Para as pessoas interessadas no mercado da tecnologia, é importante saberem que não se deve apenas acreditar naqueles estudos que afirmam que é mais importante você saber a técnica do que ter comportamentos positivos.

Pelo contrário, alguns especialistas defendem que as competências comportamentais são mais importantes que as competências técnicas, por isso, o profissional deve estar atento para as necessidades que, muitas vezes, não estão explícitas nos anúncios de empregos.

Cláudio Bido, coordenador do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico da BandTec, comenta: "Não sei se há uma competência específica para a área de TI, mas o mercado, através dos departamentos de recursos humanos, fala muito da capacidade de trabalhar em grupo, de ouvir (por conta do atendimento), de liderança, proatividade… São coisas ligadas a um conjunto de habilidades que são humanas e todos precisaríamos desenvolver".

Muitas empresas levam em conta que o profissional saiba ouvir e entender o que é dito por alguém, desenvolver posturas corretas ao conversar com outros colegas de trabalho e ser ético no ambiente profissional.

Não há treinamento que ensine isso ao funcionário, então, a preparação profissional não pode ser deixada de lado pelos candidatos, pois, algumas empresas chegam a dar mais atenção ao comportamento do que ao nível de entendimento que o candidato apresenta sobre o cargo e as funções que irá desenvolver na empresa.

No caso da empresa L3, as contratações são feitas com peso igual: o candidato deve ser bom, mas precisa ter alguns valores embutidos. Já para os trainees, o lado mais visado é o campo psicológico. "Percebemos que é mais fácil ensinar a parte técnica do que a comportamental", esclarece Lopes, da L3.

No processo seletivo uma empresa sempre busca identificar o perfil do candidato para tentar descobrir se ele combina com a vaga que está sendo proposta, se tem as competências necessárias e se sabe se relacionar no ambiente profissional.

Por essa razão, os candidatos devem estar atentos e preparados para as entrevistas. 

Por Juliana Ghisi

Normalmente escutamos falar em Equipes de Trabalho. Mas o que significa isso?

Será que o fato de estarmos agrupados em torno de uma idéia em comum é já suficiente para que se estabeleça uma Equipe?

Basta estarmos juntos e dizermos em comum que faremos isso ou aquilo e realmente o fizermos com êxito?

Cada um gosta de agir por si mesmo e de modo independente, os incentivos e as buscas de unir as pessoas em torno de um ideal são necessários para que se consigam atingir as metas constantes no plano.

Sozinho é possível fazer tudo? Claro que não! Isolados não provaremos nada, nem a nós mesmos, pessoalmente. Quando, pela força das situações, começamos a precisar de outras pessoas e, de forma compreensiva, valorizar a atuação delas, de maneira conjunta para realizar alguma tarefa e perceber o valor que há nisso, podemos estabelecer uma idéia primitiva de Equipe.

Para que desenvolvamos uma Equipe de Trabalho, precisamos nos deixar envolver pelo Espírito que que pode criá-la.

Por Lindomar Vieira

O mundo dos negócios atualmente é uma área de feras tentando devorar os mais fracos e vulneráveis, onde os fracos não têm vez e os fortes são implacáveis exigindo cada vez mais das pessoas, agilidade mental, saúde física e intelecto refinado, e no mundo corporativo a história não é diferente.

Para ser um profissional excelente a pessoa deve ser responsável, ter atitudes, não deixar a sua carreira depender de outros profissionais, estar sempre atualizado e traçar seu próprio futuro.

O presidente da Gutemberg Consultores afirma que “Antigamente eram as empresas que decidiam quais atividades seriam destinadas para cada tipo de profissional, e o mesmo apenas obedecia. Hoje, é o profissional que cria seu próprio destino, ele é responsável por si só” – trecho de uma entrevista ao site Emprego Certo.

Gutemberg de Macedo dá dicas de como se tornar um profissional com extrema excelência, também conhecido como “profissional classe A”, para conferi-las clique aqui.

Por Levi Rocha

Não é raro existirem nas organizações pessoas que não rendem aquilo que se espera delas em termos de produção. Na comparação com os demais colegas, elas costumam estar abaixo da média e isso é um problema que incomoda seus superiores. Mas como tratar de um assunto delicado como esse com esses indivíduos?

A insuficiência de desempenho ou de produção pode estar relacionada a diversos fatores: falta de motivação, problemas particulares, inadequação com as funções exercidas ou realmente falta de vontade de trabalhar. O colaborador que se enquadra em uma dessas situações precisa ser chamado em particular pela chefia e uma conversa franca e aberta deve acontecer. É dada ao funcionário a oportunidade de justificar-se, assim como o superior também expõe suas inquietações e cobra mudança de postura.

