consumidores mais astutos, que geralmente ficam furiosos frente à tentativa de serem “ludribiados”.

Busque maneiras de convencimento do cliente que evitem ao máximo a omissão de informações. Use sua habilidade como profissional e conquiste compradores com a verdade.

Nas organizações de uma forma geral, existem maneiras padronizadas de executar cada tipo de atividade. A padronização uniformiza o tratamento que é dado as coisas e quase sempre facilita a rotina. Mas há momentos em que é preciso ter jogo de cintura para se adaptar àquilo que escapa ao previsível.

A flexibilidade tornou-se uma característica fundamental para toda empresa moderna. O mercado, os clientes e os parceiros de negócio tem as exigências o mais diversas possíveis. Estar preparado para atender a essas exigências exige uma enorme capacidade de acomodação. É preciso conciliar necessidades e interesses.

Ceder aqui, flexibilizar ali.

Às vezes, fugir de um procedimento convencional pode ser a diferença entre conquistar um novo cliente, fechar um contrato interessante ou estabelecer uma parceria de sucesso ou não.

Esteja preparado para ceder, mudar, adaptar. Só assim você será capaz responder a todas as situações com que você vai se defrontar no dia a dia corporativo moderno.

Todas as organizações acabam passando mais cedo ou mais tarde por momentos turbulentos. Crises econômicas, acirramento de concorrência, realinhamento do mercado. Todos esses eventos podem trazer dificuldades para a empresa. É em momentos como esse que os indivíduos devem assumir a responsabilidade para poder mostrar realmente a que vieram.

Em épocas complicadas, é possível ver claramente a diferença entre as pessoas que só fazem o “básico” e aquelas que realmente estão comprometidas. As que se limitam ao essencial, sentam e reclamam das adversidades. As comprometidas arregaçam as mangas e buscam oportunidades em meio às incertezas. Elas sugerem, discutem e inovam. Elas buscam soluções onde ninguém poderia imaginar.

Comprometer-se com a companhia em tempos difíceis diferencia os fortes dos fracos, os medíocres daqueles que querem sempre mais. Passe para o time dos que são maiores do que os problemas. Você se surpreenderá com o quanto você pode realizar.

Com a evolução rápida dos meios de comunicação, a internet passou a fazer parte da vida da maioria das pessoas. Nas organizações não foi diferente. Uma parcela grande das empresas se utiliza da internet e das redes internas de comunicação para facilitar o dia a dia.

Mas usar corretamente essa ferramenta valiosa é questão de bom senso.

Muitas companhias tem restringido o acesso a alguns sites de internet a seus colaboradores. Isso decorre do fato de eles abusarem do uso desses sites. Enviar e-mails pessoais, fazer compras ou ficar de bate-papo durante o expediente são os motivos alegados pelas empresas para tomarem tal atitude. É preciso ter consciência de que a internet deve ser usada como acessório para facilitar o trabalho e não como recurso para “matar” o tempo.

Dispersar-se o tempo todo com atividades alheias ao serviço é um comportamento desonesto e inaceitável.

Use com sabedoria a internet em seu ambiente corporativo. Não dê margem para que a companhia pense em limitar ainda mais sua liberdade ao usá-la. É melhor utilizar com equilíbrio para poder utilizar sempre.

Em qualquer ambiente onde as pessoas precisem conviver, é necessário que haja regras mínimas para uma convivência harmoniosa. Nas organizações, o respeito a essas regras tem um caráter fundamental.

Usar os sanitários de forma apropriada, fumar apenas em áreas permitidas, zelar pela limpeza e organização do setor do “cafezinho”, atentar para aparelhos que devem ser ligados e desligados ao final de cada dia. Todas essas atitudes demonstram o respeito dos colegas uns pelos outros, e ajudam a manter os espaços em condições adequadas de utilização durante a maior parte do tempo.

É preciso lembrar também que as pessoas responsáveis pela limpeza não são “escravas”, e certamente não terão tempo de deixar ambientes em péssimas condições impecáveis novamente.

Se todos contribuírem para a manutenção dos ambientes da empresa,os espaços estarão sempre em condições de serem usados, o que também demonstra comprometimento com a organização.