As relações interpessoais num ambiente de trabalho são um dos fatores determinantes para que as atividades desempenhadas, por um setor ou departamento, sejam eficientes, competentes e criativas. A relação individual entre patrão e funcionário torna-se, então, ponto crucial numa perspectiva de harmonia entre todos os envolvidos.

A reciprocidade, no sentido de dar e receber na medida certa, é uma característica do profissionalismo que mais se destaca, sendo até essencial, tanto para o empregado, na busca de manter e crescer dentro de sua área de atuação, como para o patrão, seja este o próprio empresário ou aquele que ocupa um cargo de confiança e assim, deve apresentar resultados.

A aplicabilidade desta característica determina tempo, observação, autoavaliação e predisposição para estabelecer prioridades que, em alguns momentos, significa abster-se de convicções e certezas, bem como reconhecer os próprios erros.

Por Patricia Gujev

Falam e cansam-se de falar, contudo a maioria das pesoas insiste em comportamentos inadequados, isso no dia-a-dia e no Ambiente de Trabalho, principalmente.

Nunca devemos levar as pessoas a sério, é verdade, principalmente em se tratando de nós mesmos.

Estou falando que você não deve se levar muito a sério, pois você não é a pessoa mais importante!

É primordial levar em consideração o pensamento das pessoas, não exatamente as suas opiniões. Deve-se ter em grande estima aquilo que as pessoas próximas  pensam (e às vezes, sentem). A partir de uma visão reflexiva, a gente pode tirar conclusões quase acertadas sobre tudo o que ouvimos e, entendemos, não cabendo juízos temerários sobre as coisas e as pessoas, somos seres humanos e, por isso, responsáveis.

Temos, realmente, um grande papel a desempenhar diante daqueles que se acercam de nós e com os quais nos propusemos a conviver. Comportar-se bem, exige mais que mera postura, exige a quebra da mesma e um pouco de coragem para aveturar-se além das conveniências e das aparentes imposições do cotidiano.

Por Lindomar Vieira

Quem nunca se deparou com questionamentos? Aliás, todos nós, é realmente impossível escapar a isso. Mas é necessário bom-senso e ponderação quando tivermos que lidar com idéias críticas, pois as emoções ficam extremamente afloradas.

Normalmente as “críticas” surgem por insatisfações das pessoas no ambiente de trabalho e a “metralhadora” raja muito, tendo como principal alvo, geralmente, o chefe ou líder. É impossível não ouvir e, às vezes ser obrigado a escutar a “rajada”.

Muito bem. Sabemos que as pessoas têm necessidade de esvaziar a carga diária de estresse e até suas raivas, mas cuidado! Você também é suscetível. A quê? Às suas próprias emoções!

O melhor é escutar e não reprovar a atitude do seu colega, pois ele pode sentir-se ofendido e, é justo. Apenas escute e prometa que pensará no assunto para depois emitir a sua opinião (faça com que a pessoa entenda assim).

Esqueça o assunto. Somente se você for perguntado sobre a antiga questão, num momento propício, jamais deixe de manifestar a sua idéia sobre o assunto, seja sincero, principalmente sobre o comportamento anterior dele e, nunca sobre o comportamento do chefe.

Por Lindomar Vieira

Normalmente escutamos falar em Equipes de Trabalho. Mas o que significa isso?

Será que o fato de estarmos agrupados em torno de uma idéia em comum é já suficiente para que se estabeleça uma Equipe?

Basta estarmos juntos e dizermos em comum que faremos isso ou aquilo e realmente o fizermos com êxito?

Cada um gosta de agir por si mesmo e de modo independente, os incentivos e as buscas de unir as pessoas em torno de um ideal são necessários para que se consigam atingir as metas constantes no plano.

Sozinho é possível fazer tudo? Claro que não! Isolados não provaremos nada, nem a nós mesmos, pessoalmente. Quando, pela força das situações, começamos a precisar de outras pessoas e, de forma compreensiva, valorizar a atuação delas, de maneira conjunta para realizar alguma tarefa e perceber o valor que há nisso, podemos estabelecer uma idéia primitiva de Equipe.

Para que desenvolvamos uma Equipe de Trabalho, precisamos nos deixar envolver pelo Espírito que que pode criá-la.