Se um de seus subordinados parece estar fazendo corpo mole, aborde o problema de maneira tranquila, porém firme e segura. Caso uma conversação não resolva, passe então às medidas que a lei e a empresa lhe permitem aplicar num momento como esse.

Não é pequeno o número de pessoas que não trabalha satisfeita no ramo em que está. Muitas vezes por circunstâncias da vida, os indivíduos acabam caindo num setor que não corresponde às suas habilidades ou desejos. Mas é possível mudar, bastam coragem e esforço.

São inúmeras histórias de sucesso de pessoas que se sentiam frustradas nas atividades que desempenhavam e foram atrás de novos horizontes. O primeiro passo é sempre ter atitude. Aprender coisas novas, qualificar-se, olhar em volta e perceber do que o mercado necessita. Depois, definir um foco e perseguir o objetivo com o máximo de empenho possível. A única coisa que não pode faltar é vontade de vencer, de inovar, de fazer diferente.

Não deixe que o comodismo faça com que você leve uma vida profissional que não lhe traga satisfação pessoal. Se seu trabalho não lhe agrada, vá em busca de outro que seja capaz de preencher suas expectativas.

A carga de trabalho do cenário corporativo moderno algumas vezes obriga os indivíduos a fazerem horas extras na empresa. Se é um serviço que diz respeito apenas à própria pessoa, ela pode acabar tendo que permanecer trabalhando de forma isolada. Para isso, é preciso uma série de cuidados em relação à segurança do colaborador e da organização.

Ao ficar na empresa sozinho, procure manusear somente os itens que estão diretamente relacionados a você. Não mexa em objetos e documentos de outros colegas, a não ser que tenha recebido autorização direta deles. Ao entrar e sair do local, esteja atento aos arredores para ser capaz de identificar a presença de pessoas suspeitas. Se a companhia mantém serviço de segurança privada, estabeleça uma boa relação com as pessoas responsáveis por ela. Isso pode se lhe ser muito útil em caso de emergência.

Fazer hora extra sozinho não é agradável, mas por vezes, é necessário. Apesar de desagradável, no entanto, essa experiência precisa ser segura.

Em toda empresa que possua acima de um certo números de funcionários, o registro do ponto é de natureza obrigatória. E essa importante tarefa fica a cargo deles mesmos, não devendo ser negligenciada, pois isso poderá trazer prejuízos ao próprio trabalhador e à companhia também.

Seja por meio eletrônico ou de forma escrita, a entrada e saída de serviço deve ser minuciosamente assinalada. Quando o colaborador está em serviço, a organização assume uma série de responsabilidades por ele, sendo assim o final do período de trabalho deve ser passível de comprovação.

A folha ponto também serve de base para a folha de pagamento, assim erros na primeira serão repassados automaticamente à segunda. Dessa forma, o registro de ponto precisa ser um hábito semelhante a escovar os dentes ou lavar as mãos após ir ao banheiro, por exemplo.

Mantenha sua folha ponto corretamente atualizada e evite aborrecimentos e dificuldades tanto para você como para a empresa.

Com o aumento da complexidade das atividades econômicas, as empresas passaram a exigir dos colaboradores múltiplas habilidades. É preciso saber um pouco de tudo, e estar preparado para situações inesperadas e para o improviso.

O mercado de trabalho está numa fase em que ser especializado demais em uma única área já não corresponde às expectativas das organizações. São cobradas habilidades de liderança, gerenciamento e planejamento. Um bom funcionário que é competente exclusivamente na parte técnica já começa a perder terreno para aqueles que agregaram competências extras.

Comece a sair da “zona de conforto” do seu saber técnico-científico e corra atrás daquilo que a empresa espera de você num universo mais amplo.

Todo ser humano tem necessidade de ser reconhecido pelo que faz. Quando isso não acontece ou acontece em menor proporção do que as pessoas esperam, surgem o descontentamento, a inveja (em relação aos que foram reconhecidos) e por fim os conflitos. Isso é muito comum numa equipe de trabalho.

Uma boa parte dos indivíduos não tem uma auto-estima num nível tão elevado a ponto de reconhecerem por si mesmos de que estão fazendo um bom trabalho. Eles contam com o aval de seus superiores para terem certeza de que estão no caminho certo. Com o objetivo de chamar a atenção para esta situação, eles inventam conflitos por coisas banais, mas que no fundo são o reflexo de um ego insatisfeito. Nessa hora, o líder de equipe deve estar muito atento para acalmar os ânimos e colocar as coisas nos seus devidos lugares.

Aprenda a identificar as reais causas de conflito em sua equipe de trabalho. Procure disciplinar e “massagear” os egos para fazer a poeira baixar sempre que necessário.

Num mundo competitivo como o atual, nenhuma empresa é capaz de ser bem-sucedida se não tiver um mínimo de arrojo e ousadia. As duas características citadas, porém, devem andar de mãos dadas com um nível sensato de cautela.

