Muitos funcionários não agüentam a pressão e o mau relacionamento com seu superior e com isso pedem demissão e podem interromper sua carreira na empresa.

Quem ainda não teve problema com seu chefe, certamente irá ter, ou então se encontra em uma pequena fatia de funcionários que nunca tiveram problemas profissionais.

Quando um problema de perfil é encontrado na empresa, mesmo que o funcionário goste e respeite a instituição, os atritos com seu chefe podem fazer com que acabe toda a trajetória e se finde sua carreira, com demissão voluntária ou não.

Não se envolver demais em discussões, não levar as brigas para o lado pessoal e nem deixar que as pressões e as cobranças se tornem um inferno, somente assim para preservar a saúde emocional e não balançar a carreira na empresa.

Por José Alberi Fortes Junior

Com o aumento da complexidade das atividades econômicas, as empresas passaram a exigir dos colaboradores múltiplas habilidades. É preciso saber um pouco de tudo, e estar preparado para situações inesperadas e para o improviso.

O mercado de trabalho está numa fase em que ser especializado demais em uma única área já não corresponde às expectativas das organizações. São cobradas habilidades de liderança, gerenciamento e planejamento. Um bom funcionário que é competente exclusivamente na parte técnica já começa a perder terreno para aqueles que agregaram competências extras.

Comece a sair da “zona de conforto” do seu saber técnico-científico e corra atrás daquilo que a empresa espera de você num universo mais amplo.

No ambiente corporativo, tem-se problemas e dificuldades constantemente. Algumas pessoas apenas despejam essas dificuldades sobre seus superiores sem nem sequer refletir previamente sobre como resolvê-las. Os chefes ficam então sobrecarregados com suas próprias funções de coordenação, e mais todos os problemas operacionais trazidos pelos colaboradores.

Certos desajustes simples não precisam necessariamente ser repassados às chefias. Coisas pequenas podem ser analisá-las diretamente pelas pessoas que estão face a face com elas, e caminhos podem ser encontrados. A capacidade de resolução de problemas é exercício diário, e quanto mais se pratica, mais traquejo se adquire.

Poupe seu chefe de problemas menores. Só busque a ajuda dele quando realmente precisar de informações ou orientaçãos que não estejam ao seu alcance.

Nas equipes de trabalho atuais, é preciso estar atento para que cada membro não fique sobrecarregado ou com excesso de trabalho. É fundamental que cada um saiba sua função e possa colaborar o máximo possível para o sucesso do grupo. Se você tem o papel de lider, não há maneira melhor de conseguir isso do que ser um facilitador.

Facilitador no ambiente corporativo é aquele que não entrega soluções prontas para os problemas e desafios do dia a dia, mas sim motiva e instiga os demais a encontrar caminhos por si mesmos.

Resolver tudo sozinho não estimula a criatividade das pessoas; pelo contrário, só a poda. E não há nada melhor que ver uma equipe dando as mãos e se esforçando para superar obstáculos e obter crescimento.

Ajude a sua equipe a pensar por si mesma fornecendo estímulos adequados. Você verá que o resultado será muito compensador.

Nenhum de nós está livre de cometer falhas. E com certeza também é preciso estar preparado para assumir a responsabilidade por elas. Mas há uma maneira politicamente correta de chamar a atenção de alguém, sem transformar isso em algo desmoralizador ou humilhante.

O ser humano não é perfeito. Ele está o tempo todo errando e acertando. Em uma organização, quando se comete um deslize, é parte do bom senso conversar com o responsável por ele de maneira separada e reservada. Os demais não precisam ficar sabendo. É preciso também deixar a pessoa resgatar sua própria reputação, dando a ela a oportunidade de justificar o ocorrido. Expor alguém a um vexame público com certeza não irá ajudá-lo a errar menos.

Aja de maneira correta ao repreender outras pessoas. Isso facilitará o processo e tornará mais fácil a situação menos traumática para ambas as partes.

Você desempenhou um bom trabalho e foi reconhecido pela empresa. Vai chefiar o setor no qual já trabalha. Então, surge a dúvida: como se comportar em relação a seus colegas, já que agora você é o superior hierárquico deles? A resposta para essa pergunta não é tão simples.

Nas organizações é normal que alguns indivíduos se sobressaiam mais do que os outros e tenham seu desempenho premiado com um cargo melhor. Esse fato pode gerar inveja em pessoas menos maduras e algumas vezes, problemas como desunião e falta de colaboração na equipe. A maneira mais equilibrada de encarar a situação é agir normalmente, tratando todos como antes, mas deixando claro que o foco deve estar nos objetivos da companhia.

A relação de amizade e companheirismo pode permanecer, sem que venha a prejudicar o andamento do trabalho.

Use em seu favor a boa relação que você tem com os seus agora “subordinados”. Ela pode ser a receita para construir um departamento de sucesso.

Afinal de contas, você possui um chefe ou um líder? Sabe qual a diferença?

Pois veja. Nem todo chefe é um líder. Mas um líder tem tudo para ser um excelente chefe.