Por Lindomar Vieira

Segundo consultores de Recursos Humanos as empresas têm demandas maiores por profissionais que tem a qualidade da pro atividade, da ousadia, e o grande desafio destas empresas é identificar essa competência nos candidatos.

Ter iniciativa, se antecipar a problemas, realizar além do esperado, estar sempre atualizado são algumas das qualidades destes profissionais, e segundo a Career Center, o mercado já tem muitos destes profissionais, mas não o suficiente para atender à demanda pedida pelas empresas.

Contudo a uma pessoa proativa deve possuir limites, ser exagerado na iniciativa, querer tomar toda a responsabilidade para si, ser individualista demais ou tomar parte do trabalho dos outros para si são algumas atitudes que devem ser evitadas.

No geral a simplicidade, o equilíbrio mental e o trabalho em equipe farão com que as qualidades negativas da proatividade fiquem ofuscadas ante os seus resultados.

Por Levi Rocha

Existe um ditado que todas as pessoas deveriam ter em mente em todos os setores de suas vidas: “O que não tem solução, solucionado está”. Na empresa essa máxima também é verdade. Certos problemas e situações irremediáveis precisam ser esquecidos e as atenções voltadas para eles não se repitam.

Seu concorrente apresentou um preço ou proposta que você não pode cobrir? As exigências do cliente simplesmente não são realizáveis pela companhia? Seu departamento foi extinto e você, realocado para um outro? Aceite a situação ou a dificuldade e se adapte a eles, já que há como resolvê-los. Não adianta ficar remoendo essas coisas. O melhor mesmo é seguir em frente e se focar naquilo que você é capaz de solucionar.

Uma certa dose de resignação às vezes poupa sofrimentos no mundo corporativo. Tome a sua no momento certo e comece a acumular menos frustrações.

Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.

Dependendo da função que um indivíduo exerça em uma empresa, ele pode acabar sendo obrigado a se ausentar de sua cidade. Conforme a frequência com que esse fato ocorra, a rotina diária pode se alterar demais e a pessoa terminar levando uma vida muito desregrada.

Quem viaja a trabalho, via de regra, precisa se hospedar em hotéis, comer em restaurantes diferentes a cada dia, andar de ônibus ou de avião com regularidade. Todas essas atividades tem impacto sobre a parte física e emocional do indivíduo. Assim, o colaborador que passa por isso deve procurar manter uma rotina mínima, não abandonando hábitos que teria se estivesse desempenhando suas funções em sua própria cidade. Isso inclui: horários de refeições, para dormir e acordar e se possível, também para exercícios físicos.

Viajar a trabalho é sempre uma experiência enriquecedora do ponto de vista pessoal e profissional, mas ela não precisa virar sua vida diária de cabeça para baixo.

Você muito provavelmente já deve ter convivido com pessoas com um gênio terrível no seu local de trabalho. Tolerância e paciência são palavras inexistentes para elas e tudo é motivo para discussões, brigas e mal-entendidos. Esse tipo de postura tumultua qualquer empresa, tornando o ambiente um barril de pólvora sempre prestes a explodir.

Um indivíduo destemperado é alguém que tem sérias dificuldades em lidar com frustrações. Se as coisas não acontecem como ele imagina, sua defesa é esbravejar, gritar, xingar e ofender. Mal sabe ele que isso só piora ainda mais a situação, pois ninguém está disposto a suportar essa espécie de comportamento. Ele só acaba gerando mais e mais inimizades, até que se atinja um ponto em que o trabalho em grupo e a convivência se tornem insustentáveis. Ele precisa ter a consciência de que se essa atitude não mudar, sua sobrevivência no mercado de trabalho moderno será de curto prazo.

Colaboradores brigões aí vai uma dica: reflitam sempre se vale a pena iniciar um conflito. Em 99% dos casos, vocês verão que isso é perda de tempo e que quase sempre tudo pode ser resolvido de modo pacífico e sem traumas para todos os envolvidos.

Em uma organização, espera-se que cada colaborador cumpra seu papel e gere resultados práticos. Mas essas pessoas não podem corresponder às expectativas se não estiverem cientes daquilo que se espera delas. Uma definição clara de responsabilidades e de metas individuais torna essa situação muito mais clara.