Ninguém inova ou consegue fazer a diferença no ambiente empresarial sem correr riscos. O risco é parte inerente de qualquer negócio. No entanto, é possível saber que nível de risco a organização pode assumir sem trazer prejuízos a si mesma, caso algo saia errado. Uma equipe experiente e com bom senso elevado, é capaz de traçar estratégias que aliem ousadia e cuidado. Fazer uma avaliação da relação custo-benefício em cada decisão tomada é sempre válido.

Revolucionar exige antes de tudo uma visão privilegiada das coisas. Sem essa visão, o risco de “dar o passo maior do que a perna” é grande demais e não vale a pena ser corrido.

Nas relações sociais, é de fundamental importância adaptar o nível de linguagem usado a cada situação.  Não se pode querer conquistar um cliente ou uma vaga de emprego, usando gírias ou o último bordão da moda na televisão.

Falar de maneira adequada a cada ambiente demonstra respeito e preparo. Numa entrevista de emprego ou numa reunião de trabalho, certos tipos de vocabulários precisam ser evitados. É preciso deixar evidente através das palavras que se está dando a importância devida a esse tipo de encontro. Ninguém se sente confortável quando um indivíduo solta um “ninguém merece!” ou um “demorou!” num momento absolutamente inoportuno.

Não está se falando aqui que você precisa usar termos rebuscados ou “engolir o dicionário”. Converse normalmente, mas se policie para manter o discurso sempre em um patamar condizente com cada tipo de diálogo.

Todas as organizações possuem ou, pelo menos, deveriam possuir, procedimentos internos sistematizados para a execução de atividades. Com o passar o tempo, é essencial rever esses procedimentos para adaptá-los às dificuldades encontradas em sua execução.

Muito poucas coisas no mundo permanecem imutáveis. A maneira de se trabalhar numa organização não é diferente. A prática ensina que é necessário acrescentar ou suprimir etapas no “modus operandi” de como as coisas são feitas no trabalho. Ter receio de fazer mudanças é condenar um procedimento a se tornar obsoleto e ineficaz. E essas mudanças precisam ser discutidas e aprovadas por todos aqueles diretamente envolvidos.

Repensar normas internas, regulamentos e procedimentos operacionais padrão é demonstração de pró-atividade e inteligência. É o modo mais sensato de reagir às alterações que ocorrem no mundo que o rodeia.

É muito comum os profissionais mais experientes passarem pela experiência de treinarem os mais novos. Essa é uma tarefa árdua, que exige dedicação e principalmente muita paciência. Uma paciência tão grande que, esse tipo de missão não serve para qualquer um.

Quando se orienta novos colaboradores é preciso ter bom senso para não acabar tolindo a capacidade de aprendizagem deles. Alguns instrutores, quando veem seus “alunos” cometendo erros, se enfurecem e decidem executar as atividades que estão sendo ensinadas por si mesmos. Isso desestimula em quem está sendo treinado a disposição para fazer certo. É como querer dar “indiretamente” o peixe e não ensinar a pescar.

Mantenha a calma ao se deparar com falhas de funcionários novatos. Mais do que perder as estribeiras e querer assumir tudo sozinho, você deve despertar nos “calouros” o desejo de começarem a acertar.

Muitas organizações, especialmente as maiores, tem políticas de desenvolvimento voltadas ao aperfeiçoamento contínuo de seus colaboradores. São participações no custeio de cursos de pós-graduação, atualização e de idiomas. Há também iniciativas internas, focadas em reconhecer e desenvolver talentos.

Para uma empresa, não há nada melhor do que buscar pessoas competentes dentro de seus próprios quadros. Isso evita custos com seleção de novo pessoal. Além disso, valorizar o público interno gera um clima de satisfação entre os funcionários, o que pode refletir em produção maior e melhor. Aproveitar as oportunidades que a empresa oferece para que você se desenvolva é uma atitude muito inteligente, pois lhe abre um mundo de possibilidades de crescimento.

Seja pró-ativo e agarre com unhas e dentes qualquer chance de aquisição de conhecimento que a empresa lhe proporcione. Você certamente colherá os bons frutos disso no futuro.

Toda empresa tem necessidade de acompanhamento daquilo que ocorre em seu dia a dia.

Principalmente quando se trata de resultados, os relatórios são um instrumento muito usado para apresentá-los. Compor relatórios claros e sucintos, tornou-se, então, um item essencial para todo bom profissional.

Um relatório é uma maneira de transpor para o papel ou para o meio eletrônico os mais variados tipos de informação. Ele deve conter apenas realmente aquilo que for de extrema relevância para o tema abordado. Detalhes secundários podem ser deixados de lado nesse momento e acrescentados oralmente, caso solicitados. Os dados e análises apresentados precisam aparecer de forma muito clara de modo a evitar equívocos.