Normalmente os entitulados “chefes” não estão muito envolvidos com a equipe e, dessa forma, acabam por desmotivar as pessoas que estão em sua volta.

Já os líderes são pessoas que estão lado-a-lado com seus colaboradores, acompanhando sua produtividade, analisando os resultados, orientando e sobretudo valorizando o profissional que faz parte de sua equipe de trabalho.

A vaga a seguir é para a cidade de Belo Horizonte, capital mineira.

O candidato deve ser formado em Engenharia Mecânica ou Mecatrônica, ter cinco anos de experiência na função (ou atividades similares) e inglês fluente.

O aprovado trabalhará na coordenação de uma equipe de profissionais de assistência técnica, tendo o dever de manter e desenvolver canais de contato com atuais e novos clientes.

Interessado?! Então envie currículo para rhbrasil@outotec.com, informando no assunto do e-mail “Coord Serviços e Ass.Tec.”

Seu chefe é daqueles que é acomodado. As decisões são lentas, os processos estão engessados, a comunicação com a alta administração da empresa é ineficiente. Pode ser a hora de a alta cúpula pensar em uma substituição.

Um chefe despreparado e sem iniciativa prejudica o trabalho de um setor ou mesmo da empresa toda. A equipe fica sem liderança, desmotivada e não produz.

Um bom chefe além de bom administrador de processos, precisa ser um líder. Ele tem que ser capaz de coordenar os colaboradores de maneira tal que eles se sintam satisfeitos em executar tudo o que é pedido.

Não tenha medo de trocar as chefias em sua empresa. Um mudança feita na hora certa pode significar um salto enorme de qualidade e produtividade.

Um dia chega aquele momento em que seu superior lhe oferece um cargo de confiança na empresa. O cargo vem acompanhado de aumento de salário, mas também de comprometimento e responsabilidade. Antes de aceitar, pense bem se é isso mesmo que você quer.

Cargos de confiança são posições de responsabilidade dentro da empresa. Geralmente trazem consigo atividades como supervisão de colaboradores, tomada de decisões estratégicas e pesadas cobranças quanto à obtenção de resultados.

O colaborador não assina o ponto e também não tem direito a horas extras, pois supõe-se que o aumento de salário já supra o tempo adicional que porventura se passe trabalhando. È algo que exige um conjunto de qualidades como disciplina, domínio próprio, paciência, dinamismo, espírito de equipe, entre muitas outras.

Reflita sempre antes de aceitar um cargo de confiança, pois depois de aceito, é geralmete traumático querer voltar atrás.

Você é muito dedicado ao seu trabalho. Realiza muito, segue todos os regulamentos internos, relaciona-se bem equipe. Mas seu chefe nem sequer percebe aquilo que você faz. Saiba que isso é mais comum do que você imagina.

Muitos chefes simplesmente não gostam ou não criaram o hábito de elogiar seus colaboradores. Isso tem origens múltiplas, talvez em situações vividas no passado no ambiente de trabalho, na família ou ainda na época dos bancos escolares. O que você tem que ter em mente é que por mais que seu chefe não o elogie, os resultados estão aparecendo. Não é necessário que alguém diga a você aquilo que você já tem convicção: que você já está fazendo a sua parte.

Continue sempre firme e procure melhorar cada vez mais, a recompensa pode demorar, mas com certeza não vai falhar. Quem trabalha bem, certamente será reconhecido, mais cedo ou mais tarde.

Você chega em casa e seus filhos tremem. Todos perfilados e preparados para a inspeção diária: banho tomado, unhas cortadas, tarefa de casa impecavelmente feita. Não há diálogo, só “manda e obedece”. Se isso ocorre com você e você tem subordinados no trabalho, saiba que pode acabar virando um tirano na empresa também.

Pessoas mandonas em casa fatalmente terminam como “generais” no trabalho. Despejam ordens o tempo todo, não explicam o porquê delas e cobram implacavelmente o que pediram a cada momento.

O domínio pelo medo é o pior dos mundos. Ele faz seus colaboradores te odiarem e se eles o respeitam é por temor, não pelo exemplo.

Comece a rever suas posições em casa em relação aos seus filhos e com certeza você vai descobrir que pode ser um chefe melhor também.

Quem nunca sonhou em assumir um cargo de direção na empresa? Quem nunca se inspirou em um chefe competente e bem-sucedido? Mas será que você está preparado ou tem perfil para um cargo de liderança?

Um bom chefe é acima de tudo um líder. Um indivíduo sensato, que ouve a equipe, é observador, justo e equilibrado. Não privilegia ninguém em detrimento de outros.

Toma decisões baseado em fatos concretos e não em suposições. Sabe separar vida pessoal e profissional. Mantém sempre em foco as metas a serem atingidas pela empresa e mostra à equipe a importância de se alcançar esses resultados.

Lembre-se sempre: chefes carrascos estão fora de moda. Não é com ameaças, coações, intrigas e gritos que você será um líder de sucesso.