O ditado “para bom entendedor, meia palavra basta” não corresponde à realidade das relações humanas em uma empresa. Os indivíduos sempre precisam de princípios que norteiem sua conduta e seu trabalho. Não é razoável esperar que metas sejam atingidas, se os funcionários não tem noção de onde a companhia quer chegar e de quais os passos para isso. Reuniões periódicas para discussão do andamento das atividades ajudam muito a solucionar dúvidas e ajustar rotas.

Seja explícito a respeito de tudo o que você espera dos colegas que trabalham com você. Não espere que eles “sintam no ar” o que precisa ser feito ou você pode ficar aguardando mais tempo do que desejaria.

Quem não conhece indivíduos que se consideram os donos da verdade? Eles estão sempre a par de tudo e parecem não estar sujeitos a uma das condições inerentes a um ser humano: o erro. Essa postura costuma afastar as pessoas em volta tanto na vida pessoal como no trabalho.

Num ambiente corporativo, cada pessoa tem uma maneira de ser e de agir. São as marcas registradas de cada indivíduo. Mas certos posicionamentos como o de “sabe-tudo” sempre acabam trazendo problemas. Esses sujeitos inibem a participação dos demais, pois frequentemente tem resposta para tudo. O debate, então, é minimizado, o que pode empobrecer o dia a dia e os  planos a respeito daquilo que se deseja realizar.

Contribua com seu conhecimento e suas impressões sobre tudo que puder na empresa. Mas não queira estar acima de todos os demais, comece também a ouvir e tirar proveito do que seus colegas tem a dizer. Quem sabe você não descobre uma infinidade de coisas que ainda não sabia.

Em toda empresa que possua acima de um certo números de funcionários, o registro do ponto é de natureza obrigatória. E essa importante tarefa fica a cargo deles mesmos, não devendo ser negligenciada, pois isso poderá trazer prejuízos ao próprio trabalhador e à companhia também.

Seja por meio eletrônico ou de forma escrita, a entrada e saída de serviço deve ser minuciosamente assinalada. Quando o colaborador está em serviço, a organização assume uma série de responsabilidades por ele, sendo assim o final do período de trabalho deve ser passível de comprovação.

A folha ponto também serve de base para a folha de pagamento, assim erros na primeira serão repassados automaticamente à segunda. Dessa forma, o registro de ponto precisa ser um hábito semelhante a escovar os dentes ou lavar as mãos após ir ao banheiro, por exemplo.

Mantenha sua folha ponto corretamente atualizada e evite aborrecimentos e dificuldades tanto para você como para a empresa.

Todos os ramos de atividade econômica são mais ou menos regulados por leis específicas. O cumprimento dessas leis é fiscalizado, dessa forma, por órgãos fiscalizatórios representados por servidores públicos devidamente credenciados para esse fim. É de grande importância manter uma boa relação com esses órgãos para se evitar dores de cabeça.

Toda e qualquer exigência feita a uma empresa deve constar em um ato oficial do governo. Assim, ao cobrarem uma atitude ou procedimento, os fiscais precisam estar embasados nesses atos. É claro que, de acordo com a situação, o bom senso fala mais alto e pequenas concessões podem ser feitas. O pior posicionamento que existe frente a uma fiscalização é querer contestar determinações ou desafiar os fiscais. Isso fecha todas as portas e possibilidades de negociação.

Se você é responsável em sua empresa por tratar com os agentes de fiscalização, procure executar sua tarefa da forma mais equilibrada possível, aliando os interesses da companhia à necessidade de adaptação às regras oficiais.

Um grande número de pequenas ou até mesmo de médias empresas são administradas por famílias. Esse fato traz consigo vantagens e desvantagens. É preciso ter um discernimento muito grande para que os laços familiares não acabem atrapalhando o andamento dos negócios.

As relações entre pessoas de um mesmo núcleo familiar são extremamente complexas. Quando se trata de trabalhar em conjunto então, as dificuldades são ainda maiores.

Os conflitos dos setores pessoal e profissional podem acabar se misturando e ocasionando problemas cuja solução é, na maioria das vezes, muito complicada. Assim, familiares que trabalham  juntos devem priorizar ao máximo a separação entre suas vidas profissional e corporativa. Esses indivíduos devem ter em mente que “roupa suja se lava em casa”.