Familiarize-se com uma redação eficiente ao elaborar seus relatórios. Se eles forem bem aceitos por quem os lê, isso poderá contar muitos pontos positivos em seu favor.

Quem não conhece indivíduos bajuladores (“puxa-sacos”) no trabalho? Eles estão a todo momento buscando um modo de agradar a seus superiores não pelo bom trabalho que desempenham, mas sim através de elogios falsos e sem conteúdo. Saiba que essa não é a melhor maneira de ser reconhecido no ambiente corporativo.

Via de regra, os bajuladores são incompetentes ou tem uma performance no mínimo abaixo da média.

Como não se sobressaem mostrando serviço, precisam recorrer à lisonja para assim, serem notados pela chefia. O fato é que, mais cedo ou mais tarde, essa prática acaba se desgastando e perdendo o efeito. Mesmo os dirigentes mais sensíveis ao “puxa-saquismo” uma hora acabam se cansando dele.

Conquiste seu espaço na organização mostrando um trabalho de qualidade. Viver diariamente pensando em como bajular o chefe para poder ser visto, além de desgastante, é também vergonhoso.

Quantas pessoas você conhece que desempenham suas atividades de forma simplesmente automática? Elas simplesmente não se importam com o resultado que o trabalho delas está tendo. Dia após dia executam a mesma tarefa, muitas vezes sem saber o porquê disso.

Toda atividade laborativa tem uma razão de ser e visa a um resultado. Principalmente no mundo competitivo de hoje, nada é feito por acaso. O que muitas vezes torna a função de uma pessoa enfadonha é fato de ela executá-la sempre da mesma forma, sem perceber como isso pode refletir no objetivo final. Quando se enxerga claramente uma meta a atingir, qualquer trabalho parecerá mais desafiador.

Comece a focar seu trabalho em objetivos práticos e concretos. Quem sabe então ele não passará a fazer mais sentido para você.

Em toda a atividade que lida diretamente com o público, a opinião dos clientes a respeito do produto ou serviço oferecido é fundamental para determinar qual a imagem que o cliente tem a respeito da empresa. Medir o grau de satisfação dos consumidores, é, então, uma ferramenta fundamental para saber o que eles pensam de você.

O cliente é sempre o maior divulgador de uma organização. Por mais que se gaste com mídia de todos os tipos, nada é mais eficiente que a propaganda boca a boca falando bem ou mal de uma companhia. Acompanhar como anda os clientes veem você traz informações preciosas para que ajustes de percurso possam ser feitos. Se a empresa ainda não possui esse tipo de prática, inicie um pequeno piloto você mesmo (claro que com a devida autorização superior) e depois leve os resultados à sua chefia.

Não há nada como a credibilidade que uma organização é capaz de passar a seus consumidores. Esteja sempre consciente de como seu consumidor está enxergando você.

Quantas vezes as pessoas tem ideias geniais no trabalho que simplesmente não são aproveitadas porque quem poderia implementá-las simplesmente não aceita que elas tenham vindo de outra fonte que não delas próprias. É preciso saber reconhecer e dar crédito ao que os outros pensam.

Em muitos casos, as ideias e sugestões dos colegas são capazes de tornar a rotina diária mais fácil, simplificar processos ou até mesmo revolucionar toda uma empresa. Alguém pode ter sido capaz de enxergar algo sobre o qual ainda não se havia pensado, reavaliando e questionando velhas práticas.

Aprenda a valorizar as ideias de outros colaboradores além das suas próprias. Você verá o quanto isso poderá fazer bem para você, para os outros e para a organização.

No mundo do trabalho, a reputação de um colaborador é como se fosse seu cartão de visitas. Essa espécie de “diário” profissional conta muita coisa sobre seu modo de agir, pensar e muitas vezes é levada em conta em decisões como uma promoção a um cargo de nível mais alto. Assim, mantê-la inatacável sempre é uma atitude sensata.

O mundo de hoje está repleto de pessoas desonestas, trapaceiras, com falta de princípios. Numa completa inversão de valores, muitos indivíduos perderam a noção do limite entre o certo e o errado, entre o ético e o anti-ético. Quem ainda se mantém íntegro e com uma conduta correta, acaba tendo um diferencial competitivo em relação aos demais. E não é muito difícil ter a imagem arranhada por um pequeno deslize.

As pessoas são lentas para enxergar o que se faz de bom e rápidas para ver o que se faz de mau.

Construa uma reputação de que você possa se orgulhar dentro da empresa e faça o máximo para conservá-la. Isso sempre vale a pena não só de ponto de vista profissional, como também para ter uma consciência sempre limpa.