Um empreendimento familiar com certeza pode ter muito sucesso. Basta que as pessoas que participam dele tenham consciência de que empreender exige profissionalismo e isenção.

Com o aumento da complexidade das atividades econômicas, as empresas passaram a exigir dos colaboradores múltiplas habilidades. É preciso saber um pouco de tudo, e estar preparado para situações inesperadas e para o improviso.

O mercado de trabalho está numa fase em que ser especializado demais em uma única área já não corresponde às expectativas das organizações. São cobradas habilidades de liderança, gerenciamento e planejamento. Um bom funcionário que é competente exclusivamente na parte técnica já começa a perder terreno para aqueles que agregaram competências extras.

Comece a sair da “zona de conforto” do seu saber técnico-científico e corra atrás daquilo que a empresa espera de você num universo mais amplo.

Todo ser humano tem necessidade de ser reconhecido pelo que faz. Quando isso não acontece ou acontece em menor proporção do que as pessoas esperam, surgem o descontentamento, a inveja (em relação aos que foram reconhecidos) e por fim os conflitos. Isso é muito comum numa equipe de trabalho.

Uma boa parte dos indivíduos não tem uma auto-estima num nível tão elevado a ponto de reconhecerem por si mesmos de que estão fazendo um bom trabalho. Eles contam com o aval de seus superiores para terem certeza de que estão no caminho certo. Com o objetivo de chamar a atenção para esta situação, eles inventam conflitos por coisas banais, mas que no fundo são o reflexo de um ego insatisfeito. Nessa hora, o líder de equipe deve estar muito atento para acalmar os ânimos e colocar as coisas nos seus devidos lugares.

Aprenda a identificar as reais causas de conflito em sua equipe de trabalho. Procure disciplinar e “massagear” os egos para fazer a poeira baixar sempre que necessário.

Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.

Nas relações sociais, é de fundamental importância adaptar o nível de linguagem usado a cada situação.  Não se pode querer conquistar um cliente ou uma vaga de emprego, usando gírias ou o último bordão da moda na televisão.

Falar de maneira adequada a cada ambiente demonstra respeito e preparo. Numa entrevista de emprego ou numa reunião de trabalho, certos tipos de vocabulários precisam ser evitados. É preciso deixar evidente através das palavras que se está dando a importância devida a esse tipo de encontro. Ninguém se sente confortável quando um indivíduo solta um “ninguém merece!” ou um “demorou!” num momento absolutamente inoportuno.

Não está se falando aqui que você precisa usar termos rebuscados ou “engolir o dicionário”. Converse normalmente, mas se policie para manter o discurso sempre em um patamar condizente com cada tipo de diálogo.

É muito comum os profissionais mais experientes passarem pela experiência de treinarem os mais novos. Essa é uma tarefa árdua, que exige dedicação e principalmente muita paciência. Uma paciência tão grande que, esse tipo de missão não serve para qualquer um.

Quando se orienta novos colaboradores é preciso ter bom senso para não acabar tolindo a capacidade de aprendizagem deles. Alguns instrutores, quando veem seus “alunos” cometendo erros, se enfurecem e decidem executar as atividades que estão sendo ensinadas por si mesmos. Isso desestimula em quem está sendo treinado a disposição para fazer certo. É como querer dar “indiretamente” o peixe e não ensinar a pescar.

Mantenha a calma ao se deparar com falhas de funcionários novatos. Mais do que perder as estribeiras e querer assumir tudo sozinho, você deve despertar nos “calouros” o desejo de começarem a acertar.

Existem muitos indivíduos que, se aproveitando da oportunidade de lidarem com materiais de consumo da empresa, acabam fazendo uso deles em situações particulares. Imprimem trabalhos escolares seus ou dos filhos, “surrupiam” canetas ou lápis para usarem em casa, desviam alimentos de uso coletivo da cozinha.

Tirar proveito de coisas que a companhia oferece para o trabalho interno para benefício próprio é uma prática inaceitável. Constitui a manifestação de um tipo velado de desonestidade. Como você se sentiria se alguém invadisse sua casa e passasse a usar o que você tem de maneira escondida? Com certeza você não iria gostar.

Utilizar os materiais da organização de forma correta demonstra o respeito que o colaborador deve ter com ela. Não estrague sua imagem dentro da empresa com uma coisa tão pequena.